Há dias em que o melhor seria mesmo não sair de casa. Com algum esforço lá nos conseguimos convencer  e enfrentamos o dia-a-dia, com dificuldade em vencer a inércia, sem motivação e com má-vontade. Mesmos as coisas mais simples parecem um trabalho digno de hércules. A mais pequena chatice pode deixar-nos à beira de um ataque de nervos, ou com a lágrima ao canto do olho. Mais parece que o mundo está contra nós, se nos fosse possível num ato de magia faríamos desaparecer tudo à nossa volta. No entanto estar sozinhos connosco é igualmente insuportável.  Até os próprios pensamento parecem lentificados, não nos saem com a facilidade do costume. Sentimo-nos culpados, criticamo-nos, instala-se uma sensação de vazio e incapacidade, sentimo-nos miseráveis e sem vontade para defrontar os nossos pensamentos negativos.

Pensamentos: “Também não mereço melhor.” “Sou um desgraçado.” “Sinto-me injustiçado.” Estou cansado de lutar e não sair do mesmo sitio.”

Todos nós conhecemos estes estados “cinzentos”, esses períodos de dúvida, indecisão, melancolia e desesperança. Por mais desagradável que seja, por mais tenebrosa que seja a experiência desta ausência de motivação, esta resposta que a natureza instalou em nós, esse programa que percorre o cérebro pode ter uma função muito proveitosa. O organismo reage com pesar sempre que sentimos a perda de algo ou de alguém, quando não conseguimos alcançar um objetivo a que nos propusemos, e saboreamos o fracasso.  Esse sentimento aparece como que um mecanismo de defesa, como que um sinal para que não se continue a insistir em algo, que devido às circunstâncias já está desprovido de propósito.

Estes estados deprimidos que se abatem sobre nós, são como que um  programa de poupança de energia da natureza. Quando sentimos as nossas forças a esgotarem-se, quando nos sentimos num beco sem saída, retiramo-nos para dentro de nós, ficamos num estado de introspecção induzida. Tornamo-nos pensativos, examinamo-nos. Este processo na grande maioria das vezes é proveitoso, perspectivamos outras formas de abordar as questões, de caminhos alternativos, renovamos as forças e encontramos soluções.

UM PROGRAMA DE POUPANÇA DE ENERGIA PERIGOSO

No entanto demasiado miserabilismo, melancolia, desgosto também nos pode fazer mal. Quando a desesperança se instala, desenvolve uma vida própria que já pouca ou nenhuma relação tem com as causas iniciais. Chegamos a um estado em que já não estamos tristes porque, depois de uma decepção o cérebro necessita de algum tempo para procurar percursos alternativos, mas simplesmente porque se instalou o hábito de estarmos tristes. Ficamos com dificuldade em gerir as emoções, estas deixam de nos servir, pela persistência no tempo, e viram-se contra nós. Tem então inicio a espiral descendente dos estados deprimidos e incapacitantes. Sentimentos negativos, irracionais e inadequados provocam pensamentos desesperados, que acabam por exacerbar ainda mais o estado de abatimento em que nos encontramos.

Ao sentirmo-nos sem forças para mudar o rumo à nossa vida, acreditamos que nada poderá mudar para melhor. É assim que os estados deprimidos conduzem de uma forma perversa, uma situação em que o nosso desalento nos parece mais que justificado. Sem dúvida alguma que quem cair neste círculo vicioso não pode ser feliz. A depressão é a antítese da felicidade.

Nas suas formas mais profundas a depressão é uma desordem de humor que requer tratamento especializado. Por isso, quem, ao longo de um período de mais de quatro semanas, se sentiu, durante a maior parte do tempo, sem valor e sem vontade de fazer nada, se sofre de cansaço constante, insónias ou até talvez tenha pensado repetidamente sobre a própria morte, deveria o mais breve possível conversar com um psicólogo sobre o assunto.

Estes estado de abatimento diário não são só incomodativos, como também acabam por tornar-se em autênticos inibidores do prazer e da alegria de viver. Psicólogos e investigadores na área da neurologia têm vindo a recolher evidências sobre a plasticidade do cérebro e sua adaptabilidade infindável. Ele tem o poder de mudar a sua própria estrutura, permitindo que nós possamos aprender a ser felizes, mas também aprender os caminhos da infelicidade. Na verdade tudo indica que a tristeza profunda, a melancolia extrema e as preocupações ruminativas não são mais do que um pedaço de infelicidade aprendida.

DESAMPARO APRENDIDO

Para conseguirmos atuar contra os sentimentos e pensamentos negativos temos de perceber de onde eles vêm. Atualmente e de acordo com a abordagem da psicologia positiva, parte-se do princípio de que um estado de abatimento duradouro advém da experiência de uma situação desagradável e incapacitante para a qual e apesar de a pessoa se ter esforçado, não foi encontrada uma solução satisfatória. A pessoa aprendeu que independentemente dos seus esforços para combater a situação todas as suas acções obtém o mesmo resultado negativo, estamos a falar do “desamparo aprendido”. Foi esse o nome que o psicólogo norte americano, Martin Seligman deu para a teoria da depressão:

A reter: O abatimento surge devido à resignação.

Através de experiências particularmente frustrantes ou traumáticas, uma pessoa poderia aprender que seus comportamentos são insuficientes ou inúteis para mudar ou controlar os fenómenos a que se vê exposto. De acordo com Seligman, irá dizer que tal estado de desamparo levaria a pessoa à desmotivação, passividade, falta de agressividade, deficiências sociais e sexuais e apatia geral.

Na realidade, a coragem e a vontade de viver dependem muito mais do modo como avaliamos uma situação do que da situação propriamente dita. São as nossas crenças que determinam o que sentimos e como vamos agir em determinada situação. É modificando estas crenças que podemos mudar o nosso estilo explicativo para um estilo mais optimista. Para isto, Seligman usa o modelo, ABCDE:

  • A Adversidade. A situação a analisar.
  • B - Crenças (Beliefs). Aquilo que pensamos acerca da situação pode não ser totalmente consciente.
  • C Consequências dessa crença. A forma como agimos ou como nos sentimos, consequência dos pensamentos. Os sentimentos dão-nos a pista para descobrir o que pensamos.
  • D - Disputar a crença que já faz parte da rotina. A parte mais importante do modelo: questionar as crenças que mantemos inconscientemente.
  • E - Energia que ocorre quando se disputa com sucesso. Sentimento de bem-estar que se sucede após percebermos que não somos obrigados a ver as coisas da mesma forma negativa como antigamente.

Solução: A parte mais importante deste modelo é a da disputa, que nos permite distanciar das nossas explicações pessimistas para as podermos analisar. Esta deve ser feita como se estivéssemos a disputar as afirmações de outra pessoa que nos quisesse ver infelizes. Devem-se procurar objectivamente as provas que apoiem essa explicação pessimista e, caso os encontremos, questionar a utilidade de manter essa crença e quais as consequências de o fazermos.

COMO A DESGRAÇA SE AUTOMATIZA

Umas quantas frases lidas pode mudar o nosso estado de espírito, mas o inverso é igualmente verdade. O estado de espírito também influencia aquilo que percepcionamos. A percepção e a emoção são permeáveis nos dois sentidos. Quando estamos abatidos temos uma grande propensão para repararmos em frases, situações ou acontecimentos compatíveis com o nosso estado. Ao ler o jornal repara-se em frases  do género “o futuro é negro”, repara-se mais nas profecias pessimistas do género “não conseguiremos sair da crise”, estamos mais susceptíveis a ler as notícias de desgraças e pessoas sem sucesso.

Esta tendência para a confirmação pessimista do estado deprimido, tem uma razão de ser, o nosso lobo frontal, é uma parte do cérebro responsável pelas nossas memórias e também responsável pelas emoções, ao estabelecer ligações entre os dois canais de informação (memórias e emoções) gera-se uma tendência que todos nós temos para recuperar recordações tristes quando nos sentimos desanimados e deprimidos. É como se víssemos o mundo através de uns “óculos escuros”, a tendência do cérebro é manter esse estado de espírito negativo, é fá-lo escolhendo os estímulos que condizem com a situação emocional vivida. Pensamentos obscuros, experiências negativas, acontecimentos traumáticos, fracassos e recordações amargas adquirem primazia, ocupando a nossa consciência e atenção.

Desta forma, como já só vemos desgraças em todo o lado, o organismo reage de forma coerente. Os pensamentos negativos, passam a ter quase a totalidade da atenção de processamento do cérebro. O nosso cérebro é capaz de se aperceber de uma ameaça real, mas igualmente de uma imaginada, dando-lhe a mesma importância. Imaginamos até ao  mais ínfimo pormenor aquilo que poderá vir a acontecer e preocupamo-nos com aspetos e acontecimentos altamente improváveis. O fato de pensarmos neles, gera mal-estar. isto mostra-nos até que ponto o fluir dos pensamentos e fantasia influenciam o nosso estado de espírito. Muitas vezes é a capacidade que temos para imaginar a infelicidade que nos torna infelizes. Então o que podemos fazer para combater a sensação de incapacidade e desesperança?

Proponho o seguinte método :

TRANSFORME O PENSAMENTO OU O SENTIMENTO EM ACÇÃO

Uma forma eficiente de mudar a visão de um problema é simplesmente mudar aquilo a que se está a dar atenção. Em vez de se concentrar na sua vida interior entre em acção. Em vez de se centrar em colocar a si mesmo questões complicadas, como por exemplo, “porque estou com este problema?”, “o que há de errado comigo?”, “o que fiz eu para merecer isto?”, sugiro que faça perguntas que sejam variações destas: “porque razão continuo a fazer, pensar e a prestar atenção ao que me coloca em baixo e que não é útil, que outras coisas poderia pensar, ou focar para alterar a situação em que me encontro?”

Recomendo-lhe que faça perguntas iniciadas por: com?, ou o quê? Por exemplo, em vez de se questionar porque só me acontecem a mim estas coisas desagradáveis e incapacitantes?, ou porque fracassam sempre as minhas relações amorosas?, faça perguntas mais produtivas, como o que posso fazer para alterar a situação? ou, como devo agir para que as minhas relações  no futuro possam ser melhor conseguidas?

Se está numa situação em que sente um forte impulso para levantar questões complicadas, tente algumas destas alternativas:

  • O que posso ver e ouvir relativamente a esta situação (quais são os fatos) e que conclusões (histórias, julgamentos, críticas) tirei a partir daquilo que vi e ouvi.
  • Se neste momento não tenho como me sentir bem, o que posso aprender com isto
  • Se não posso de forma nenhuma deixar de viver este momento de aflição, o que posso aprender com isto
  • O que posso fazer, para que as coisas corram da forma como desejo
  • O que posso deixar de fazer para que as coisas corram da forma como desejo
  • É com isto que quero gastar a pouco energia que ainda me resta? caso não seja, onde posso vir a focar a minha energia?
  • Há alguma coisa que posso fazer para minimizar o meu estado sentimental neste momento? Em caso afirmativo, qual o primeiro passo a dar? Caso contrário, como posso aceitar e lidar com aquilo que não consigo alterar imediatamente?
  • Nesta situação, quem me poderá ajudar, quem me poderia esclarecer algumas dúvidas?
  • Qual foi a melhor forma em que lidei com situações idênticas no passado?

Resumindo: Mude o tipo de perguntas que faz ou com que vive, ou seja, aquelas que não levam a lado nenhum ou que o fazem sentir pior, para outras que abram possibilidades e levem a soluções ou bons sentimentos.

Na grande maioria das vezes, os nossos estados incapacitantes e duradouros, devem-se a um erro de raciocínio. Este erro de raciocínio é induzido por uma tendência do nosso cérebro para ser coerente na produção de pensamentos que comprovam os nossos sentimentos, e aliado a tudo isto estão as circunstâncias eventualmente desfavoráveis que se enfrenta, e ainda uma possível ausência de competências de combate à frustração e resignação.  Com todos estes ingredientes na ementa da nossa vida, ficamos vulneráveis e gera-se um ciclo de negatividade. Este ciclo de negatividade pode ser revertido, se tivermos consciência e percebermos que em determinadas situações o estado em que nos encontramos altera a forma como raciocinamos. Com isto em mente, conseguimos iniciar o processo de desafiar os nossos próprios pensamentos e colocá-los à prova.

Fique atento à segunda parte deste artigo, onde irei abordar os efeitos que estes estados têm na degradação do nosso cérebro, alternativas para escapar à tristeza, como dinamizar o cérebro e muito mais.

E VOCÊ, COMO COMBATE OS SEUS ESTADOS DE INCAPACIDADE E DESÂNIMO?

Deixe os seus comentários e partilhe connosco as suas experiências  pessoais de incapacidade, desânimo ou infelicidade. Participe!

Abraço

Consultas Psicologia Online

Autor: Miguel Lucas

Blog do Autor | Artigos do Autor: Miguel Lucas

Licenciado em Psicologia, exerce em clínica privada. É também preparador mental de atletas e equipas desportivas, treinador de atletismo e formador na área do rendimento desportivo. É autor da Escola Psicologia.

Gostou deste artigo? Então torne-se fã do Blog no Facebook!



Comentários dos Alunos


  1. Márcio
    20 de novembro de 2010

    Lendo a escola da psicologia e colocando em pratica.

    Responder


    • Miguel Lucas
      22 de novembro de 2010

      Olá Márcio, obrigado pelo comentário e bem-vindo à Escola Psicologia.

      Espero que continue a ler os artigos da escola e que possam corresponder às expectativas:)

      Abraço

      Responder


  2. Reginaldo Rocha
    24 de novembro de 2010

    Sempre visito seu blog, mas essa é a primeira vez que posto um comentário. Todos seus posts são muitos bons. Ao chegar no trabalho, é a primeira coisa que faço: visitar o blog para ler as novidades.
    Obrigado!

    Responder


  3. Reginaldo Rocha
    24 de novembro de 2010

    Sempre visito seu blog, mas essa é a primeira vez que posto um comentário. Todos seus posts são muitos bons. Ao chegar no trabalho, é a primeira coisa que faço: visitar o blog para ler as novidades.
    Obrigado!!

    Responder


    • Miguel Lucas
      3 de dezembro de 2010

      Olá Reginaldo Rocha, obrigado pelo comentário e bem-vindo à Escola Psicologia.

      Agradeço o reconhecimento da qualidade dos artigos, o feedback dos leitores é um fator importante na orientação e melhoria de futuras postagens.

      Espero continuar a corresponder para que valha a pena “roubar” um tempinho no seu trabalho em prol do desenvolvimento pessoal :)

      Abraço

      Responder


  4. Dip Kun
    22 de dezembro de 2010

    Bom acho que é um site portugues portugal né ? mas deu pra entender direitinho, adoro psicologia até pensei em estudar psicologia, porém apenas pra auto ajuda, em anos de procura por artigos, filósofos antigos, entre outras coisas que busca uma saúde de felicidade, não procurei algo que fosse tão claro e objetivo quanto este post.

    Adorei o Post, e digo eu um homem de 24 anos ainda não trabalha, não faz faculdade, e terminou o ensino médio com supletivo aos empurros, sempre querendo mudar, mas nunca parando pra pensar o que me leva a tal desgraça real, que é meus próprios pensamentos, humanos sempre pensam nos acontecimentos, e não no fato em si que cada um tem para viver, enfim adorei o post e espero encontrar mais algo por aqui pois adorei.

    Responder


    • Miguel Lucas
      29 de dezembro de 2010

      Olá Dip Kun, obrigado pelo comentário e bem-vindo à Escola Psicologia.
      Sim é um site Português, mas de Portugal e Brasil:)

      Fico lisonjeado por ter gostado do artigo e sobretudo por o conteúdo ir ao encontro das suas necessidades.
      Sem dúvida que deveremos todos fazer um eforço para dedicar a maior parte do nosso tempo a pensamentos virados para a acção e que possam ser prospetivos (virados para o futuro) e acima de tudo que dependam de nós, que possamos ter controlo sobre eles e que nos sirvam

      Abraço, volte sempre

      Responder


  5. Edy
    2 de março de 2011

    Olá, Miguel! Muito bom seu artigo, ajuda-nos a saber lidar um pouco com nossas emoções e aflições. Porém, a incapacidade que sinto em mudar o que vivo, pois uma filha adolescente quando sai de casa onde tinha uma relação boa com a mãe, nos deixa realmente com esta sensação e desacreditando que poderá mudá-la pois, ela tirou de mim a felicidade de tê-la por perto, estragando assim também a nossa relação. Sinto-me muito perdida…

    Responder


    • Miguel Lucas
      5 de março de 2011

      Olá Edy, obrigado pelo comentário.

      Tudo na nossa vida com o tempo acaba por mudar ou alterar-se o suficiente para nos tirar da nossa Zona de Conforto. Acima de tudo é importante perceber que a nossa felicidade vive em nós, que não pode ser retirada por ninguém. Tente não confundir, um problema situacional e emocional com algo mais abrangente como a felicidade. Apesar de se sentir triste, não quer dizer automaticamente que seja infeliz. Tem certamente um problema que quer ver melhorado. Tente afastar-se um pouco do seu sentimento negativo, experimente focar-se numa solução para o problema. Tente arranjar forma de minimizar a dor emocional, lembre-se que a sua filha continua a ser sua filha, mesmo estando separada e a gerir a vida dela.

      Certamente ainda pode falar com ela, pode conviver com ela, pode ajudá-la nas dificuldades dela, pode desejar que ela seja feliz, que siga a sua vida. Muitas coisas boas existirão que não está a levar em consideração.

      Acredito que tenha legitimidade para se sentir mal. Então pergunte a si mesmo o que pode fazer para se sentir melhor?

      Força,

      ABraço

      Responder


  6. Astrea
    20 de abril de 2011

    Olá, Miguel
    Seu texto tem me ajudado profundamente. Estou passando por um processo de separação no meu casamento após 20 anos de convivência. Você conseguiu descrever o meu estado de alma nestes últimos tempos.
    Embora esteja fazendo terapia, não tenho conseguido nas sessões uma mudança de postura. Meditando sobre o seu texto, acredito que vou conseguir começar a romper as minhas barreira.
    Muito obrigada
    Astréa

    Responder


    • Miguel Lucas
      21 de abril de 2011

      Olá Astrea, obrigado pelo comentário.

      Fico muito contente pelo artigo a ter ajudado. Espero que consiga implementar algumas mudanças no seu pensamento e consequentemente no seu comportamento no sentido de poder aliviar algumas angustias e conseguir organizar-se para lidar com este momento difícil.

      Força, coragem e sorte.

      Abraço

      Responder


  7. Tânia
    28 de abril de 2011

    Parabéns pelo trabalho!!

    Tem me ajudado muito, não consigo deixar mais de vir aqui, um dia que seja, para alimentar minha mente com estes artigos que vão ao ponto.

    Tenho em mim uma sensação de vitima e fracasso no qual venho travando uma luta árdua. Seus artigos tem me ajudado bastante.
    Continue e que Deus te abençoe.

    Responder


    • Miguel Lucas
      3 de maio de 2011

      Olá Tânia, obrigado pelo comentário.

      Fico contente que os artigos possam ajudar a conseguir entender e ultrapassar alguns dos seus problemas.

      Grande parte das nossas incapacidades, crenças, hábitos e formas de olhar o mundo são possíveis de ser alteradas e adequadas aos nossos objetivos.

      Espero que consiga implementar algumas dessas mudanças no sentido de se sentir mais capaz de atingir as suas metas, melhorias e bem-estar.

      Sorte e dedicação

      Abraço

      Responder


  8. josi
    21 de junho de 2011

    leio sempre e muito os artigos deste site, mas sinto em minha vida um grande vazio e tudo piorou depois que minha filha única e que eu vivi durante toda a minha vida só me dedicando a ela.hoje ela com 26anos se separou e se distanciou de toda a família.inclusive eu que sou a mãe dela.pouco contato tenho com minha neta e com minha filha ha quase meio ano não tenho falado.não me conformo com a situação por ela criada porque sempre demos todo o amor,atenção,carinho e hoje ela não quer falar com ninguém da familia.só convive com as amigas.penso muito na minha neta que esta perdendo todo a referencia familiar e nada posso fazer pois se eu telefonar, minha filha não atende. por favor e se possivel me oriente pois estou totalmente perdida diante de tudo isso.obrigado

    Responder


  9. Sissa
    13 de julho de 2011

    Olá…é o primeiro artigo seu q leio e acabo de conhecer a escola psicologia, que realmente me fascinou!!!Eu estava buscando no google algo q se identificasse com a minha situação e acabei por achar o seu blog!!!Eu estou nessa situação desde sempre, oscilando entre momentos bons e ruins, porém sempre a sensação de incapacidade e preocupação prevalece. E a principal razão é porque todas as vezes em que me preocupei com algo improvável, logo depois, muitas vezes quando eu já tinha superado isso, algo ruim aconteceu, me levando a crer que a minha preocupação era real.
    Porém, foi muito bom visitar o seu blog e ler um pouco sobre isso!!!

    Responder


  10. Maria Elisa
    19 de novembro de 2011

    Quando leio os seus artigos,faço um suspiro de alívio.So tenho mesmo que começar a meter em prática.Muitas palavras tocam-me mesmo,e tenho até vontade de chorar.
    Muito obrigada.

    Responder

RSS
Twitter
Facebook
Comentários
ASSINANTES
SEGUIDORES
FÃS
COMENTÁRIOS
6711
Dicas de Psicologia no seu Email
Dicas de Psicologia:





Assine a Escola Psicologia Assine a Newsletter da Escola Psicologia Escola Psicologia no Twitter Escola Psicologia no Facebook Escola Psicologia no Youtube Escola Psicologia no Google Buzz