O poder do pensamento positivo. Esta é uma frase muito comum nos dias de hoje. Nós todos concordamos que o pensamento positivo é uma coisa boa. Especialmente quando estamos sentindo os efeitos do pensamento positivo. Quando você está se sentindo bem, é fácil pensar, “eu gosto de mim”. “A minha vida é boa”. “As coisas estão indo muito bem”. Mas o que dizer e fazer quando as coisas começam a piorar? Quando tudo corre mal no seu dia-a-dia, quando deixa de gostar do seu trabalho, quando se aborrece com o seu parceiro, quando fica desempregado. Quando bate como o carro, ou o seu médico lhe diz que os níveis de colesterol estão elevadíssimos e já ultrapassou o peso razoável?

Diferentes pessoas certamente reagirão de formas distintas. Umas irão ficar tristes, desmotivadas, desencorajadas, lastimosas, rancorosas, magoadas, desesperançadas, podendo estes sentimentos tornarem-se incapacitantes ao ponto de serem mais problemáticos que o próprio problema. Outras irão igualmente ficar tristes, preocupadas, lastimosas, rancorosas, magoadas, mas esperançadas em que conseguirão resolver os problemas e tão breve quanto possível, voltarem a sentir-se bem.

O que terá acontecido para que a mesma situação origina-se duas respostas diferentes?

Sem dúvida a atitude face ao acontecimento. A percepção que cada um teve relativamente à capacidade de aguentar sensações e sentimentos negativos. A percepção de capacidade de resolução de problemas aliada à capacidade de sentir sentimentos negativos e ainda assim conseguir manter um dialogo positivo no sentido de encontrar a melhor forma de resolver os contratempos da vida.

Então o que é que estas pessoas sabem que as outras desconhecem?

Aqui está o segredo que não é realmente um segredo. É revolucionário, é ciência emocionante ao serviço da excelência. O pensamento positivo altera as redes neuronais do seu cérebro. Não se trata de nada mágico, está relacionado apenas com alterações nas redes neuronais que estabelecem interconexões mais reforçadas, transformando-se em caminhos que perante determinado estímulo, são activadas, criando uma tendência de resposta. Para que algo no nosso cérebro possa ser alterado, temos de implementar novas formas de pensar, depois graças ao fenómeno apelidado no mundo cientifico como neuroplasticidade, a mudança torna-se possível. Esta mudança reestrutura algumas funções no nosso cérebro. A ideia foi introduzida pela primeira vez por William James em 1890, mas foi sonoramente rejeitada por cientistas que acreditavam que o cérebro era uniforme e rigidamente traçado, com certas partes responsáveis por determinadas funções. Pensava-se que se alguma parte do cérebro fosse afectada, jamais era recuperável. Aparentemente parece que estavam errados.

A Neuroplasticidade desfruta agora de uma aceitação generalizada, os cientistas estão provando que o cérebro é infinitamente adaptável e dinâmico. Ele tem o poder de mudar a sua própria estrutura, mesmo para aqueles com problemas neurológicos considerados graves. Pessoas com problemas como acidentes vasculares cerebrais, paralisia cerebral e doença mental podem treinar outras áreas do seu cérebro por meio de actividades mentais e físicas repetitivas. Isto é sem dúvida uma notícia extraordinária. Sabemos agora que o cérebro não é estático e que pela acção da vontade e do esforço continuo de querermos mudar algo e acreditar que é possível, traz esperança a todos nós, e assim caminharmos mais confiantes quer para a resolução de problemas graves, como os problemas neurológicos provocados por dano cerebral, quer para uma mudança a favor do nosso equilíbrio emocional.

Mas o que é que tudo isto tem a ver com o pensamento positivo, ou o que é que você tem a ganhar com este conhecimento?

Como o cérebro tem a capacidade de criar novas ligações assim como reestruturar as redes neuronais já existentes, se o estimular-mos é então possível beneficiar-mos da extraordinária capacidade de reforçar-mos novas aprendizagens e promovermos o nosso desenvolvimento adaptativo. Contribui para que possamos instituir hábitos a favor do nosso bem-estar.

Apresento algumas actividades que poderá praticar para disciplinar o seu cérebro em situações difíceis ou exigentes:

MEDO DE FALHAR OU FRACASSAR

Provavelmente todos nós já tivemos medo de fazer algo novo porque não queríamos falhar. Esta terrível sensação coloca-nos sempre numa situação de dúvida, incerteza e de incapacidade, levando-nos muitas vezes a não fazermos o que desejaríamos ou aquilo que seria melhor para nós. Mas na perspectiva de que o nosso cérebro é capaz de criar novas ligações desde que estimulado para esse objectivo, coloca-se-nos um mundo vasto de possibilidades e oportunidades. A verdade é que nós podemos e temos capacidade para fazer praticamente tudo se tomarmos a iniciativa, nos colocar-mos em acção, pararmos o pensamento negativo e destruidor, e acima de tudo mudar a nossa percepção da verdade sobre as nossas capacidades.

Passos para a acção: Force-se a parar o seu pensamento sempre que pensar em coisas sobre as quais não consegue fazer nada. Sempre que inicie um pensamento que lhe retira capacidade, que à priori seja derrotista, desencorajador ou pejorativo acerca de si próprio, das coisas ou situações, faça paragem de pensamento, diga a si mesmo “Basta”, “Pára”, depois foque-se na ideia de que é capaz de gerar pensamentos capacitadores, dirija o seu pensamento para as suas habilidades, forças e virtudes (seja corajoso, e gere pensamentos positivos), lembre-se pode escolher os pensamentos que melhor lhe sirvam para a solução de um problema. Tem essa capacidade, basta para isso escolhê-los. O slogan da Nike é para aqui muito válido, “Just do it”.

EXCESSO DE PENSAMENTOS / PREOCUPAÇÃO

Alguma vez já deu por si a pensar excessivamente de forma obsessiva sobre um problema, ou num estado de ansiedade e preocupação tal, que pode durar dias ou mesmo semanas? Isto pode tornar-se incapacitante ao ponto de lhe retirar energia, afectar-lhe o sono, o humor e mesmo a esperança na vida. Ao ponto de quanto mais se foca no problema, pior se sente e menos soluções parece encontrar. Lembre-se que o cérebro reforça as ligações neuronais daquilo que se repete, para o bom e para o mau. Ao entrar num processo exagerado e incapacitador de ruminação, está a treinar o seu cérebro para ser especialista em preocupar-se.

Passos para a acção: Se você inicia esse ciclo de preocupação e ruminação, lembre-se da técnica dos 3 “R” – Renomear, Reenquadrar e Redireccionar . Já aprendeu o que fazer quando se inicia um ciclo de pensamentos negativos e incapacitantes, usando uma afirmação de comando, “pára”, utilize esta técnica e depois deverá renomear a questão, lembrando-se que a preocupação não é real. Renomeie a questão considerando que os pensamentos negativos que está a ter devem-se a uma reacção obsessiva do seu cérebro e não propriamente à realidade. A seguir Reenquadre o seu raciocínio focando-se em pensamentos positivos e de distracção, utilizando uma técnica que apelidei de “Zoom”, visualize-se a resolver a questão ou como é que alguns dos seus amigos a resolveriam, foque-se nisso tal qual uma máquina a fazer zoom para capturar uma foto nítida. Tente ter uma imagem nítida daquilo que poderá funcionar para minimizar ou resolver a questão. Force-se a ter outro tipo de pensamentos, acreditando sempre que irá arranjar uma solução, “apesar de ser difícil irei ser capaz”, está assim a dar uma ordem directa e capacitadora ao seu cérebro (lembre-se que ele é “plástico”), ele irá arranjar outros caminhos que correspondam ao seu pedido. Por último Redireccione as suas acções. Faça algo que seja motivador que lhe melhore o ânimo, que o envolva, mas faça, mesmo que lhe pareça ser algo ínfimo, faça. No entanto deverá fazer isso acreditando que vale a pena iniciar essa acção para se sentir melhor, e assim passo a passo ir resolvendo a sua questão, agora mais capacitado.

HUMOR DIMINUÍDO E MEDOS

Às vezes, podemo-nos sentir fora de nós, mal humorados, como se fosse um dia de nevoeiro, vimos e sentimos apenas o lado cinzento das coisas e da vida, afortunadamente na grande maioria das vez isto é apenas temporário, permanecendo apenas algumas horas ou poucos dias. Alguns distúrbios do humor, como a depressão, ansiedade grave ou as fobias, podem ser debilitantes e implacáveis. Psicólogos e terapeutas têm utilizado tratamentos com base no conceito da neuroplasticidade para chegar à raiz desses distúrbios cognitivos e colocar a vida de quem os procura novamente funcional.

Passos para a acção: como já descrevi antes, o nosso cérebro consegue reescrever os circuitos neuronais, desde que forçado a tal. Usando a técnica “ Prova a ti mesmo” este exercício é feito em 3 passos que desafiam o pensamento de desesperança.

  • Fase 1: Faça uma lista dos pensamentos, de desesperança, tais como “o meu futuro será sombrio”, “nada do que faço corre bem”.
  • Fase 2: Deverá citar exemplos que suportem e provem os pensamentos depressivos
  • Fase 3: Deverá listar e explorar alternativas, pontos de vista e possibilidades. Para facilitar esta fase, deverá usar outra técnica que apelidei de “veredito em tribunal”. Passo a explicar este método muito simples. O que registou na fase 1 irá ser usado pelo seu “advogado” de acusação imaginado, na fase 2, tentando provar que existem efectivamente razões para estar com o humor diminuído e ter alguns medos. O que listou na fase 3 irá ser usado pelo “advogado” de defesa imaginado, que irá tentar argumentar que não existem motivos que justifiquem tal estado deprimido.
  • Fase 4: O “Juiz” imaginado, vai ter de chegar a um veredicto final. Neste exercício de apresentação de queixas e justificações, a sua mente poderá ter descoberto novas formas de pensar acerca do problema e situação que atravessa. Poderá assim ter um veredicto final a seu favor e contra o humor diminuído e medos.

Os cientistas estão agora a olhar para a neuroplasticidade de forma a que aborde uma ampla variedade de problemas cognitivos e distúrbios, incluindo:

  • Perda dos sentidos – visão, audição e equilíbrio
  • Distúrbios de Aprendizagem e problemas de leitura
  • Problemas de processamento auditivo
  • Autismo e hipersensibilidade
  • O envelhecimento cerebral e memória
  • Questões relacionadas com o amor e o sexo
  • AVC e recuperação de lesão cerebral
  • Paralisia cerebral
  • Dor crónica
  • Transtorno obsessivo compulsivo
  • Trauma psicológico
  • Depressão e ansiedade
  • Problemas cognitivos após cirurgia no cérebro

Bons pensamentos positivos.

Abraço

Consultas Psicologia Online

Autor: Miguel Lucas

Blog do Autor | Artigos do Autor: Miguel Lucas

Licenciado em Psicologia, exerce em clínica privada. É também preparador mental de atletas e equipas desportivas, treinador de atletismo e formador na área do rendimento desportivo. É autor da Escola Psicologia.

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Comentários dos Alunos


  1. Wesley Ursão
    13 de agosto de 2010

    Parabéns Miguel pelo excelente post,

    Eu ja li em diversos livros e sites que falam de PNL que é sempre bom pensar positivo para atrair energias positivas e sendo assim atrair coisas boas para nós mesmos.

    Esse post explica bem como isso funciona e porque é bom nos mantermos com pensamentos positivos e sempre motivados.

    Muito bom esse projeto do Escola Psicologia.

    Abraços.

    Responder


    • Miguel Lucas
      13 de agosto de 2010

      Olá Wesley, obrigado pelo comentário, e por apreciares o projecto.
      Sim a PNL, segue o princípio da psicologia positiva. É importante, ter a noção que a psicologia positiva, por vezes é mal interpretada, pois para além de se pensar positivo é necessário, colocar uma estratégia em acção, e ir aferindo os progressos, sempre com orientações construtivas, de capacidade e motivadoras. Perante algumas dificuldades é importante perceber como é que nos devemos colocar num estado promotor da resolução do problema ou do objectivo que se queira atingir.

      Abraço.

      Responder


  2. Paulo Faustino
    13 de agosto de 2010

    Olá Miguel,

    Parabéns por mais este fantástico artigo. Partilhando um pouco da minha história de vida, uma das coisas que me aconteceu quando comecei a trabalhar sozinho, foi começar a ver a vida por outro ponto de vista. Antigamente vivia receoso sempre que o dinheiro era um problema, sempre que existia alguma coisa que não corria bem, e passa demasiado tempo a pensar nessas coisas, criando um fluxo de pensamentos negativos e consequentemente um sentimento de miséria própria.

    Quando comecei a trabalhar por conta própria, há alguns anos, percebi que independentemente das dificuldades que pudessem surgir, o mais importante era manter confiança em mim próprio e no meu trabalho. Quando a situação financeira era débil, uma das coisas que dizia a mim mesmo muitas vezes era: não te preocupes que o dinheiro aparece. E mais tarde ou mais cedo acabava sempre por surgir um novo encaixe financeiro, folgando-me para o próximo passo.

    Hoje vivo precisamente da mesma forma, com confiança em mim próprio e mantendo um positivismo que considero ser importante para o enfrentar das dificuldades do dia-a-dia. Não acredito na lei da atracção, mas considero que pensamentos positivos ajudam-nos a conseguir um nível de execução superior, acabando por criar soluções positivas.

    Abraço :)

    Responder


    • Miguel Lucas
      14 de agosto de 2010

      Olá Paulo, obrigado pelo comentário.
      Vejo que usas a estratégia baseada nos pensamentos positivos e capacitadores. Vejo também que não te limitas só pensar positivo, mas sim complementares isso com acções (trabalho). Aproveito para relembrar, que aliado ao pensamento positivo (ou seja chamar-mos até nós os nossos melhores estados de recursos para a acção) deverá estar sempre passos para a acção, como recomendo no artigo, para como tu dizes e muito bem, conseguir-se um nível de execução superior.

      Pensamentos positivos + acções construtivas + estratégia orientada + confiança + persistência= Resultados de Sucesso

      Abraço

      Responder


  3. Laérth Santos
    15 de agosto de 2010

    Muito bom o dinamismo de seu blog, mais como custumo ler a noite antes de dormir, as vezes tenho que imprimir para ler no escritório. Tipo a parte dos Passos para ação dos 3 R.

    É muito bom ter alguém com dicas tão interessantes para ajudar a nos centrarmos mais em nossas dificuldades pensamentais se assim posso dizer.

    Abraço até Segunda!

    Responder


    • Miguel Lucas
      15 de agosto de 2010

      Olá Laérth Santos.
      Agradeço suas palavras e incentivo. É mesmo este o objectivo da Escola Psicologia, ajudar a melhorar os processos cognitivos (pensamentos).

      Fico sempre muito contente e motivado, quando isso acontece.

      Abraço.

      Responder


  4. Vitor Valente
    15 de agosto de 2010

    Boa Tarde Sr. Miguel Lucas…

    Esquecendo a troca de palavras que têm havido no último dia e mudando de assunto para algo mais construtivo para a nossa aprendizagem e evolução humana.

    Tenho andado ao longo de cerca de uns dois anos numa tese de doutoramento de crianças Índigo.

    Nisto necessitava que me desse a sua opinião formada sobre o assunto, já que se pode aplicar na área do desporto, porque em tempos um grande saltador de altura o Sottomayor foi considerado uma criança Índigo.

    E possivelmente foi por isso que este fez o que fez em salto em altura…

    Por isso passo a dar um pequeno excerto sobre o assunto para se poder enquadrar melhor sobre área que estou falando.

    Primeiramente a definição. É uma criança que demonstra uma série de atributos psicológicos novos e pouco usuais com um padrão de comportamento nunca documentado até agora. Este padrão de comportamento tem factores comuns únicos que sugerem a quem se relaciona com as crianças (os pais em especial), que devem mudar a forma como os tratam e criá-los para poderem ter um equilíbrio adequado.
    Ignorar estes novos padrões de comportamento é criar um desequilíbrio potencial e uma grande frustração na cabeça destas preciosas vidas.
    Parece haver diversas categorias de Crianças Índigo, mas vou dar um dos padrões de comportamento mais importantes para poder ver se alguém do seu conhecimento encaixa nestes padrões?
    Apresento de seguida 10 das características mais comuns da Criança Índigo:
    1.Vêm ao mundo com um sentimento de realeza (e frequentemente comportam-se como tal).2.Têm a sensação de “merecer estar aqui” e surpreendem-se quando outros não compartilham esta mesma sensação.3.A auto-estima não é, para elas, um grande tema de preocupação; com frequência dizem aos pais quem elas são.4.Têm dificuldade em aceitar uma autoridade absoluta (sem explicação ou sem alternativas).5.Pura e simplesmente não farão certas coisas, por exemplo: custa-lhes esperar numa fila.6.Frustram-se com sistemas que são apenas rituais e que não requerem criatividade.7.Muitas vezes têm formas melhores de fazer as coisas tanto em casa como na escola, o que os torna rebeldes e desintegrados de qualquer sistema.8.Parecem muito anti-sociais, a menos que se encontrem entre crianças semelhantes. Se não houver outros com o mesmo nível de consciência tornam-se retraídos, sentindo que não há seres humanos que os entendam. A escola é o local onde lhes é muito difícil socializar.9.Não respondem à disciplina de “culpa” (Espera que o teu pai chegue a casa e veja o que fizeste).10.São tímidos em expressar o que precisam. Agora quero que saibam porque é que estas crianças se chamam Índigo.
    Ao longo da história da psicologia criaram-se sistemas para agrupar os seres humanos pelo seu comportamento.
    Estes grupos tratam de identificar e correlacionar as acções humanas de diversas maneiras. Trata-se, sem dúvida alguma, de encontrar alguma fórmula que permita encaixar cada ser dentro de uma categoria, que ajude os estudiosos da mente humana. Alguns destes sistemas são muito antigos, outros são muito recentes.
    Para validar isto, temos Richard Seigle que, não só é um médico que praticou o ofício, mas que também é um perito em estudos humanos e espirituais.

    Sem mais de momento aguardo pelos seus comentários ou opiniões ou até experiencia que possa ter passado com algum atleta ou atletas nesta área que ainda é muito recente em termos de estudo e um pouco abstracta.

    Responder


    • Miguel Lucas
      16 de agosto de 2010

      Olá Vitor Valente,
      Agrada-me o facto da sua posição neste comentário poder vir a ser uma mais valia a quem se interessar pelo assunto abordado.
      Infelizmente, não posso ser muito útil nesta matéria. Aquilo que conheço é de ter lido alguns artigo acerca do assunto.

      No entanto, enquanto profissional não tenho por procedimento “catalogar” os vários “tipos” de pessoas que possam existir. Isso será sempre uma forma confortável para os que querem de alguma forma estudar os casos e para isso apelidar, classes, grupos ou tipos de personalidade para uma mais fácil abordagem.

      Na minha opinião, independentemente de ter sido criado o “grupo” crianças índigo, elas serão certamente o fruto da evolução da nossa sociedade com tudo o que ela comporta. Existem na verdade crianças que podemos chamar de extraordinárias. Acredito no entanto, que uns tenham certas e determinadas características mais desenvolvidas e com isto se sintam por vezes desenquadradas. O sistema de aprendizagem está formatado para a “normalidade” tudo o que se apresente fora deste modelo, poderá encontrar uma série de obstáculos.

      certamente não fui ao encontro do que pretende, ainda assim fica a minha opinião, talvez muito pouco fundamentada.

      Abraço

      Responder


  5. Luciano Larrossa
    16 de agosto de 2010

    Miguel,

    Realmente a falta de pensamento positivo e o medo de arriscar é o que leva a maioria das pessoas a não arriscar vivendo uma vida infeliz e reclamando de tudo.

    Deixa-me triste que o nosso povo português seja muito assim. No entanto acredito que possamos mudar e irei começar por mim, começando este meu novo ano de uma maneira bem diferente. E sim sem dúvida que o pensamento positivo + acção sao a chave para uma vida recheada de sucesso.

    Grande abraço

    Responder


    • Miguel Lucas
      16 de agosto de 2010

      Olá Luciano Larrossa, bem vindo à Escola Psicologia.

      Sim movimentarmo-nos na vida pelo medo é bastante destruidor. Todos nós na nossa vida vivemos certamente momentos menos bons, principalmente quando o infortúnio nos bate à porta, e ainda que possamos ter legitimidade para nos sentir-mos mal, temos sempre a opção de fazer algo, algo construtivo, positivo, restaurador, capacitador. A nossa reacção é sempre uma decisão tomada por nós.

      Fico contente por se auto-responsabilizar para um mudança mais positiva, fugindo um pouco à nossa veia saudosista e não muito construtiva. Acredito ainda assim que a população portuguesa, assim como todas as outras tenha em si um enorme potencial. Necessitamos todos em conjunto, levar-mos os outros em consideração, e auto-responsabilizar-mo-nos pela transmissão de uma postura mais activa e construtiva, acreditando que as pessoas têm potencial para mudar e mudar para melhor.

      Abraço.

      Responder


  6. -*Vera Luz*-
    27 de agosto de 2010

    Olá Miguel!!

    Parabéns pela aula! Isso é realmente verdadeira pois também já passei por muitos momentos difíceis e as vezes por um minuto pareciam que não iam passar e usei realmente o passo-a-passo assim como você descreveu tão bem e posso afirmar que dão sim resultados!
    Eu acredito que nós é que precisamos sempre estar atentos e dirigir a nosso mente como o volante do carro para onde queremos, e assim conseguimos dar direção e dentro da confiança com atitudes firmes, nos posicionando frente ao melhor conquistamos pensamentos positivos que geram a nossa energia, pois tudo o que pensamos, carregamos em nossa energia, e assim vamos criando o nosso próprio mundo tendo a certeza que se estamos aqui é porque algo muito grandioso nos permitiu e se cremos nisso com certeza realizaremos tudo o que for necessário para o bem nosso e expandindo no todo a nossa volta! Quando conseguimos nos ajudar, por sequência sempre ajudamos outros a nossa volta e assim vamos ampliando a energia e ajudando a construir um mundo cada vez melhor! Parabéns pela consciência que está presente em ti!

    Um abraço,
    “Todo o Conhecimento é Luz que Inspira a Alma” -*Vera Luz*-

    Responder


    • Miguel Lucas
      27 de agosto de 2010

      Olá Vera Luz, obrigado pelo comentário e testemunho que deixou.
      Concordo plenamente com você, cada um de nós deve focar-se na sua própria força e energia, no sentido de a encaminharmos de forma intencional para os nossos objectivos de vida.
      A canalização da atenção, vontade e energia são factores propulsores dos nossos desejos, ambições e sonhos.

      Abraço

      Responder


  7. DanyOctrome
    17 de setembro de 2010

    Então miguel, tudo bem?

    Muito úteis essas dicas. Foi pensando dessa maneira que o Nelson Mandela, quando saiu do prisão para ser presidente, perdoou quem estava contra ele (os brancos) e não os castigou.

    Responder


    • Miguel Lucas
      24 de setembro de 2010

      Olá Dany, obrigado pelo comentário.
      Sem dúvida que levar os outros em consideração e adoptar uma atitude positiva face ao que se pretende atingir, foi comprovado pelo extraodinário Nelson Mandela.
      É de seguir o seu exemplo inteligentissimo.

      Abraço

      Responder


  8. Felipe Souza
    11 de outubro de 2010

    Boa noite Miguel,
    são simplesmene fantásticos os seus textos, são explicativos e práticos ao mesmo tempo, o que possibilita o leitor de praticar os princípios da PNL para melhorar muitos aspectos na vida. Parabéns e continue a postar mais textos seus que tanto nos ajudam. São pessoas como você, que compartilham informações extremamete importantes, que o mundo realmete necessita. Muito obrigado.

    Responder


    • Miguel Lucas
      27 de outubro de 2010

      Olá Filipe, obrigado pelo comentário. Agradeço igualmente o incentivo e o reconhecimento da qualidade dos conteúdos.
      Tentarei tanto quanto possível a colocar informação que possa contribuir para a melhoria e crescimento de que necessita e quer desenvolver-se.

      Abraço

      Responder


  9. Liliana Silva
    25 de abril de 2011

    Boa noite, chamo-me Liliana tenho 19 anos e sofro à um ano de ansiedade e ataques de pânico , o que originou uma depressão. Realmente tentei o pensamento positivo e sei o poder enorme que tem mas também a dificuldade de num momento de horror imenso lutar contra o medo e ter um pensamento feliz quando o que me passa pela cabeça é ” isto nunca vai parar , só me apetece desistir”.
    De qualquer forma , gostei muito de ler.

    Obrigada

    Responder


  10. ANDRE LUIZ
    29 de setembro de 2011

    valeu miguel brigado ai por todos esses artigos que vc publica isso nao tem preço e realmente muito valioso, todo dia visito seu site.
    abraço

    Responder


    • Miguel Lucas
      3 de outubro de 2011

      Olá André Luiz, obrigado pelo comentário

      Fico esperançado que os artigos possam contribuir para o seu esclarecimento e que possam ser uteis no seu dia-a-dia.

      Volte sempre!

      Abraço

      Responder


  11. Juliana Mackluf Rodrigues
    29 de setembro de 2011

    Olá Miguel

    Gostei muito do seu artigo…sou extremamente ansiosa, por isso, há algum tempo, tento treinar meu cérebro…Estou conseguindo alguns avanços, mas há momentos em que é difícil…Vou continuar trabalhando e tentando sempre pensar de forma positiva, já li vários artigos seus sobre o assunto e a cada um que leio, aprendo mais…
    Obrigada por compartilhar seu conhecimento conosco…

    Abraço :)

    Responder


    • Miguel Lucas
      3 de outubro de 2011

      Olá Juliana, obrigado pelo comentário.

      É isso mesmo, passo a passo, pouco a pouco, ter a intenção de alterar alguns padrões mentais, para ficar mais capcitada no sentido de mais facilmente enfrentar alguns problemas que tanto que ver melhorados. Essa é uma boa perspetiva, as coisas não acontecem de um dia para o outro, é necessário investirmos naquilo que pretendemos alcançar.

      Força e convicção

      Abraço

      Responder

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