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	<title>Psicologia e Motivação &#187; Parentalidade&#187;</title>
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	<description>Psicologia e Motivação</description>
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		<title>Como desenvolver a autoestima nas crianças?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 15:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
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		<description><![CDATA[A autoestima é um conceito individual que se constrói ao longo de uma vida. Em tenra idade os pais e educadores têm um papel fundamental na regulação e promoção da autoestima nas crianças. Para o bem e para o mal, aquilo que vamos dizendo, ou não vamos dizendo, a forma com reforçamos a criança e o que [...]<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
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<a href="http://www.escolapsicologia.com/como-desenvolver-a-autoestima-nas-criancas/">Como desenvolver a autoestima nas crianças?</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A autoestima é um conceito individual que se constrói ao longo de uma vida. Em tenra idade os pais e educadores têm um papel fundamental na regulação e promoção da autoestima nas crianças. Para o bem e para o mal, aquilo que vamos dizendo, ou não vamos dizendo, a forma com reforçamos a criança e o que vamos associando ao valor pessoal que expressamos reconhecer na criança, certamente influencia a construção da autoestima dela.  Uma boa autoestima é essencial para o desenvolvimento das crianças. É o alicerce de tudo o que fazem, de tudo o que elas são. Podemos afirmar que é o alicerce do seu futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Ouça, aceite, discipline e estabeleça limites no comportamento da criança para contribuir para a construção de uma <a title="boa autoestima" href="http://www.escolapsicologia.com/como-melhorar-a-auto-estima/" target="_blank">boa autoestima</a>. Permita à criança ter decisões independentes para que possa desenvolver uma autoestima positiva. As crianças precisam da aceitação dos adultos, a fim de desenvolverem uma autoestima positiva. Toda a criança procura afeto, aprovação e reconhecimento junto dos seus educadores e pessoas significativas. Quando algum destes elementos lhe é barrado, a criança sofre com isso, coloca-se em causa, pode sentir-se desadequada no meio onde se movimenta afetando-lhe negativamente a autoestima.</p>
<p style="text-align: justify;">A autoestima é construída pelo elogio realista. As crianças sabem quando o elogio não é realista. Ajudar a sua criança a crescer com uma forte  autoestima é uma das coisas mais importantes que você pode fazer como pai ou educador. Você é a principal influência sobre a forma como a criança se sente relativamente a ela e à sua autoestima. As crianças são um espelho dos seus modelos.</p>
<p style="text-align: justify;">É imperativo que a criança se sinta amada, apoiada e aceite para edificar uma autoestima sustentada. As crianças com a <a title="autoestima elevada" href="http://www.escolapsicologia.com/estrategias-para-promover-a-sua-auto-estima/" target="_blank">autoestima elevada</a> percepcionam-se capazes de enfrentar os seus desafios, propõe-se à realização das tarefas propostas e resistem melhor à frustração.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>O QUE É A AUTOESTIMA?</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">A autoestima é o conjunto de crenças e sentimentos que temos sobre nós mesmos, são as nossas &#8220;auto-percepções.&#8221; A forma como nos definimos influencia as nossas motivações, atitudes e comportamentos, afetando ainda o nosso <a title="equilíbrio emocional" href="http://www.escolapsicologia.com/como-desenvolver-equilibrio-emocional/" target="_blank">equilíbrio emocional</a>. A construção dos padrões de autoestima começa muito cedo na vida. Por exemplo, uma criança que atinge um objetivo pretendido experimenta um sentimento de realização que reforça a autoestima.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprender a caminhar depois de dezenas de tentativas frustradas ensina um bebé a ter uma atitude  de &#8220;consigo fazer&#8221;. O conceito de persistência para <a title="alcançar o sucesso" href="http://www.escolapsicologia.com/planificacao-e-estrategia-duas-armas-para-alcancar-o-sucesso/" target="_blank">alcançar o sucesso</a> começa cedo. As crianças tentam, falham, tentam de novo, falham de novo, e então finalmente obtêm sucesso, desenvolvendo uma ideia positiva acerca das suas próprias capacidades. Ao mesmo tempo, vão criando um autoconceito baseado em interações com as outras pessoas. É por isso que o envolvimento dos pais e cuidadores é fundamental para ajudar as crianças a construírem autopercepções saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">A autoestima também pode ser definida como um sentimento de capacidade, combinado com sentimentos de ser-se amado. Uma criança que fica feliz com uma conquista, mas não se sente amado pode, eventualmente, experimentar baixa <a title="autoestima" href="http://www.escolapsicologia.com/estrategias-para-promover-a-sua-auto-estima/" target="_blank">autoestima</a>. Da mesma forma, uma criança que se sente amada, mas está hesitante sobre a sua ou as suas próprias capacidades pode também conduzi-la a uma baixa autoestima. A auto-estima saudável de uma criança desenvolve-se quando o equilíbrio é atingido.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-6685" title="ter autoestima" src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2012/03/terautoestima.jpg" alt="ter autoestima" width="630" height="350" /></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>PROMOVA O DESENVOLVIMENTO DE UMA BOA AUTOESTIMA ACEITANDO A CRIANÇA</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Aceitar a sua criança, não propriamente todos os seus comportamentos, ou seja, numa situação em que a criança faz algo que não deveria ou que o adulto desaprova, deve referir que não gostou do seu comportamento, ao invés de dizer que não gosta dela. Este tipo de abordagem permite que a criança também se aceite a ela mesmo, consiga fazer uma distinção entre aquilo que ela é e a forma como age.  Este é o fundamento da autoestima. Aceitar a criança sem mudá-lo enquanto individualidade que é, mas sim ir adequando, regulado e monitorizando os seus comportamentos e atitudes. Faça a sua criança sentir-se valorizada no sentido de que se fizer algo de errado, não fique com a sua individualidade ferida, dando-lhe a oportunidade de ela perceber que pode agir de outra forma. A sua autoestima fica intacta, e promove a aprendizagem de comportamentos positivos e <a title="atitudes positivas" href="http://www.escolapsicologia.com/5-passos-para-conseguir-uma-atitude-positiva-na-vida/" target="_blank">atitudes positivas</a>.  Valide a experiência da sua criança para que ele/ela se sinta entendido como uma pessoa digna, mesmo quando o comportamento está sendo corrigido.</p>
<p style="text-align: justify;">Use as palavras &#8220;decidir&#8221; e &#8220;escolha&#8221; muitas vezes. Saliente as consequências das escolhas. Esclareça que ela tem a possibilidade de decidir de forma diferente numa próxima oportunidade.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dica:</strong> Desaprove o comportamento, não a criança.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">A crítica infligida diretamente à criança reduz a autoestima, ao invés esclarecer a criança acerca das suas possibilidades de escolhas e do controle que ela pode ter e é capaz de expressar nos seus comportamentos, eleva a autoestima. Sempre que salientar à criança que a vida é uma série de escolhas, e que não tem propriamente a ver com ela ser boa ou má criança, certamente estará a prover-lhe uma <a title="autoestima positiva" href="http://www.escolapsicologia.com/como-melhorar-a-auto-estima/" target="_blank">autoestima positiva</a>. Por exemplo, se lhe passar a mensagem que os seus resultados académicos tem muito mais a ver com as escolhas que ela faz, do que propriamente com as capacidades dela. Que grande parte das decisões e escolhas são da responsabilidade dela, e se falhar ou errar, pode sempre optar por escolher melhor numa próxima vez.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>TRANSMITA A SUA APRECIAÇÃO E ADMIRAÇÃO À CRIANÇA</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Um fator importante que contribui para uma criança desenvolver saudavelmente a autoestima é ela sentir que é apreciada por aquilo que faz. Tão importante como ser apreciada pelos seus comportamentos é sentir-se especial. A criança sente-se especial não só quando sentimos orgulho nas suas habilidades, mas sim quando ela percebe que mesmo errando, tendo dificuldades e falhando, o adulto está ao lado dela, acarinhando, incentivando e suportando a sua frustração.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma outra forma da criança sentir-se especial e admirada é através das atividades lúdicas conjuntas. Passe a mensagem à criança do género:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Quando eu leio para ti, falo contigo, ou brinco contigo, eu não atendo o telefone, mesmo se ele tocar.&#8221; </strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Não quero ser taxativo, e tão pouco dizer que você deve passar esta mensagem textualmente, não, não é isso. Mas, é importante que a criança perceba que existem momentos que são destinados apenas a ela, e que ela é nesse período o centro de todas as atenções. Durante estes tempos especiais, concentre-se em coisas que a criança gosta de fazer, dando-lhes a oportunidade de relaxar e exibir os seus pontos fortes, mas igualmente sentir-se apoiada e confiante para poder falhar.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>PROMOVA A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E TOMADA DE DECISÃO NA CRIANÇA</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">A autoestima elevada caminha de mãos dadas com a habilidade para resolver problemas. Promova a reflexão na criança sobre possíveis soluções. Tente simular algumas possíveis situações com a criança para ajudar a demonstrar as etapas envolvidas na resolução de problemas. Se a criança lhe colocar questões acerca do que deve fazer, se pode fazer, ou como pode fazer, relembre-a que ela já tem capacidade para pensar acerca do assunto. <strong>Devolva-lhe a pergunta, questionando-a:</strong></p>
<ul>
<li>
<div style="text-align: justify;">O que tu queres ou pretende fazer?</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Porque queres fazer isso?</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Como achas que podes fazer isso?</div>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">É importante que a criança perceba que tem a confiança do adulto para poder tomar decisões, e que tem igualmente capacidade (dentro das suas aprendizagens e respetiva idade) para pensar acerca das coisas.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>EVITE COMENTÁRIO CRÍTICOS, SEJA POSITIVO COM A CRIANÇA</strong></span></h3>
<p>Ao dizer à criança:</p>
<blockquote><p>&#8220;Tenta com mais esforço, não estás a dar o teu máximo.&#8221;</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Ainda que possa parecer uma forma de incentivo, lembre-se que está a lidar com uma criança. Uma coisa é explicar-lhe com tempo e com exemplos o valor do esforço e da dedicação para potenciar a obtenção de resultados. Outra coisa, e esta parecerá à criança como algo acusatório, é dizer-lhe para se esforçar mais, ou que desiste logo. Através de frases tipo catálogo a criança não aprende de forma positiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a criança seguir a mensagem transmitida e ainda assim não conseguir melhorar, certamente irá ficar a pensar que o problema está nela, que ela não tem capacidade, porque apesar do esforço não foi capaz. Perante este cenário a autoestima sofre um terrível abalo. Como muitas vezes a criança esforça-se e continua com dificuldades, nesse caso, tente a seguinte abordagem:</p>
<blockquote><p><strong>Diga algo do género: </strong>Temos de descobrir melhores formas para que possas aprender a fazer melhor&#8221;</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">A criança não irá sentir-se acusada nem ficar numa posição defensiva.  Isto também reforça a resolução de problemas e promove as habilidades.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para aprofundar o assunto, leia:</strong> <a href="http://www.escolapsicologia.com/armadilhas-na-comunicacao-com-o-seu-filho/" target="_blank">3 Armadilhas na comunicação com o seu filho</a></p>
</blockquote>
<h3><img class="alignnone size-full wp-image-6684" title="auto estima crianças" src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2012/03/autoestimacriancas.jpg" alt="auto estima crianças" width="630" height="350" /></h3>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>SEJA EMPÁTICO COM A CRIANÇA</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Perante alguns cenários de dificuldades nas tarefas escolares, ou nas atividades do dia-a-dia por parte da criança, quanto o tempo é pouco e a paciência se esgosta, o adulto pode incorrer em discursos perniciosos. Algumas vezes, mesmo sendo bem-intencionado, perante a sua frustração pode dizer:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Porque não me escutas?&#8221; ou &#8220;Estou farto de te dizer como se faz&#8221; ou &#8220;Porque não usas o cérebro?&#8221; ou &#8220;é sempre a mesma porcaria, só fazes asneiras&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Se a criança está tendo dificuldade com o aprendizado, seja empático, dizendo à criança que você sabe que ela está tendo dificuldades. Aceite a dificuldade da criança, e conduza-a calmamente a pensar sobre as soluções possíveis ou outras formas de se comportar ou realizar algo.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>APRESENTE ALTERNATIVAS À CRIANÇA</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Esta abordagem pode evitar muitas dores de cabeça e conflitos. Por exemplo,  pergunte à criança se ela gostaria de ser lembrada cinco ou dez minutos antes de dormir para ir para a cama. Essas opções ajudam a definir a base para um sentimento de controle sobre a própria vida. Ou se ela incorreu em algum comportamento que você desaprova, encontre uma alternativa e peça-lhe para fazê-lo de imediato. As crianças são ótimas a representar e certamente irão entrar nesse jogo comportamental.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Exemplo:</strong> A criança entrou na sala, pegou no comando da TV e sem perguntar mudou para um canal da sua preferência. Perante tal atitude, peça-lhe para sair da sala, voltar a entrar, mas desta vez perguntando se pode mudar de canal de TV.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">De uma forma assertiva, sem reclamações, repreendas verbais ou grandes conflitos, indicou-lhe a forma de como pretende que ela se comporte numa próxima vez. Adicionou-lhe ainda uma vantagem, que foi praticar e ser bem sucedida.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;">DESTAQUE OS PONTOS FORTES DA CRIANÇA</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Em determinadas alturas as crianças podem olhar para si mesmas de forma negativa, especialmente na escola.  Liste as áreas em que a criança tem aptidão, habilidades e executa bem. Selecione uma força, reforçe isso e promova a sua prática. Atenção, não reforçe deliberadamente e de forma intensiva a inteligência da criança, o seu amor por ela ou o quão extraordinária ela é associando isso ao seu desempenho ou genialidade em algo.</p>
<p style="text-align: justify;">O amor é incondicional e associá-lo a resultados ou a desempenhos ou a características da criança, pode vir a comprovar-se como desastroso. Não faça isso. Associe o reforço das habilidades e do bom desempenho ao comportamento, reforce o comportamento da criança e não necessariamente o quão extraordinária ela é.</p>
<blockquote><p><strong>O adequado:</strong> &#8220;Que lindo que está, conseguiste fazer as orelhas do cão perfeitinhas, tens um traço forte e preciso, entretanto conseguirás desenhar melhor as patas.&#8221;</p>
<p><strong>O desadequado:</strong> &#8220;Que lindo está, está maravilhoso, tão inteligente, sais ao teu pai. Tenho o melhor filho do mundo.&#8221;</p></blockquote>
<h3><span style="color: #ff0000;">PROMOVA OPORTUNIDADES PARA A CRIANÇA EXPRESSAR AJUDA</span></h3>
<p>As crianças gostam de ajudar os outros. Ao oferecer-lhe oportunidades para ajudar, isso irá fazer com que sinta que tem algo a oferecer ao mundo. Envolver a criança na prestação de ajuda é uma ótima maneira de fazê-la sentir-se bem sobre si mesma e relativamente aos outros. Vai aumentar a sua autoestima.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>ELOGIE A CRIANÇA, NÃO DE FORMA GRATUITA, MAS SUPORTADA POR FATOS</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Elogiar a criança permite transmitir-lhe a mensagem que você a aceita e a aprecia. A criança aprende a reconhecer e a valorizar os seus próprios esforços e talentos. No entanto, elogie apenas quando existe um motivo que justifique, se seja ligado às circunstâncias e que permita à criança perceber o porquê de tal elogio. Elogie de preferência os esforços, as atitudes, as ações. Por exemplo: o empenho, a dedicação, alguns valores que ele possa expressar, como a amizade, solidariedade, empatia, simpatia, entre-ajuda, entre outros.</p>
<blockquote><p><strong>Para aprofundar o assunto, leia:</strong> <a href="http://www.escolapsicologia.com/a-arte-de-comunicar-com-o-seu-filho-regras-a-nao-esquecer/" target="_blank">A arte de comunicar com o seu filho, regras a não esquecer</a></p></blockquote>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>COMPORTAMENTOS QUE PROMOVEM A AUTOESTIMA</strong></span></h3>
<p>A seguir, apresento alguns comportamentos que ajudam a construir uma forte autoestima:</p>
<ul>
<li>Sorrisos</li>
<li>Abraços</li>
<li>Toque</li>
<li>Aceitação</li>
<li>Tempo de qualidade</li>
<li>Escuta</li>
<li>Ser solidário</li>
<li>Cooperação</li>
<li>Atitudes ausentes de crítica destrutiva</li>
<li>Atribuir responsabilidades</li>
</ul>
<h3><span style="color: #ff0000;">CONCLUINDO</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Há muitas maneiras de você conseguir ajudar a <a title="construir a autoestima" href="http://www.escolapsicologia.com/estrategias-para-promover-a-sua-auto-estima/" target="_blank">construir a autoestima</a> na criança. Mas, a que suporta todas as outras e a mais importante é demonstrar o seu amor por ela numa base constante. <strong>Apresento algumas notas finais. Dê elogios ou reforços do tipo: </strong></p>
<ul>
<li>João, você é bom a. . . .</li>
<li>Margarida, eu gosto do jeito que você. . . .</li>
<li>Pedro, você é especial para mim porque. . . .</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Esclareça ainda a criança que é normal falhar em algumas coisas, ou até mesmo não gostar de algumas coisas nela própria. Saliente que, só porque não gosta de alguma coisa nela mesma, que não a torna menos maravilhosa, ou menos simpática, ou com menos valor que os outros colegas.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraço</p>
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		<title>Compreenda melhor o seu filho: Elimine os obstáculos à comunicação</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 15:22:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Muitas das palavras e ações que expressamos junto das crianças no sentido de lhes mostrarmos o nosso ponto de vista, opinião ou ajuda, podem ter um efeito aversivo, gerando-lhes irritabilidade ou mal entendidos. Em dois artigos anteriores podemos verificar as 3 armadilhas na comunicação como o seu filho e regras a não esquecer. Em seguida, [...]<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitas das palavras e ações que expressamos junto das crianças no sentido de lhes mostrarmos o nosso ponto de vista, opinião ou ajuda, podem ter um efeito aversivo, gerando-lhes irritabilidade ou mal entendidos. Em dois artigos anteriores podemos verificar as <a href="http://www.escolapsicologia.com/armadilhas-na-comunicacao-com-o-seu-filho/" target="_blank">3 armadilhas na comunicação como o seu filho</a> e <a href="http://www.escolapsicologia.com/a-arte-de-comunicar-com-o-seu-filho-regras-a-nao-esquecer/" target="_blank">regras a não esquecer</a>. Em seguida, apresento alguns obstáculos que usualmente atrapalham a comunicação com a criança, prejudicando a compreensão da mensagem que lhes queremos transmitir:</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>DAR CONSELHOS ABRASIVOS E NÃO SOLICITADOS </strong></span></h3>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O que você deve fazer é &#8230;.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Se não fosse tão descuidado, você não teria esse problema.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">No primeiro exemplo, salta-se para o resultado ou solução pronta, sem qualquer indicação ou orientação. Ao não questionar ou tentar perceber algumas das razões porque a criança está a ter dificuldade ou eventualmente recusa na execução de algo, invade de forma brusca, autoritária e abrasiva a <a title="auto-estima" href="http://www.escolapsicologia.com/como-melhorar-a-auto-estima/" target="_blank">auto-estima</a> e <a title="auto-confiança" href="http://www.escolapsicologia.com/3-passos-e-10-formas-para-construir-a-sua-auto-confianca/" target="_blank">auto-confiança</a> da criança. No segundo exemplo, Critica-se de forma cortante o auto-conceito da criança. Ao personalizar a mensagem, retirou-se da possibilidade de orientar o discurso face ao comportamento, o que automaticamente impede de poder contribuir para uma possível aprendizagem por parte da criança. Ao invés, transmitiu uma mensagem de incapacidade, de diminuição do eu da criança.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>VERBALIZAR OS SEUS SENTIMENTOS, AO INVÉS DAS AÇÕES DA CRIANÇA</strong></span></h3>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Eu não consigo entender porque você faz sempre isso.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Fico com raiva quando você simplesmente não parece se importar.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Eu questiono-me quando é que será que você irá  aprender?&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">São tudo exemplos de verbalizações que fogem ao cerne da questão no que se refere à educação e desenvolvimento da criança. Quando remetemos o discurso para os sentimentos pessoais acerca do resultado dos comportamentos da criança, afastamo-nos do objetivo principal (transmitir mensagens claras, sucintas, objetivas e de suporte). Este afastamento confunde a criança, inibe-lhe a compreensão dos seus atos, obrigando a que ela se foque no seu valor (neste caso de avaliação negativa) e ainda com a agravante de perceber que isso faz o adulto sentir-se mal. O <a title="sentimento de culpa" href="http://www.escolapsicologia.com/como-lidar-com-o-sentimento-de-culpa/" target="_blank">sentimento de culpa</a> por parte da criança passa a ser muito vincado, prejudicando-a.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4747" title="comunicar com os filhos" src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2011/09/filhos1.jpg" alt="comunicar com os filhos" width="630" height="350" /></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>DESVALORIZAR A DOR OU PROBLEMA DA CRIANÇA</strong></span></h3>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;As outras famílias também têm os seus problemas&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Porque é que você não cresce?&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Pare com isso. Você está sendo ridículo!&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Constatar factos alheios à experiência da criança, levantar questões que não têm resposta imediata ou adjetivar o comportamento da criança, são formas destruidoras de comunicação que podem provocar alienação. Esta alienação advém da mensagem de desvalorização dos sentimentos da criança. A criança fica confusa, dado que passa a questionar os seus sentimentos e pensamentos, criando uma imagem fragilizada de si mesmo. Com um auto-conceito diminuído a criança passa a movimentar-se de forma insegura e sentido-se incompreendida.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>LAMENTOS E CULPABILIZAÇÕES SÃO PREJUDICAIS</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Existem muitos obstáculos para a compreensão do seu filho. Apresentei alguns dos mais frequentes que ouço quando os pais ou educadores estão chateados. Quando se fica irritado, chateado ou desiludido, inevitavelmente o nosso estado altera-se, e com isso inibem-se alguns discernimentos. Você pode fica com poucas habilidades de escuta. Você pode ficar frustrado porque o seu filho não cumpriu as suas tarefas. Você pode ficar desconfiado, supondo sempre que ele está sendo desafiador, o que pode conduzir a mal entendidos. Muitos pais esquecem que as crianças cometem erros, e perdem a noção de como os seus próprios lamentos e culpabilizações podem ferir profundamente os seus filhos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>A CRIANÇA NÃO PENSA COMO UM ADULTO</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Seguem-se alguns pontos cruciais para  manter em mente no sentido de promover a compreensão do seu filho. Lembre-se destes pontos quando você tiver intenção de abordar questões &#8220;quentes&#8221; com o seu filho. Certamente algumas destas indicações irão ajudá-lo a permanecer calmo e focado no principal objetivo:</p>
<ul>
<li>A criança rebelde ainda não tem maturidade emocional.</li>
<li>A criança rebelde quer o seu amor e aprovação.</li>
<li>Não compreender a sua criança rebelde irá incendiar os seus comportamentos desafiadores.</li>
<li>As crianças rebeldes sentem-se mal entendidas</li>
<li>A rebeldia é inerente à criança</li>
<li>A criança está a ser &#8220;criança&#8221;</li>
</ul>
<p>Abraço</p>
<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
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<a href="http://www.escolapsicologia.com/compreenda-melhor-seu-filho-elimine-obstaculos-comunicacao/">Compreenda melhor o seu filho: Elimine os obstáculos à comunicação</a></p>
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		<item>
		<title>3 armadilhas na comunicação com o seu filho</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 15:36:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[armadilhas na comunicação com o seu filho]]></category>
		<category><![CDATA[armadilhas para pais]]></category>
		<category><![CDATA[comunicar com filho]]></category>
		<category><![CDATA[comunicar com o seu filho]]></category>
		<category><![CDATA[dicas para pais]]></category>
		<category><![CDATA[lidar com o seu filho]]></category>
		<category><![CDATA[parentalidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Acredito que a comunicação que os pais ou educadores têm com as crianças é suportada pela boa intenção. Mas por vezes, ironicamente o resultado não é aquele que se pretende, ou pode levar a situações mais empolgadas  perdendo-se o motivo pelo qual se iniciou a conversa. Isto pode acontecer pelo medo que os pais têm [...]<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
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<a href="http://www.escolapsicologia.com/armadilhas-na-comunicacao-com-o-seu-filho/">3 armadilhas na comunicação com o seu filho</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Acredito que a comunicação que os pais ou educadores têm com as crianças é suportada pela boa intenção. Mas por vezes, ironicamente o resultado não é aquele que se pretende, ou pode levar a situações mais empolgadas  perdendo-se o motivo pelo qual se iniciou a conversa. Isto pode acontecer pelo medo que os pais têm das crianças poderem vir a magoar-se, errar ou a comportar-se indevidamente levando-os a <a title="comunicar com as crianças" href="http://www.escolapsicologia.com/a-arte-de-comunicar-com-o-seu-filho-regras-a-nao-esquecer/" target="_blank">comunicar com as crianças</a> de uma forma prejudicial.</p>
<p><strong>Apresento três formas de comunicação que podem evitar equívocos e consequências negativas:</strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4701" title="filhos" src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2011/09/filhos.jpg" alt="filhos" width="630" height="350" /><br />
</strong></p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>EVITE TRANSMITIR O SENTIMENTO DE CULPA</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, pais e educadores utilizam a estratégia errada ao fazer com que a criança se sinta culpada pelos seus pensamentos, sentimentos e ações. Até pode ser assertivo e benéfico perguntar à criança o que ela sentiria se estivesse no seu lugar ou no de outra pessoa numa determinada situação. No entanto, muitas vezes, porém, os pais empurram esta questão até ao limite e tentam fazer com que os seus filhos se sintam culpados por causa de seus pensamentos, sentimentos e/ou ações. Os pais que usam o <a title="sentimento de culpa" href="http://www.escolapsicologia.com/como-lidar-com-o-sentimento-de-culpa/" target="_blank">sentimento de culpa</a> para controlar a criança correm o risco de lhes provocar alienação.</p>
<p style="text-align: justify;">Leve em consideração que a estrutura mental de uma criança ainda não comporta em si recursos de compensação suficientes para lidar com o sentimento de culpa exagerado. Ainda que lhe possa fazer sentir o peso dos seus comportamentos desajustados, deve sempre enquadrar o grau do problema e explicar-lhe uma alternativa comportamental mais viável e assertiva. Indique-lhe o caminho, dirija-a para onde pretende que ela chegue, emendando os pontos onde ela errou, vincado mais o que quer que ela faça, e não o que quer que ela não faça.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>EVITE O SARCASMO</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Cada vez que você diz coisas que não queria verbalizar e dá a entender o oposto do que quer transmitir através do seu tom de voz ou expressão corporal, está a utilizar o sarcasmo. Um exemplo seria dizer algo como, &#8220;Oh, não é brilhante&#8221;, quando o seu filho faz uma má escolha. Ou, quando a sua filha adolescente lhe pede aprovação, você diz algo do género, &#8221;Yeah, a tua roupa fica ótima se for para entrares num festival de vagabundos.&#8221; O uso de sarcasmo, sem dúvida, fere as crianças. O sarcasmo é um obstáculo problemático para os pais que estão tentando comunicar-se efetivamente com os seus filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">O sarcasmo é uma forma de comunicação muito emocional, muito incisiva nos aspectos negativos da criança, que lhe transmite sentimentos de desprezo, intolerância e desdém por parte do adulto. São afirmações dirigidas à <a title="auto-estima" href="http://www.escolapsicologia.com/como-melhorar-a-auto-estima/" target="_blank">auto-estima</a> e auto-conceito da criança. São mensagens destrutivas sem qualquer intenção de orientação e assertividade.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>EVITE INFORMAÇÕES PRONTAS E DEMASIADO PATERNALISTAS</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Quando os pais dão impulsivamente aos seus filhos uma dissertação sobre como devem fazer as coisas, ao invés de deixá-los ter alguma contribuição nas soluções para os seus problemas, isso são soluções prontas.  Dirigir e controlar excessivamente a criança  será quase garantido que ela não vai ouvir nada do que você lhe diz. Seja o que for que diga, a criança vai fazer o oposto do que você está tentando fazer com que ele faça. Os pais que dizem aos seus filhos como resolver os seus problemas podem levar as crianças a acreditar que elas não têm controle sobre as suas próprias vidas. Estas crianças podem acabar acreditando que os seus pais não confiam nelas. Ou, elas podem  ressentir-se de ser dito o que têm de fazer e como resultado resistir às indicações dos seus pais.</p>
<p style="text-align: justify;">Interaja com a criança, tente perguntar-lhe como é que ela pensa resolver a situação. Se você não estiver de acordo, vá fazendo questões orientadoras, conduzindo a conversa, transmitindo informação que lhe permita, eventualmente, chegar a uma solução aproximada daquela que pretende. Não lhe entregue a solução de bandeja. Ajude a criança a construir e a chegar a uma solução viável, percebendo o porquê e percebendo porque razão a solução a que chegou é a mais indicada para as circunstâncias.</p>
<h3><span style="color: #333333;"><strong>MANTENHA EM MENTE:</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Tente evitar falar à criança através de sarcasmo, culpa, ou informações prontas. Dirija a conversa com compreensão para que você possa falar com ela. Desative o seu ego e evite tornar-se adversário do seu filho. O benefício desta <a title="atitude positiva" href="http://www.escolapsicologia.com/5-passos-para-conseguir-uma-atitude-positiva-na-vida/" target="_blank">atitude positiva</a> e postura será elevado, o relacionamento com o seu filho irá fortificar-se e consequentemente as tensões irão diminuir.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para aprofundar o assunto, pondere ler:</strong> <a href="http://www.escolapsicologia.com/a-arte-de-comunicar-com-o-seu-filho-regras-a-nao-esquecer/" target="_blank">A arte de comunicar com o seu filho, regras a não esquecer</a></p>
</blockquote>
<p>Abraço</p>
<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
<a href="http://www.escolapsicologia.com/armadilhas-na-comunicacao-com-o-seu-filho/">3 armadilhas na comunicação com o seu filho</a></p>
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		<title>A arte de comunicar com o seu filho: regras a não esquecer</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 14:43:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[comunicar com filho]]></category>
		<category><![CDATA[comunicar com o seu filho]]></category>
		<category><![CDATA[falar com filho]]></category>
		<category><![CDATA[parentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[regras de parentalidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Os pais ou os educadores devem ter presente que dar feedback à criança, tanto críticas como elogios é mais do que útil, é essencial. É difícil para as crianças ficarem motivadas, e impossível para elas manterem-se motivadas, quando não têm certeza se estão ou não no caminho certo. Sem dúvida que transmitir informação bem estruturada [...]<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
<a href="http://www.escolapsicologia.com/a-arte-de-comunicar-com-o-seu-filho-regras-a-nao-esquecer/">A arte de comunicar com o seu filho: regras a não esquecer</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os pais ou os educadores devem ter presente que dar feedback à criança, tanto críticas como elogios é mais do que útil, é essencial. É difícil para as crianças ficarem motivadas, e impossível para elas manterem-se motivadas, quando não têm certeza se estão ou não no caminho certo. Sem dúvida que transmitir informação bem estruturada e frequente feedback é uma das coisas mais importantes na árdua tarefa educacional dos pais ou educadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, como todos os pais sabem, às vezes o feedback que se dá parece ser tudo menos motivador e orientador. Mesmo com as melhores intenções, as palavras de encorajamento ou desaprovação podem facilmente sair pela culatra ou parecem cair em saco roto, e muitos de nós temos dificuldade em entender o porquê. Felizmente, estudos científicos sobre <a title="motivação" href="http://www.escolapsicologia.com/" target="_blank">motivação</a> lançaram luz sobre a razão porque alguns tipos de feedback funcionam e outros não. Se você errou no passado (e quem não errou já), ou está com dificuldades de comunicação com a sua criança, então você pode fazer um trabalho melhor dando o seu feedback mais assertivo, a partir de agora, aderindo a algumas regras simples:</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-4355" title="falar com filho" src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2011/08/falarcomfilho.jpg" alt="falar com filho" width="630" height="350" /></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">REGRA 1</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Quando as coisas não correm bem, seja realista. Não é fácil dizer à criança que ela errou (ou que agiu de forma inadequada), sabendo que pode causar <a title="ansiedade" href="http://www.escolapsicologia.com/sofre-de-ansiedade-perceba-porque/" target="_blank">ansiedade</a>, decepção ou constrangimento. Mas não cometa o erro de proteger os sentimentos da criança à custa de não dizer-lhe o que ela realmente precisa ouvir. Lembre-se que sem feedback honesto, que a criança não pode descobrir o que fazer de forma diferente (adequadamente) da próxima vez.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, não retire o sentido de responsabilidade à criança pelo que correu mal (assumindo que ela na verdade não é o principal responsável), só porque você não quer ser &#8220;duro&#8221; com ela. Transmitir-lhe uma verdade distorcida, protejê-la de experimentar a frustração e de gerir o seu próprio erro ou fracasso, dizendo que ela &#8220;tentou o seu melhor&#8221; quando está claro que ela não fez, pode deixá-la sentir-se impotente para melhorar, e inibir a experiência de arranjar uma forma de saber fazer melhor da próxima vez.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">REGRA 2</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Quando as coisas correm mal, instala-se a dúvida, combata isso. A criança precisa acreditar que o sucesso está ao seu alcance, não importando os erros que cometeu no passado. Para implementar esta estratégia, aplique o seguinte:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Seja específico</strong>. Observe o que precisa ser melhorado e o que é que exatamente pode ser feito para melhorar?</li>
<li><strong>Enfatize as ações que ele tem capacidade para mudar</strong>. Falar sobre os aspectos do desempenho que dependem dele, como o tempo e o esforço que ele colocou em prática, ou o método de estudo que ele usou.</li>
<li><strong>Evite elogiar o esforço quando isso não trouxer nenhum benefício</strong>. Muitos pais tentam consolar as crianças, dizendo coisas como &#8220;Bem querida, você não fez muito bem, mas trabalhou duro e realmente tentou o seu melhor.&#8221; Esta afirmação até pode parecer reconfortante, mas garanto-lhe que não é (a menos, claro, se era uma situação sem saída, desde o início).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Estudos mostram que ser elogiado por &#8220;esforço&#8221; depois de uma falha não só faz as crianças sentirem-se estúpidas, como também lhes transmite a noção que elas não podem melhorar. Nestes casos, é realmente melhor restringir-se a comentários puramente informativos. Se o esforço não é o problema, deverá ajudar a criança a descobrir o que é, e o que pode ser feito no sentido de lhe transmitir confiança e melhorar o processo que levou ao insucesso, falha erro ou <a title="comportamento inadequado" href="http://www.escolapsicologia.com/entenda-os-seus-comportamentos-nao-desejados/" target="_blank">comportamento inadequado</a>.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;">REGRA 3</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Quando as coisas vão bem, evite elogiar a habilidade. Eu sei que todos nós gostamos de ouvir o quão inteligente e talentoso que somos, e tão naturalmente assumimos que a a nossa criança quer ouvir também. É claro que elas gostam. Mas não é o que o elas precisam ouvir para se manterem motivadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos mostram que quando as crianças são elogiadas por terem uma elevada capacidade, isso deixa-as mais vulneráveis ​​à insegurança quando são confrontadas com um desafio mais tarde, principalmente um desafio que seja difícil e possa apresentar-se como uma frustração. Se ser bem sucedido significa que ela é &#8220;inteligente&#8221;, então ela provavelmente irá concluir que não é inteligente quando tem de esforçar-se mais que o normal ou o desafio parece ser demasiado exigente, ou pior, quando não consegue ser bem sucedido.</p>
<p style="text-align: justify;">Certifique-se de que você também elogia os aspectos do desempenho da sua criança, principalmente aqueles que estão sobre o controlo dela (que ela é capaz de executar). Fale sobre a sua abordagem criativa, o seu planejamento cuidadoso, a sua persistência e esforço, a sua <a title="atitude positiva" href="http://www.escolapsicologia.com/5-passos-para-conseguir-uma-atitude-positiva-na-vida/" target="_blank">atitude positiva</a>. Elogie as suas ações, não apenas as habilidades. Dessa forma, quando a criança se encontrar em apuros mais tarde, vai lembrar-se o que a ajudou a <a title="ter sucesso" href="http://www.escolapsicologia.com/para-ter-sucesso-estabeleca-um-objetivo-especifico-e-poderoso/" target="_blank">ter sucesso</a> no passado e colocar esse conhecimento ao seu serviço, fazendo um boa utilização da experiência anterior.</p>
<p>Abraço</p>
<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
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