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	<title>Psicologia e Motivação &#187; Psicologia Comportamental&#187;</title>
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	<description>Psicologia e Motivação</description>
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		<title>Autoverbalizações negativas: 10 coisas que não deve dizer a você mesmo</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 14:54:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia Comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[autoverbalizações]]></category>
		<category><![CDATA[autoverbalizações negativas]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo interno]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo interno crítico]]></category>
		<category><![CDATA[melhoria de vida]]></category>
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		<category><![CDATA[pensamento positivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das grande ferramentas de comunicação connosco mesmos é a autoverbalização. A autoverbalização pode ser em voz alta, quando verbalizamos sonoramente o discurso que queremos ouvir, ou silenciosa, quando não articulamos verbalmente, mas tomamos consciência do nosso discurso em pensamento. Quer uma ou outra são igualmente eficazes. Esta ferramenta verbal que se interliga com os [...]<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma das grande ferramentas de comunicação connosco mesmos é a autoverbalização. A autoverbalização pode ser em voz alta, quando verbalizamos sonoramente o discurso que queremos ouvir, ou silenciosa, quando não articulamos verbalmente, mas tomamos consciência do nosso discurso em pensamento. Quer uma ou outra são igualmente eficazes. Esta ferramenta verbal que se interliga com os nossos pensamentos é tremendamente poderosa, pois influencia-nos as decisões, orienta-nos as ações, e clarifica-nos os passos a dar nas tarefas que pretendemos realizar. No entanto, o impacto positivo ou negativo que possa ter em nós mesmos, está dependente da natureza do conteúdo. E a natureza do conteúdo, está dependente das escolhas que fazemos relativamente ao que queremos transmitir a nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esta razão, devemos ser cautelosos naquilo que dizemos para nós mesmos, principalmente quando estamos a enfrentar alguns problemas pessoais ou <a title="problemas psicológicos" href="http://www.escolapsicologia.com/o-que-esta-na-raiz-dos-problemas-psicologicos-e-dependencias/" target="_blank">problemas psicológicos</a>, e estes nos diminuem a autoconfiança, autoestima, ou nos fazem disparar a <a title="ansiedade" href="http://www.escolapsicologia.com/assunto/ansiedade/" target="_blank">ansiedade</a>, angústia, <a title="depressão" href="http://www.escolapsicologia.com/assunto/depressao/" target="_blank">depressão</a>, fobias, desesperança, negativismo. Num estado de ser, confuso ou abatido, podemos ter uma maior tendência para infligir sofrimento a nós mesmos, utilizando as <a title="autoverbalizações negativas" href="http://www.escolapsicologia.com/capacite-se-e-desafie-o-seu-dialogo-interno-autocritico/" target="_blank">autoverbalizações negativas</a>. As palavras que atravessam a nossa mente podem ser muito dolorosas, dependendo do conteúdo das mesmas.</p>
<p><strong>Apresento em seguida 10 autoverbalizações negativas que usualmente são utilizadas quando nos encontramos num estado de negatividade, e as quais deverá ganhar consciência no sentido de revertê-las quando toma consciência que as verbaliza:  </strong></p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>1. EU NÃO VALHO NADA</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Este é um ataque direto à sua <a title="autoestima" href="http://www.escolapsicologia.com/estrategias-para-promover-a-sua-auto-estima/" target="_blank">autoestima</a> e valor pessoal, e certamente não é verdade! Dizer a você mesmo que não vale nada, apenas perpetua crenças negativas que pode ter vindo a enraizar ao longo da vida, ou que podem ter sido implementadas quando era jovem. Mesmo que tenha a perceção que tem coisas que necessita melhorar, ou que tem dificuldades que têm impedido de <a title="atingir os seus objetivos" href="http://www.escolapsicologia.com/como-conseguir-atingir-objetivos-na-sua-vida/" target="_blank">atingir os seus objetivos</a>, denegrir-se, certamente não irá fazê-lo sentir-se melhor ou acrescentar-lhe valor algum.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>2. NÃO ADIANTA PUXAR POR MIM</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Esta autoverbalização é uma continuação da anterior. É duplamente negativa, dado que comprova a você mesmo que não tem valor, e que independentemente do que se propuser a fazer, não será bem sucedido. Nada podia estar mais longe da verdade, dado que para além de não saber o seu futuro, de não saber se os seus esforços irão ser bem sucedidos, acresce o fato de quando estamos animados e mais motivados aumentamos o nosso impulso para a ação, aumentando assim as possibilidades ao nosso dispor.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2013/05/verbalização1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-10352" title="verbalização" src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2013/05/verbalização1.jpg" alt="verbalização" width="639" height="349" /></a></p>
<h3><span style="color: #ff0000;">3. EU NÃO CONSIGO FAZÊ-LO</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Novamente, muito incapacitante. Há momentos em que você realmente não pode ou não consegue fazer algo, no entanto, na maioria das vezes esta autoverbalização é efetuada mais como uma <a title="autocrítica negativa" href="http://www.escolapsicologia.com/abandone-a-negatividade-acabe-com-o-dialogo-auto-critico/" target="_blank">autocrítica negativa</a>, como um ataque ao ego, do que propriamente como um fato real.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>4. EU NUNCA SEREI BEM SUCEDIDO</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma via direta para o fracasso, mesmo antes de você se propor a fazer algo. É do conhecimento comum que o sucesso não se constrói de um dia para o outro, que no seu percurso usualmente enfrentamos recuos, fracassos e dificuldades. Ao verbalizar que irá falhar, está a autosabotar-se mesmo antes de começar.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>5. AS PESSOAS NÃO VÃO GOSTAR DE MIM</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Esta verbalização é uma manifestação de autorejeição. Você é o primeiro a rejeitar-se. Quando você entra numa nova situação, dizendo a si mesmo que as pessoas não vão gostar de você, pode tornar-se numa profecia autorealizável. Ou seja, a sua atitude subconsciente irá levá-lo a agir de forma a afastar as outras pessoas, e isso é tudo aquilo que você não quer.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>6. OS OUTROS SÃO MELHORES DO QUE EU</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Todos nós tendemos a comparar-nos com os outros. Às vezes, apesar de tudo, acionamos o preconceito contra nós. Dizer que os outros são melhores do que você, é uma agressão para o seu ego, que conduz à diminuição da autoestima e à <a title="mentalidade de vítima" href="http://www.escolapsicologia.com/abandone-a-mentalidade-de-vitima/" target="_blank">mentalidade de vítima</a>. Ainda que em alguns aspetos existam pessoas que você considere &#8220;melhores&#8221;, isto não quer dizer que tenha de rotular-se como &#8220;pior&#8221;. Use essa avaliação a seu favor, e perceba naquilo que quer investir para melhorar. Uma capacidade, uma técnica, uma abordagem, uma forma de comportar-se, mas não tem necessariamente de generalizar à sua identidade, e considerar a totalidade do seu ser como &#8220;pior&#8221;.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;">7. EU NÃO TENHO VALOR</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma autoverbalização negativamente rotulante para as pessoas que se sentem inadequadas para enfrentar as exigências da vida. A sensação de inadequação pessoal é muito desanimadora. Não reforce isso, não generalize, não se rotule, pois isso é tremendamente destruidor. Todos, mas todos, temos valor contido em nós. Mesmo que possamos ter agido mal, mesmo que possamos ter falhado em algo importante, mesmo que não sintamos força para ir em frente com um determinado projeto, isso só por si não determinado o nosso valor.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>A reter:</strong> Todo o ser humano tem o seu valor, e tomará consciência disso sempre que fizer algo para expressá-lo.</p>
</blockquote>
<h3><span style="color: #ff0000;">8. EU TENHO DE SER PERFEITO</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify; font-size: 13px;">A maneira de garantir o fracasso é criticar-se sempre que você julga ter sido imperfeito, que é, provavelmente a maioria do tempo. Somos perfeitamente imperfeitos. A perfeição não existe enquanto coisa, é sim uma avaliação baseada num conjunto de pressupostos previamente definidos e aceites. Devemos avaliar-nos relativamente à eficácia, à concretização de objetivos, mas nunca relativamente à perfeição, pois isso é um conceito subjetivo. </span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para aprofundar o assunto leia:</strong> <a title="Quando ser perfeccionista se torna um problema" href="http://www.escolapsicologia.com/quando-ser-perfeccionista-se-torna-um-problema/" target="_blank">Quando ser perfeccionista se torna um problema</a></p>
</blockquote>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>9. A MINHA OPINIÃO NÃO IMPORTA</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Esta declaração é mais um ataque feroz à autoestima. Para dizer algo deste género para si mesmo, você considera-se indigno. Todos temos a nossa opinião, que num determinado contexto pode ser considerada válida ou não, mas pode importar expressá-la. Importa em primeiro lugar para você. Se tem uma opinião, logo construiu uma ideia acerca de algo. E como você não lê as mentes dos outros, à priori não saberá que reação irão ter à sua opinião. Mais uma razão para expressá-la, se assim quiser.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>10. NUNCA CONSEGUIREI FAZER NADA DE INTERESSANTE</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Por vezes dizemos isto como se tivéssemos a total certeza acerca do futuro. O que é improvável. É um pensamento criado por nós mesmos, baseado em pressupostos de insegurança. Estar inseguro não faz de nós pessoas que conseguem saber o futuro das nossas ações. O que importa perguntar é: &#8220;<em>O que posso fazer, aprender, ou propor para me sentir mais realizado?&#8221;</em></p>
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<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>COMO REVERTER AS AUTOVERBALIZAÇÕES NEGATIVAS?</strong></span></h3>
<p><strong>1. Detetar as autoverbalizações negativas.</strong> Muitas vezes comportamo-nos em piloto automático e permitimos que as verbalizações que passam nas nossas mentes estraguem o dia. Então, devemos criar o bom hábito de nos &#8220;apanharmos&#8221; a dizer coisas negativas que nos influenciam negativamente as nossas ações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Chamar os bois pelos nomes.</strong> Em seguida, reconheça e marque o que você disse! Crie uma âncora, uma associação para essa autoverbalização negativa. Dê-lhe um nome, para que sempre que a oiça ou lhe apareça na mente a saiba identificar. Dessa forma, mais rapidamente consegue agir e evitar que isso passe a ser uma certeza para si. Você assim consegue identificar as mensagens autosabotadoras que por vezes cria a si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. Use um gatilho de substituição.</strong> &#8220;Eu só tive o pensamento &#8230;&#8221; (repetir o pensamento negativo aqui). Se você  se pegou dizendo: &#8220;Eu não mereço isso&#8221;, por exemplo, então você deverá fazer uma pausa e dizer: &#8220;Eu só tive o pensamento, &#8220;Eu não mereço isso.&#8221; O que não representa que na realidade eu siga esse pensamento ou acredite nele.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao praticar este o processo anteriormente descrito, você rotula a sua autoverbalização negativa como uma mera voz que ecoou na sua cabeça, é um pensamento que foi verbalizado, não tem de ser necessariamente um fato. Se você não perceber que a sua autoverbalização negativa não corresponde ao que você é na realidade, corre um risco elevado de personalizá-la, prejudicando-o. Não deixe que isso aconteça.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para aprofundar o assunto leia:</strong> <a title="7 maneiras de identificar o seu diálogo autocrítico" href="http://www.escolapsicologia.com/maneiras-de-identificar-o-seu-dialogo-autocritico/" target="_blank">7 maneiras de identificar o seu diálogo autocrítico</a></p>
</blockquote>
<p>Abraço</p>
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		<title>Pratique a autodisciplina sendo mestre de você mesmo</title>
		<link>http://www.escolapsicologia.com/pratique-a-autodisciplina-sendo-mestre-de-voce-mesmo/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 13:44:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia Comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[autodisciplina]]></category>
		<category><![CDATA[autodomínio]]></category>
		<category><![CDATA[capacidade de foco]]></category>
		<category><![CDATA[controle de pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[controle mental]]></category>
		<category><![CDATA[mestria]]></category>
		<category><![CDATA[orientar os pensamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando os pensamentos negativos nos invadem a mente, quando queremos fazer uma coisa e acabamos fazendo outra, ou quando queremos deixar de nos preocupar sobre determinado assunto, conseguir ter controle sobre a mente seria o melhor que nos poderia acontecer. Provavelmente é um desejo que pontualmente lhe passa pela mente. Quero dizer-lhe que até determinado [...]<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando os pensamentos negativos nos invadem a mente, quando queremos fazer uma coisa e acabamos fazendo outra, ou quando queremos deixar de nos preocupar sobre determinado assunto, conseguir ter controle sobre a mente seria o melhor que nos poderia acontecer. Provavelmente é um desejo que pontualmente lhe passa pela mente. Quero dizer-lhe que até determinado ponto isso pode ser possível. Com disciplina e treino sobre a capacidade de foco, de atenção e de decisão sobre que pensamentos criar na mente é possível vir a ser mestre de você mesmo. Saber direcionar a atenção para onde ela mais importa estar, é o caminho que permite alcançar autodomínio, confiança e conhecimento sobre você mesmo.</p>
<p><strong>Em seguida apresento seis passos que descrevem estratégias que permitem ajudá-lo a melhorar a sua autodisciplina e controle sobre os seus próprios pensamentos:</strong></p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>PASSO 1: OUÇA E RECONHEÇA</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Por vezes as mensagens que a nossa mente emite para nós mesmos podem ser cortantes, desagradáveis e penosas. É no exato momento que você ganha consciência dessas mensagens que pode fazer algo de positivo, revertendo-as. Assim sendo, é importante que não as considere como uma crítica negativa ou como uma forma de mandar-se abaixo ou punir-se. Em seguida, deve aceitar essa voz silenciosa, e interpretá-la como informação, como uma chamada de atenção, que pode dizer-lhe: &#8220;<em>Atenção as coisas não estão a correr como pretendido</em>.&#8221; Sinta-se grato pela sua mente estar a contribuir com informação que pode impedi-lo de fazer alguma asneira. Por exemplo, &#8220;<em>Obrigado, ainda bem que a minha mente me deu um alerta, lembrando-me que se eu não conseguir fazer mais vendas, posso ser demitido</em>.&#8221; Ou &#8220;<em>Obrigado por me dizeres que se eu continuar a ter a mesma atitude posso ficar para sempre sozinho e nunca encontrar o amor e ter uma família</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o tipo de mensagens que a mente envia para a nossa consciência, se percebermos que isso é informação em forma de incómodo e de alerta, podemos passar à ação, e fazer algo que permita aumentar a probabilidade de sermos bem sucedidos. Saber ouvir e reconhecer as preocupações momentâneas da própria mente, é um passo importante para ficar ciente acerca dos assuntos para onde deveremos dirigir a nossa atenção.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>PASSO 2: FAÇA AS PAZES COM A SUA MENTE</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Você pode não gostar de algumas mensagens que a sua mente cria ou da forma que isso influencia as suas ações. Na verdade, toda a negatividade pode ser francamente irritante, às vezes. Mas o fato é, que a sua mente faz parte de você, você está preso a ela, e não pode eliminá-la (e ainda bem). Os pensamentos negativos irão sempre aparecer na sua mente. No entanto, você pode abandonar o seu diálogo autocrítico que promove a negatividade. Aprofundei este assunto no artigo: <a title="Capacite-se e desafie o seu diálogo interno autocrítico" href="http://www.escolapsicologia.com/capacite-se-e-desafie-o-seu-dialogo-interno-autocritico/" target="_blank">Capacite-se e desafie o seu diálogo interno autocrítico</a>. Ou seja, ter pensamentos negativos não tem necessariamente de conduzir-nos à negatividade. Aprofundei este assunto no artigo: <a title="abandone a negatividade, acabe com o diálogo autocrítico" href="Aprofundei este assunto no artigo" target="_blank">Abandone a negatividade, acabe com o diálogo autocrítico</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Aceitar que os pensamentos e sentimentos negativos se irão fazer notar, e que não conseguimos impedir que nos apareçam na mente e no corpo, permite-nos fazer as pazes com a nossa mente. Assimilar e levar em consideração este conceito  impele-nos a focar a nossa atenção nas ações que nos permitem aproximar-nos dos objetivos pretendidos, sem que se desenvolvam <a title="conflitos internos" href="http://www.escolapsicologia.com/sobriedade-emocional-nao-fique-refem-dos-seus-conflitos-internos/" target="_blank">conflitos internos</a>.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>A reter:</strong> Não temos necessariamente que gostar dos pensamentos negativos ou concordar com eles, apenas temos que tomar a decisão de temporariamente prestar-lhes atenção, para depois dirigimos o foco para outros pensamentos ou ações que nos sirvam de forma construtiva.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2013/04/mindfulness1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-10176" title="mindfulness" src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2013/04/mindfulness1.jpg" alt="mindfulness" width="639" height="349" /></a></p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>PASSO 3: ENTENDA QUE OS SEUS PENSAMENTOS SÃO APENAS PENSAMENTOS</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Não conseguimos ver a nossa mente. Como tal, também não conseguimos ver a grande maioria dos nossos pensamentos. Mas, na grande maioria das vezes pensamos que somos os nossos pensamentos, unimo-nos e fundimo-nos a eles. Nesse exato momento, ao dar-se a fusão, caso os pensamentos sejam negativos, depreciativos e incapacitantes, podemos criar um problema a nós mesmos. Num estado de fusão com os pensamentos e sentimentos, dá-se a unificação, e passamos a aceitar esses mesmos pensamentos ou sentimentos como uma verdade absoluta, como sendo nós mesmos.</p>
<blockquote><p><strong>Por exemplo:</strong> &#8220;Eu estou pensando que sou um fracasso e chato, caramba, eu devo ser um fracasso e chato.&#8221;</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Este tipo de lógica simplista parece prevalecer, porque não podemos ver as nossas próprias mentes, por isso temos dificuldade em desapegar-nos dos nossos pensamentos (ficar fora de nós mesmos) e obter uma perspetiva objetiva do ponto de vista do observador.</p>
<p style="text-align: justify;">Na realidade, os nossos pensamentos são eventos mentais, influenciados pelos nossos humores, sensações de fome ou de cansaço, saúde física, hormonas, o sexo, o clima, o que assistimos na TV ontem à noite, o que comemos ao jantar, o que aprendemos como crianças, e assim por diante. Eles são como hábitos mentais. E, como todos os hábitos, os nossos pensamentos podem ser saudáveis ou não, servir-nos ou não, facilitar-nos a vida ou não. Assim, como não podemos levantar-nos do sofá e, sem treino irmos de imediato correr uma maratona, também não podemos magicamente desligar os nossos padrões mentais de pensamentos negativos, sem prática repetida e esforço considerável.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para aprofundar o assunto, leia:</strong> <a title="Como implementar o pensamento positivo na sua vida?" href="http://www.escolapsicologia.com/como-implementar-o-pensamento-positivo-na-sua-vida/" target="_blank">Como implementar o pensamento positivo na sua vida?</a></p>
</blockquote>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>PASSO 4: OBSERVE A SUA PRÓPRIA MENTE</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">O ditado &#8220;<em>Conhece o teu inimigo</em>.&#8221; também é aplicável na nossa relação com a nossa própria mente. Assim como um bom líder gasta algum do seu tempo visitando os vários departamentos, para conhecer os funcionários, também nós temos de dedicar tempo para conhecer como a nossa mente trabalha na nossa relação com a vida. Chame isso de plena consciência, meditação, ou tempo de silêncio. O tempo gasto  na observação da sua mente é tão importante quanto o tempo dedicado ao <a title="exercício físico" href="http://www.escolapsicologia.com/abandone-as-desculpas-que-o-impedem-de-fazer-exercicio-fisico/" target="_blank">exercício físico</a>. Por exemplo, quando você tenta focar a sua atenção no ritmo da sua respiração, ou sobre as árvores e flores quando você caminha na natureza, consegue fazê-lo sem distrações? Se sim ótimo, está no bom caminho para conseguir observar os seus próprios pensamentos e consequentemente distanciar-se deles. Ou pelo contrário, quando você tenta focar a sua atenção em algo, a sua mente vagueia por todo o lado, provavelmente trazendo preocupações antigas ou problemas não resolvidos? Neste caso, se não for controlada, pode levá-lo para fora da tranquilidade do momento presente, numa espiral de preocupação, medo e julgamento.</p>
<p style="text-align: justify;">A prática da mindfulness (atenção plena) envolve não apenas perceber para onde a sua mente vai quando divaga, mas também trazê-la suavemente de volta para o foco na respiração, no ato de comer, andar, amar, ou de trabalho. Quando você faz isso várias vezes ao longo dos dias ou meses, você começa a treinar a sua capacidade de dirigir a sua atenção de forma intencional para onde quer. Com a melhoria deste processo você começa a saber quando a sua mente está a emitir pensamentos prejudiciais, guiando-a posteriormente de acordo com a sua intenção. Quando você evolui na observação dos seus pensamentos, e consequentemente dos seus estados internos, fica preparado para regulá-los até ao ponto de equilibrio necessário para gerar outros pensamentos que melhor se adequem aos objetivos pretendidos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Esclarecimento:</strong> Praticar a mindfulness (atenção plena) significa prestar atenção mais cuidada de uma forma particular. É a habilidade de tomarmos consciência de estarmos no momento presente. No estado de atenção plena temos a noção do que acontece exteriormente a nós, e também no nosso interior. Os estímulos chegam-nos através de um expectro alargado de <em>inputs</em>, olhos, ouvidos, nariz, língua, corpo, até a nossa própria mente. No estado de atenção plena, ficamos cientes daquilo que estamos a receber através da nossa capacidade de ver, ouvir, cheirar, provar, sentir, ou pensar, está acontecendo no presente, no momento presente.</p>
</blockquote>
<h3></h3>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>PASSO 5: TREINE A MENTE PARA ESTRUTURAR NOVAS LIGAÇÕES NEURONAIS </strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Há um velho e sábio ditado: &#8220;<em>Nós somos o que fazemos repetidamente</em>.&#8221; No seguimento deste raciocínio, eu gostaria de acrescentar &#8220;<em>Nós tornamo-nos naquilo que repetidamente pensamos</em>.&#8221; Ao longo do tempo, os nossos padrões de pensamento vão ficando gravados no nosso cérebro, mais propriamente nos bilhões de neurónios, conectando-se juntos, em padrões único que se enraízam. Quando certos caminhos cerebrais (conexões neuronais) entre diferentes componentes ou ideias, quando frequentemente repetidos, os neurónios começam a &#8220;disparar&#8221; transmitindo informações numa rápida sequência, interligado-se uns com os outros. Uma vez que um primeiro pensamento seja iniciado, toda a sequência é ativada.</p>
<p style="text-align: justify;">O piloto automático é ótimo para dirigir um carro, mas não tão bom para o ótimo funcionamento emocional. Por exemplo, você pode ter profundos medos de se aproximar de pessoas, porque poderá ter sido maltratado quando criança. Para aprender a amar, é preciso tomar consciência de toda a sequência negativa e como ela deturpou as suas percepções, rotular essas reações como pertencentes ao passado, e reorientar a sua mente  na experiência do momento presente.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aprofundei este assunto no artigo:</strong> <a title="Como dar um novo significado aos acontecimentos passados?" href="http://www.escolapsicologia.com/como-dar-um-novo-significado-aos-acontecimentos-passados/" target="_blank">Como dar um novo significado aos acontecimentos passados?</a></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Com o tempo, você pode começar a mudar alguns dos seus padrões mentais negativos, através de uma elevada intenção consciente, ativando o córtex pré-frontal (o centro executivo, responsável pelo estabelecimento de metas, planejamento e execução das mesmas), que é capaz de influenciar os seus comportamentos e atitudes quando orientados pelos pensamentos positivos e construtivos escolhidos por você. Desta forma, a técnica é identificar os seus pensamentos, ficar ciente deles, perceber que não é os seus pensamentos, praticando o distanciamento e desapego, para que consiga posteriormente direcionar a sua atenção para outros pensamentos, atividades ou ações com o objetivo de restabelecer o <a title="equilíbrio emocional" href="http://www.escolapsicologia.com/como-manter-o-equilibrio-emocional-face-as-adversidades-da-vida/" target="_blank">equilíbrio emocional</a> e autodomínio.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>A saber:</strong> A capacidade de separar-se dos seus pensamentos negativos, perceber que pode criar outros de acordo com os seus objetivos, dirigindo a sua atenção intencionalmente de forma a promover os comportamentos e atitudes positivas e construtivas, beneficia a <a title="autodisciplina" href="http://www.escolapsicologia.com/10-exercicios-para-melhorar-a-sua-forca-de-vontade-e-auto-disciplina/" target="_blank">autodisciplina</a>, colocando-o no caminho da mestria.</p>
</blockquote>
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<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>PASSO 6: PRATIQUE A AUTOCOMPAIXÃO</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">A autocompaixão não tem propriamente a ver com ter pena de nós mesmos. O frase que melhor descreve este conceito é:  &#8221;<em>uma maneira mais saudável de relacionar-se consigo mesmo</em>.&#8221; E isso é exatamente o que é. Como tenho vindo a explicar, é realmente necessário muita dedicação, esforço e treino para mudar pensamentos. E, não podemos evitar ter determinados pensamentos e sentimentos, quando estes surgem. Mas podemos mudar o modo como reagimos a esses pensamento e sentimentos. A grande maioria de nós fomos ensinados que alguns dos nossos sentimentos são sinais de fraqueza, que devem ser escondidos dos outros a qualquer custo. Esse tipo de conceito está absolutamente errado. Alguns autores, como o <a title="Dr. Brene Brown" href="http://www.brenebrown.com/" target="_blank">Dr. Brene Brown</a>, fornecem-nos um convincente argumento baseado na investigação, que nos diz que expressar a nossa vulnerabilidade pode ser uma fonte de força e confiança, se devidamente gerida.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>A vulnerabilidade soa como verdade e sente-se como coragem. Verdade e coragem não são sempre confortáveis, mas elas nunca são fraqueza. </strong>- Bréne Brown</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Quando julgamos os nossos sentimentos, perdemos o contato com os benefícios desses sentimentos. Como referi anteriormente,  os pensamentos e <a title="sentimentos negativos" href="http://www.escolapsicologia.com/descubra-o-poder-dos-sentimentos-negativos/" target="_blank">sentimentos negativos</a> são valiosas fontes de informação sobre as nossas reacções aos acontecimentos nas nossas vidas, e eles podem dizer-nos o que é mais significativo e importante para nós.  por exemplo, algumas emoções desagradáveis são sinais que nos dizem para alcançar conforto ou que devemos tirar um tempo para descansar e repor a nossa energia. Ao invés de criticar a nós mesmos, podemos aprender novas formas de apoiar-nos no nosso sofrimento. Falei deste assunto, no artigo: <a title="A verdadeira força está em compreender e aceitar a dor emocional" href="http://www.escolapsicologia.com/a-verdadeira-forca-esta-em-compreender-e-aceitar-a-dor-emocional/" target="_blank">A verdadeira força está em compreender e aceitar a dor emocional</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos momentos de aflição, angustia, desesperança, que nos fazem despoletar apreciações negativas acerca da nossa vida e provavelmente de nós mesmos, é importante relembrar-nos que nós somos seres humanos sensíveis. E, que essa sensibilidade se expressa através dos sentimentos negativos, que consequentemente, caso não consigamos fazer o exercício de desapego, conduzem-nos a pensamentos incapacitantes. Com este conhecimento em mente, importa levá-lo em consideração e relembrar a nós mesmos que somos humanos, e como tal, sentimos a vida, nos bons e nos maus momentos. Apoie-se a você mesmo. Aguente firme o seu desespero, sem autodepreciações.  Invista em si mesmo, seja o seu maior aliado. Seja compassivo com a sua dor, dificuldades e angústias.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aprofundei este assunto, no artigo:</strong> <a title="007 permissão para ser humano" href="http://www.escolapsicologia.com/007-permissao-para-ser-humano/" target="_blank">007, permissão para ser humano</a>.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Podemos deliberadamente procurar experiências internas e externas que nos trazem alegria e conforto, as memórias de momentos felizes com as pessoas que amamos, a beleza da natureza, autoexpressão criativa. Esses recursos podem ajudar-nos a navegar os sentimentos difíceis enquanto permanecemos focados no presente.</p>
<p> Abraço</p>
<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
<a href="http://www.escolapsicologia.com/pratique-a-autodisciplina-sendo-mestre-de-voce-mesmo/">Pratique a autodisciplina sendo mestre de você mesmo</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Aceitação ao invés da resistência: Encontre paz interior surfando os abalos da vida</title>
		<link>http://www.escolapsicologia.com/aceitacao-ao-inves-da-resistencia-encontre-paz-interior-surfando-os-abalos-da-vida/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Feb 2013 14:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia Comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[abalos]]></category>
		<category><![CDATA[aceitação]]></category>
		<category><![CDATA[aceitar a dor]]></category>
		<category><![CDATA[adversidade]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[dor emocional]]></category>
		<category><![CDATA[paz de espírito]]></category>
		<category><![CDATA[paz interior]]></category>

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		<description><![CDATA[A vida não é uma linha reta em direção a tudo quanto desejamos e nos faz sentir bem. Por vezes, é como uma estrada bem sinuosa, cheia de buracos, obstáculos e imponderáveis. Inevitavelmente as dificuldades que enfrentamos ao longo da vida causam-nos dissabores, e com isso dor emocional. No extremo mais adverso, ficamos deprimidos, desesperançados [...]<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A vida não é uma linha reta em direção a tudo quanto desejamos e nos faz sentir bem. Por vezes, é como uma estrada bem sinuosa, cheia de buracos, obstáculos e imponderáveis. Inevitavelmente as dificuldades que enfrentamos ao longo da vida causam-nos dissabores, e com isso dor emocional. No extremo mais adverso, ficamos deprimidos, desesperançados e ressentidos, retirando-nos paz de espírito. Quando surgem situações difíceis na nossa vida que geram perda de algo ou de alguém, compreender e aceitar a inevitabilidade da situação é um passo importante a ser dado para surfar equilibradamente o turbilhão de problemas associados ao acontecimento negativo. Por vezes, ser humano é uma tarefa árdua que nos coloca à prova. A exigência emocional de alguns acontecimentos traumáticos e angustiantes desafiam a nossa capacidade de adaptação e aceitação.</p>
<p style="text-align: justify;">A aceitação não tem a ver com baixar os braços perante os acontecimentos, ou passivamente continuar a levar a vida em frente como se nada de terrível tivesse acontecido. Nada disso. A aceitação deve ser compreendida como o encarar a realidade dos fatos, tal como eles acontecem e são impostos pela condição da vida humana. É igualmente importante  ganhar a noção que desejar uma vida completamente estável, sem mudanças e imponderáveis, sem desafios e experiências significativas, é a antítese da própria vida. Este tipo de perspetiva mina os esforços para obtenção de <a title="equilíbrio emocional" href="http://www.escolapsicologia.com/como-desenvolver-equilibrio-emocional/" target="_blank">equilíbrio emocional</a>. E, o equilíbrio emocional advém de saber experienciar o impacto das emoções de forma assertiva com a realidade do momento.</p>
<blockquote><p><strong>Dica:</strong> Para enfrentar as tempestades da vida importa aceitar as lições que retiramos da própria vida. Através deste processo, podemos aprender a estar em paz com as ondas emocionais inevitáveis causadas pelo fato de estarmos vivos.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">A vida é de extremos, por vezes é bipolar, e movida por opostos, por experiências antagónicas, permitindo-nos experimentar as delícias do amor e as amarguras do desgosto. Estamos fisiologicamente equipados para suportar as lutas e as dificuldades. Estamos igualmente emocionalmente equipados para desfrutar do amor e do sucesso. Estamos aqui para vivermos picos de alegria, e depois, por vezes, vivermos a experiência de dor. Nós estamos aqui para sentir o que é ser-se humano. Aprofundei este assunto no artigo: <a title="007 Permissão para ser humano" href="http://www.escolapsicologia.com/007-permissao-para-ser-humano/" target="_blank">007 Permissão para ser humano</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2013/02/surf.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-9844" title="surf" src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2013/02/surf.jpg" alt="surf" width="639" height="349" /></a></p>
<h3> <span style="color: #ff0000;"><strong>SER HUMANO ENVOLVE TANTO DOR COMO ALEGRIA E AMOR</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Como poderíamos saber o que é o frio se não experimentássemos o calor? Como poderíamos valorizar a alegria se não soubéssemos o que é a tristeza? O caminho que dista entre os opostos é o terreno fértil da nossa aprendizagem, e como tal, não há como fugir-lhe. Em determinado momento das nossas vidas os opostos irão fazer-se sentir e farão sentido.  Não acredito que de forma saudável consigamos deixar de nos preocupar até determinado ponto, ou que consigamos não ficar abalados pelos momentos de adversidade nas nossas vidas. O abalo, a deceção, a tristeza, a angústia são tudo formas de dor emocional , e sentir isso representa a nossa condição humana. No entanto, o que pode abrandar, diminuir e apaziguar a <a title="dor emocional" href="http://www.escolapsicologia.com/a-verdadeira-forca-esta-em-compreender-e-aceitar-a-dor-emocional/" target="_blank">dor emocional</a>, o sofrimento e a angústia, é saber que isso é uma condição da vida, e como tal, saber aceitar permite enfrentar  a natureza dos acontecimentos difíceis com paz de espírito. Com a noção de que se está a viver algo que faz parte da própria vida, e que todas as forças e recursos serão melhor aplicados na minimização dos danos causados, ou se possível no crescimento pós-traumático.</p>
<blockquote><p><strong>Dica:</strong> É importante lembrar-se de aceitar o fato de que o ser humano sente tanto a dor como a alegria e o amor.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Aceitar os abalos e a dor, nada tem a ver com gostar, mas sim com a ideia de encarar de frente a realidade dos acontecimentos, para que possa ficar numa posição mais capacitadora na procura de soluções. Abra a sua mente. Aceitar e focar-se na sua dor é igualmente sinónimo de olhar as suas dificuldades atuais por uma perspetiva positiva. Permita-se aceitar a sua situação atual. Investigue as suas dificuldades, e esforce-se para buscar o seu propósito de vida. Olhe profundamente para os acontecimentos negativos recorrentes na sua vida e de que forma emerge a sua frustração, qual a sua raiz e quanto contribui na ampliação do seu fardo. Até que a aceitação aconteça, a recorrência do <a title="sofrimento" href="http://www.escolapsicologia.com/sofrimento-sera-que-voce-se-transformou-numa-pessoa-sofredora/" target="_blank">sofrimento</a> desmedido vai continuar.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Leia:</strong> <a title="sofrimento, será que você se transformou numa pessoa sofredora?" href="http://www.escolapsicologia.com/sofrimento-sera-que-voce-se-transformou-numa-pessoa-sofredora/" target="_blank">Sofrimento, será que você se transformou numa pessoa sofredora?</a></p>
</blockquote>
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<p style="text-align: justify;">Assim que você entenda que é importante <a title="abandonar o sofrimento quando este é prejudicaial" href="http://www.escolapsicologia.com/como-abandonar-o-sofrimento-quando-este-e-prejudicial/" target="_blank">abandonar o sofrimento quando este é prejudicial</a>, uma transformação positiva toma lugar. Você vai perceber que apesar dos acontecimentos de impacto negativo continuarem a fazer disparar sentimentos negativos, estes não têm necessariamente de ser emocionalmente catastróficos. Você assume um determinado controle sobre a reação aos acontecimentos de natureza dolorosa. Você é a pessoa que decide o que sente relativamente ao que lhe acontece. E, se assim for, a sua dor emocional estará sempre enquadrada com o respetivo significado que o acontecimento tem para você. É você que decide sentir o sofrimento emocional, quando percebe que se justifica e que está ligado a um determinado significado atribuído. É um sofrimento consciente, justificado e em paz de espírito. Para aprofundar o assunto, leia: <a title="A verdadeira força está em compreender e aceitar a dor emocional" href="http://www.escolapsicologia.com/a-verdadeira-forca-esta-em-compreender-e-aceitar-a-dor-emocional/" target="_blank">A verdadeira força está em compreender e aceitar a dor emocional</a>.</p>
<blockquote><p><strong>Para refletir:</strong> Partindo da ideia descrita anteriormente, quando a pessoa aprende a surfar os abalos da vida, quando os sente, quando os enquadra e aceita, o fardo torna-se mais suportável e o coração é invadido por um forte sentimento de paz interior.</p></blockquote>
<p>Abraço</p>
<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
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		</item>
		<item>
		<title>Sofrimento: Será que você se transformou numa pessoa sofredora?</title>
		<link>http://www.escolapsicologia.com/sofrimento-sera-que-voce-se-transformou-numa-pessoa-sofredora/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Jan 2013 16:24:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia Comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[mudar pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[negatividade]]></category>
		<category><![CDATA[padrão mental de sofrimento]]></category>
		<category><![CDATA[sofrimento]]></category>
		<category><![CDATA[sofrimento crónico]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao longo da vida todos nós vamos acumulando histórias que preferíamos não nos recordar. São situações de vida que nos causaram mal estar, sofrimento, angústia, trauma, desilusão, sentimento de culpa, entre outros. Essas situação começam a acontecer em tenra idade, e dependendo da forma como olhamos para elas e como as interpretamos, podemos transformar-nos em pessoas sofredoras, [...]<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ao longo da vida todos nós vamos acumulando histórias que preferíamos não nos recordar. São situações de vida que nos causaram mal estar, sofrimento, angústia, trauma, desilusão, <a title="sentimento de culpa" href="http://www.escolapsicologia.com/como-lidar-com-o-sentimento-de-culpa/" target="_blank">sentimento de culpa</a>, entre outros. Essas situação começam a acontecer em tenra idade, e dependendo da forma como olhamos para elas e como as interpretamos, podemos transformar-nos em pessoas sofredoras, ou não. Se você se vitimiza com frequência, se olha para si mesmo com autopiedade e o seu <a title="discurso é negativista" href="http://www.escolapsicologia.com/abandone-a-negatividade-acabe-com-o-dialogo-auto-critico/" target="_blank">discurso é negativista</a>, pessimista, crítico e altamente focado no que lhe acontece de errado, pode ter desenvolvido uma estrutura mental negativa que se suporta numa visão catastrófica da sua história e igualmente dos acontecimentos ao seu redor.</p>
<blockquote><p><strong>Eu nasci no gueto.</strong></p>
<p><strong>Eu olhei a morte de frente três vezes.</strong></p>
<p><strong>Passei anos vivendo com um distúrbio alimentar.</strong></p>
<p><strong>O meu pai deixou-me quando eu era apenas uma criança.</strong></p>
<p><strong>Eu tive que ser hospitalizado por duas vezes para fazer cirurgias.</strong></p>
<p><strong>Passei a maior parte da minha vida medicado, por doenças físicas e mentais.</strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Quando algumas pessoas têm histórias idênticas ao descrito acima, a interpretação catastrófica da sua vida (ainda que com toda a legitimidade) pode conduzi-las para a frase que comprova um padrão sofredor já instalado:</p>
<blockquote><p> <strong>Porque  é que as coisas ruins sempre acontecem comigo.</strong></p></blockquote>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>PADRÃO SOFREDOR DE PENSAMENTO</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Neste padrão sofredor de pensamento a pessoa espera sempre o pior. A pessoa vai acionando padrões de medo que a levam a um estado quase permanente de preocupação e miséria, esperando a desgraça sempre ao virar da esquina. Mesmo quando as coisas começam a correr bem, a pessoa desconfia, torna-se sarcástica consigo e com os outros, acabando por profetizar a sua própria desgraça. Vai desenvolvendo um padrão de <a title="comportamento de autosabotagem" href="http://www.escolapsicologia.com/como-parar-com-o-seu-comportamento-autodestrutivo/" target="_blank">comportamento de autosabotagem</a>, mesmo quando as situações têm tudo para dar certo. A pessoa liga-se ao seu sofrimento, alimenta o seu sofrimento e não consegue viver sem sofrer. A pessoa passa a sentir-se confortável nos braços do sofrimento. Na verdade, algumas pessoas ficam tão confortáveis que resistem (mesmo que inconscientemente) a qualquer tentativa de libertar-me do seu calvário.</p>
<p style="text-align: justify;">Por vezes, numa perspetiva de fuga ilusória a pessoa atribui o seu sofrimento a tudo o que é externo a ela, ao universo, à familia, ao lugar onde nasceu, ao governo, aos professores, aos colegas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você se queixa com frequência acerca da sua vida, das coisas que lhe foram acontecendo, se conta histórias catastróficas como se a sua vida não tivesse nada de bom e nada lhe seja facilitado, pondere perceber se você se tornou numa pessoa sofredora. Se sim, ainda está a tempo de reverter a situação. Não a situação de apagar os acontecimentos menos bons, mas sim deixar de pensar que é um mártir e de que a sua vida é miserável. Tudo na vida muda e você também pode mudar algumas formas de olhar para si mesmo e para a sua história de vida. Quanto mais cedo você perceber o seu padrão mental de pensamento acerca da sua história de vida,  mais cedo pode deixar ir toda a tristeza e, finalmente, descobrir que a vida tem o seu lado positivo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Apresento nove conceitos que podem ajudá-lo a perceber o seu padrão mental de pensamento e consequentemente ficar esclarecido se você se transformou numa pessoa sofredora:</strong></span></p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>1. VOCÊ ESTÁ INCONSOLÁVEL</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Quando algo de ruim lhe acontece, você recusa-se a ser consolado e apoiado. Nada nem ninguém consegue fazê-lo sentir-se melhor. Mesmo quando claramente se verifica que não existe nada nem nenhuma situação que permita que fique chateado, magoado ou em sofrimento, você fica com o humor em baixo. Você descarta toda e qualquer possibilidade de minimizar os problemas que possa estar a enfrentar.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>2. VOCÊ ACREDITA QUE AS PESSOAS NÃO PODEM FAZER NADA PARA SE SENTIREM MELHOR</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Você tonou a dor e a tristeza sua aliada na vida, porque você acha que não tem qualquer capacidade para gerir as suas emoções. Provavelmente você não resiste à frustração e fica devastado sempre que as coisas não acontecem como deseja, o que consequentemente o coloca num estado de humor diminuindo, emergindo algum tipo de sofrimento. Este padrão emocional toma o seu lugar sempre que você julga não conseguir fazer nada para conseguir sentir-se bem. E, rapidamente conclui que tem toda a legitimidade para sentir-se mal. O comportamento consequente são horas de choro, tristeza, angústia e justificações dramáticas do sucedido.</p>
<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #ff0000;"><strong>3. VOCÊ FOCA TODA A SUA ATENÇÃO NO QUE ESTÁ ERRADO NA SUA VIDA</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Tente perceber se num dia normal você se foca nas coisas que aos seus olhos estão erradas, e nas pequenas coisas que lhe correm mal, concluindo que o dia foi um desastre. Provavelmente você desenvolveu uma capacidade extraordinária para reparar em todos os detalhes que possa associar a tristeza, angústia, mal estar, sofrimento, fracasso, ao ponto de ignorar por completo quase todos os acontecimento positivos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2013/01/sofrer.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-9500" title="sofrer" src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2013/01/sofrer.jpg" alt="sofrer" width="639" height="349" /></a></p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>4. VOCÊ TEM UMA MENTALIDADE DE VÍTIMA</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Você pode sentir que não tem as mesmas habilidades do outros, que não lhe surgem oportunidades e que os problemas vêm sempre ao seu encontro. Quando as coisas não acontecem da forma como deseja, você encontra sempre uma justificação para comprovar a &#8220;teoria&#8221; que por mais que se esforce o resultado é sempre negativo. Seja porque os outros estão em vantagem, ou ao invés, porque você não tem as capacidades, os meios ou a inteligência dos outros. Você culpa os outros e se isso não for suficiente para você se sentir mal, vira-se contra si mesmo. Você culpa a sua educação, a sua família, os seus amigos, a sua infância e tudo aquilo a que você se possa agarrar para comprovar o seu estado crónico de vítima.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>5. VOCÊ CULPABILIZA-SE</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Você culpabiliza-se por situações desastrosas que nunca poderiam ser . (1) ser culpa sua, ou, (2) não são tão desastrosas como você está fazendo parecer. Por vezes a sua vida está sem drama e sem catástrofe ou sofrimento e você procura a coisa mais pequena que seja negativa para arranjar motivos para continuar a ser uma pessoa sofredora.</p>
<h3 style="text-align: left;"><strong><span style="color: #ff0000;">6. EXISTE UM PADRÃO DE NEGATIVIDADE QUE ACONTECE NOS BONS MOMENTOS DA SUA VIDA</span></strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Por vezes algumas pessoas receiam ser bem sucedidas. No caso do sofrimento, existem pessoas que já têm o hábito de sofrer tão enraizado nos seus comportamentos e pensamentos que têm medo de perder aquilo a que mais se habituaram ao longo da vida (mesmo que o façam de uma forma subconsciente). O seu padrão de pensamento defende o apego ao sofrimento e inibe os bons resultados ou bem estar que possa ser possível.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>7.  VOCÊ PERSONALIZA A GRANDE MAIORIA DAS COISAS OU SITUAÇÕES</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Mesmo nas mais pequenas críticas construtivas ou chamadas de atenção, você torna tudo um caso pessoal. É como se sentisse que cada vez que alguém está em desacordo consigo ou não gosta de algo que você fez, você sente-se atacado ou perseguido. Ou nas situações em que não consegue atingir algo ou as coisas não vão no rumo que pretende, vira a culpa para você mesmo e para o seu passado e condições de vida pessoal.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>8. VOCÊ ACHA IMPOSSÍVEL PERDOAR A SI MESMO</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Na grande maioria das vezes que você se propõe a realizar algo e não é bem sucedido, você pune-se, e volta a culpa para si mesmo. Neste estado de revolta interna, mais uma vez assume a posição de vítima de si mesmo. Perante este cenário tudo se complica e o ciclo de negatividade vai crescendo e você vai-se tornando num sofredor profissional.</p>
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<h3 style="text-align: left;"><span style="color: #ff0000;">9. VOCÊ NÃO ENCONTRA NADA PELO QUAL SE POSSA SENTIR GRATO</span></h3>
<p style="text-align: justify;">A sua forma de olhar o mundo passou a ser tão sofredora que tanto as grandes coisas como as pequenas coisas boas que lhe vão acontecendo ou que você tem na sua vida passam-lhe despercebidas. Esta é uma questão de enorme impacto negativo, dado que o filtro da negatividade não deixa que você se sinta grato na sua vida. Esta visão nublada para o que é bom e positivo impede-o de sentir-se bem com as boas coisas que tem ou acontecem e que podiam trazer-lhe satisfação e alegria.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>NOTA FINAL</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 1em;">O que apresentei não pretende ser uma forma de diagnóstico para o sofrimento. Pretende sim descrever alguns sinais, conceitos e formas de pensamento que caracterizam a implementação de um padrão sofredor de olhar o mundo e a si mesmo. Nem todos os itens referidos têm de estar presentes para que você se considere um sofredor crónico. Fica ao seu critério perceber se algumas das situações referidas podem ajudá-lo a ficar mais consciente da forma como olha o seu sofrimento e consequentemente tomar medidas para mudar as formas de interpretação da história dos acontecimentos da sua vida. </span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para aprofundar o assunto leia:</strong> <a title="Tem um problema? Deixe de ser o seu próprio carrasco" href="http://www.escolapsicologia.com/tem-um-problema-deixe-de-ser-o-seu-proprio-carrasco/" target="_blank">Tem um problema? Deixe de ser o seu próprio carrasco</a></p>
</blockquote>
<p>Abraço</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
<a href="http://www.escolapsicologia.com/sofrimento-sera-que-voce-se-transformou-numa-pessoa-sofredora/">Sofrimento: Será que você se transformou numa pessoa sofredora?</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como parar com o seu comportamento autodestrutivo</title>
		<link>http://www.escolapsicologia.com/como-parar-com-o-seu-comportamento-autodestrutivo/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jan 2013 17:43:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia Comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[atitudes assertivas]]></category>
		<category><![CDATA[autosabotagem]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento autodestrutivo]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos saudáveis]]></category>
		<category><![CDATA[maus hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[melhorar maus hábitos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por vezes podemos ser o nosso maior inimigo. Um inimigo silencioso que se vai infiltrando de forma dissimulada, um inimigo que veste a sua pele, que se confunde consigo mesmo, que faz parte de si, que se comporta como você. Sim, você mesmo. Nem sempre os comportamentos autodestrutivos se iniciam de forma consciente, como se você [...]<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
<a href="http://www.escolapsicologia.com/como-parar-com-o-seu-comportamento-autodestrutivo/">Como parar com o seu comportamento autodestrutivo</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por vezes podemos ser o nosso maior inimigo. Um inimigo silencioso que se vai infiltrando de forma dissimulada, um inimigo que veste a sua pele, que se confunde consigo mesmo, que faz parte de si, que se comporta como você. Sim, você mesmo. Nem sempre os comportamentos autodestrutivos se iniciam de forma consciente, como se você tivesse intenção de se prejudicar. Na grande maioria das vezes os maus hábitos vão-se instituindo na calada, na sombra, no refúgio, através de um mecanismo de defesa e de fuga ao mal-estar, à mágoa, à angústia, à ansiedade, à vergonha. Os comportamentos autodestrutivos podem até ser iniciados para recuperar a autoestima, ou para esquecer e aliviar a <a title="dor emocional" href="http://www.escolapsicologia.com/a-verdadeira-forca-esta-em-compreender-e-aceitar-a-dor-emocional/" target="_blank">dor emocional</a>. Há muitas maneiras de abusarmos de nós próprios. Beber em  excesso, comer demais, fazer compras compulsivamente, ser viciado nos jogos de sorte/azar, entre outros. Qualquer atividade compulsiva que se possa ter por iniciativa própria e que prejudique de forma significativa a vida de uma pessoa, pode ser considerado de comportamento autodestrutivo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-9467" title="mudança" src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2013/01/mudanca.jpg" alt="mudança" width="640" height="350" /></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>INIMIGO DE SI MESMO</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas percebem que a sua vida está a desmoronar-se, que está a afundar-de de dia para dia, e com isso vêem a sua felicidade a ser afetatada negativamente. Muitas são as pessoas que constantemente prometem a si mesmo iniciar uma mudança de vida, mas rapidamente percebem que enfrentam um inimigo terrível, manipulador e sabotador. Esse inimigo é a própria pessoa. Essa autosabotagem manifesta-se na incapacidade de gerir e controlar os comportamentos. Por sua vez, os comportamentos assertivos são difíceis de implementar devido à incapacidade de orientar os pensamentos para o objetivo traçado. Essa dificuldade de orientação dos pensamentos é aumentada pelo incómodo das sensações desagradáveis sentidas no corpo, usualmente conhecido como <a title="ansiedade" href="http://www.escolapsicologia.com/assunto/ansiedade/" target="_blank">ansiedade</a>. O ciclo vicioso de comportamentos autodestrutivos é alimentado por um processo que ganha vida própria e que se sobrepõe à vontade consciente da pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas que recorrentemente têm comportamentos autodestrutivos e que também recorrentemente se comprometem em fazer algo para melhorar mas não conseguem ser bem sucedidas, a grande maioria fica suscetível a cair em <a title="depressão" href="http://www.escolapsicologia.com/assunto/depressao/" target="_blank">depressão</a>. Esta espiral negativa alimenta-se da dor, do fracasso, da perda, da angústia, da deceção e de todo um conjunto de <a title="sentimentos negativos" href="http://www.escolapsicologia.com/descubra-o-poder-dos-sentimentos-negativos/" target="_blank">sentimentos negativos</a> que vão sugando a capacidade da pessoa comprometer-se a parar com os seus comportamentos autodestrutivos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em seguida apresento alguns fatores chave para parar com o comportamento autodestrutivo e mudar a sua vida para melhor:</strong></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>ATITUDE ASSERTIVA PARA A MUDANÇA</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Quando os maus hábitos ficam enraizados e a pessoa toma consciência que os seus comportamentos a estão conduzindo ao abismo, fica propensa a desenvolver um sentimento de culpa, e a revoltar-se contra si mesmo, fortalecendo as razões para continuar a comportar-se de forma autodestrutiva. Esses sentimentos negativos acerca da própria pessoa geram gatilhos subconscientes que promovem o ciclo de negatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante agir de forma realista e ao mesmo tempo assertiva. A pessoa deve fazer um ponto de viragem relativamente à sua atitude, assumindo o seu <a title="passado castrador" href="http://www.escolapsicologia.com/como-fazer-as-pazes-com-o-seu-passado-castrador/" target="_blank">passado castrador</a>. A pessoa deve esforçar-se para utilizar a autocompaixão. Olhar para si mesmo como ser humano que é, suscetível ao erro e ao desvio comportamental. No entanto, no exato momento que percebe que alguns dos seus hábitos a prejudicam, deve aceitar-se até esse momento. Para que isso possa ser feito de forma responsável, deverá refletir nas circunstâncias que podem ter contribuído para chegar à situação que se encontra e igualmente nas carateristicas que possuí que possam ter promovido os maus hábitos. O passo seguinte é aceitar o prejuízo, ou seja, aceitar a si mesmo sem punições. Para isso deverá fazer as pazes consigo mesmo, enquadrando as razões que a levaram a seguir o caminho que conduziu aos comportamentos autodestrutivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Aceite-se a si mesmo tal como é. A vida é dura e nós não nascemos com um manual de instruções sobre como conduzir a vida. Em vez disso, temos de aprender a viver assertivamente como o passar do tempo. Não há maneira de evitar cometer alguns erros ao longo do caminho. Às vezes, esses erros entranham-se no nosso ser e tornam-se uma parte de nós. Acontece.</p>
<p style="text-align: justify;">O antídoto para a autodestruição é o amor próprio e a autoaceitação. Parece não fazer muito sentido, não é? A maioria das pessoas não percebem isso, e tentam combater o autoabuso, direcionando o seu ímpeto para mais comportamentos  de autorejeição. Não. Você não pode construir uma vida melhor para si mesmo baseado na negatividade.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>ASSUMA A RESPONSABILIDADE DAS SUAS AÇÕES</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Reconheça que os seus hábitos autodestrutivos são o resultado das suas decisões e ações no passado. Saiba que você pode criar novos hábitos capacitadores da mesma maneira e tomar uma decisão consciente. Desta forma, você vai deixar de ser uma vítima indefesa e tornar-se um líder de si mesmo. Quando você parar de se sentir impotente, e começar a tomar conta da sua vida, você não precisa mais de recorrer a um comportamento destrutivo. Sim, você pode mudar a sua atitude com base no seu próprio poder para regular e orientar os seus próprios comportamentos. No final tudo depende da sua decisão. Obviamente que pode não ser uma tarefa fácil assumir a sua vida nas suas próprias mãos. Sobretudo porque esta ideia pode tomar duas vias:</p>
<ol>
<li>Você pode assumir que a responsabilidade de mudar é sua, e ao não conseguir ser tenaz o suficiente, pode fracassar, o que pode vir a piorar a situação</li>
<li>Você pode assumir que a responsabilidade de mudar é sua, e sentir uma enorme esperança e confiança para levar a cabo ações que o encaminhem para os seus resultados desejados</li>
</ol>
<div>A decisão está do seu lado. Decida de forma a que saia beneficiado.</div>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>PROCURE SUPORTE E INFORMAÇÃO</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que você decida impulsionar-se para a frente e tenha uma <a title="atitude positiva" href="http://www.escolapsicologia.com/5-passos-para-conseguir-uma-atitude-positiva-na-vida/" target="_blank">atitude positiva</a>, apenas isso pode não ser suficiente para ser bem sucedido. Tentar <a title="mudar os maus hábitos" href="http://www.escolapsicologia.com/capacite-se-e-lidere-se-para-mudar-os-maus-habitos/" target="_blank">mudar os maus hábitos</a> apenas pela sua força de vontade é uma estratégia redutora. É importante que você aprenda sobre os seus problemas, as suas causas e as formas de resolvê-los. Felizmente, na atualidade obter conhecimento não é um problema. A Internet está cheia de conselhos detalhados escritos por pessoas que conseguiram o que você está se esforçando para alcançar.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>LIDAR COM AS CAUSAS DOS SEUS MAUS HÁBITOS</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Como afirmei anteriormente,  o comportamento autodestrutivo é geralmente uma forma de fuga. Observe a sua vida, do que você está fugindo? Quais são os problemas que você não consegue lidar? O que lhe provoca mal-estar? Do que você tem medo? Talvez você esteja numa relação doentia e não sabe o que fazer para mudar, ou você sabe, mas o seu parceiro não está cooperando com você. Talvez você não esteja a conseguir lidar com todas as exigências da sua vida. Talvez você tenha sido magoado tantas vezes que ficou &#8220;preso&#8221; no modo de sobrevivência.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes são apenas alguns exemplos. O que quer que as raízes do seu comportamento autodestrutivo possam ser, identificar e lidar com elas é a forma assertiva para recuperar dos seus maus hábitos e impulsionar a sua vida para a frente. Tente falar sobre isso com os seus amigos de confiança. No caso de você não ser capaz de estruturar uma estratégia ou um caminho para a sua recuperação, não hesite em consultar um profissional. Não é vergonhoso querer melhorar a sua situação. Certamente reconhece valor à sua vida e a si mesmo, não seja orgulhoso demais para procurar ajuda.</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="post-banners-buttons"><span><a href="http://www.escolapsicologia.com/como-mudar-a-sua-vida-para-melhor/" title="Ebook &#8211; Como Mudar Sua Vida para Melhor"><img src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2012/11/Banner-Ebook.png" alt="Ebook &#8211; Como Mudar Sua Vida para Melhor"></a></span></div></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>NÃO SE SINTA INCAPAZ</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Não diga a si mesmo que você não consegue diminuir nas coisas que você está tentando evitar (TV, cigarros, comer junk food). Isso só vai fazer com que você se sinta incapaz, que por sua vez vai promover os maus hábitos numa tentativa de compensação de uma baixa autoestima. Em vez disso, pense sobre o impacto negativo que essas coisas tinham na sua vida no passado e diga para si mesmo:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong> &#8220;Eu posso ter comportamentos autodestrutivos, mas eu escolho não ter&#8221;.</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma afirmação muito eficaz, que pode ajudá-lo a resistir à tentação em muitas ocasiões de fraqueza. Mesmo que você possa sentir algum incómodo físico (ansiedade) não interprete isso como catastrófico. Tente encontrar comportamentos alternativos mas saudáveis em que possa ter um retorno positivo.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>SUBSTITUA OS MAUS HÁBITOS POR HÁBITOS SAUDÁVEIS</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas caiem na asneira de compensarem a paragem de um mau hábito implementado um outro que também é prejudicial. Algumas pessoas que deixaram de fumar, como forma de compensação passaram a comer em excesso. Certamente esta não é uma substituição benéfica. Algumas pessoas têm comportamentos autodestrutivos como uma maneira de &#8220;lidar&#8221; com as dificuldades na sua vida, o que piora os problemas que a pessoa já enfrentava. Se você se livrou de um mau hábito apenas para substituí-lo por outro, você não fez nada. Em vez disso, trabalhe afincadamente para substituir os seus hábitos destrutivos por hábitos construtivos. Mantenha-se firme  nos recuos e apoie-se a si mesmo nas dificuldades. Mudar um mau hábito com sucesso está fortemente relacionando com a sua intenção consciente de criar o hábito de ser persistente, combativo e assertivo nas suas escolhas.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>COMPLEMENTO</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Se você percebe que a sua vida tem vindo a ser afetada negativamente por um conjunto de comportamentos autodestrutivos que se foram instalando e pretende eliminá-los, pondere ler os seguinte artigos:</p>
<ul>
<li><a title="capacite-se e lidere-se para mudar os seus maus hábitos" href="http://www.escolapsicologia.com/capacite-se-e-lidere-se-para-mudar-os-maus-habitos/" target="_blank">Capacite-se e lidere-se para mudar os seus maus hábitos</a></li>
<li><a title="Superar os maus hábitos desafiando o diálogo autocrítico" href="http://www.escolapsicologia.com/superar-os-maus-habitos-desafiando-o-dialogo-interno-autocritico/" target="_blank">Superar os maus hábitos desafiando o diálogo interno autocrítico</a></li>
<li><a title="Os seus hábitos paralisam ou potenciam a sua vida?" href="http://www.escolapsicologia.com/os-seus-habitos-paralisam-ou-potenciam-a-sua-vida/" target="_blank">O seus hábitos paralisam ou potenciam a sua vida?</a></li>
</ul>
<p>Abraço</p>
<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
<a href="http://www.escolapsicologia.com/como-parar-com-o-seu-comportamento-autodestrutivo/">Como parar com o seu comportamento autodestrutivo</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Superar os maus hábitos desafiando o diálogo interno autocrítico</title>
		<link>http://www.escolapsicologia.com/superar-os-maus-habitos-desafiando-o-dialogo-interno-autocritico/</link>
		<comments>http://www.escolapsicologia.com/superar-os-maus-habitos-desafiando-o-dialogo-interno-autocritico/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2012 15:20:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia Comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo interno]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo interno autocrítico]]></category>
		<category><![CDATA[discurso interno]]></category>
		<category><![CDATA[maus hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos positivos]]></category>
		<category><![CDATA[voz interna crítica]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao longo da vida todos nós vamos repetindo determinados comportamentos que cumprem objetivos traçados por nós, estejamos cientes ou não desse processo. Ao conjunto de comportamentos que temos e que ativamos de forma automática, sem a necessidade de pensar de forma elaborada, chamamos de hábitos. Ao longo desse processo as nossas ações são guiadas pela [...]<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
<a href="http://www.escolapsicologia.com/superar-os-maus-habitos-desafiando-o-dialogo-interno-autocritico/">Superar os maus hábitos desafiando o diálogo interno autocrítico</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ao longo da vida todos nós vamos repetindo determinados comportamentos que cumprem objetivos traçados por nós, estejamos cientes ou não desse processo. Ao conjunto de comportamentos que temos e que ativamos de forma automática, sem a necessidade de pensar de forma elaborada, chamamos de hábitos. Ao longo desse processo as nossas ações são guiadas pela necessidade de obtermos recompensas/reforço ou evitarmos punições/mal-estar. A forma de obtermos reforço positivo dos nossos comportamentos ou evitarmos a punição (reforço negativo) nem sempre nos conduz a hábitos saudáveis. E, também podemos considerar o nosso padrão de pensamento como um hábito. Se vamos instituindo uma forma depreciativa de pensar acerca de nós, podemos dizer que implementámos pela força da repetição um padrão negativo de pensamento, ao que podemos chamar um mau hábito de pensar negativamente acerca de nós mesmos. O que suporta esse pensamento negativo acerca de nós mesmos é o nosso diálogo interno autocrítico.</p>
<h2><span style="color: #ff0000;"><strong>DIÁLOGO INTERNO AUTOCRÍTICO UMA VIA PARA OS MAUS HÁBITOS</strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;">Na grande maioria da vezes este diálogo interno autocrítico começa a dar os seus primeiros passos em tenra idade. Sim, algumas crianças têm pensamentos depreciativos acerca delas mesmas, talvez mais do que possamos imaginar. Apesar de que todos nós gostaríamos de pensar a infância como um tempo em que estamos alegremente livres de autoconsciência e autodepreciação, na grande maioria das vezes isso não é o que se verifica. Pergunte a qualquer criança se ele ou ela tem maus pensamentos sobre si mesmo e, eu garanto, você vai ficar chocado ao ouvir a resposta.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Eu sou tão feio, o meu cabelo me faz feio. É tão espetado e  grande.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Eu estou com medo que eu não consiga acertar as respostas no teste da escola. Eu não sou bom o suficiente. Eu não sou tão inteligente como as outras crianças.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Certamente é muito perturbador ouvir os nossos filhos proferirem tais declarações cruéis para com eles mesmos. Não podemos deixar de refletir em algumas razões que podem conduzir a esse tipo de autoapreciação negativa. Provavelmente ouvem de nós adultos algumas palavras que os depreciam, assim como também aprenderam o exemplo dos adultos a autodepreciarem-se. É um duplo ensinamento negativo que conduz a criança a um padrão negativo de pensamento acerca de si mesmo, que depois se propaga até à idade adulta. É doloroso reconhecer como podemos estar alheios à nossa própria atitude autocrítica. E o nosso <a title="diálogo interno autocrítico" href="http://www.escolapsicologia.com/capacite-se-e-desafie-o-seu-dialogo-interno-autocritico/" target="_blank">diálogo interno autocrítico</a> pode ser especialmente cruel quando se trata de estabelecemos metas para nós mesmos, hábitos que queremos quebrar, ou formas de comportamento que queremos mudar.</p>
<p style="text-align: justify;">A autodepreciação é um diminuidor comum, afeta negativamente toda a estrutura do nosso ser. Todos os conceitos que temos acerca de nós e das nossas capacidades e habilidades sofrem um impacto negativo. A <a title="autoconfiança" href="http://www.escolapsicologia.com/melhore-a-sua-auto-confianca-em-3-passos/" target="_blank">autoconfiança</a>, autoestima, resiliência, noção de autoeficácia entram numa espiral negativa descendente, conduzindo-nos a um pântano viscoso. A nossa mobilidade mental fica reduzida, julgamos realmente que estamos incapacitados e vitimizamo-nos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">A Autoconfiança é o combustível para o Sucesso. O sucesso está fortemente relacionado com a capacidade que se tem para dirigir os pensamentos para o que pode aumentar as probabilidades de eficácia. O que dirige os pensamentos somos nós mesmos através do nosso diálogo interno.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><div class="post-banners-buttons"><span><a href="http://www.escolapsicologia.com/como-mudar-a-sua-vida-para-melhor/" title="Ebook &#8211; Como Mudar Sua Vida para Melhor"><img src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2012/11/Banner-Ebook.png" alt="Ebook &#8211; Como Mudar Sua Vida para Melhor"></a></span></div></p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>MAUS HÁBITOS COMO RECOMPENSA OU EVITAMENTO DE INCÓMODO</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Alguns de nós numa tentativa de ultrapassar o incómodo de alguns pensamentos e sentimentos negativos acerca de nós mesmos, enveredamos por comportamentos pouco saudáveis, e por vezes até destrutivos. Vamos pouco a pouco nesses comportamentos indesejáveis procurar algum alívio e refúgio para o nosso estado de ser deprimido e diminuído. É um escape, é uma tentativa de buscar conforto e reforço ou evitar a exposição e a não aceitação ou vergonha. É uma substituição da recompensa que não se consegue obter através do reconhecimento de valor próprio. Estes comportamentos desviantes ou maus hábitos podem ir de pequenos incómodos, como por exemplo impulso para compras, fumar, comer em excesso, descuido com a imagem, mentiras, levantar tarde, adiar o trabalho, respostas impulsivas, chantagem emocional, arrogância, evitamento social ou comportamentos destrutivos como o vício pernicioso do álcool, jogo, sexo, drogas, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando um mau hábito evolui e se torna num vício, tudo se torna mais difícil. A voz interna passou a ser uma intrincada teia de desculpas, de movimentos para o lado, de recuos, de subterfúgios em que o objetivo máximo passa a ser alimentar o vício. A pessoa engana-se e engana no sentido de alinhar os seus comportamentos ao serviço do vício. Evidentemente que existem vícios altamente destrutivos e outros que apenas nos causam incómodos e dificuldades na vida. Uns destroem, outros impõem-se como um obstáculo ao bom desenvolvimento da vida. No entanto, na sua base está um diálogo interno autocrítico, que foi evoluindo, afastando a pessoa dos comportamentos adequados à obtenção de alguns dos seus objetivos. Para aprofundar o assunto, leia: <a title="Como superar um vício? " href="http://www.escolapsicologia.com/como-superar-um-vicio/" target="_blank">Como superar um vício?</a></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-8905" title="mau hábito" src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2012/11/mau-habito.jpg" alt="mau hábito" width="629" height="349" /></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>REFLETIR SOBRE OS MAUS HÁBITOS</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Se você se encontra num momento da sua vida em que a sua <a title="negatividade" href="http://www.escolapsicologia.com/abandone-a-negatividade-acabe-com-o-dialogo-auto-critico/" target="_blank">negatividade</a> tem vindo a aumentar, é importante que possa tomar algum do seu tempo para refletir sobre o assunto. Pondere algumas das razões que possam estar na base da criação do seu padrão negativo de pensamento e consequentemente na implementação de alguns dos seus <a title="maus hábitos" href="http://www.escolapsicologia.com/capacite-se-e-lidere-se-para-mudar-os-maus-habitos/" target="_blank">maus hábitos</a>. Ao fazer isso, abraça a oportunidade de se diferenciar e desapegar de influências negativas do seu próprio passado e da sua infância e viver livre de limitações ilusórias.</p>
<p style="text-align: justify;">Você tem em si mesmo a capacidade para <a title="liderar-se e mudar os seus maus hábitos" href="http://www.escolapsicologia.com/capacite-se-e-lidere-se-para-mudar-os-maus-habitos/" target="_blank">liderar-se e mudar os seus maus hábitos</a>. Sejam hábitos comportamentais ou hábitos mentais. Você pode abandonar os seus <a title="comportamentos indesejados" href="http://www.escolapsicologia.com/entenda-os-seus-comportamentos-nao-desejados/" target="_blank">comportamentos indesejados</a> e <a title="implementar o pensamento positivo na sua vida." href="http://www.escolapsicologia.com/como-implementar-o-pensamento-positivo-na-sua-vida/" target="_blank">implementar o pensamento positivo na sua vida</a>.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>PASSO 1: IDENTIFICAR O DIÁLOGO INTERNO AUTOCRÍTIC</strong>O</span></h3>
<p style="text-align: justify;">No artigo, <a title="7 maneiras de identificar o seu diálogo autocrítico" href="http://www.escolapsicologia.com/maneiras-de-identificar-o-seu-dialogo-autocritico/" target="_blank">7 Maneiras de identificar o seu diálogo autocrítico</a>, apresentei sete características comuns que podemos ter quando accionamos o diálogo interno autocrítico irracional.  Esse discurso silencioso que vamos tendo é geralmente percecionado como um processo de pensamento que impiedosamente nos coloca para baixo e sabota os nossos resultados. Por exemplo, uma pessoa que está tentando <a title="perder peso" href="http://www.escolapsicologia.com/perder-peso-mude-a-forma-como-se-relaciona-com-a-comida/">perder peso</a> pode ouvir ataques como: &#8220;<em>Você é tão gordo. Você nunca vai perder peso. Você deve simplesmente desistir</em>.&#8221; Uma pessoa que tenta construir a coragem de pedir a alguém para sair num encontro a dois, pode ouvir vozes, como: &#8220;<em>Você é um perdedor Ele/Ela nunca sairia com você. Você irá apenas envergonhar-se</em>. &#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">O diálogo interno autocrítico irracional é bastante prevalente na vida das pessoas. A maioria das pessoas que eu tenho vindo a ter em consulta tradicional ou nas <a title="consultas de psicologia online" href="http://www.escolapsicologia.com/sessoes-online/" target="_blank">consultas de psicologia online</a>, quando familiarizadas com o conceito da voz interior foram capazes de identificar o quanto interfere com algumas áreas específicas das suas vidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A fim de superar alguns dos maus hábitos (comportamentais e mentais), é essencial que você identifique a sua voz autocrítica que os suporta e alimenta:</strong></p>
<ul>
<li>Em que situações é que surgem as vozes?</li>
<li>Que ações alimentam essas vozes?</li>
<li>O que a sua voz diz  sobre você mesmo?</li>
<li>Sobre os seus relacionamentos?</li>
<li>Sobre os seus filhos?</li>
<li>Sobre o seu trabalho?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Será que a sua voz silenciosa autocrítica apresenta um tom irritado, atacando-o diretamente? Como por exemplo: &#8220;<em>Você não é como as outras pessoas. Você não é atraente. Você é estúpido. Ninguém nunca vai realmente importar-se com você.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Ou ao invés a sua voz é suave e autocalmante, enviando-lhe mensagens enganadoras: &#8220;<em>Não se preocupe, você está bem sozinho. Veja? Você não precisa ajuda de ninguém. Pegue esse segundo pedaço de bolo, você merece. Mais uma bebida vai fazer você  sentir-se muito melhor</em>.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A voz pode ser brutal e óbvia, mas também pode ser enganadora e difícil de reconhecer, como incitando-o a agir contra os seus objetivos. Mas quando você segue essa voz (a voz criada por si mesmo de forma subconsciente), então, você pune as suas próprias ações que a sua voz silenciosa o incentivou a fazer. É paradoxalmente destruidor. Você desenvolveu uma voz que o incentiva a não fazer determinadas coisas, ou que julga não ser capaz, e depois ao seguir essa indicação essa mesma voz deprecia-o, deitando-o ainda mais abaixo, confirmando as suas suspeitas de incapacidade. Ou ao invés, essa voz pode conduzi-lo para <a title="comportamentos desajustados" href="http://www.escolapsicologia.com/entenda-os-seus-comportamentos-nao-desejados/" target="_blank">comportamentos desajustados</a> e prejudiciais, que o afastam do seu objetivo, e que posteriormente o critica por ter feito o que não devia. Essa voz é uma faca de dois gumes, em que os dois gumes são cortantes. E em que os dois gumes são você mesmo. Uma vez a voz cortante, outra vez o &#8220;alvo&#8221; dessa mesma voz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pense sobre as situações que fazem disparar a sua voz crítica:</strong></p>
<ul>
<li>Quais são as coisas específicas que essa voz diz nesses momentos?</li>
<li>Que resultado negativo é que esses pensamentos parecem desejar?</li>
<li>Essa voz está de acordo com aquilo que você quer e pretende alcançar?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Quando você identifica essa voz, é útil anotar as indicações sugeridas por ela. Escreva-as na primeira pessoa, como &#8220;Eu&#8221;. Por exemplo, você pode ter pensamentos como: &#8220;<em>Eu nunca vou conseguir essa promoção. Ele/ela vai-me deixar. Eu sou uma péssima mãe/pai</em>.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Depois, tente perceber que tipo de distorção do pensamento pode estar associado à negatividade dessas declarações. Para ter acesso às distorções do pensamento mais comuns, leia: <a title="Distorções do pensamento, saiba porque causam problemas e como as mudar" href="http://www.escolapsicologia.com/distorcoes-do-pensamento-saiba-porque-causam-problemas-e-como-as-mudar/" target="_blank">Distorções do pensamento, saiba porque causam problemas e como as mudar</a>. Este exercício vai ajudá-lo a entender o verdadeiro impacto negativo da sua voz interna crítica. É como um inimigo sádico, e você pode parar esses ataques com afirmações verdadeiras sobre quem você realmente é.</p>
<h3><img class="alignnone size-full wp-image-8893" title="dialogo interno" src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2012/11/dialogo_interno.jpg" alt="dialogo interno" width="630" height="350" /></h3>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>PASSO 2: REDIRECIONAR O DIÁLOGO INTERNO AUTOCRÍTICO</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Depois de identificar a sua voz interior crítica , você ficará numa posição mais favorável para redirecioná-la de forma positiva e construtiva. Ao descobrir que <a title="distorções do pensamento" href="http://www.escolapsicologia.com/distorcoes-do-pensamento-saiba-porque-causam-problemas-e-como-as-mudar/" target="_blank">distorções do pensamento</a> podem estar a promover a sua <a title="voz interior crítica" href="http://www.escolapsicologia.com/maneiras-de-identificar-o-seu-dialogo-autocritico/" target="_blank">voz interior crítica</a>, certamente irá construir um novo ponto de vista, agora mais realista e compassivo. O que se pretende é que você consiga <a title="reestruturar o pensamento" href="http://www.escolapsicologia.com/reestruturacao-do-pensamento-faca-perguntas-capacitadoras/" target="_blank">reestruturar o pensamento</a> para pensamentos mais capacitadores. Por exemplo, você pode responder às afirmações acima exemplificadas, escrevendo coisas como: &#8220;<em>Eu posso cometer erros de vez em quando, mas estou trabalhando duro e fazendo um bom trabalho. Eu não sou perfeito, mas eu preocupo-me com o meu relacionamento, e eu posso fazer melhor. Eu tenho um monte de qualidades positivas, como mãe/pai, e eu posso trabalhar para mudar em mim alguns comportamento que eu não gosto</em>.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A intenção deste exercício não é para passar a ser uma outra pessoa ou para aumentar o seu ego. Em vez disso, pretende-se que você adote uma atitude mais realista e que isso permita separá-lo das atitudes e pensamentos distorcidos que o seu diálogo interior autocrítico teima em emitir. Expliquei este assunto de forma mais aprofundada no artigo: <a title="Capacite-se e desafie o seu diálogo interno autocrítico" href="http://www.escolapsicologia.com/capacite-se-e-desafie-o-seu-dialogo-interno-autocritico/" target="_blank">Capacite-se e desafie o seu diálogo interno autocrítico</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A forma mais poderosa para combater a sua voz interior crítica é com as suas ações. Sendo que na grande maioria das vezes o seu diálogo interno crítico restringe o seu campo de ação, faz com que você evite aquilo que supostamente julga não ser capaz de realizar. A forma de ultrapassar essa paralisia provocado por alguns dos seus medos ilusórios é passar à ação. E a forma de passar à ação é através de um <a title="redirecionamento dos seus pensamentos negativos para pensamentos positivos" href="http://www.escolapsicologia.com/como-mudar-pensamentos-negativos-para-pensamentos-positivos/" target="_blank">redirecionamento dos seus pensamentos negativos para pensamento positivos</a>. Para <a title="pensamentos capacitadores" href="http://www.escolapsicologia.com/8-regras-para-criar-pensamentos-capacitadores/" target="_blank">pensamentos capacitadores</a> que orientem as ações em direção aos seus objetivos pretendidos. Depois de reorientar o seu diálogo interno, desta vez, com palavras de apreciação e de suporte a você mesmo, avance para as ações correspondentes. Por cada vez que conseguir detetar o seu <a title="diálogo interno crítico" href="http://www.escolapsicologia.com/abandone-a-negatividade-acabe-com-o-dialogo-auto-critico/" target="_blank">diálogo interno crítico</a> e correspondentes distorções do pensamento, e reorientar tudo isso para um diálogo construtivo, o seu velho hábito mental autodepreciativo vai perdendo a força. E, consequentemente o novo hábito, mais positivo, otimista, assertivo e realista vai ganhando o seu lugar.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dica:</strong> A técnica eficaz é não dar &#8220;ouvidos&#8221; ao seu diálogo interno autocrítico e ao mesmo tempo criar um novo guião de afirmações, ideias e pensamentos mais construtivos, capacitadores e alinhados com os novos hábitos saudáveis que pretende implementar.</p>
</blockquote>
<p>Abraço</p>
<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
<a href="http://www.escolapsicologia.com/superar-os-maus-habitos-desafiando-o-dialogo-interno-autocritico/">Superar os maus hábitos desafiando o diálogo interno autocrítico</a></p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como fazer as pazes com o seu passado castrador</title>
		<link>http://www.escolapsicologia.com/como-fazer-as-pazes-com-o-seu-passado-castrador/</link>
		<comments>http://www.escolapsicologia.com/como-fazer-as-pazes-com-o-seu-passado-castrador/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2012 15:32:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia Comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[deixar ir o passado]]></category>
		<category><![CDATA[libertar-se do passado]]></category>
		<category><![CDATA[pazes com o passado]]></category>
		<category><![CDATA[superação]]></category>
		<category><![CDATA[superar o passado]]></category>
		<category><![CDATA[viver a vida]]></category>
		<category><![CDATA[viver o presente]]></category>

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		<description><![CDATA[O passado faz parte das nossas vidas. O passado vive em nós. Por vezes o passado pode ter sido tão incisivo que nos deixa marcas carregadas de negatividade. Se pouco a pouco transformamos essa negatividade numa cruz que carregamos diariamente, o peso da cruz pode ser tal que nos inferniza a vida.  Todos podemos recordar [...]<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
<a href="http://www.escolapsicologia.com/como-fazer-as-pazes-com-o-seu-passado-castrador/">Como fazer as pazes com o seu passado castrador</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O passado faz parte das nossas vidas. O passado vive em nós. Por vezes o passado pode ter sido tão incisivo que nos deixa marcas carregadas de negatividade. Se pouco a pouco transformamos essa negatividade numa cruz que carregamos diariamente, o peso da cruz pode ser tal que nos inferniza a vida.  Todos podemos recordar momentos das nossas vidas que consideramos como terríveis. Mas, se esses acontecimentos na atualidade afetam a sua vida de forma a empobrecê-la do ponto de vista emocional, esses acontecimentos não foram apenas terríveis no passado, eles continuam dia após dia a abrir feridas. Certamente alguns desses acontecimentos foram duros, exigiram de si, fizeram-no sofrer, foram injustos, afastaram-no do caminho que pretendia realizar. Talvez você tenha ficado ressentido e isso se verifique na sua forma de pensar, na sua atitude e comportamentos, não só consigo mesmo, mas também com os outros. Eventualmente você sente a sua vida a fugir-lhe entre os dedos, e até pode ter desejado ser de uma outra forma. Mas apesar de todos os esforços, o passado aparece-lhe tal &#8220;fantasma&#8221; e atormenta-lhe a vida. Conseguir <a title="superar o passado" href="http://www.escolapsicologia.com/superar-o-passado-torne-se-mais-do-que-aquilo-que-voce-era/" target="_blank">superar o passado</a> castrador pode trazer à sua vida algo de muito bom, tal como tem acontecido a pessoas que conseguem elevar-se acima dos seus acontecimentos traumáticos e retiram valor para as suas vidas. Em <a title="psicologia" href="http://www.escolapsicologia.com/" target="_blank">psicologia</a> apelidamos esse fenómeno de <em>crescimento pós-traumático</em>.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>PRESO NO PASSADO</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Em algumas tentativas desesperadas de ultrapassar o seu passado, pode até ter enveredado por comportamentos menos próprios e institui alguns <a title="maus hábitos" href="http://www.escolapsicologia.com/capacite-se-e-lidere-se-para-mudar-os-maus-habitos/" target="_blank">maus hábitos</a> na sua vida. Tem consciência disso, mas acabou por aceitá-los e convive agora com eles. Afeiçoou-se, assumiu-os como seus,  fazendo agora parte de si. É como a célebre frase: &#8220;<em>Se não consegues vencê-los junta-te a eles</em>&#8220;. Assim parece acontecer com o nosso passado, com os caminhos que vamos percorrendo e que nos empurram para um trilho de insatisfação. Sabemos que estamos no lado errado da margem, mas como não encontramos forma de atravessarmos para o outro lado, vamos levando a vida olhando para o lado desejado. Nós estamos do lado errado e vamos contemplando o lado em que desejaríamos estar. É como uma tortura permanente. É como estar a viver no passado olhando para o presente. Vivemos a vida que julgamos ter de viver, olhando para aquela que gostaríamos de estar a viver. Este cenário tem tudo de destruidor, de gerador de infelicidade.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Lamentar uma dor passada, no presente, é criar outra dor e sofrer novamente.&#8221; <strong>- William Shakespeare</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Não quero com esta descrição transmitir a ideia que não é possível deixarmos o passado onde ele pertence, no passado. Os acontecimentos negativos passados vivem em nós como memórias que deixaram uma tatuagem emocional de grande impacto, que nos empurram para a outra margem. Ou melhor, nós criamos a &#8220;ilusão&#8221; que os acontecimentos passados nos empurram para a outra margem. Mas, na verdade o que nos retira do caminho desejado são todas as alterações que fomos fazendo na nossa forma de pensar, sentir e agir. À luz do passado fomos instituindo crenças limitadoras que moldaram de forma negativa a nossa forma de ser.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Não hipoteque os seus sonhos e a si mesmo ficando preso no passado castrador. Você é tudo quanto você têm.&#8221;</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Aceitar o passado é benéfico, mas aceitar passivamente o quão os acontecimentos passados nos alteraram negativamente, aceitar os <a title="comportamentos indesejados" href="http://www.escolapsicologia.com/entenda-os-seus-comportamentos-nao-desejados/" target="_blank">comportamentos indesejados</a> que nos &#8220;forçou&#8221; a adotarmos, isso não, isso é destruidor. Devemos aceitar as consequências que os acontecimentos passados tiveram, mas cuidadosamente analisar o impacto que podem ter tido em nós, e o quanto o ressentimento, angústia e <a title="deceção" href="http://www.escolapsicologia.com/como-lidar-com-a-decepcao/" target="_blank">deceção</a> gerada nos afeta a forma como enfrentamos atualmente a vida. O quão a forma como agimos à luz dos acontecimentos negativos passados nos prejudica a vida presente e futura.</p>
<blockquote><p><strong>A reter: </strong>Abraçar o seu passado, mesmo que seja um passado muito castrador, é um dos maiores presentes que você pode dar a si mesmo.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que acontece quando você fica preso na lamentação, vitimização, vergonha e outros sentimentos negativos?</strong> Isso tem um enorme impacto negativo na sua vida atual, promove a infelicidade e impede que você siga em frente. O passado castrador é como uma sombra escura e deprimente, acinzentando tudo o que você faz, sente e diz. É importante abraçar este tempo escuro da sua vida e até mesmo perceber que pode ter sido um trampolim para a pessoa que você se irá tornar, mas apenas se for capaz de aprender com ele, seguir em frente e concentrar-se no que é importante: <em>o presente e o futuro e a ideia que você tem daquilo que quer vir a tornar-se</em>.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>A reter:</strong> Não deixe que as suas falhas, angústias, incertezas, medos, pensamentos e sentimentos negativos oriundos do passado se transformem no seu carrasco. Não deixe que isso determine as suas ações e muito menos quem você é. Você tem de decidir os seus objetivos e o que pretende ser, por você mesmo. Pelo seu estado de ser mais elevado, positivo, otimista e esperançoso.</p>
</blockquote>
<h3 style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-8783" title="ponte " src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2012/11/ponte-para-passado.jpg" alt="ponte" width="629" height="349" /></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>ACEITE E FAÇA AS PAZES COM O PASSADO</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Aceite o seu passado, faça as pazes com o seu passado. Isso promove a superação dos acontecimentos castradores. No entanto, perceba que o condicionamento que o seu passado pode ter feito na sua vida e na sua forma de olhar o mundo, empurrou-o para a margem do rio que você não quer estar. É preciso monitorizar que efeitos pejorativos isso tem vindo a ter na pessoa que você é hoje, e o que pode fazer para <a title="mudar para melhor" href="http://www.escolapsicologia.com/como-mudar-a-sua-vida-para-melhor/" target="_blank">mudar para melhor</a>. O que pode fazer no que diz respeito à aprendizagem de novos comportamentos, atitudes e formas de pensar para <a title="libertar-se das angústias do passado" href="http://www.escolapsicologia.com/como-libertar-se-das-angustias-do-passado/" target="_blank">libertar-se das angústias do passado</a>?</p>
<p><strong>Então, como pode você ver o lado positivo na escuridão do seu passado? Como pode você fazer as pazes com o seu passado castrador e potenciar a sua vida?</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Lembre-se que você estava num lugar diferente na sua vida. </strong> Nesse momento difícil as circunstâncias eram diferentes do que são agora. Podem estar no momento atual a gerar-lhe arrependimento, ou angústia ou algum tipo de reatividade negativa. Se você está arrependido e sente remorsos ou sentimento de culpa, perceba que você teve os seus motivos para agir da maneira que causou o problema. Talvez o seu comportamento tenha permitido aguentar uma determinada situação. Talvez você agisse por segurança ou por medo. Ou talvez você não tivesse atingido um estado de desenvolvimento e conhecimento que lhe permitisse agir satisfatoriamente. O que importa perceber hoje, é que a situação não pode ser comparada com a maneira como você pensa, sente e age na atualidade. Olhe o seus erros passados de forma a retirar algo que lhe sirva para seguir em frente sem cometer os mesmo erros. Se foi um acontecimento que esteve fora do seu controle, mas que o perturba, alterou a sua rotina ou forma de estar na vida, entenda que nada lhe serve indignar-se com a situação. É você que sofre com os sentimentos negativos daí advindos e certamente não o capacitam em nada.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Veja o seu passado como um portal que o conduziu para o lugar que você está agora. </strong>Talvez você esteja numa relação mais saudável. Talvez você já tenha superado as suas lutas com a redução de peso e ter um relacionamento saudável com seu corpo agora. Talvez você tenha encontrado a carreira dos seus sonhos ou, talvez, você só tenha crescido como pessoa. Se a apreciação que faz do estado em que se encontra é de sofrimento, então importa ter esse sentimento como ponto de partida e perceber que existe a possibilidade de olhar o seu passado por outra perspetiva. Olhe o passado pela perspetiva positiva. Olhe o seu passado menos bom como uma possibilidade de elevar-se acima dos acontecimentos que o fizeram e continuam a fazer sofrer. Você tem agora possibilidade de olhar para si como um agente do seu futuro. Como uma pessoa que pode perceber o quanto o seu passado o tem afetado e decidir não deixar que isso se perpetue. Você tem a possibilidade de <a title="lidar com a deceção" href="http://www.escolapsicologia.com/como-lidar-com-a-decepcao/" target="_blank">lidar com a deceção</a> do seu passado, desapegar-se dele, aproveitar o que pode vir a servir-lhe e inibir o que o prejudica.  Comemore esse fato.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Use-o para o bem.</strong> Verifique se a sua experiência pode ser uma mais valia para outras pessoas que possam esteja a sofrer com algo idêntico à sua experiência passada. O que você pode fazer para usar o seu passado para criar uma mudança duradoura na vida de outras pessoas? Como você pode usar as lições que aprendeu para ajudar outras pessoas na mesma situação? Dê aos seus acontecimentos difíceis do passado uma boa razão e utilidade e usando-os para fazer deste mundo um lugar melhor.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Deixe ir o passado. </strong>Utilize a sua capacidade imaginativa e de visualização criando um cenário na sua mente que leve em consideração o ponto um, e perdoe a si mesmo, ou aqueles que o magoaram, ou à própria vida que possa ter sido incisiva e trágica. Seja sincero e compassivo para com você mesmo. Ao desapegar-se do seu passado dando um novo significado aos acontecimentos perturbadores você permite <a title="curar o passado" href="http://www.escolapsicologia.com/curar-o-passado-resignifique-os-acontecimentos-traumaticos-numa-historia-capacitadora/" target="_blank">curar o passado</a>. Encerre esse capítulo da sua vida com o final que você deseja e possa servir-lhe no futuro. Não, você não vai esquecer o que aconteceu, mas agora isso pertence ao passado e você pode olhar para o futuro sem inibição ou perturbação das suas decisões e bem-estar. <a title="Viva no presente. Não se paralise pelo passado" href="http://www.escolapsicologia.com/viva-no-presente-nao-se-paralise-pelo-passado/" target="_blank">Viva no presente. Não se paralise pelo passado</a>.</li>
</ul>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">‎&#8221;Encarar a vida pela frente&#8230; Sempre&#8230; Encarar a vida pela frente, e vê-la como ela é&#8230; Por fim, entendê-la e amá-la pelo que ela é&#8230; E depois deixá-la seguir&#8230; Sempre os anos entre nós, sempre os anos&#8230; Sempre o amor&#8230; Sempre a razão&#8230; Sempre o tempo&#8230; Sempre&#8230; As horas.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-align: right;">- Virginia Woolf</span></strong></p>
</blockquote>
<p>Faça as pazes com o seu passado e viva a sua vida.</p>
<p>Abraço</p>
<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
<a href="http://www.escolapsicologia.com/como-fazer-as-pazes-com-o-seu-passado-castrador/">Como fazer as pazes com o seu passado castrador</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os seus hábitos paralisam ou potenciam a sua vida?</title>
		<link>http://www.escolapsicologia.com/os-seus-habitos-paralisam-ou-potenciam-a-sua-vida/</link>
		<comments>http://www.escolapsicologia.com/os-seus-habitos-paralisam-ou-potenciam-a-sua-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 15:48:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia Comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos de vida]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos positivos]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos que paralisam a sua vida]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos que potenciam a sua vida]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos saudáveis de vida]]></category>
		<category><![CDATA[maus hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia comportamental]]></category>

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		<description><![CDATA[Somos edificados numa complexa arquitetura de hábitos. Vamos acumulando formas de fazer as coisas, formas de pensar acerca de determinados assuntos e maneiras de agir no mundo. Umas efetivam-se como proveitosas, outras nem por isso. Tal como as ervas daninhas num jardim, que secam toda a vegetação envolvente, assim podem ser alguns dos nossos hábitos, [...]<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
<a href="http://www.escolapsicologia.com/os-seus-habitos-paralisam-ou-potenciam-a-sua-vida/">Os seus hábitos paralisam ou potenciam a sua vida?</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Somos edificados numa complexa arquitetura de hábitos. Vamos acumulando formas de fazer as coisas, formas de pensar acerca de determinados assuntos e maneiras de agir no mundo. Umas efetivam-se como proveitosas, outras nem por isso. Tal como as ervas daninhas num jardim, que secam toda a vegetação envolvente, assim podem ser alguns dos nossos hábitos, impedindo-nos de florescermos em algumas áreas da nossa vida. Os hábitos são como uma espada de dois gumes. Se você não tem o hábito de investir em estratégias, ações e atitudes que permitam que faça progressos na sua vida, então é um forte indício de que de alguma forma os seus hábitos podem estar a ser um obstáculos aos seus objetivos e desenvolvimento pessoal.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>HÁBITOS: ENTRE O BENEFÍCIO E O TORMENT</strong>O</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Os hábitos constituem os nossos padrões mentais e comportamentais. Firmam uma estrutura mental que tem como objetivo primordial servir-nos. Evoluimos no sentido de tornarmos as nossas respostas o mais eficazes possíveis, sem que a toda a hora tenhamos de estar a elaborar condutas comportamentais para as situações com que nos vamos deparando no dia-a-dia. Podemos afirmar categoricamente que sem hábitos instituídos a nossa vida seria um caos, acabaríamos por demorar demasiado tempo a tomar decisões e consequentemente não agiríamos em tempo útil.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota: </strong>A palavra hábitos, refere-se de igual forma a pensamentos, sentimentos ou comportamentos.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Tal como referi anteriormente, alguns dos nossos hábitos podem tornar-se num tormento para a nossa vida. Esses hábitos podemos considerá-los de <a title="maus hábitos" href="http://www.escolapsicologia.com/capacite-se-e-lidere-se-para-mudar-os-maus-habitos/" target="_blank">maus hábitos</a> ou hábitos que não nos servem. São forjados da mesma forma que os bons hábitos, porque certamente em determinado momento da vida optámos por eles. Fomos repetindo esses maus hábitos diariamente, até que tomaram o seu lugar na nossa vida. Como a vida é fluída, a vida não para, está sempre a colocar-nos à prova e a aparecerem novos desafios, esses hábitos que um dia serviram um propósito, podem, por vezes, ficarem desatualizados. É, nesse momento que passam a ser o gume cortante da faca.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>A reter:</strong> Muitas vezes na vida, o que nos serve também pode escravizar-nos. E alguns hábitos comportam um pouco de ambos.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Alguns dos nossos maus hábitos surgem em resposta a incómodos, medos ou períodos difíceis da nossa vida. Optamos por eles, na grande maioria das vezes porque nos trazem algum conforto. Talvez porque nos permite evitarmos aquilo que nos causa alguma forma de dor, de angústia ou dissabores. Talvez porque a dor emocional é grande e o comportamento de refúgio em algumas atividades parecem fazer aliviar essa mágoa. Alguns de nós podemos ficar vulneráveis, e esses hábitos, mais tarde comprovam-se serem destrutivos, como o alcoolismo, dependência de drogas, jogo ou sexo, comer em excesso. Ou outros hábitos que podem parecer menos perniciosos, mas que nos atrapalham também a vida, como por exemplo a procrastinação, o evitamento, <a title="preocupação excessiva" href="http://www.escolapsicologia.com/saiba-o-que-fazer-acerca-da-sua-preocupacao-excessiva/" target="_blank">preocupação excessiva</a>, sedentarismo, maledicência, facilitismo gratuito, falta de iniciativa, rigidez de pensamento, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Nós, como espécie, temos hábitos porque somos biologicamente programados para a necessidade de instituirmos hábitos. E assim a melhor maneira de mudar um hábito é substituindo-o por um novo hábito. E, uma vez que você adquira o hábito de fazer coisas para <a title="muda a vida para melhor" href="http://www.escolapsicologia.com/como-mudar-a-sua-vida-para-melhor/" target="_blank">mudar a vida para melhor</a>, irá perceber que isso é um hábito instituído voluntariamente. <a title="livrar-se dos maus hábitos" href="http://www.escolapsicologia.com/capacite-se-e-lidere-se-para-mudar-os-maus-habitos/" target="_blank">Livrar-se dos maus hábitos</a> pode ser tão difícil como reconhecê-los.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como Mark Twain observou ironicamente:</strong> &#8220;Os hábitos não podem ser arremessados para fora da janela, mas devem ser persuadidos a descer as escadas, um passo de cada vez.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Importa que você levante algumas questões que ajudem a aumentar a sua consciência sobre alguns dos seus hábitos e o quanto podem estar a prejudicar a sua vida. <strong>Pergunte a si mesmo:</strong></p>
<ul>
<li>Que hábitos não me servem, mas dos quais eu estou dependente?</li>
<li>Que impacto é que esses hábitos têm na minha vida?</li>
<li>Que hábitos positivos e construtivos eu poderia escolher para substituir os hábitos que não me servem?</li>
<li>Quando vou começar a implementar o novo hábito?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O nossos hábitos podem servir-nos, mas também podem deixar-nos entorpecidos, prendendo-nos no passado e colocarem dessa forma o nosso futuro em causa. Alguns dos nossos hábitos podem impedir-nos de potenciarmos a nossa vida, devido ao hábito daquilo que temos sido. Hábitos, como ressentimentos, rancores, raiva, agressividade, letargia, <a title="perfeccionismo" href="http://www.escolapsicologia.com/perfeccionismo-a-importancia-de-saber-priorizar/" target="_blank">perfeccionismo</a>, muitas vezes são um reflexo da escolha daquilo que nos é familiar, mas negativo sobre o que é positivo, mas novo.</p>
<p style="text-align: justify;">O cérebro humano gosta de processar informações através das redes neuronais previamente estabelecidas, elas são especialistas em processar o que lhe é familiar de forma a eleger uma resposta rápida, eficaz e com o menor gasto possível de energia. Quanto mais adiamos encarar e lidar com os nossos hábitos que não nos servem, mais tempo vamos ficar numa situação difícil e com uma percepção rígida da vida. E, isto é igualmente verdade para os bons hábitos. Porquê? Bem, porque os seus pontos fortes, são fortes, exatamente porque você repete-os constantemente até que se tornem num hábito.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-8190" title="caos e ordem" src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2012/09/caoseordem.jpg" alt="caos e ordem" width="640" height="449" /></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>O CICLO DE PENSAMENTO E SENTIMENTO</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Existe um determinado sincronismos momento a momento entre o cérebro e o corpo. De fato, assim que começamos e sentir-nos da forma como pensamos, porque o cérebro está em constante comunicação com o corpo, começamos a pensar da mesma forma como nos estamos a sentir. Com base no feedback químico que o cérebro recebe, irá gerar mais pensamentos que produzem químicos correspondentes à maneira como o corpo está a sentir, de maneira que nós, primeiro começamos a sentir da maneira que pensamos e depois a pensar da maneira que sentimos. Mente e corpo criam um estado de ser, que é suportado pela libertação correspondente de químicos, que por sua vez criam um determinado hábito de ser. Os nossos hábitos são difíceis de alterar devido à forte relação que é estabelecida entre o cérebro e o corpo, de tal forma que julgamos ser exatamente aquilo que sentimos e que pensamos. É chamada a força do hábito de sermos quem somos.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estado de ser, que é suportado pelos hábitos, significa que ficámos familiarizados com um estado emocional/mental, uma maneira de pensar e de sentir, que se torna parte integral da nossa identidade. Usualmente descrevemos quem nós somos através da forma como pensamos (e consequentemente como nos sentimos) ou como estamos a ser num determinado momento. <em>Eu estou inspirado, eu sou inseguro, eu estou a sofrer, eu sou negativo.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, anos a pensar determinados pensamentos, e depois a sentir da mesma forma, e depois pensando igual a esses sentimentos (o hamster na roda) cria um estado memorizado de ser em que nós empaticamente declaramos o nosso estado como absoluto. Como um hábito. O hábito de ser você mesmo. Para que possamos ultrapassar determinados maus hábitos, ou hábitos que não nos servem mais no presente momento, é importante que em determinadas situações, ou para sermos bem sucedidos nos nossos objetivos (prejudicados pelos maus hábitos) consigamos quebrar o hábito de sermos nós mesmos. <strong>Parece realmente absurdo não é?</strong> Sim, numa primeira análise até posso concordar, mas se olharmos mais ao pormenor, é a forma mais eficaz e assertiva de mudarmos algo que faz parte de nós. Se não queremos mais comportarmo-nos de uma determinada forma, temos de instituir uma nova forma de ser. Temos de condicionar uma nova forma de pensar e de sentir, temos de criar um novo estado de ser, suportado por uma forma superior daquilo que sentimos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dica:</strong> Para mudar um hábito, é necessário agir num nível superior aos sentimentos familiares do nosso eu memorizado.</p>
</blockquote>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>PORQUE É TÃO DIFÍCIL MUDAR UM HÁBITO?</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Nós somos capazes de reviver um acontecimento passado vezes sem conta, talvez milhares de vezes durante a nossa vida. É a repetição subconsciente que treina o corpo para relembrar o estado emocional, da mesma forma ou melhor do que a mente consciente faz. Quando o corpo recorda melhor que a mente consciente, o mesmo será dizer: <em>quando o corpo é a mente</em>, chamamos de hábito. Por norma, por volta dos 35 anos a nossa identidade ou personalidade estará completamente formada. Isto quer dizer que para aqueles que já passaram a barreira dos 35 anos, memorizaram um padrão de comportamentos, atitudes, crenças, reações emocionais, hábitos, habilidades, respostas condicionadas e percepções que estão agora subconscientemente programadas neles. Esse programa corre em nós, porque o corpo tornou-se na mente.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto que dizer que nós iremos pensar os mesmos pensamentos, sentir os mesmos sentimentos, reagir de formas idênticas, comportar-se da mesma maneira, acreditar nos mesmo dogmas, e perceber a realidade da mesma forma. Cerca de 95% daquilo que somos a meio da vida, é uma série de programas subconscientes que se tornaram automáticos. Dirigir um carro, escovar os dentes, comer em excesso quando estamos stressados, <a title="queixar-se por tudo e por nada" href="http://www.escolapsicologia.com/melhore-a-sua-vida-deixe-de-queixar-se-por-tudo-e-por-nada/" target="_blank">queixar-nos por tudo e por nada</a>, culpar os nosso pais, não acreditar em nós, e insistir em sermos cronicamente infelizes, entre outras coisas.</p>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>ACEDA AO SEU SUBCONSCIENTE  PARA MUDAR OS HÁBITOS</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">A mente subconsciente só sabe aquilo que você foi programando nela. Já lhe aconteceu clicar em algo no seu computador e de repente iniciar-se automaticamente um programa sobre o qual você temporariamente deixa de ter controle? Quando você tenta usar a sua mente consciente para parar o programa subconsciente automático armazenado no seu corpo, é como gritar para o computador até ficar vermelho, enquanto vários programas vão sendo abertos, e você vai dizendo: &#8220;Hei, já chega, pára.&#8221; O computador não recebe essa mensagem e irá continuar a correr o programa até que você faça algo ou aceda ao seu sistema operativo para mudar algo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mudar algo, é necessário fazer alguma coisa ou aprender algo novo ou de novo. Na verdade, você tem de desaprender ou desassociar os seus velhos padrões de pensar e de sentir e reaprender ou associar no seu cérebro novos padrões de pensamento e de sentimento, com base naquilo que você pretende instituir. Quando você condicionar o corpo com uma nova mente, ambos deixam de trabalhar em oposição, e passam a funcionar em harmonia. Este é o ponto de mudança, você condiciona uma nova forma de ser, que serve os seus propósitos.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>A SUA AJUDA ESTÁ A UM CLIQUE DE DISTÂNCIA</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Para mudar alguns dos seus hábitos enraizados durante largos anos da sua vida, é necessário instituir algumas estratégias de êxito que possam capacitá-lo no sentido de assisti-lo nos momentos críticos. Na grande maioria das vezes é necessário conhecimento especializado através da aplicação de um programa de desenvolvimento pessoal adequado para as suas necessidades e objetivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui mesmo no Blog da Escola Psicologia, através do serviço de Consultas de Psicologia Online, você pode aderir a um programa de mudança de hábitos, capacitando-se e livrando-se dos obstáculos que o têm mantido preso. Para mais informações visite-nos: <a title="Consulta de Psicologia Online" href="http://www.escolapsicologia.com/sessoes-online/" target="_blank">Consultas de Psicologia Online</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraço</p>
<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
<a href="http://www.escolapsicologia.com/os-seus-habitos-paralisam-ou-potenciam-a-sua-vida/">Os seus hábitos paralisam ou potenciam a sua vida?</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Superar o passado: torne-se mais do que aquilo que você era</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Sep 2012 14:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia Comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[dar um novo significado ao passado]]></category>
		<category><![CDATA[esquecer o passado]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[resignificar o passado]]></category>
		<category><![CDATA[superar o passado]]></category>
		<category><![CDATA[tornar mais do que aquilo que você era]]></category>

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		<description><![CDATA[Você não pode fugir do seu passado, por isso, inspire-se nele. O nosso passado inevitavelmente comporta coisas boas e outras menos boas. No entanto, se na nossa história de vida alguns acontecimentos deixaram marcas profundas que nos atrapalham e nos inundam recorrentemente com memórias de acontecimentos que consideramos traumáticas, isso pode ser penoso. Pode levar-nos a [...]<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
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<a href="http://www.escolapsicologia.com/superar-o-passado-torne-se-mais-do-que-aquilo-que-voce-era/">Superar o passado: torne-se mais do que aquilo que você era</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você não pode fugir do seu passado, por isso, inspire-se nele. O nosso passado inevitavelmente comporta coisas boas e outras menos boas. No entanto, se na nossa história de vida alguns acontecimentos deixaram marcas profundas que nos atrapalham e nos inundam recorrentemente com memórias de acontecimentos que consideramos traumáticas, isso pode ser penoso. Pode levar-nos a construir uma imagem de nós mesmos fortemente influenciada negativamente, e com isso vivermos à sombra do passado, preso a ele, reduzido a ele. Para aqueles que viveram acontecimentos dolorosos, erguer-se acima disso é um desafio de vida. Vejamos um exemplo que traduz uma grande riqueza de entendimento e igualmente de eficácia terapeutica, expressa no documentário de 2007, intitulado <em>War Dance</em>,  em que uma criança Ugandeza de 14 anos de nome Dominic, declara:</p>
<blockquote><p>&#8220;No meu coração, eu sou mais do que um filho da guerra. Eu sou talentoso. Eu sou um músico. Eu sou <em><a title="Acholi" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Acholi_people" target="_blank">Acholi</a></em>. Eu sou o futuro da nossa tribo.&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Perante acontecimentos de grande impacto negativo na vida de muitas pessoas, certamente uma frase ecoa nas suas cabeças:</strong></p>
<blockquote><p>&#8220;Até que ponto posso escapar de um passado doloroso?&#8221; Será um passado indesejado sempre parte de quem sou ou posso deixá-lo completamente para trás?</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">A questão da identidade pode ser abordada em vários níveis, incluindo o psicológico, biológico, filosófico e comportamental. Do ponto de vista psicológico, sabemos que não é possível apagar o nosso passado, porque a qualquer momento nós podemos representar a soma de tudo o que temos vivido e tudo o que temos sido. Nós experimentamos o presente com todos os conhecimentos, habilidades, valores, crenças e emoções que adquirimos ao longo das nossas vidas. E, momento a momento vamos associando a riqueza das experiências de vida que constituem o passado. Se a nossa identidade fosse uma simples progressão linear, uma pessoa poderia facilmente <a title="ultrapassar um passado doloroso" href="http://www.escolapsicologia.com/formas-para-ultrapassar-o-seu-passado-e-seguir-em-frente-com-a-sua-vida/" target="_blank">superar um passado doloroso</a>, e viver bem. No entanto, as nossas memórias por vezes ganham vontade própria e, uma pessoa traz o passado de volta para o presente, vivenciando o seu impacto. As consequências desse impacto podem depender de duas perspetivas diferentes:</p>
<ol>
<li><strong>Relembrando que algo aconteceu:</strong> &#8220;A pessoa que eu era anteriormente.&#8221; Neste caso a pessoa distancia-se do seu passado e não se confunde com ele, o que pode vir a ser positivo.</li>
<li> <strong>Julgando do ponto de vista atual:</strong> &#8220;Eu sou o meu passado.&#8221; Neste caso a pessoa reduz aquilo que é ao seu passado, funde-se a ele condicionando negativamente o seu presente e o seu futuro.</li>
</ol>
<h3><img class="alignnone size-full wp-image-8103" title="superar passado" src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2012/09/superar1.jpeg" alt="superar passado" width="629" height="349" /></h3>
<h3><span style="color: #ff0000;"><strong>DEVE O PASSADO FAZER SEMPRE PARTE DO QUE UMA PESSOA É?</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">A visão que você tem de si mesmo evolui ao longo da sua vida, e as pessoas diferem na medida em que refletem sobre quem elas entendem ser. A busca de quem somos pode intensificar-se durante tempos de mudança. Algumas pesquisas sugerem que as pessoas que estão mais ativamente explorando a sua identidade, são mais sensíveis a alterações efetuadas pela passagem do tempo. Comparando o que somos agora, com quem nós éramos, ajuda-nos a manter uma sensação de continuidade em face à constante mudança dentro e fora de nós. Assim como pode ser doloroso lembrar o sofrimento, o arrependimento ou a<a title="deceção" href="http://www.escolapsicologia.com/como-lidar-com-a-decepcao/" target="_blank"> deceção</a> que eram parte do que fomos um dia, também pode ser difícil de suportar a perda irreversível das coisas boas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, a <a title="adversidade da vida" href="http://www.escolapsicologia.com/dicas-para-superar-adversidades-da-vida/" target="_blank">adversidade da vida</a> no passado ou a perda de alegria que pontualmente vamos relembrando, não são necessariamente causas inevitáveis ​​de saúde psicológica débil. Tentativas de negar, apagar ou escapar das falhas do passado levam-nos a reconhecer que toda a experiência contribui para aquilo que nos tornamos. A forma como processamos o bom e o mau, e a forma como nos percecionamos (positivamente ou negativamente), é importante na manutenção do bem-estar. Sobreviver à desgraça ou a maus-tratos, aprender com os erros, e incorporar o bem que já tivemos, são oportunidades para crescer para além do nosso passado, mantendo o fio condutor que constitui o indivíduo único que somos. Em <a title="psicologia" href="http://www.escolapsicologia.com/" target="_blank">psicologia</a>, este processo chama-se de <em>Crescimento Pós-traumático</em>. Ao conseguirmos fazer o exercício mental de percebermos que nós não somos apenas aquilo que nos aconteceu no passado, que nós não somos os nossos traumas, erros, mágoas, angústias, tornamo-nos mais do que a soma dos nossos <a title="acontecimentos passados" href="http://www.escolapsicologia.com/como-dar-um-novo-significado-aos-acontecimentos-passados/" target="_blank">acontecimentos passados</a>. Por exemplo, não somos mais a vítima de bullying na infância, não somos mais a criança molestada. Nós somos mais do que a pessoa que éramos no passado, ainda que essas experiências continuem a ser parte de quem nós somos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dica:</strong> Mais importante do que <a title="escapar ao nosso passado" href="http://www.escolapsicologia.com/como-libertar-se-das-angustias-do-passado/" target="_blank">escapar ao nosso passado</a>, é poder tornarmo-nos mais experientes e mais enriquecidos por causa disso.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">As memórias do nosso passado podem despertar uma mistura de emoções. As lembranças são muitas das vezes acompanhadas por sentimentos de nostalgia, um sentimento agridoce da alegria de reviver o passado, apesar da dor da perda. As pessoas que mais facilmente sentem nostalgia do seu passado têm um maior apreço pela forma como as experiências se foram entrelaçando no seu desenvolvimento pessoal. Tal reflexão, permite que uma pessoa encontre significado construtivo em aspectos indesejáveis ​​do passado e, facilita a <a title="resignificação das experiências difíceis" href="http://www.escolapsicologia.com/curar-o-passado-resignifique-os-acontecimentos-traumaticos-numa-historia-capacitadora/" target="_blank">resignificação das experiências difíceis</a>, descobrindo algo de valor num processo de reavaliação positiva. Falei mais aprofundadamente deste assunto no artigo: <a title="Curar o passado, resignifique os acontecimentos traumáticos numa história capacitadora" href="Conexão com os outros ajuda a manter um aterrada no presente, baseando-se tradição para a estabilidade e um entendimento de que algumas coisas suportar, apesar da passagem do tempo e da perda de pessoas, coisas, status e jovens. Um sentimento de pertença pode restaurar um senso de significado valor e efeito, se uma pessoa quer escapar de um passado doloroso ou desejos para segurar uma feliz. Dar apoio a outra pode manter vivo o que foi bom no passado, enquanto que mostra que nós nos tornamos mais do que uma vez fomos. Ao participar de seu grupo de dança da escola, Domingos veio a entender, não que ele nunca tinha sido vítima de uma guerra, mas que ele é mais do que filho da guerra. A realização de uma identidade rica maior do que o seu passado lhe permitiu encarar o futuro com confiança e esperança." target="_blank">Curar o passado, resignifique os acontecimentos traumáticos numa história capacitadora</a></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>A reter:</strong> Refletir na comparação entre passado e presente fortalece o controle de uma pessoa sobre a sua identidade própria, não permitindo que ela se defina meramente por aquilo que lhe aconteceu.</p>
</blockquote>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>SOMOS MAIS DO QUE AQUILO QUE FOMOS</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">Ao não deixarmos que a nossa identidade seja definido pelos outros, mas reconhecendo como os outros ajudaram a moldar o que somos é uma forma de integrar os aspectos do passado, sem deixar que ultrapassem o presente. Ganhar consciência sobre o impacto que outras pessoas tiveram em nós, permite que também fiquemos cientes do papel que desempenhamos e continuamos a desempenhar na vida dos outros. Por exemplo, um pai ao reconhecer o impacto de como foi criado, pode fazer escolhas sábias na parentalidade dos seus próprios filhos. A capacidade que cada pessoa tem para analisar o seu passado e com isso conseguir perspetivar uma <a title="motivação" href="http://www.escolapsicologia.com/" target="_blank">motivação</a> construtiva e de maia valia face ao futuro, permite impulsionar a superação de um passado conturbado.</p>
<p style="text-align: justify;">A conexão com os outros ajuda a manter-nos ligados no presente, procurando estabilidade e um entendimento de que algumas coisas permanecem, apesar da passagem do tempo e da perda de pessoas, coisas, status ou juventude. Um sentimento de pertença e de perspetiva de futuro pode restaurar um senso de significado, valor e propósito, se uma pessoa quer escapar de um passado doloroso ou tem desejos de resgatar a sua <a title="felicidade" href="http://www.escolapsicologia.com/a-felicidade-e-possivel-mas-e-opcional/" target="_blank">felicidade</a>. Dar suporte  a outras pessoas que estejam a passar por momentos difíceis, pode funcionar como um &#8220;amaciador&#8221; do passado, e fazer passar a mensagem de que nós tornamo-nos em mais do que aquilo que fomos.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Ao participar de seu grupo de dança na escola, Dominic veio a entender, que apesar de tudo, ele nunca tinha sido vítima de uma guerra, mas que ele é mais do que um filho da guerra. A construção de uma identidade maior do que o seu passado permitiu-lhe encarar o futuro com confiança e esperança.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Abraço</p>
<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
<a href="http://www.escolapsicologia.com/superar-o-passado-torne-se-mais-do-que-aquilo-que-voce-era/">Superar o passado: torne-se mais do que aquilo que você era</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>8 formas para ultrapassar o seu passado e seguir em frente com a sua vida</title>
		<link>http://www.escolapsicologia.com/formas-para-ultrapassar-o-seu-passado-e-seguir-em-frente-com-a-sua-vida/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jul 2012 15:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia Comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[como seguir em frente com a vida]]></category>
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		<category><![CDATA[seguir em frente com a sua vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar do fato de todos nós sabermos que a vida nunca nos deu uma garantia de que seríamos tratados de forma justa e que as coisas ruins não acontecem para nós, por vezes somos tomados de surpresa quando levamos um golpe que achamos não merecer. Ficamos presos no passado e paralisamos a nossa vida. Por [...]<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
<a href="http://www.escolapsicologia.com/formas-para-ultrapassar-o-seu-passado-e-seguir-em-frente-com-a-sua-vida/">8 formas para ultrapassar o seu passado e seguir em frente com a sua vida</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Apesar do fato de todos nós sabermos que a vida nunca nos deu uma garantia de que seríamos tratados de forma justa e que as coisas ruins não acontecem para nós, por vezes somos tomados de surpresa quando levamos um golpe que achamos não merecer. Ficamos presos no passado e paralisamos a nossa vida. Por mais que se tente seguir em frente depois de um revés, muitas vezes os golpes sofridos no passado tornam-se numa tormenta ao bem-estar no presente. Dar um impulso na vida, sair dos acontecimentos de arrependimento e dos &#8220;deverias&#8221; pode assemelhar-se ao que os navegadores portugueses tinham de enfrentar quando atravessavam o cabo das tormentas. Talvez o mais trágico, no entanto, sejam os sentimentos negativos que as <a title="decepções" href="http://www.escolapsicologia.com/como-lidar-com-a-decepcao/" target="_blank">decepções</a> de ontem, as perdas e fracassos foram criando, edificando uma base de mágoa e infortúnio para o resto da vida, levando a que a pessoa perca a esperança e firme a ideia de que é tarde de mais para <a title="mudar a sua vida para melhor" href="http://www.escolapsicologia.com/como-mudar-a-sua-vida-para-melhor/" target="_blank">mudar a sua vida para melhor</a>.</p>
<blockquote><p>&#8220;A minha mãe sempre disse que você tem que colocar o passado para trás antes que possa seguir em frente.&#8221; &#8211; Forrest Gump</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Forrest Gump, no filme  parecia ter aprendido uma lição que muitas pessoas mais inteligentes e esclarecidas não assimilaram. Certamente muitas são as coisas que nos podem acontecer e que nos obrigam a termos que superá-las.  Há situações óbvias que nos acontecem na vida que podemos considerar traumas devastadores, como acidentes incapacitantes, doenças graves, perda pessoal, conflitos familiares, demissões de emprego, fracasso e rompimentos de relacionamento dolorosos, para citar alguns.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-7751" title="seguir em frente" src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2012/07/seguiremfrente.jpg" alt="seguir em frente" width="630" height="350" /></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><strong>PERCEBA, ACEITE E SUPERE O SEU PASSADO </strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;">No entanto, muitos distúrbios ao nosso <a title="equilíbrio emocional" href="http://www.escolapsicologia.com/como-desenvolver-equilibrio-emocional/" target="_blank">equilíbrio emocional</a> não são visíveis a olho nu. Mágoas e cicatrizes invisíveis oriundas de decepções acerca de nós mesmos e dos outros podem levar a questionarmos as escolhas passadas, fazendo questões como: &#8220;porquê&#8221;, &#8220;Porque não&#8221;, &#8220;Porque é que eu não&#8221;, e &#8220;Se pelo menos.&#8221; Apesar do fato de percebermos que nada pode mudar o passado (os acontecimentos vividos), parece às vezes quase impossível &#8220;ultrapassar&#8221; esses sentimentos dolorosos de oportunidades perdidas, chances falhadas, escolhas ruins, amizades e relacionamentos quebrados e irrecuperáveis​​. O profundo sentimento de perda e desilusões, promovem a dúvida acerca de se conseguimos realmente superar isso. Eu acredito que sim. Muitas pessoas têm conseguido <a title="ultrapassar as angústias do passado" href="http://www.escolapsicologia.com/como-libertar-se-das-angustias-do-passado/" target="_blank">ultrapassar as angústias do passado</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, apesar de não ser possível mudar e/ou apagar os acontecimentos dolorosos vividos no passado, é possível reinterpretar a dor e a perda de forma a libertarmo-nos da mágoa paralisante. Aprofundei este assunto no artigo: <a title="Como dar um novo significado aos acontecimentos passados" href="http://www.escolapsicologia.com/como-dar-um-novo-significado-aos-acontecimentos-passados/" target="_blank">Como dar um novo significado aos acontecimentos passados</a>. Apesar de não podermos alterar o que aconteceu, como expliquei, é possível reinterpretar esses acontecimentos de forma a que possamos aceitá-los, percebê-los e superá-los. Ao entrar neste processo de superação de situações consideradas traumáticas ou angustiantes, deixa de ser refém do seu passado menos bem conseguido.</p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>A seguir apresento oito passos que podem promover a superação dos acontecimentos passados:</strong></span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">1. Perceba que existem algumas coisas que você realmente nunca conseguirá &#8220;passar por cima&#8221;, mas certamente pode conseguir superar.</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Há alguns acontecimentos que alteram tanto a nossa vida, que realmente nunca poderemos apagá-los da nossa memória ou fazermos de conta que não existiram.  A perda significativa ou o coração partido por acontecimentos, como a morte de uma criança, um trauma grave, uma doença fatal, acidentes que mudam radicalmente a vida em que você ou um ente querido fica permanentemente inválido ou desfigurado, são apenas alguns exemplos. Quanto mais trágico for o prejuízo ou perda, mais somos desafiados a erguer-nos acima dos acontecimentos. Quanto mais somos pressionados ao crescimento pós-traumático, mais precisamos procurar apoio e ajuda para continuar. Aqueles que estão decididos  a aceitar o sucedido e a abrir os seus corações para tentar novamente, voltar a amar, a confiar de novo, irão superar o trauma muito melhor do que aqueles que caem numa espiral de negatividade, isolamento e amargura. Podemos não ter a capacidade de mudar os acontecimentos do passado, mas podemos escolher como vamos lidar com isso, para que possamos, pelo menos, levar a vida de uma forma que ainda ofereça esperança e alegria (ainda que possa ser muito diferente daquilo que era).</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">2. As coisas que você não tem conseguido &#8220;superar&#8221; são avisos, precisam da sua atenção redobrada.</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Imagine a luz de aviso de combustível no seu carro. O sinal de aviso que você está ficando com pouco combustível, é um sinal protetor, é um sinal que chama a sua atenção no sentido de lembrá-lo para atestar o depósito, evitando que possa vir a passar por um incómodo. Da mesma forma, algumas das coisas nas nossas vidas que não conseguimos &#8220;superar&#8221; transmitem-nos uma mensagem de que existem assuntos que necessitam da nossa atenção, no sentido de termos de fazer algo, aprender algo, ou lidar com algo. No fundo, os sentimentos negativos oriundos dos acontecimentos passados, fazem-nos sentir sensações desagradáveis para que possamos perceber que temos de fazer alguma coisa para voltarmos a ficar bem e a sentirmo-nos bem. Para aprofundar o assunto, leia: <a title="7 Passos para entender os seus pensamentos e sentimentos negativos" href="http://www.escolapsicologia.com/passos-para-entender-os-seus-pensamentos-e-sentimentos/" target="_blank">7 Passos para entender os seus pensamentos e sentimentos negativos</a>.</p>
<h3><span style="color: #333333;">3. Mais de oitenta por cento da nossa vida não é determinada por eventos, mas pela nossa reação a eles.</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Em vez de concentrar-se no que não pode ser alterado, concentre-se no que pode ser alterado. Na maioria dos casos, os acontecimentos ou as outras pessoas não nos levam a sentir de uma certa maneira. Nós é que fazemos isso. Nós é que decidimos manter-nos num sentimento incapacitante. Claro, que dado a natureza de alguns acontecimentos de vida, temos toda a legitimidade para nos sentirmos mal. No entanto, esses <a title="sentimentos negativos" href="http://www.escolapsicologia.com/descubra-o-poder-dos-sentimentos-negativos/" target="_blank">sentimentos negativos</a> não invalidam que possamos fazer algo para superar os acontecimentos e promover melhores sentimentos.  Assumir a responsabilidade pelos seus próprios pensamentos e sentimentos, sair de uma <a title="mentalidade de vítima" href="http://www.escolapsicologia.com/abandone-a-mentalidade-de-vitima/" target="_blank">mentalidade de vítima</a>, irá capacitá-lo para ultrapassar os arrependimentos passados​​, derrotas, decepções, desgostos e traumas, em vez de usar isso como uma carga insuportável de transportar.</p>
<h3><span style="color: #333333;">4. Dedique-se mais aos fatos, do que às interpretações</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes não podemos &#8220;superar&#8221; algo por causa de histórias que contamos a nós mesmos, que não são baseadas em fatos. Mas sim na interpretação que fazemos do que nos aconteceu. E, em alguns acontecimentos podemos distorcer a magnitude e impacto real do sucedido. Por exemplo, algumas pessoas que perdem um emprego ficam desapontadas, mas ainda têm a confiança para seguir em frente sabendo que pode haver melhores oportunidades. Em contrapartida, outros não seriam capazes de &#8220;superar&#8221; o trauma da rejeição e rotular-se-iam como perdedores e fracassados. As pessoas quando atravessam uma crise, muitas vezes criam histórias sobre si próprios personalizando a crueldade da vida como algo que reflecte a sua autoestima, resultante de antigos hábitos enraizados de pensamentos de julgamento depreciativo. O <a title="diálogo interno autocrítico" href="http://www.escolapsicologia.com/capacite-se-e-desafie-o-seu-dialogo-interno-autocritico/" target="_blank">diálogo interno autocrítico</a> de cariz negativo torna-se tão sedimentado, que muitas vezes não percebemos que temos o poder de mudá-lo. Para aprofundar o assunto, leia: <a title="Mude a sua história, se está insatisfeito, faça algo de diferente" href="http://www.escolapsicologia.com/mude-a-sua-historia-se-esta-insatisfeito-faca-algo-de-diferente/" target="_blank">Mude a sua história, se está insatisfeito, faça algo de diferente</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-7750" title="largar passado" src="http://www.escolapsicologia.com/wp-content/uploads/2012/07/largarpassado.jpg" alt="largar passado" width="630" height="350" /></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">5. Dê a si mesmo permissão para sofrer o que &#8220;poderia ter sido&#8221; ou &#8220;o que poderia ter obtido&#8221;</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos, não se pode esperar  &#8221;superar&#8221; algo de forma rápida se não se passar pelo processo de luto. O luto, não é um processo com o qual apenas lidamos quando enfrentamos a morte ou a perda de um ente querido. Existem perdas menos visíveis e concretas, tais como a percepção de que você não pode ter a vida que pensou que seria possível, que o seu entusiasmo relativamente a um determinado objetivo de vida não o conduziu a bom porto, dando lugar à decepção.  Na grande maioria das situações, do mais terrível sofrimento a uma perda comum, o processo de luto é essencial para o processo de cicatrização. Às vezes precisamos passar por fases de raiva e amargura, a fim de sermos capazes de passar à fase de aceitação. Para aprofundar o assunto, leia: <a title="Como lidar com a decepção?" href="http://www.escolapsicologia.com/como-lidar-com-a-decepcao/" target="_blank">Como lidar com a decepção?</a></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;">6. Procure apoio</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Não vivemos isolados dos outros. O contato, o afeto e a troca de experiências permite-nos crescer e desenvolvermo-nos. As pessoas crescem melhor promovendo bons relacionamentos e procurando apoio. Perante o sofrimento, se nos afastarmos dos outros por nos sentirmos diferentes ou para nos protegermos, o que daí pode imergir é mais sofrimento e reviver o trauma ou a situação angustiante uma e outra vez na nossa mente. É mais saudável e promotor da recuperação procurar apoio para aliviar o seu sentimento de perda. Relacionamentos saudáveis ​​e de apoio podem ajudar a curar feridas. Mesmo que os outros não possam resolver o seu trauma ou problema, eles podem ajudá-lo a chorar a perda ou a <a title="decepção" href="http://www.escolapsicologia.com/como-lidar-com-a-decepcao/" target="_blank">decepção</a> e reconfortá-lo.</p>
<h3><span style="color: #333333;">7. Saiba que não existe &#8220;voltar ao passado&#8221;, mas há &#8220;segundas chances&#8221;</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se que na grande maioria das situações não é tarde demais para &#8220;começar de novo. Se você entendeu o que anteriormente descrevi, que você não pode &#8220;passar por cima&#8221;, e começar a partir de hoje a tomar decisões saudáveis com base no que você aprendeu neste artigo, vai realmente conseguir novas soluções para velhas questões. Mudar alguns comportamentos para passar a lidar com as coisas infelizes ou evitar que ocorram novamente irá capacitá-lo. Ser proativo ao invés de reativo, e fazer alterações com base nas suas lições de vida, pode curar <a title="mágoas do passado" href="http://www.escolapsicologia.com/como-libertar-se-das-angustias-do-passado/" target="_blank">mágoas do passado</a>. Para aprofundar o assunto, leia: <a title="4 Obstáculos à mudança de vida positiva" href="http://www.escolapsicologia.com/obstaculos-a-mudanca-de-vida-positiva/" target="_blank">4 Obstáculos à mudança de vida positiva</a>.</p>
<h3><span style="color: #333333;">8. Aceite os acontecimentos e tenha compaixão por si mesmo</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Perante acontecimentos que nos deixam presos ao passado, a capacidade de aceitá-los e de termos compaixão por nós mesmos são dois passos extremamente decisivos para ultrapassar o sofrimento. Não estou a falar da aceitação passiva, da aceitação displicente, em que tudo acontece e nada se faz. Não é isso. Refiro-me à aceitação da realidade tal qual ela aconteceu, em que não há retorno possível, em que não é possível apagar o que sucedeu. Perante este tipo de cenário, aceitar é o melhor remédio. Permite-nos encarar a realidade de frente, sermos compassivos connosco mesmos e a partir daí cultivar a esperança num futuro melhor. Ficar contra tudo, contra todos e até contra você mesmo, certamente não irá beneficiá-lo em nada. Cria rancor, ressentimento, indignação, desesperança, ódio, entre outros <a title="sentimentos negativos" href="http://www.escolapsicologia.com/descubra-o-poder-dos-sentimentos-negativos/" target="_blank">sentimentos negativos</a>. Num estado de negatividade, mesmo aquilo que ainda temos de bom na vida fica afetado, deixamos de olhar para o que ainda faz sentido na vida. Aceite, tenha compaixão e siga em frente.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraço</p>
<p><a href="http://www.escolapsicologia.com/seja-um-vencedor" target="_blank" title="Seja um Vencedor!"><img src="http://escolapsicologia.com/images/ebookdownload.png" border="0" alt="Seja um Vencedor!" /></a>
<br />
<a href="http://www.escolapsicologia.com/formas-para-ultrapassar-o-seu-passado-e-seguir-em-frente-com-a-sua-vida/">8 formas para ultrapassar o seu passado e seguir em frente com a sua vida</a></p>
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