O sucesso é algo que faz parte da nossa vida. Desde o mais simples ato, como levar um copo à boca a algo mais magnífico como a descoberta da cura para uma doença terminal, o sucesso impera. Em termos simplista, o sucesso, pode ser descrito como um conjunto de passos, pensamentos ou comportamentos que surtiram o efeito desejado. É no intervalo entre o objetivo e o resultado que cada um de nós pode influenciar os processos que permitem chegar ao sucesso.

Este artigo surge na sequência de um vídeo com o título: Atitudes e estratégias para o sucesso,  gravado na EscolasTV e hospedado em www.youtube.com/escolastv. A EscolasTV é uma das iniciativas levada a cabo pela Escolas Plus. E a Escolas Plus, é um projeto constituído por uma rede educacional de blogs que engloba várias escolas: Escola PsicologiaEscola DinheiroEscola FreelancerEscola CriatividadeEscola WordPressEscola Apostas.

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A Escolas Plus disponibiliza todos os conteúdos de todas as escolas da rede, produzindo também conteúdo original em áreas tão pertinentes quanto o ganhar dinheiro online, a psicologia e mente capacitadora, o trabalhar a partir de casa, a criatividade e web standards, entre muitos outros assuntos. Recentemente foi lançada a primeira temporada de vídeos da EscolasTV, com seis episódios já publicados:

A Escola psicologia orgulha-se de pertencer à Escolas Plus. Para saber mais acerca deste projeto educacional, visite-nos em: www.escolasplus.com.


EscolasTV Episodio 1 (Atitudes e Estrategias para o Sucesso) da EscolasTV

CAPACIDADE DE TRABALHO

Como referi anteriormente, ter sucesso em algo é um processo subjetivo pois depende dos objetivos que temos em mente. No entanto, sempre que pretendemos levar para a frente determinados objetivos que necessitam da nossa dedicação prolongada no tempo, a capacidade de trabalho é um requisito base. Ser capaz de trabalhar aficadamente e focado no processo que nos conduz ao sucesso, inevitavelmente relaciona-se com imensas variáveis. Existe uma variável que destaco como fundamental promotor da capacidade de trabalho, que é a nossa estrutura mental.

A forma como edificamos a nossa estrutura mental face aos processos necessários para persistirmos motivados, animados e focados nas ações que têm de ser efetuadas para aumentar as probabilidades de atingirmos os resultados desejados, joga um papel fundamental. Ao edificarmos uma estrutura mental positiva através da implementação de pensamentos positivos no dia-a-da, facilitará atitudes positivas face ao nosso objetivo, o que assegurará a capacidade de passar à prática um conjunto de ações que permitem tornar real tudo aquilo que imaginamos, idealizamos ou sonhamos. Sem ação, nada pode tornar-se real no mundo material.

Pondere ler o artigo da Escola Freelancer, do meu amigo Luciano Larrosa: 7 Dicas para manter a produtividade em períodos difíceis da sua vida de freelancer.

ATITUDE POSITIVA

Ao organizarmos os pensamentos positivos de forma a conseguirmos que a nossa atenção se focalize nas tarefas a realizar, promovemos o processo criativo. O processo criativo estabelece uma forte relação com a visão do possível sucesso que criamos na nossa mente. Se não tivermos imagens positivas, construtivas e promotoras de soluções para alguns problemas que vamos enfrentando nas ações que colocamos em prática, certamente tornamos o nosso raciocínio no nosso maior sabotador.

Algumas pessoas enfrentam graves problemas, que posteriormente colocam em causa o sucesso desejado, devido à dificuldade que têm de expressar no terreno a sua própria visão de sucesso. Por vezes, o medo do fracasso torna-se grande inibidor. Impossibilita que a pessoa passe à ação algumas das coisas que gostaria que acontecessem. E claro, como referi anteriormente:

“Sem ações não existem realizações.”

Quando as atitudes positivas são o porta estandarte das nossa ações, criamos um ambiente promotor para resultados de êxito. Criamos uma tenacidade mental capaz de reverter as dificuldades em objetividade. Esta tenacidade, pode por exemplo traduzir-se em pensamentos do género:

“O que preciso fazer para me colocar no caminho do sucesso? Eu vou ser capaz de encontrar uma solução.”

Perguntas e afirmações deste tipo fazem emergir os processos criativos. A criatividade alimenta-se da impetuosidade, irreverência, vontade destemida, espaço para o erro, pensamentos absurdos, ideias aparentemente impossíveis e descabidas. As atitudes e pensamentos positivos promovem também o planejamento. A pessoa sente um forte impulso para programar, idealizar e visualizar antecipadamente os passos que tem de dar para chegar ao êxito.

Por vezes, quando se instala o medo, ficamos paralizados. As nossas ideias congelam, sentimo-nos num impasse. Temos medo de arriscar a nossa visão de sucesso.

O medo inibe os processo criativos.

No entanto, o medo nem sempre é totalmente negativo. Em determinadas situações e fases de desenvolvimento do processo pode ser benéfico dar ouvidos ao medo. Mas para que o medo possa ser algo positivo, tudo depende da forma como o usamos a nosso favor. O medo é uma fonte tremenda de energia, que nos direciona para determinados estímulos que possam ser susceptíveis de nos “magoar” ou de não nos servir. É neste sentido que o medo pode ter o seu lugar no caminho para o sucesso. Expliquei este assunto de forma aprofundada no artigo: Aproveite o seu medo para atingir os objetivos desejados.

RESISTÊNCIA E PERSISTÊNCIA

Como referi anteriormente, a tenacidade mental é um ingrediente primordial na persecução para o sucesso. A resistência e a persistência são dois elementos constituintes da tenacidade mental. A capacidade de resistir às perdas, às falhas, aos obstáculos que se enfrentam e persistir focado nos objetivos é o que permite manter-nos no caminho para o sucesso. São os elementos que andam de braço dado com a atitude positiva e as ações que tomamos.

O que alimenta a resistência e a persistência é a nossa automotivação. É a noção dos motivos que nos levam à ação. É o significado e o valor que atribuímos ao que queremos alcançar. Um dos grande aliados da automotivação é a autodisciplina. A capacidade que temos para não fazermos o que não devemos, e igualmente a habilidade de focarmos a nossa atenção e força de vontade naquilo que sabemos ser necessário para chegar onde desejamos. A autodisciplina permite-nos fazer algo de extraordinário, que é fazer coisas com as quais não simpatizamos muito, que nos custam, mas sabemos serem as corretas.

A resistência e a persistência, aguçam a habilidade de focarmos a nossa atenção nas tarefas e nos sub-objetivos agendados e programados. Enquanto a nossa visão de sucesso nos alimenta a automotivação, a tenacidade mental (resistência e persistência) permite-nos aguentar os momentos difíceis ou de retrocesso.

Inevitavelmente na construção do caminho para o sucesso, existem momentos em que nos deparamos com obstáculos, revezes e situações que requerem sofrimento e trabalho árduo. A capacidade de resistirmos e de persistirmos assegura-nos a continuidade motivacional, a autodisciplina e a consistência de foco na nossa visão de futuro.

Pondere ler o artigo da Escola Dinheiro, do meu amigo Paulo Faustino: Persistência – O segredo para o sucesso do seu blog

FATORES DIFERENCIADORES

Numa perspectiva virado para a criação de produtos, uma marca, um negócio, uma habilidade, a capacidade de construirmos algo que nos distingue é promotora de sucesso. Ao conseguirmos criar algo que nos distingue dos outros, ou das outras coisas já existentes, permite uma identificação mais rápida e fiel ao que pretendemos oferecer, transmitir ou mostrar.

A capacidade de trabalho que cada um é capaz de realizar, permite-nos acumular a experiência prática daquilo que melhor sabemos fazer. É o conhecimento acumulado que vamos adquirindo com o trabalho e a prática, que nos permite acumularmos conhecimento, experiência e saber. Estes requisitos podemos apelidá-los de conhecimento acumulado.

A nossa marca começa a fazer notar-se, quando atingimos um grau de mestria que permite transmitir o nosso conhecimento acumulado com um cunho próprio e de fácil identificação. Quando o nosso conhecimento, produto, marca ou negócio consegue passar um mensagem que identifica o que pretendemos transmitir às pessoas, mais facilmente as pessoas se identificam com o conteúdo da mensagem. Mensagens simples e de fácil interpretação são as que usualmente surtem melhor efeito.

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APRENDER COM OS ERROS

A aprendizagem por erro é inerente a todos nós. Esta estratégia de aprendizagem é inata ao ser humano. O que por vezes faz inibir este tipo de aprendizagem, são outras que fazemos que se sobrepõem de forma negativa. Tal como referi, por exemplo, o fator medo pode obstruir a aprendizagem por erro.

Para potenciarmos este mecanismo inato, é importante estarmos atentos, e abertos à possibilidade de podermos falhar e errar em algumas coisas que colocamos em prática. Um dos aspetos preponderante é perceber as lacunas, é perceber onde se falhou, porque se falhou, e o que podemos aprender com aquilo que não deu certo. Esta abertura mental evita igualmente que se entre no exagero do perfecionismo. Quando queremos de forma exagerada e quase doentia fazer tudo na perfeição podemos paralisar os processos criativos e de ação. Isto acontece porque por vezes o perfecionismo exagerado relaciona-se fortemente como o medo de errar e de fracassar.

Se você sofre com este problema, pondere baixar um pouco as expetativas. Não estou a querer dizer que não deve ter objetivos ambiciosos, ou que deve fazer as coisas de forma negligente, não se trata disso. Trata-se de focar-se na experiência prática de fazer o que tem em mente de forma fluida e sem grandes entraves mentais de expetativas irrealistas criadas sem fundamento.

Com o erro, é possível percebermos o que não funciona ou não funcionou. É possível testar um conjunto de hipóteses, mesmo que grande parte se comprovem como insustentáveis, inadequadas ou erradas. Se olhar para isso com uma atitude mental positiva e acionar as estratégias anteriormente referenciadas, certamente facilitará a obtenção do que deseja.

Ponder ler: O fracasso é uma opção, mas o medo não

ANÁLISE CONCORRENCIAL

Estar atento, observar o que os outros fazem ou fizeram que está a surtir efeito, é uma forma de podermos aprender com a concorrência ou com o que de idêntico os outros fazem. Podemos tentar replicar aquilo que sabemos já surtir efeito. Mas, podemos igualmente perceber o que os outros fizeram que não funcionou, e fazermos melhor, ou de forma que vá ao encontro das necessidades do público alvo.

SAIR DA ZONA DE CONFORTO

Todos trabalhamos diariamente para o nosso conforto. Ter conforto e melhorar o nosso conforto é um desejo transversal à humanidade. Habituamo-nos facilmente ao que é prazeroso e nos faz sentir bem. Mas, é do conhecimento comum que quando pretendemos conquistar ou alcançar algo, isso encontra-se fora da nossa zona de conforto. Somos “forçados” a sair da nossa zona de conforto e a desbravar terrenos desconhecido. Arriscamos, aventuramo-nos no incerto, enfrentamos o incómodo e desafiamos os nossos limites. Se conseguirmos fazer isso, aumentamos a probabilidade de efetivarmos novas possibilidades, novas soluções, novos objetivos.

Quando deixamos de resistir à mudança, quando abraçamos o imponderável e o impermanente, abrimo-nos ao mundo imenso das novas possibilidades. É nesse terreno desconhecido, mas fértil que os nossos sonhos e objetivos podem crescer e vir a ser bem sucedidos.

Ao sairmos da nossa zona de conforto, e experimentarmos novos caminhos, na nossa mala de viagem é importante certificarmo-nos que possuímos uma ferramenta versátil e disponível a qualquer momento, a nossa capacidade de adaptação. A versatilidade é um requisito tremendamente poderoso no caminho para o sucesso. Para lidar com as adversidades e as mudanças bruscas, a adaptação é uma ferramenta que permite uma plasticidade estratégica. Adaptarmo-nos e moldarmo-nos às circunstâncias que se vão atravessando no nosso caminho, abre-nos imensas portas que facilitam a chegado ao nosso destino.

Pondere ler os artigos:

MENSURAR OS RESULTADOS

Saber se estamos a cumprir os objetivos a que nos propusemos é de extrema importância para aferir se as nossas ações estão a surtir efeito, ou ao invés, se necessitam de alguns reajustes. Caso se verifiquem discrepâncias entre o que desejamos e aquilo que na realidade estamos a obter, verificando-se como estarmos a afastarmo-nos do pretendido, é importante saber fazer uma leitura realista. É importante olhar para os indícios, para os números, para as estatísticas, e não personalizar os resultados de forma depreciativa.

Personalizar os resultados de forma depreciativa, remete-nos para questões emocionais de ordem catastrófica. Lamentamo-nos, arranjamos desculpas descabidas, ou desmotivamo-nos. É preponderante saber olhar para as avaliações e para as medições de uma forma prática e alinhado com o objetivo da mensuração, que é perceber o que está a surtir efeito e o que necessita de reajustes. Ao olharmos os nossos esforços e açoes por este prisma positivo, permite-nos encarar as situações virados para a solução e não para a dramatização.

BOAS ATITUDES E  SUCESSOS!

Abraço