De acordo com o DSM-IV (APA, 1994), a fobia social caracteriza-se por um medo irracional, persistente e intenso de uma ou várias situações sociais ou de desempenho, nas quais o sujeito está em contato com pessoas não familiares ou exposto à eventual observação atenta de outrem. A ideia de ser confrontado com tais situações provoca uma significativa ansiedade antecipatória pelo receio de agir de forma humilhante ou embaraçosa. O medo de situações sociais leva a pessoa a evitá-las para não se deparar com uma situação ansiogénica ou até aversiva. As situações de desempenho mais temidas são: falar em público, comer e beber na frente dos outros, urinar num banheiro público e entrar numa sala onde já existam pessoas sentadas. As situações de interacção incluem: conversar ao telefone, falar com estranhos, participar de reuniões sociais, interagir com o sexo oposto, lidar com figuras de autoridade, devolver mercadoria numa loja e manter contacto visual com pessoas não familiares.
É necessário distinguir a fobia social da timidez, que é um comportamento não patológico, frequente: não usar da palavra num grupo ou não se inscrever numa atividade desportiva ou cultural, contudo, desejada, não justifica o diagnóstico de fobia social. Esta, diferentemente da timidez, é fonte de intenso mal-estar, é invasiva e altera as escolhas afetivas, escolares e/ou profissionais. São frequentemente considerados dois tipos de fobia social:
- A ansiedade social generalizada, isto é, o medo de qualquer comunicação ou relação social
- A Ansiedade social específica que surge apenas em determinadas situações (por exemplo, falar em público)
Os fóbicos sociais utilizam muito comportamentos de evitamento. As interações sociais são no entanto, inevitáveis e provocam consequentemente uma ansiedade antecipatória para além da ansiedade situacional. Embora você possa sentir-se como o único com este problema, o transtorno de ansiedade social é bastante comum. Muitas pessoas lutam para combater este medo. Mas as situações que desencadeiam os sintomas de fobia social podem ser diferentes. Algumas pessoas sentem ansiedade na maioria das situações sociais e de desempenho, uma condição conhecida como transtorno de ansiedade social generalizada. Para outras pessoas com fobia social, a ansiedade está relacionada com situações sociais específicas, como falar com estranhos, comer em restaurantes, ou ir a festas. O mais comum da fobia social específica é o medo de falar em público ou falar na frente de uma audiência. Para um aprofundamento sobre as razões que originam a ansiedade patológica, leia: Sofre de ansiedade? Perceba porquê.

GATILHOS PARA O TRANSTORNO DE ANSIEDADE SOCIAL GENERALIZADA (FOBIA SOCIAL)
As situações que se seguem são na maioria das vezes bastante stressantes para as as pessoas com transtorno de ansiedade social:

De acordo com o modelo cognitivo de Clark e Wells (1995), os indivíduos com fobia social possuem uma crença negativa relacionada à auto-desvalorização (ex.: “Eu sou insignificante”; “Eu não tenho valor”; etc.). As suposições e as regras construídas para lidar com essa crença central incluem: “Se eu demonstrar segurança e falar de forma impecável, serei respeitado pelos outros”; “Se eu falhar ou me mostrar inseguro, os outros irão desprezar-me”; “É humilhante demonstrar ansiedade”. A partir dessas suposições e regras, os fóbicos sociais criam estratégias para enfrentar as situações sociais (excessiva atenção ao próprio comportamento, padrões irrealistas de desempenho, comportamentos de auto-confiança forçados, etc.) que acabam fortalecendo a ansiedade e a crença negativa. Assim, o aspeto central da fobia social parece ser um forte desejo de causar uma boa impressão nos outros e uma insegurança marcante quanto à própria habilidade em conseguir esse objectivo.
DECLARAÇÕES:
“Toda vez que tem uma chamada oral na classe fico apavorado. Tenho medo de ser ridículo, de me dar uma ”branca”. Sofro a semana inteira e na véspera desta aula não consigo dormir. Se puder, falto na aula.”
“Para ir ao clube ou a uma festa e reunir-me com o pessoal preciso tomar duas cervejas. As mãos suam frio e só depois de beber eu tenho coragem.”
“Saí do emprego em que eu estava porque tinha uma garota que gostava de mim e eu não conseguia me aproximar dela.”
“Cada vez que um garoto se aproxima eu tremo e passo mal. Meu coração dispara, eu suo sem parar e não vem nada à minha cabeça. Não consigo arrumar um namorado e não aguento mais a solidão.”
“Tirei meu chefe como amigo secreto. Ficava nervoso só de pensar na festa. Comprei um bom presente mas não tive coragem de me identificar. Ele me perguntou se era eu mas neguei. Morria de vergonha e até hoje ninguém sabe quem deu aquele presente.”
Numa situação social, o indivíduo com fobia social acredita que irá comportar-se de forma inapta ou inadequada e, como consequência, será rejeitado, rebaixado, desacreditado. Ele vê a situação social como perigosa e essa avaliação de perigo irá activar um “programa de ansiedade”, que envolve reacções cognitivas, fisiológicas e comportamentais. Essas reacções interagem umas com as outras de tal forma que mantêm o transtorno, ou seja, impedem que o fóbico social desconfirme as suas crenças negativas sobre os perigos sociais .
SINAIS E SINTOMAS DO TRANSTORNO DE ANSIEDADE SOCIAL (FOBIA SOCIAL)
Só porque você às vezes fica nervoso em situações sociais, não significa que tem transtorno de ansiedade social ou fobia social. Muitas pessoas têm vergonha ou auto-consciência das suas dificuldades ou situações embaraçosas, pelo menos de vez em quando, ainda que não perturbem de forma incapacitante o seu funcionamento diário. O transtorno de ansiedade social, por outro lado, interfere com a sua rotina normal e causa imenso sofrimento e stress.
Por exemplo, é perfeitamente normal estar nervoso antes de fazer um discurso. Mas se você tem transtorno de ansiedade social, provavelmente fica preocupado durante várias semanas antes da data, fica doente para não ir discursar, ou começa a tremer tanto durante o discurso que mal pode falar.
Sintomas psicológicos do transtorno de ansiedade social (fobia social):
- Preocupação intensa durante dias, semanas, ou até mesmo meses antes da aproximação de um evento social.
- Medo extremo de ser visto ou julgado pelo outros, especialmente pessoas que não conhece.
- Auto-consciência excessiva e ansiedade em todas as situações situacionais da vida.
- Medo de que você vai agir de forma a que se envergonhe ou que se humilhe.
- Medo de que os outros reparem que está nervoso.
- Evita situações sociais de tal forma que limita as suas atividades ou perturba a sua vida
Sintomas físicos do transtorno de ansiedade social (fobia social):
Os processos característicos da Perturbação de ansiedade social que mantém as crenças de perigos sociais são especificados a seguir:
- A – Atenção auto focada e auto processamento negativo
Numa determinada situação social, a pessoa com ansiedade social dirige a atenção para si mesmo, num processo chamado de atenção auto-focada. Aumenta a hipervigilância sobre si mesmo, sobre as sensações fisiológica sentidas no seu corpo (palpitações, tremores, rubor, sufoco…), estas sensações corporais intrusivas interferem com a capacidade da pessoa para processar as informações comuns que surgem nos encontros sociais, tendo como resultado o desencadear de pensamentos de auto-avaliação negativos, assim como pensamentos de incapacidade. Este ciclo de feedback negativo, faz disparar os sinais de alerta, comprovando o raciocínio ansiogénico.
Em vez de prestar atenção nos sinais emitidos pela outra pessoa, ele fica atento ao próprio desempenho e emoções. Esta auto-observação gera ansiedade e interfere na interacção com a outra pessoa. Avalia-se negativamente e assume que as outras pessoas também fazem uma avaliação negativa do seu comportamento. Por exemplo, o indivíduo pode experimentar uma forte sensação de tremor e achar que os outros estão percebendo as suas mãos a tremerem vigorosamente, quando na verdade o interlocutor pode perceber um leve tremor ou até mesmo nada .
- B – Comportamentos de segurança
Para minimizar os efeitos negativos esperados nas situações sociais, o fóbico social procura encobrir as “falhas” ou manifestação de ansiedade perpetuando comportamentos de segurança, tais como: segurar um copo com força para não aparentar tremor; ensaiar um discurso várias vezes e falar rapidamente para evitar pausas longas e dar a impressão de segurança; ensaiar as frases mentalmente antes de falar; vestir uma camisa por baixo de outra camisa para encobrir o suor; cruzar braços e pernas para encobrir tremor; monitorar a fala para evitar lapsos verbais; olhar em volta para evitar contacto ocular etc.
Os comportamentos de segurança impedem que o indivíduo desconfirme as crenças negativas sobre as reacções que ele teme manifestar e sobre as consequências dessas manifestações (por ex.: manifestar tremor significa ser rejeitado, desprezado, desvalorizado). Os comportamentos de segurança também podem favorecer o aumento de manifestações temidas segurar um copo com força pode favorecer o (tremor).
- C – Efeitos dos comportamentos do ansioso social sobre o comportamento das outras pessoas
As avaliações negativas aliadas aos comportamentos de segurança podem dar uma impressão pouco amigável ou entusiástica. Ao prestar pouca atenção no interlocutor, o fóbico social cria deficiências na interacção e faz com que a outra pessoa se distancie, contribuindo assim para a manutenção da fobia social.
- D – Processamento antecipatório e pós-evento
Antes de enfrentar uma situação social, o indivíduo com fobia social é dominado por lembranças de falhas passadas, por pensamentos negativos sobre si mesmo, por predições de desempenho pobre e rejeição. Esses pensamentos activam a ansiedade antecipatória e o indivíduo tende a evitar a situação. Se por qualquer motivo tiver de enfrentar a situação, tende a fazer avaliações negativas de si, ignorando ou desvalorizando qualquer sinal de aceitação por parte dos outros.
Ao sair da situação, o indivíduo faz uma avaliação à posteriori do evento, revendo a interacção, processando os sentimentos de ansiedade e a auto-percepção negativa. A situação é avaliada como muito mais negativa do que foi realmente. O indivíduo experimenta vergonha e a experiência passa a ser adicionada à lista de falhas passadas, aumentando e contribuindo para a manutenção do problema
ESCLARECIMENTO
O que sente o fóbico social ?
A pessoa deseja sinceramente conseguir um bom desempenho, comparecer a um encontro. No entanto na hora “H” as palavras não saem, o coração dispara e tudo acontece diferente do desejado. O fóbico social sente ansiedade acentuada (palpitação, sudorese, diarreia, mãos suadas, rubor facial etc.) diante de situações sociais. Habitualmente evita tais situações. Raramente as enfrentam e quando o fazem é com grande esforço e ansiedade. Sofrem por antecipação muito tempo antes de um evento social.
Por exemplo: Semanas antes de uma festa ficam ansiosos e diariamente procuram formas de evitá-la. Sentem um medo e um desconforto tão grandes que fazem com que muitas dessas pessoas abandonem empregos, escola, abram mão de vida amorosa e vivam isolados.
O que irá despoletar a Fobia Social na vida da pessoa ?
O medo, a ansiedade , a fuga, podem interferir acentuadamente na vida profissional, académica , social da pessoa. O prejuízo acentuado da qualidade de vida diferencia da “timidez comum”. O grau de sofrimento é muito grande. Gostaria de relacionar-se com pessoas, mas não consegue. É como se antecipasse que irá ser rejeitado, humilhado. Habitualmente passa a imagem de ser arrogante ou convencido,o que , efetivamente, não acontece. Sua timidez acentuada faz com que tenha uma postura de reserva, hesitação e dúvida.
Por exemplo: Cumprimenta as pessoas tão timidamente que muitas vezes não é ouvido . Tem dificuldade para contato ocular, responde monossilabicamente, não sabe “que assunto falar”.
A Fobia Social pode vir acompanhada de outros problemas ?
É muito frequente a associação com depressão ( cerca de 50%). As tentativas de suicídio chegam a 14 %. Abuso e dependência de álcool e drogas ocorrem em 20-30 % dos casos, frequentemente utilizados para “dar coragem” para a pessoa enfrentar as situações, como no caso das pessoas que precisam beber ou tomar tranquilizantes para enfrentar uma situação social, como um encontro, por exemplo.
O que acontece se a Fobia Social não for tratada ?
A pessoa tem um agravamento progressivo da qualidade de vida. Os prejuízos pessoais, profissionais, sociais, afetivos são afetados de tal forma que a vida da pessoa torna-se incapacitante, muitas vezes tendendo a um isolamento e à solidão. Além disso, o risco de outras problemas associados como a depressão e dependência de álcool são elevados.

AJUDA PARA A DESORDEM DE ANSIEDADE SOCIAL (FOBIA SOCIAL)
Embora possa parecer que não há nada que você pode fazer sobre os sintomas do transtorno de ansiedade social (fobia social), na realidade, há muitas coisas que podem ajudar. O melhor tratamento para transtorno de ansiedade social varia de pessoa para pessoa. Eventualmente algumas estratégias de auto-ajuda poderão ser o suficiente para aliviar os seus sintomas de ansiedade, no entanto se estes persistirem você pode precisar de ajuda profissional. Mas seja qual for a sua abordagem, você pode superar a sua ansiedade social, se procurar a ajuda que precisa e fizer um compromisso de tratamento.
Mudanças de estilo de vida para o transtorno de ansiedade social (fobia social)
Ainda que as mudanças de estilo de vida por si só não serem suficientes para superar o transtorno de ansiedade social, elas podem apoiar o seu progresso global de tratamento. As dicas de estilos de vida que se seguem, ajudam a reduzir os seus níveis de ansiedade geral e preparam o terreno para o sucesso do tratamento:
- Evite ou reduza a cafeína. Café, chá, refrigerantes com cafeína, bebidas energéticas, chocolate, atuam como estimulantes aumentando os sintomas ansiosos.
- Beba com moderação. Você talvez se sinta tentado a beber antes de uma acontecimento social com o objetivo de acalmar os seus nervos, mas o álcool aumenta os riscos de ter um ataque de ansiedade.
- Deixe de fumar. A nicotina é um estimulante poderoso. Fumar conduz a um aumento dos níveis de ansiedade.
- Tenha um sono adequado. Quando você fica privado de sono, fica mais vulnerável à ansiedade. Estar bem recuperado, irá permitir estar mais calmo nas situações sociais. Para aprofundar este assunto pondere ler: 6 dicas para melhorar os seus problemas de insónia.
Terapia para o transtorno de ansiedade social (fobia social)
De todos os tratamentos disponíveis, a terapia cognitivo-comportamental (TCC) tem-se mostrado como a mais adequada. A terapia cognitivo-comportamental é baseada na premissa de que aquilo que você pensa afeta a forma como se sente, e os seus sentimentos afetam os seus comportamentos. Desta forma se você mudar a forma como pensa acerca das situações sociais que lhe causam ansiedade, você irá sentir-se melhor e ser mais funcional no seu dia-a-dia. O que ocorre é que muitas pessoas não sabem disso e imaginam-se reféns de um inimigo que pode ser superado.
A terapia cognitivo-comportamental para a fobia social envolve:
- Aprender como controlar os sintomas físicos da ansiedade através de técnicas de relaxamento e exercícios respiratórios
- Desafiar os pensamentos negativos e prejudiciais que accionam e alimentam a ansiedade social, substituindo-os por pensamentos capacitadores e adequados.
- Enfrentar as situações sociais temidas de forma gradual e sistemática, ao invés de as evitar.
Outras técnicas cognitivo-comportamentais, incluem role-playing e treino em competências sociais, por vezes em forma de terapia de grupo.
TRATAMENTO PARA O TRANSTORNO DE ANSIEDADE SOCIAL
1. Reduzir os sintomas físicos da ansiedade
Muitas mudanças acontecem no seu corpo quando você fica ansioso. Uma das primeiras alterações é que você começa a respirar mais rápido. A hiperventilação provoca um desequilíbrio de oxigénio e dióxido de carbono no seu corpo, provocando sintomas físicos de ansiedade adicionais, tais como tonturas, sensação de sufocamento, aumento da frequência cardíaca e tensão muscular. Aprendendo a respirar de forma mais lenta e pausada pode ajudar novamente a controlar os seus sintomas físicos da ansiedade.
Praticar o exercício respiratório que se segue ajudará você a diminuir os sintomas físicos da ansiedade e a manter a calma:
- Deve sentar-se confortavelmente com as costas direitas e os ombros relaxados. coloque uma mão no seu peito e outra no seu estômago.
- inspire devagar e profundamente através do seu nariz durante 4 segundos. A mão no seu estômago deverá subir, enquanto a mão que está no peito deverá mexer-se muito pouco.
- Sustenha a respiração durante 2 segundos
- Expire lentamente pela boca durante 6 segundos, deitando fora tanto ar quanto conseguir. A mão no seu estômago deverá mover-se enquanto deita fora o ar, mas a outra mão deverá mexer-se muito pouco.
- Continue a respirar pelo nariz e pela boca. Foque-se na manutenção de um padrão de respiração lento e profundo de 4-inspirar, 2-suster, e 6 expirar.
2. Desafiar os pensamentos negativos
Os ansiosos sociais têm pensamentos negativos e crenças que contribuem para a sua ansiedade. Se você sofre de transtorno de ansiedade social, ou fobia social, você pode sentir-se oprimido por pensamentos do género:

Desafiar este tipo de pensamentos, através de terapia ou por si próprio, é uma forma efetiva para reduzir os sintomas do transtorno. O primeiro passo para identificar os pensamentos negativos automáticos que sustentam os seus medos de situações sociais. Por exemplo, se você tiver preocupado sobre uma apresentação que tem de fazer no seu emprego, os pensamentos que sustentam essa preocupação podem ser: “Eu vou estragar tudo. Toda a gente irá pensar que sou totalmente incompetente.”
O próximo passo é analisar e desafiar este tipo de pensamentos. Irá ajudar fazer perguntas sobre os pensamentos negativos: “Eu tenho total certeza de que irei estragar tudo na apresentação?” ou “Mesmo que esteja nervoso, irão as outras pessoas com toda a certeza pensar que sou incompetente?” Através desta lógica avaliativa dos seus pensamentos negativos, irá gradualmente substitui-los por uma forma mais positiva e realista de olhar para as situações sociais que disparam a sua ansiedade.
Como pode verificar nos exemplos que se seguem, apesar do fóbico social se familiarizar com tais formas de raciocinar, se fizer o exercício de se afastar temporariamente do seu problema e avaliar de forma lógica, por certo os estilos de raciocínio que se seguem pareceram fora da realidade. Não acontecem simplesmente dessa forma.
Estilos de pensamento prejudicais e inadequados envolvidos na fobia social
Em privado, pergunte a si próprio se você comete alguns dos seguintes estilos de pensamentos prejudicais:
- Leitura da mente. Assume que sabe o que as outras pessoas irão pensar, e que elas irão olhar para si da mesma forma que você se vê a si próprio.
- Cartomancia. Prevê o futuro, usualmente assumindo que irá acontecer o pior. Você acredita “saber” que as coisas irão ser catastróficas, e dessa forma fica ansioso antes de se encontrar realmente na situação.
- Catastrofização. Pensa sempre no pior dos cenários, aumentado a proporção dos mesmos. Se as pessoas verificarem que está nervoso, isso irá ser “terrível” ou “desastroso.”
- Personalização. Assume que as pessoas estão focadas em si de uma forma negativa ou que aquilo que se passa com os outros ou o que eles dizem tem a ver consigo.
Como é que posso parar de pensar que todas as pessoas estão a olhar para mim?
Para que seja capaz de reduzir o auto-foco, preste atenção para o que se passa à sua volta, ao invés de se monitorizar ou focar-se nos sintomas de ansiedade do seu corpo:
- Observe as outras pessoas e o meio ambiente à sua volta
- Oiça o que está a ser dito à sua volta (não os seus próprios pensamentos)
- Não assuma toda a responsabilidade da manutenção da conversa, o silêncio pontual é natural acontecer, deixe que os outros também contribuam.
3. Enfrente gradualmente os seu medos
Uma das coisas mais poderosas que pode fazer para combater a fobia social, é enfrentar as situações sociais que teme, ao invés de as evitar. Evitar permite que a fobia se mantenha, reforçando a incapacidade de lidar com as situações aversivas. O evitamento inibe a experiência de poder vir a sentir-se mais confortável nas situações sociais e aprender a melhor forma de lidar. Na verdade, quanto mais evitar as situações sociais temidas, mais assustadoras elas se tornarão. Ainda que lhe pareça impossível ultrapassar uma situação social temida, você pode fazer isso através de pequenos passos de cada vez. A chave é iniciar com uma situação que ainda consiga lidar e gradualmente começar a trabalhar nas situação mais desafiadoras, construindo a confiança e aprimorando as estratégias de enfrentamento à medida que avança na sua escala de ansiedade de situações temidas.
Por exemplo, se socializar com estranhos faz disparar a sua ansiedade, você deverá começar a ir a festas acompanhado por um amigo de confiança. À medida que for ficando confortável com a situação, pode dar mais um passo, apresentado-se a uma pessoa, e assim sucessivamente.
Dica: É importante que nas situações temidas possa accionar as sensações de relaxamento previamente treinadas, assim como o tipo de respiração atrás referido. Estas são duas armas sempre ao seu dispor em qualquer situação. Deverá fazer uso delas.
Nota: Na exposição a situações temidas é importante que de forma antecipada possa organizar a estratégia a utilizar. Não deve expor-se às situações temidas sem um plano prévio daquilo que fará quando estiver a enfrentar o problema.
Trabalhe na forma de abordar a sua escala de ansiedade de situações temidas
- Não tente enfrentar o seu medo mais temido na primeira vez. Nunca é boa ideia querer avançar rápido demais, querer demais, ou forçar as coisas. Isto irá voltar-se contra si e reforçar a ansiedade.
- Seja paciente. Ultrapassar a ansiedade social demora tempo e é necessário prática. É um processo gradual e passo a passo.
- Use as habilidade treinadas para ficar calmo. Tais como focar-se na sua respiração e desafiar os pensamentos depreciativos e negativos.
- Utilize palavras de incentivo. “Agora que sei que os outros nem sempre estão atentos a mim, nem conhecem os meus medos, vou focar-me apenas na realização da minha tarefa. Vou ser capaz, mesmo que sinta no inicio algumas sensações desagradáveis. Estou certo que depois a sua intensidade diminuirá.”
- Localize a sua limitação real. Às vezes, a timidez não é permanente, ela só aumenta em situações específicas e pode não interferir no seu desempenho
- Analise as suas atitudes e depois escreva num papel. Caso não fique satisfeito com a forma como se comportou, escreve como gostaria de sentir-se nessas situações. Desta forma será mais fácil, reajustar o plano para a próxima vez e saber ao menos como gostarias de agir.
- Aguentar os sintomas físicos e agir. Normalmente os sintomas da ansiedade aumentam até atingirem um pico, depois a tendência é para diminuírem. Lembre-se disso, depois accione as estratégias de combate à ansiedade descritas.
E VOCÊ QUE TIPOS DE FOBIA SOCIAL TEM?
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Muito obrigada por este artigo, está excelente!
Sofro de um tipo específico de fobia social. E embora tenha superado muitos dos meus medos nos últimos tempos sinto que ainda existem muitas barreiras que devo quebrar.
O mais problemático desta situação é mesmo a ignorância sobre este tema. A pessoa que sofre de ansiedade raramente encontra apoios e quando os amigos tentam ajudar acabam por piorar ainda mais a situação. No meu caso sinto que a minha timidez foi escalando gradualmente pelos dolorosos momentos de humilhação que enfrentei na minha adolescência. Ao ponto de eu não me lembrar do que é que começou primeiro: se foi a minha fobia social, ou a minha tendência natural para corar (infelizmente coro por causa da minha pele ser mais fina que o normal).
Vou tentar pôr em prática os seus conselhos :)
Um abraço
Sem dúvida que uma das formas de entrar num processo de fobia social, em grande parte tem origem na timidez e insegurança. A pessoa com ansiedade extrema, sente-se encurralada, e claro por vezes a ajuda bem intecionada dos amigos, agravam ainda mais o problema. Este é um problema sério que deve ter o máximo de atenção da pessoa que sofre. A pessoa deve procurar ajuda profissional, de preferência nos primeiros sintomas de incapacidade. Na actualidade as terapias são muito efecazes, quando aplicadas convenientemente.
Descreve ainda, que a pessoa pode chegar ao ponto de nãos aber onde o problema começou. O que pode contribuir para gerar alguma confusão, e confundir-se com o porblema, personalizando-o (o que retira capacidade de enfrentamento). Isso é comum acontecer, a pessoa reage de forma condicionada, vai generalizando esrtímulos (é isto que faz aumentar o problema) e a situação tem tendência para ir agravando cada vez mais.
Obrigado pelo seu testemunho, será certamente muito útil para outros leitores. Espero que o artigo possa ter ajudado e que vá minimizando o rubor facial, nas situações sociais (ainda que isso seja um "problema" menor)
Boa sorte
Abraço
Nos anos da adolescência, uma pessoa alimenta a ilusão de que vai conseguir resolver todos os problemas que lhe causam infelicidade. Um dia, vai conseguir... Mas os anos passam, entramos na idade adulta e aprendemos uma lição de humildade: O nosso poder de nos refazermos e de criarmos uma pessoa mais livre é limitado.
Eu sei que a intenção do Miguel Lucas de ajudar é sincera. No entanto, há um limite humano em todos nós: A nossa capacidade racional não consegue curar as feridas emocionais que guardamos do passado. Muitas vezes, a decisão mais inteligente é aceitar a derrota e viver com ela, em vez de continuar a batalhar ingloriamente.
Foi isso que eu fiz: Eu aceitei as minhas fraquezas. Eu compreendo os meus limites. E, estranhamente, eu sinto-me mais livre. Deixar ir as ilusões liberta-nos um pouco.
Se calhar, é a esta humildade de ser humano e frágil que deveriam chamar "maturidade".
Acredito que a Ana Reis já chegou a esse entendimento de si mesmo.
Dou o meu encorajamento para que continue a lutar contra a timidez. Mas não se culpe se não conseguir vencê-la. Isso poupa-lhe sofrimento.
E dou os meus parabéns ao Miguel Lucas. O blogue tem um conteúdo extenso e profundo.
Só é pena que a linguagem seja algo técnica e distante das pessoas comuns. Provavelmente, seria mais fácil chegar ao coração de cada um de nós se tentasse "falar" connosco com palavras mais simples, como se todos nós fôssemos crianças.
(E até somos, se formos verdadeiramente humanos.)
Obrigado.
S. Rui (Sitefesta)
[]
UM ABRAÇO CARA QUE DEUS LHE GUARDE
Esse problema só pode ser espiritual, recomendo a todos procurar um bom pai de santo
abraços .
QUEM QUISER ME ADICIONAR NO MSN:jmamedius@hotmail.com
Olhar no olho pra conversar, ou quando vem visita na minha casa é uma tortura nunca sei o que conversar o que fazer, fico muito sozinha e só tenho pensamentos ruins.
Tenho medo de sair de conversar de comer em publico.
Queria muito ser normal, ser feliz!!!
Demorei beijar uma garota,só as 16 que consegui realizar o feito.Minha primeira vez foi aos 18 anos de idade,sempre fui um cara bonito(muitas dizem rs)atualmente tenho 28 anos e nesses 10 anos já beijei inúmeras mulheres e transei com mais de 60,mas o problemas vem na sequência quando vem o reencontro já não sou a mesma pessoa do dia anterior sou inquieto,nervoso,esquisito,começo a conversar demais etc e tal,eu creio que muitas "pés na b...."foi em razão a isto,e por falta de autoridade de atitude entre outros deixa uma impressão de "parado"...
Penso em um dia em casar mas não faço idéia como e quando,no momento estou tomando o ZOLOFT 50mg,para fobia social e a RITALINA 20 E 40 mg para TDAH(hiperatividade)...Mas não vou parar,pois sou brasileiro e não desisto nunca!!!
andrerimador@hotmail.com
Vou ser bem direta e clara. Trabalho no Mc Donald's a 3 anos e ainda sou atendente, uma amiga minha que eu coloquei na empresa tem 1 ano de Mc Donald's e hoje vestiu a farda de gerente. Fico feliz por ela e triste por mim, pois me sinto incapaz de ser promovida devido a minha fobia social, meu medo de pessoas, sou uma pessoa muito enrolada com dificuldades de aprender as coisas e se comunicar com as pessoas, já me apelidaram de morta no trabalho e isso me frustrou muito. Me sinto fracassada. Vou começar a fazer faculdade de administração e já estou pensando nos seminários, pois sou incapaz de falar em público. Sou burra. Vou ser atendente pra sempre. Preciso de ajuda, quero ser boa no que fasso. Uma vez uma pessoa olhou pra minha cara e falou: Isso aí vai sofrer muito, não sabe fazer nada, toda enrolada. Não consigo participar de um amigo secreto pois minha boca treme e meu rosto fica desfigurado no momento que percebo que me observam. Eu não sou feliz!.
tenho vontade de sair ir ne hum testalrante com minhas filhas e meu marido mais nao posso sera q isso eque eu tenho e fobia
Se alguem que passa por isso quizer cvs cmg me add no face amanda magalhaes
Eu quando criança sofri bullyng e sentia muito isso, tinha medo de sair e de falar com as pessoas por medo do que elas poderiam fazer, pensar ou dizer. Sentia todos estes sintomas, principalmente insônia e dor de cabeça, eu me preocupava demais e fica pensando no que fazer, que atitude tomar, acaba o dia e eu nada fazia de diferente.
A coisa só melhorou quando eu comecei a enfrentar o problema, comecei a apresentar os trabalhos mesmo com muita vergonha, começava a conversar mesmo timida, saia de casa mesmo com vergonha e medo dos olhares, fui fazendo cada coisa e foi ficando tudo muito natural, ou sinto menos dificuldades nessas situações.
Lógico que há situações onde a timidez aparece, mas ela não chega a atrapalhar a vida.
Muito bom seu post, bastante esclarecedor e reconheço mesmo que o melhor caminho é enfrentar e não aceitar o isolamento social como algo normal porque não é, visto que não vivemos sozinhos e estamos sempre precisando de alguém na vida.
Um Abraço
@anakint
O seu testemunho é demonstrativo de uma situação tipo, a partir da qual a pessoa pode começar um processo ansioso e emergir o transtorno de ansiedade social.
O que descreveu como estratégia de enfrentamento do problema, é também muito significativo, dado que aplicou exatamente aquilo que mais contribui para a redução dos sintomas e consequente aprendizagem de competências sociais, desenvolvendo igualmente a confiança.
Obrigado pelo seu contributo, relatando o que vivieu e como ultrapassou. É sem dúvida uma mais valia para quem possa estar a passar por esta fobia.
Abraço
Excelente artigo, muito bem elaborado e esclarecedor.
É muito importante informar e alertar as pessoas para este tipo de transtorno, que é muito mais comum do que imaginamos e causa diversos males na vida de uma pessoa.
Se não for diagnosticado e tratado corretamente, os resultados podem ser mesmo desastrosos.
Iniciativas como a sua de divulgar estas informações ajudam muito aqueles que sofrem com isso mas não sabem o que está ocorrendo, e por falta de conhecimento levam uma vida sem qualidade e de sofrimento.
Ótimo post !
Grande abraço !
Sem dúvida que divulgar conhecimento que possa ajudar as pessoas a perceber que existem formas de conseguirem minimizar os seus problemas é uma mais valia, e é esse exatamente um dos objetivos da Escola Psicologia.
Fico agradecido pelo seu reconhecimento.
Abraço
Eu estava navegando por aí na net, e encontrei o seu blog.
Começei a ler e gostei de algumas coisas que li, porque eu sou completamente tudo que tá escrito aqui.
Eu nunca busquei ajuda porque não consigo, tenho 18 anos,e gostaria de poder mudar.
Enfim, suas matérias são muito boas
;)
Espero que o artigo possa ter contribuido para o seu esclarecimento. É no entanto importante perceber, que caso se identifique com alguns dos sintomas descritos, e estes lhe causam mal-estar e lhe afetam a sua vida, deve procurar ajuda ou formas de ultrapassar esse problema.
Viver, evitando as situações, vai-se tornando incapacitante e retira-nos qualidade de vida. Pondere, tentar empenhar-se na resolução do seu problema. Pode ainda estar numa fase inicial, o que facilita a sua melhoria.
Abraço
Como diz e muito bem, a aprendizagem de habilidades comportamentais são essenciais para tomarmos boas decisões na vida e sobretudo em controlo.
A ansieadade é antecipatória (refernte a algo que vai acontecer no futuro), exponha-se às situações, inicialmente algumas de fácil resolução e sobretudo com uma estratégia do que fazer caso comece a sentir alguns sintomas da ansiedade. Sentir os sintomas não é por si problemático, o que é problemático e perder o controlo. Tem de tomar consciência que mesmo como algum mal-estar é possível ser eficiente e bem sucedida (lembre-se que a outra pessoa pode não se aperceber daquilo que está a sentir e passar-lhe pela cabeça). Foque-se na tarefa, e do que tem de fazer para que a tarefa seja bem realizada (mesmo sentido algum mal-estar). O mal-estar é sempre temporário.
Abraço
Agora realmente descobri que tenho fobia social pois tudo que você diz, é o que acontece comigo.
Eu mesmo vou tentar pedir ajuda !!
Fico contente pelo artigo o ter ajudado a esclarecer acerca do seu problema. Se os sintomas descritos, assim como a incapacidade de gerir algumas situações sociais lhe afetam o bem-estar e funcionalidade da sua vida, deverá mesmo procurar ajuda o quanto antes.
Boa sorte, e vá dando notícias.
Abraço
Nossa, isso tem me prejudicado muito, já tenho 18 anos e me privei de muita coisa devido a essa fobia.
Vou tentar colocar em prática o que relatou no artigo.
Existe algum livro que trate do assunto?
Obrigado desde já.
Fico contente pelo fato do artigo o ter ajudado e alertado para a sua situação. Tente dentro do possível investir na melhoria do seu problema e pouco a pouco tentar enfrentar as situações problemáticas. Tente dentro do possível arranjar sempre uma estratégia no momento de enfrentar a situação ansiosa.
Relativamente ao livro, infelizmente os livros que tenho são todos muito específicos e clínicos, não sendo adequados ás pessoas que sofrem do problema. No entanto vou pesquisar no sentido de encontrar algum que seja de auto-ajuda e depois indico.
Abraço
Em 2.011 me mudarei para capital, moro atualmente numa cidade pequena, e devo morar sozinho (sem meus pais) em uma república. Essa nova situação é favorável para os tímidos e fóbicos sociais? O ato de morar sozinho e assumir as responsabilidades por mim mesmo e o choque cultural de se mudar para uma cidade dez vezes maior do que minha terra natal contribui para aumento ou diminuição da timidez/fobia?
Existem técnicas que posso utilizar para diminuir a ansiosidade ao falar com as pessoas? E técnicas para que elas não percebam que sou tímido? (isso é muito importante principalmente na hora de entrevistas para emprego)
Obrigado desde já. Um abraço!!
Boas Festas de Fim de Ano.
Eu sofro de fobia social grave ha algum tempo. Comecei por me sentir tonto e com nauseas em espaços comerciais, com a sensação que ia desmaiar ali na hora até ter que sair a correr para a rua onde nao houve-se ninguem . Sentindo isso, comecei a isolar-me cada vez mais ao ponto de hoje nao conseguir ir a uma festa com medo de toda a gente se focar em mim e com receio de voltar a acontecer pior. A minha auto-estima baixa a cada dia que passa, nao consigo ir a entrevistas para arranjar trabalho, e sinto que se torna pior a cada dia que passa. Gostava de saber se há alguem da zona de sines com o mesmo problema, Poderiamos iniciar uma sessão de auto-ajuda em conjunto. Gostava de receber uma resposta o mais rapido possivel, Pois mesmo a escrever este email sinto que vai ser catastrófico... Cumprimentos
Pelo que relata situação é bastante preocupante dado que lhe afecta a sua vida e bem-estar. A auto-ajuda é sempre uma possibilidade, mas no seu caso provavelmente beneficiaria da ajuda de um profissional.
Em breve, aqui na Escola Psicologia iremos disponibilizar seminários terapêuticos online. Fique atento, esta pode ser sempre uma hipótese. Ainda assim, aconselho-o a procurar ajuda o mais breve possível.
Estou sempre disponível para lhe esclarecer dúvidas, caso necessite.
Abraço
Sem dúvida que a ansiedade pode provocar todos os sintomas que descreveu.
Para que possa ficar esclarecido, os sintomas são uma condição e não uma doença em si mesmo, quero com isto dizer que os sintomas são a forma que o corpo tem de reagir às circunstâncias.
Aconselho-o a procurar ajuda, dado que a tendência é piorar.Como é óbvio pode sempre recolher informação (nomeadamente aqui na Escola Psicologia) e tentar implementar algumas estratégias e técnicas de enfrentamento.
Estarei sempre disponível para qualquer esclarecimento.
Abraço
Me ajude! minha namorada parece ter esses sintomas da fobia social, toda vez que sairmos que ela percebe que uma pessoa olha para ela , se desconcentra toda,começa ficar nervosa e ate parece que está olhando admirando outro homem, mas percebi que se trata desse distúrbio, o que fazer para ajuda-la!isso está atrapalhando meu relacionamento.
Tal como expliquei, o transtorno de ansiedade social é muito incapacitante e é accionado por condicionamento geralmente relacionado com alguma forma de "medo" que por sua vez se pode relacionar com preocupação excessiva acerca de algo, sentimento de vulnerabilidade e/ou perigo. O problema maior normalmente está relacionado, não só com todos esses problemas disfuncionais de pensamento, mas principalmente pelas sensações de mal-estar sentidas no corpo e que atrapalham muito.
Este é no fundo aquilo sobre o qual se tem de trabalhar, alívio das sensações físicas.
Aconselho-o a ler o nosso artigo: http://www.escolapsicologia.com/compreender-o-incomodo-da-ansiedade-social/
Abraço
Em 2.011 me mudarei para capital, moro atualmente numa cidade pequena, e devo morar sozinho (sem meus pais) em uma república. Essa nova situação é favorável para os tímidos e fóbicos sociais? O ato de morar sozinho e assumir as responsabilidades por mim mesmo e o choque cultural de se mudar para uma cidade dez vezes maior do que minha terra natal contribui para aumento ou diminuição da timidez/fobia?
Existem técnicas que posso utilizar para diminuir a ansiosidade ao falar com as pessoas? E técnicas para que elas não percebam que sou tímido? (isso é muito importante principalmente na hora de entrevistas para emprego)
Obrigado desde já. Um abraço!!
Espero que a aplicação das técnicas para diminuição da timidez possam ser úteis.
Morar num sitio desconhecido com outras pessoas, certamente não será favorável, no caso de sofrer de ansiedade social. Pelos menos em termos de sentimentos e sintomas, funcionará como um gatilho. Deve estar preparado para essa situação. No entanto do ponto de vista de uma possível melhoria, essa será uma excelente situação de exposição aos seus medos. Acresce ainda ao fato de ir estar à sua inteira responsabilidade, podendo isto contribuir para o desenvolvimento de algumas competência sociais. Pode ainda desconfirmar alguma da sua timidez ou ansiedade, verificando que afinal não existi motivo para tanta ansiedade.
Maurílo, aquilo em que se deve focar, não é no fato das pessoas não perceberem que é tímido. Ser-se tímido não é o problema. O problema é perder o controlo das situações e normalmente de forma antecipada pensar de forma catastrófica. Deverá assumir que tem algumas dificuldades, mas que ainda assim é possível fazer as coisas, se accionar a estratégia correta. Normalmente com verbalizações de capacidade, de orientação da tarefa e de controlo dos sintomas ansiosos (sintomas físicos de mal-estar).
Uma das técnicas a desenvolver é a capacidade de se focar no que é importante na hora de realizar algo (por exemplo, entrevista de emprego)....deve focar-se naquilo que acha que deve dizer, no que não pode dizer, o que fazer para estar descontraído, o que fazer para ter a voz segura. O combate à ansiedade faz-se com a melhoria de determinadas técnicas, e não em preocupar-se em esconder o seu problema ou recear que alguém descubra que tem esse problema.
Abraço
Primeiramente obrigado pelo artigo, ele aborda cada pequeno detalhe. Eu sofro de ansiedade social em vários tipo, que nem sei se a minha é especifícia ou generalizada.
É muito dificil pra mim conseguir fazer certas coisas, mesmo que eu queira muito faze-las, e quando finalmente consigo sinto um grande alivio, e ao mesmo tempo fico me perguntando, Como eu consegui fazer isso?
Pra mim o mais dificil é conseguir chegar numa mulher, mesmo que eu não esteja interessado em namorar com ela, nesse momento eu sinto como se estivessem me furando com várias agulhas, e o único jeito de parar é se eu me coçar, sem contar no calor imenso que faz, é por isso que as vezes evito falar com mulheres.
Agradeço pelo o texto e vou tentar praticar algumas dessas técnicas pra ver se consigo diminuir a minha Fobia Social.
O problemas da ansiedade é perturbador, principalmente por não se saber como lidar com determimadas situações sociais e igualmente com os sintomas que se sentem no corpo. Isto tudo pode levar ainda a pensamentos negativos acerca de si.
Saiba que este tipo de problemas tem tratamento. Existem algumas técnicas eficazes para diminuição dos sintomas corporais, assim como algumas estratégias sociais que pode aprender.
Fique atento, ao longo do tempo irei escrever sobre este assunto.
Aconselho-o a ponderar procurar ajuda de um profissional.
Abraço
Eu sofro de ansiedade social à cerca de 1 ano, nem sei bem como começou. Comecei por rejeitar a ideia e pensar que era algo passageiro, mas não. Só piorou, embora alguns dias me sinta menos ansiosa que noutros. Eu sou, ou pelo menos era, uma pessoa bastante social, adoro ir a festas e a jantares e divertir as pessoas, mas agora sinto que isto me está a consumir. Sinto-me tensa e cheia de tremores no corpo. E o que mais me custa é que ainda não tive coragem de contar a ninguém porque tenho vergonha. Sinto-me revoltada, quero voltar a ser como era à 1 ano atrás. Estou a tentar combater isto sozinha e ver se melhoro, eu sei que também é uma questão psicológica e dveo pensar positivo. Uma das coisas que nunca deixei acontecer foi privar-me de algo, sempre fiz e sempre continuarei a fazer a minha vida normal e a enfrentar as situações embora às vezes sinta que vou explodir de tanto tremer e estar inconfortável.
Ter escrito isto aliviou-me, pois nunca tinha falado de isto a ninguém.
Obrigada
Tentar combater o seu problema sozinha é de louvar, no entanto alerto para o fato de estar a sofrer sem real necessidade, ou seja como coloquei no artigo, o tratamento é possível e as taxas de sucesso com terapia cognitivo-comportamental são elevadas. Caso não consiga por meios próprios, aconselho a procurar ajuda profissional. Não só para resolver o seu problema específico, mas para evitar equívocos acerca de si, dado que este tipo de problemas retira muita capacidade e leva a que a confiança e auto-estima sejam afetadas. Existem técnicas que pode aprender para regular a intensidade dos sintomas, mas elas têm de ser aprendias devidamente.
Boa sorte,
Abraço
Antes de mais os meus parabéns por contribuir na ajuda de muitas pessoas inclusive a minha....apesar de passar muito tempo a ler este genero de artigos gostei muito deste, mas a pratica é tão dificil, que hoje foi um dia particularmente difil para mim. Á dias assim, ás vezes acho que nunca vou ser capaz de ser uma pessoa normal. Apesar de ter conseguido tirar um curso superior não consigo trabalho, ter conseguido amigos não os consegui manter, casei tenho uma filha mas uma vida social muito pobre, porque sofro de uma grande ansiedade e coro por tudo e por nada e isso tira me a vontade de continuar, pois fico exposta a situações constrangedoras.
Todos nós temos dias menos bons. Mas sim, quem sofre com os problemas da ansiedade por vezes a incapacidade é grande, e a angustia quase intolerável. Saiba que provavelmente sofre sem necessariamente ter de ser assim, afortunadamente a fobia social e outras desordens de ansiedade já podem ser tratadas com elevada eficácia. Pondere procurar ajuda, o seu problema pode ser debelado. Pode aprender um conjunto de estratégias que lhe permitem levar a sua vida para a frente com menos condicionalismos. Acredite, é possível melhorar, mas tem de fazer por isso. E não basta querer é necessário fazer as coisas correctas (ajuda profissional) de preferência com terapia psicológica.
Vá ficando atenta à EScola Psicologia de tempos em tempos irei abordar as questões da ansiedade.
Boas melhoras.
Abraço
impressionate tudo o que lia ou a maioria, é exatamente o que se passa comigo. Mas estou melhor por enfrentar uma das situaçoes piores para mim.De inicio tive dores de estomago muito más e tomei um protector gastrico para nao trazer problemas. A fobia social é horrivel.
as minhas maos ficam suadas e tremo. Tenho medo que a pessoa repare pois é constrangedor, pensa que estou nervosa por causa dela. Depois dessas situações dou por mim a rever tudo o que disse, o que disse mal , etc e fico muito ansiosa com vontade de tentar corrigir da proxima vez. Fico muito nervosa em situaçoes de observação como exames médicos, e foco-me em mim mesma , de como estou a suar e pior, a tremer. Formulo cuidadosamente um dialogo antes de falar.Quero causar boa impressão, conversar normalmente sem me preocupar com o que digo. O pior mesmo é estar sempre a rever o que fiz. Não tem sentido! vou seguir as dicas que deu. este post é fantástico. estou mais esclarecida e acho que a pouco e pouco estou a conseguir.Pensava que era a única pessoa a preocupar-me com coisas tão estranhas e o meu sistema simpático ser activado , e causar tanto sofrimento.felizmente estou melhor e sinto-me orgulhosa de mim mesma quando ultrapasso a situação. só tenho 15 anos... irei reler tudo de novo. Isto é o mais esclarecedor e COMPLETO que já li sobre fobia social. Muitos parabéns, e tudo de bom ! ajudaste-me imenso.
De acordo com o seu testemunho, expressou grande parte dos sintomas relacionados com a fobia social. É importante perceber que esses sintomas são comuns a muitas pessoas que sofrem deste transtorno.
Se existem muitas pessoas a sofrerem deste transtorno relatando sintomas muito idênticos, podemos levantar uma questão muito capacitadora. Porque razão somos susceptíveis a este problema?
Somos susceptíveis, devido à possibilidade que temos para processar determinada informação de forma incisiva e auto-focada. É como que um modelo de processamento de informação desajustado e com alguns erros de raciocínio, que nos coloca numa situação vulnerável a gerarmos desequilíbrios emocionais. E isto é comum a muitas pessoas.
Desta forma, não personalize o seu problema, olhe para ele como algo que pode ser resolvido alterando a forma como percepciona algumas coisas e também como estrutura os seus pensamentos. Se acrescentarmos algumas estratégias (como descrevi no artigo) ficamos numa situação de nos ajudarmos a nós mesmos.
Desejo-lhe boa continuação da sua recuperação
Abraço
Escrevi um post grande relatando algumas coisas que já me ocorreram, mas infelizmente por não ter colocado o e-mail, deu erro no momento da postagem.
Gostaria de saber se existe, além da terapia já citada, tratamento MEDICAMENTOSO para a ansiedade social. Já cogitei tomar ansiolíticos. Vc saberia me dizer se são eficaz ?
Obrigado pelas dicas!
Sim, normalmente pensar que se é o único a sofrer de alguns sintomas da fobia social é muito incapacitante. Mas muitas são as pessoas que sofrem deste transtorno.
A toma de medicamentos ansiolíticos pode ser feita numa fase inicial, para diminuição dos sintomas fisiológicos e para que a pessoa possa andar um pouco mais calma. No entanto a medicação não lhe ensina a saber lidar com um conjunto de situações e crenças que lhe provocam o mau estar. Isto porque o seu problema anda sempre consigo (algumas crenças irracionais, e distorções cognitivas). Isto são sintomas psicológicos do TRanstorno ansioso que a medicação não combate.
Abraço
Descobri há mais de um ano que sofro desse mal. Isso foi quando se tornou insuportável pra mim e resolvi abrir o jogo com as pessoas a minha volta, pois decidi abrir mão de uma bolsa integral adquirida através do PROUNI e me senti na obrigação de justificar tal atitude. Como tenho dificuldade para me expressar verbalmente resolvi escrever um e-mail e mandar para todos que achei que deveriam saber o porquê da minha decisão. O E-mail tinha mais ou menos a seguinte história: Comecei o e-mail com o tal discurso, “Antes de qualquer coisa quero explicar porque sempre evitei até ano passado cursar uma faculdade”. Sempre tive problema com qualquer tipo de apresentação de trabalho, até mesmo para fazer uma simples leitura na sala de aula ou em qualquer lugar. Se alguém me pedisse para lê algo eu já imaginava que todos que estiverem a minha volta iriam presta atenção e para mim, todos iram está me analisando, me julgando, como se a leitura ou conteúdo em si não importassem, pois eles estariam prestando atenção em mim, em minha voz, prestando atenção se eu iria falar ou lê qualquer errado, ou até mesmo gaguejar. E isso sempre me apavorou. E eu sabia que para cursar uma faculdade eu teria que superar isso. Desde que sai do colegial, tive varias oportunidades e por não me sentir capaz de enfrentar tal problema. Eu sempre prestei os vestibulares, obtendo êxito nos resultados de alguns, porém quando era pra efetivar a matricula inventava qualquer desculpa para não fazer. E eu prestava os vestibulares para que não falassem que eu não estava pelo menos tentando entrar na faculdade. Mas no final do ano de 2008 resolvi da uma chance a mim mesma, para tentar superar tudo isso, pois achava que quando eu ficasse mais velha o meu medo se dissiparia e eu iria conseguir enfrentar e superar essa minha insegurança, esse meu medo ou sei lá o que pode ser isso. Eu achava que esse era um medo bobo de criança, que quando eu me tornasse uma mulher madura iria passar naturalmente. Ai com 24 anos de idade, achei que estivesse na hora de enfrentar isso e resolvi me matricular e frequentar as aulas. Frequentei um ano inteiro,participava dos trabalhos em grupo, mas sempre que possível fugia da parte de apresentação, essa parte ficava sempre para os meus colegas que viam em meu rosto a nítida dificuldade pra tal, e quando não conseguia fugir, simplesmente li, por mais que estudasse dias antes para me preparar, por mais que eu soubesse do assunto eu simplesmente lia e lia tão rápido, que ninguém entendia nada. Era como se doesse e eu precisava fazer o mais rápido possível, para me livrar da dor. E isso sempre foi humilhante e torturador pra mim. Todo dia na faculdade era a mesma coisa, sempre que um professor entrava na sala eu ficava com o coração na mão, imaginando que ele em qualquer momento poderia pedir minha opinião sobre algo ou simplesmente me pedir para ler qualquer coisa e teria toda a atenção voltada pra mim inclusive a dele e isso me aterrorizava, ou melhor, aterroriza até hoje. Eu achava que a cada apresentação iria diminuir todo esse meu “sofrimento”, mas isso não aconteceu. Cada apresentação que passava eu me sentia mais humilhada, mais fracassada, que eu só esperava o dia em meus colegas de grupo, que eram sempre os mesmos, iriam me excluir do grupo, pois eu me sentia como um peso pra eles. O pior que isso se tornou uma bola de neve, que fez com que eu conseguisse mais me concentrar para estudar nada, nem pra prova, nem para desenvolver os trabalhos que eram simplismente digitados. Mas entrei em pânico mesmo quando descobri o que era uma monografia e que para a conclusão do curso eu teria que desenvolver e apresentar uma. Que é uma coisa que não me vejo capa. Pois se tendo meus amigos do lado em uma apresentação eu fiquei como fiquei. Imagina eu apresentado algo sozinha? Rum! Para mim não ai dar, me sinto incapaz, achei que eu iria superar isso, mas foi o contrário, só piorou.
Finalizei comunicando-os que eu estava abrindo mão da bolsa e que iria procurar ajuda profissional. Fiz alguns meses de terapia nesse ano de 2010, que não me ajudou muito, mas acho que a culpa foi minha, pois desviei o foco da terapia, lembro da minha terapeuta dizer que fui muito escorregadia e muito superficial e que ela permitiu isso acontecer para me deixar mais a vontade com ela e começar a confiar e me abrir de verdade para ela. Pretendo continuar esse ano com a terapia e espero que eu comece a obter bons resultados, pois sei que é um processo lento.
Creio que essa minha história se encaixa perfeitamente com seu artigo.
Artigo este que ficou muito bom mesmo! Está de parabéns...
Um grande abraço.
Por lapso só agora estou respondendo.
Vejo que a sua vida tem sido muito dura devido à possibilidade de sofrer de fobia social. Mas tal como referi no artigo, este é um problema que tem solução, deve procurar ajuda profissional e dedicar-se à melhoria, aplicando aquilo que lhe é sugerido. Na actualidade a terapia cognitivo-comportamental apresenta elevados índices de eficácia quando devidamente aplicada.
Agradeço muito o seu testemunho, pois tem descrições precisas do mal estar típico da fobia social, o que pode ser uma mais-valia para outras pessoas que sofram do mesmo e possam identificar-se com algumas das situações que escreveu.
Não desista da terapia, e espero que consiga pouco a pouco ir melhorando.
Força e dedicação.
Abraço
Antes de mais, parabéns pelos seus artigos que são excelentes.
Este aqui cativou a minha atenção, porque já ando à uns tempos para ir a um psicólogo.
Já tinha ouvido falar deste tipo de fobia, mas não sabia o seu nome, as situações onde ocorre nem quais os sintomas.
Agora que já li este artigo, tenho quase a certeza que também sofro disto, e afecta-me bastante no dia-a-dia como profissional e como estudante. Também não cumpro os meus deveres de ter umas boas horas de sono, mas a ansiedade por vezes não me deixa dormir mais de 4h por dia.
Vou seguir as suas dicas, da fobia social e da ansiedade para ver se melhoro o meu dia-a-dia.
Continuação de bom trabalho.
J.O.
Fico agradado pelo facto do artigo o ter ajudado a entender melhor aquilo que lhe pode estar a provocar mal-estar na sua vida.
É importante tentar resolver esse problema pois ele é muito incapacitante e pode ser resolvido de forma eficaz.
Espero que algumas das estratégias explicadas no artigo possam ser úteis. Caso o problema persista, deverá procurar ajuda profissional. Não arrste um problema que tem tendência para ir aumentando.
Força, sorte e empenho.
Abraço
Adorei o seu artigo, ele é de muita ajuda.Tenho fobia social desde os meus 10 anos de idade, hoje tenho 25 anos, e trago a dor da fobia social à 15 anos sempre acompanhada de crises de depressões, somente a menos de 2 meses é que íniciei o meu tratamento, pois já estava em uma fase de não conseguir me relacionar com quase ninguém, larguei empregos, e estava a ponto de largar também a faculdade.
Sofri 15 anos com esse transtorno por não ter informações adequadas e a minha própria aceitação como fóbico social que precisa de ajuda.
Muito obrigado por trazer estas informaçães, ajudará à muitas pessoas com certeza.
Fico agradecido com o seu testemunho. Infelizmente ainda existem muitas pessoas que por desconhecimento sofrem muito com o problema da Fobia Social.
Espero que o artigo possa contribuir para um melhor esclarecimento da possibilidade de tratamento e consequentemente da diminuição do sofrimento.
Espero que continue a progredir na sua melhoria.
Abraço
Fico contente que tenha percebido que é possível resolver o seu problema. É importante que receba tratamento adequado para a fobia social, pois ainda que possa cruzar-se com a depressão e ansiedade comum, é muito diferente e as abordagens de tratamento são distintas.
Espero que consiga debelar o seu problema e que recomponha a sua vida como deseja.
Caso tenha alguma dúvida, não hesite em perguntar.
Abraço
Se acha que tem grande parte dos sintomas da fobia social, é importante que pondere procurar ajuda profissional. Está a sofrer e a prejudicar a sua vida desnecessariamente, o tratamento é possível.
Tente aplicar algumas das dicas que sugeri e pondere ler outros artigos complementares que o podem ajudar muito:
http://www.escolapsicologia.com/compreender-o-incomodo-da-ansiedade-social/
http://www.escolapsicologia.com/sofre-de-ansiedade-perceba-porque/
http://www.escolapsicologia.com/estrategias-para-aliviar-a-ansiedade/
Qualquer dúvida não hesite em perguntar.
Abraço
Eu julgo que sofro de uma forma específica deste disturbio , pois apresento todos os sintomas em vesperas de exames orais , ou apresentações em que a oralidade seja necessária.
Apesar de nestas situações eu ser incapaz de ser bem sucedida , apresento até algum a-vontade no que se prende com a socialização no quotidiano.
Não sei se realmente me enquadro no quadro clínico e se sim quem devo consultar ( psiquiatra, psicologo, ...)?
Peço desculpa pelo incomodo Miguel Lucas,
Cumprimentos,
Vanessa Ferreira
Provavelmente, pode não se enquadrar no transtorno de fobia social, ainda que possa ter alguns sintomas idênticos.
Pode também não ter também nenhuma fobia específica. Seria necessário mais dados e historial. De qualquer forma, aquilo que certamente tem, e como diz, é dificuldade em falar em público perante um objectivo importante.
Aquilo que pode ser necessário será o desenvolvimento de algumas habilidades de combate à ansiedade e consequentemente exercitar a concentração e inibição de pensamentos parasitas. Pelo que necessita de desenvolver a capacidade de orientar a sua atenção para o que é importante e igualmente conseguir mesmo perante algumas interferências cognitivas (de incapacidade e desempenho) conseguir reorientar a atenção para onde ela deve ser dirigida (conteúdos estudados e aprendidos)
Sem dúvida que perante aquilo que descreveu necessita de um profissional que consiga ensinar-lhe um conjunto de estratégias (que descrevi), e certamente tem de ser um psicólogo. Ainda assim, deve tentar perceber se esse profissional preconiza este tipo de abordagem capacitadora e não apenas patológica.
Abraço
Não sei se sofro dessa patologia, se de fato tenho o que se chama de fobia social, porém vários desses sintomas são apresentados quando me deparo com situações descritas no seu texto como se expor oralmente a um determinado público.
Gostaria de saber se existe alguma técnica específica para evitar o rubor facial antes de enfrentar, por exemplo, um discurso em público. Tenho sérios problemas em relação a isso, desde sudorese, gagueira, tremedeiras ao rubor na face, que pra mim é o pior porque se torna mais evidente, aumentando ainda mais quando as pessoas comentam: "Nossa como você ficou vermelha!". Se tiver uma técnica em especial para esse meu problema ficarei muito feliz em testar.
Por enquanto vou fazendo as técnicas de relaxamento e exercícios respiratórios propostos.
Fico grata pela atenção e pelas informações dadas
Boa semana!
Relativamente à sua dificuldade de se expor em público existem técnicas e/ou estratégias que podem resolver esse problema. Seria sempre melhor tentar perceber o que pode estar a despoletar esse "medo/fobia" pois é sempre importante para um melhor enquadramento para o possível tratamento.
Fica difícil para mim, aqui nos comentários apresentar essas técnicas e procedimentos. De qualquer forma fica prometido que abordarei esse tema num artigo específico sobre dificuldade de exposição em público.
Espero que alguns dos artigos já escritos possam contribuir para algum alívio.
Abraço
espero q ajude ,mas eu sempre me escondo das pessoas ,mas é muito importante mesmo q enfrente mesmo por varia eu sei doi machuca é uma sensação é horrivel ,mas vai ajudar . Obrigada
Chamo-me Mónica, tenho 32 anos, estou desempregada desde que terminei a Licenciatura.
Gostei muito do que li, revejo-me em algumas situações.
Não sei se me encaixo em fóbica social, mas talvez o Miguel possa dizer-mo.
Em relação a falar em público, isso já não é de agora. Já quando andava no liceu sentia-me incomodada quando tinha que ler ou apresentar algum trabalho. Já nos tempos da Universidade se passava o mesmo quando fazia apresentações. Lembro-me duma apresentação em particular em que o meu companheiro de grupo ficou a olhar muito admirado para mim, pois quando comecei a falar a minha voz saía completamente a tremer.
Terminei o curso em 2006.
Em 2005 comecei a fazer estágio curricular numa empresa duns amigos dos meus pais. O patrão ofereceu-me emprego (mesmo antes de terminar o curso) e eu aceitei, pensando que era uma sortuda pois ainda não havia terminado a licenciatura e não teria que passar pelo que passou a minha irmã (ficar em casa sem emprego).
Trabalhei de Agosto de 2005 a Abril de 2006. Desleixei-me um pouco relativamente ao estágio e paguei mais um ano de propinas por isso.
O certo é que fui vítima de assédio, da última pessoa que eu esperava, ainda por cima amiga dos meus pais.
Lá fui aguentando pois tinha as propinas para pagar (por desleixo meu) e porque o meu pai tem mais amor ao dinheiro que aos filhos!!!
Foi nesta altura que comecei a sentir umas sensações esquisitas, umas tonturas, parecia que caía mesmo estando sentada.
Quando cheguei ao limite, pois ir trabalhar para mim era um suplício, contei o que se estava a passar ao meu pai.
Não fez rigorosamente nada. Na Segunda-feira seguinte fui trabalhar como se não tivesse feito revelação nenhuma.
Passados 15 dias o meu pai perguntou-me como estavam as coisas. Continuavam na mesma.
Caí na asneira de contar ao meu namorado, contando com o apoio dele e esperando que alguém me desse força para eu deixar aquele inferno.
Também ele só viu as coisas pelo lado dele, sentiu-se traído, etc. Até compreendo, tem a sua razão. Mas nunca se colocou no meu lugar.
Estávamos no mês de Abril e com o ordenado desse mês conseguia acabar de pagar as propinas. Decidi que quando recebesse deixava aquilo.
Informei o meu pai da minha decisão e ele teve a lata de me dizer para pensar bem no que estava a fazer pois estávamos numa época em que era difícil encontrar um emprego.
Não o ouvi e quando recebi, saí de lá.
Terminei o curso em Dezembro.
Estive de 2007 a 2009 sem encontrar nenhum emprego. Confesso que só procurei na área que me interessava.
Durante este tempo fui permanecendo mais tempo por casa, isolei-me. A única pessoa com quem eu saía desta rotina era com o meu namorado pois ia dar uma volta, às compras e coisas do género.
Durante estes tempo em clausura (foi a pior coisa que fiz) comecei a ter vários medos. Ir fazer umas simples análises era um bicho de 7 cabeças, ir ao dentista nem se fala. Mas estes medos eram fundamentados em experiências anteriores. Tipo, uma vez fui fazer análise e fiquei com o braço inchado e todo pisado. A partir daí análises era se fosse mesmo necessário. O mesmo se passava em ir ao dentista, ao médico, etc.
Em Fevereiro de 2010 comecei a fazer um estágio num gabinete de contabilidade, mas desisti em Abril pois o fulano ao invés de me ensinar como as coisas se faziam passava a vida aos gritos comigo.
A 31 de Maio de 2010 (dia do meu aniversário) comecei a trabalhar numa empresa de prestação de serviços. Pensei que foi o melhor presente de aniversário que recebi e que finalmente muitos dos meus problemas iam acabar.
Que enganada que estava.
O patrão era Pastor (Padre dessas igrejas não católicas que andam por aí) e tarado.
Mais uma vez fui vítima de assédio.
Mas como não queria voltar para casa deixei-me andar. Não sabia que atitude tomar, se dar-lhe com os pés ou calar-me pois tinha receio que me despedi-se.
Estive de Maio a Novembro. O estágio profissional só foi aprovado em Setembro. Supostamente iria receber cerca de 970€ mas tinha que devolver 230€.
Em Novembro já não aguentava mais a situação, porque para além das investidas estava a fazer o serviço que ninguém gostava ao invés de aprender, fui ao IEFP.
Dirigi-e ao funcionário que trata dos estágios profissionais e abri o jogo, pensando que o funcionário estava lá para nos aconselhar. Conclusão, o IEFP cancelou o estágio.
Voltei a ficar sem emprego novamente.
Voltar para casa e ter que "aturar" o meu pai a chamar-me constantemente de inútil e de burra era o que eu menos queria.
Recentemente estive a trabalhar nos Censos 2011 e até andava melhor, pois tinha uma ocupação.
Entretanto os Censos terminaram e estou novamente em casa sem nenhuma perspectiva de trabalho futuro.
Voltei a cair, mas desta vez estou num desânimo total. Não me apetece fazer nada, não durmo bem (de 2 em 2 horas estou acordada), passo os dias na cama, uma apatia que só.
E cada vez mais isolada pois agora só namoro ao fim de semana, pois ele troca-me para ir para o café jogar cartas.
Já namoro há 6 anos. Mas não é namoro, é um hábito, um vício. Não existe nada entre nós, não há diálogo, cumplicidade nem intimidade. Tenho vontade de chegar ao pé dele e pôr um ponto final nesta palhaçada. Mas não me consigo ver a envolver-me com outra pessoa, pois tenho medo a pessoas do sexo oposto (principalmente homens mais velhos, com idade que podiam ser meus pais).
Além disto, quando tinha 19 anos fiquei grávida.
Nunca me perguntaram o que eu queria, simplesmente decidiram por mim (o aborto foi a solução).
As coisas passaram-se. Nesse ano entrei para a Universidade e conhecer novas pessoas ajudou-me.
Durante estes anos pensava nisso algumas vezes. Nunca ninguém falou comigo, se eu tinha ultrapassado isso, se me sentia afectada pelo acontecimento.
Em 2009 o meu irmão casou. Foi o pior dia da minha vida: ia perder o meu irmão.
Em Dezembro passado nasceu o meu sobrinho.
Quando a minha cunhada estava grávida, muita coisa que julgava resolvida começou a vir ao de cima.
Sempre desejei que fosse um rapaz e de olhos claros, pois assim o meu pai iria olhar para ele e lembrar-se do que me fez.
Nasceu tal como desejei, mas isso não fez o meu pai lembrar-se do que me obrigou a fazer.
Um grande receio que tinha era que quando ele nasce-se eu olha-se para ele e pensa-se que era meu. Tal não aconteceu.
No entanto esse assunto, o que passei naquele dia está constantemente a martelar na minha cabeça e revolta-me imenso a alegria do meu pai com o neto quando já podia ter um e não quis.
Se me perguntar se queria ser mãe, sinceramente não lhe sei responder. O que sei é que se as coisas tivessem tido outro desfecho hoje podia ter alguma coisa MINHA, pois não tenho nada.
Relativamente ao meu irmão, penso que depois do que aconteceu comecei a ver nele aquilo que perdi, daí a minha relação muito forte com ele.
Em Janeiro fui ao médico de família e desabafei com ele, dos medos e desta situação. Receitou-me paroxetina (o que não me deixou nada satisfeita pois também tenho medo de tomar comprimidos, e fazer misturas de comprimidos nem se fala. Tenho medo de fazer alergia.)
Comecei a tomar os comprimidos a 31 de Janeiro. Inicialmente sentia-me bem, os assuntos que me consumiam passaram a ter uma importância menor. Mas também andei ocupada a fazer os censos.
Agora que estou novamente em casa, o estar a pensar sempre no mesmo voltou.
Não sei o que hei-de fazer.
Estou em fase de desespero. Quero trabalhar, sentir-me útil e ter uma vida própria sem depender de ninguém, mas não vejo um futuro risonho. É que mesmo para fazer qualquer coisa, como trabalhar numa loja ou outra coisa do género está muito complicado.
Enfim ... não sei que fazer.
Peço desculpa pelo testamento.
Acha que me enquadro na fobia social?
Muito obrigada por ler isto.
Até breve,
Sofia
Pelo que descreve a sua vida tem tido muito contratempos, imponderáveis e situações muito desagradáveis. Está sem dúvida numa situação bastante complicada e sensível, necessita de ajuda. De ajuda de pessoas de confiança, de profissionais de elementos da família mais chegado e de confiança. Tem mesmo de procurar suporte junto de alguma instituição ou grupo social de apoio. Sozinha muito provavelmente poderá ter muita dificuldade para lidar com tudo o que lhe aconteceu no passado e consequentemente estruturar o futuro.
Não arrisco a dizer se sofre de fobia social. Aquilo que se passa serão certamente um conjunto de reações a situação de vida muito difíceis. O que importa mais, não é perceber que tipo de patologia têm, mas sim que tipo de decisões deve tomar na sua vida, e quais estás disposta a lutar e implementar na sua vida no sentido de ter a noção que está a caminhar para aquilo que pretende. Necessita de uma orientação alargada para lidar com um conjunto de situação que ocorrem em simultâneo na sua vida, as de carácter funcional, como arranjar emprego, ou as de carácter emocional, como a tristeza, desânimo, frustração, auto-confiança diminuída, etc.
Estou disponível para qualquer tipo de esclarecimento.
Desejo-lhe muita sorte, força e coragem.
Abraço
Em primeiro lugar dou-lhe os parabéns pela enorme disponibilidade em responder a todos os comentários deste post.
Encontrei esta página a tentar procurar alguma coisa que me ajudasse e fiquei surpreendido com a grande qualidade de informação aqui escrita.
O meu caso é o seguinte, tenho 20 anos, 2º ano de faculdade e penso sofrer de fobia social.
Penso que tudo começou no 5º ano, tinha eu 10/11 anos, quando os meus pais me colocaram numa escola afastada da minha zona de residência. Ainda novo fui para uma escola sem conhecer ninguém, perdi os meus amigos da escola primária, ganhei "amigos" na nova escola mas nunca me relacionava com eles fora da escola e em actividades sem ser escolares pois morava noutra zona diferente. Desde aí comecei a isolar-me aos poucos, começou a rotina casa-escola-casa, e pouco mais fazia. Nunca pertenci a nenhum grupo cultural ou social, nem mesmo na minha freguesia. Os anos foram-se passando e no 10º ano criei um forte gosto e dependência pela informática, era capaz de passar dias e noites inteiras sem sair do computador. A partir daqui desleixei-me no estudo e em tudo. No 11º ano mudei de escola, a tentar mudar de vida, deixar aquela escola que tanto me fez sofrer e tentar mudar a minha vida. Fui estudar para a uma escola secundária no centro da cidade e criei novas amizades, estava numa escola semi privada e mudei me para uma escola pública, foi uma mudança tal que penso que se não fosse essa mudança hoje estava muito pior que o que estou. Entretanto acabou o secundário, entrei na faculdade e estou no 2º ano de um curso de engenharia de 5 anos. Passei o ano de caloiro e neste momento tenho uma namorada espectacular há mais de um ano, grupo de amigos e convivo regularmente. No entanto continuo com sérios problemas de relacionamentos principalmente com pessoas que não pertencem ao meu grupo de pessoas mais próximas. Quando estou num grupo em que maioritariamente são pessoas que não conheço e entro em ambientes de estudantes universitários sou capaz de passar uma hora sem intervir na conversa, simplesmente não sei o que dizer ou que fazer, não consigo agir como os outros e sinto que as pessoas pensam o que realmente sou, tímido e anormal. Tento sempre que possível evitar festas e saídas para discotecas e bares em que tenha de dançar. Não consigo agira normalmente como os outros, fico parado, sem saber se estou a mexer-me bem, a pensar no que os outros pensam de mim e nas figuras que estou a fazer. Sinto tantas dificuldades em agir como os outros, se calhar aqueles anos que estive isolado fizeram com que não aprendesse a viver normalmente e hoje não consigo acompanhar o ritmo dos outros. O meu grupo de amigos também não é como os outros, não tenho uma relação muito próxima, nem sei se posso chamar de amigos ou pessoas com quem estou regularmente, não tenho ninguém próximo com quem possa falar dos meus problemas. A minha namorada também está na faculdade e ao contrário de mim, leva uma vida normal e isso faz-se ficar mal comigo mesmo pois vejo nela o que devia ser e não consigo ser. Sinto-me ainda culpado por ela ter um namorado anormal que não lhe pode proporcionar o que um namorado normal proporcionaria.
Peço desculpa pelo enorme texto mas escrevi aqui quase nada do que se passa comigo, tentei resumir mas tinha tanto mais para escrever que até me perdi no que disse. Ao fim disto, só gostava de ter uma opinião acerca do que devo fazer, como procurar ajuda, onde procurar e o que fazer, gostava e preciso mesmo de mudar esta minha forma de ser, mas não tenho quem me ajude e preciso de procurar ajuda sozinho.
Muito obrigado.
Abraço
A sua história de vida aponta para algumas situações em que optou por retirar-se para dentro de si mesmo e arranjar refúgio (nomeadamente a informática), podemos apelidar isso de estratégias de lidar com a situação; não sendo em si boas ou más, no entanto essas estratégias impediram de desenvolver algumas competências sociais (interacção social). Os problemas que tem, só são problema porque valoriza a interacção social, desta forma não deve interpretar-se como alguém que não é normal, isso não ajuda em nada, e afasta-o da verdadeira análise da situação.
Provavelmente aquilo que tem não se encaixa numa fobia social, aponto para uma baixa auto-confiança para falar em público (mesmo junto de colegas), mas por ausência de habilidades de comunicação e eventualmente uma baixa auto-estima e também esta circunstancial (ou seja, manifesta-se apenas em circunstâncias sociais).
Proponho que leia as artigos:
http://www.escolapsicologia.com/como-melhorar-a-auto-estima/
http://www.escolapsicologia.com/3-passos-e-10-formas-para-construir-a-sua-auto-confianca/
http://www.escolapsicologia.com/como-superar-a-timidez/
ABraço
Se alguém quiser saber mais sobre a timidez, indico o artigo em nosso site: "Você é uma pessoa tímida? Faça o teste!"
O link do artigo é http://www.preparandocampeoes.com.br/2011/05/11/voce-e-uma-pessoa-timida/
Espero que ajude.
Grande abraço e parabéns pelo site!
Sem dúvida que beneficiaria muito de investir num programa de desenvolvimento pessoal. Provavelmente não se encaixa totalmente num problema de fobia social, tendo outras coisas que necessitam de ser trabalhadas. Tal como disse, auto-confiança, auto-estima, competências sociais, falar em público, expor as suas ideias, gostos e interesses, gerir a ansiedade.
Fico contente que o artigo tenha ajudado e espero que outros artigos possam continuar a ajudar.
Força e convicção
Abraço
LI SEU ARTIGO E FOI MESMO QUE ESTÁ VENDO O MEU IRMÃO!, SÓ QUE O PROBLEMA MAIOR DELE, É QUE ELE NÃO ASSUME QUE PRECISA SE TRATAR, Ñ ESTUDA, Ñ TRABALHA E DORME ATÉ TARDE, MINHA MÃE SOFRE MUITO, POIS ELE TEM 18 ANOS MAS SEM PERSPECTIVA DE VIDA, O QUE DEVEMOS FAZER PARA QUE ELE SE CONVENÇA QUE É DOENTE?
sofro com isso concerteza,é preciso usar medicamentos?
e quero saber se tem cura?
me respondeee querido..rsrs
abraço!
Tal como referi no artigo, este é um problema comum a muitas pessoas por todo o mundo. Felismente, existe conhecimento para ajudar a melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem com este transtorno. Sim, é possível tratar a fobia social!
Abraço
Apreciei o artigo.
É bastante abrangente e esclarecedor.
Parabéns.
Ainda bem que oa rtigo ajudou a perceber o seu problema.
Ainda que durante muitos anos possa ter tido alguns comportamentos que impediram ou inibiram de fazer algumas das coisas que gostava, não quer dizer que agora não consiga. Apesar de por vezes aquilo que se repete durante muito tempo tornar-se num hábito, é possível implementar outros hábitos mais assertivos e de acordo com aquilo que pretende e à luz dos assuntos.
Boa sorte e dedicação
Abraço
Muito bom artigo. Tenho 15 anos e quero mudar, sofro disso... Acho que foi por causa da minha infância na escola que me deixou muito mau.
Eu aprendí a falar normalmente, mas aos 3 anos eu comecei a ter problemas na fala e fiquei gago, e para piorar as coisas além de não consegui falar direito fazia caretas (tentando falar) e era sempre motivo de avacalhação, então por isso evitava ao máximo (extremo fica bem melhor) falar. Eu comecei a ignorar as pessoas e a ter medo.
Eu estudei em duas escolas e atualmente estou na terceira. Na segunda escola tentei mudar, mas o meu problema (gago) fez eu me encolher mais ainda. Ví os meus "amigos" rindo de mim muitas vezes e... tudo piorou.
Ano passado entrei na terceira escola com um problema já resolvido, falo normalmente, não sou mais gago, não faço esforço para falar graças a DEUS, mas tenho essa parada de fobia social.
"Habitualmente passo a imagem de ser arrogante ou convencido,o que , efetivamente, não acontece"
E sou muito sério. Sempre acho que as pessoas estão falando mau de mim e acredito já ter ouvido palavras, esse último pode até ser verdade. Não consigo olhar nos olhos das pessoas e acho que não vou conseguir completar algo que estou fazendo mesmo que seja apenas escrever um comentário no sistema do wordpress.
Não queria falar com meus pais, mas quero ajuda.
Valeu!!!!
Pelo que relatou, existiram situações que favoreceram o aparecimento de alguns dos seus problemas, daí resultaram alguns condicionamentos que lhe provocam mal-estar e auto-estima diminuída. Pelo que entendi, você conseguiu perceber isso. Eventualmente você pode necessitar de ajuda profissional, ainda está a tempo de melhorar!
De qualquer forma, você tem o seu próprio exemplo que em muito o pode ajudar, dado que conseguiu ultrapassar o problema da gaguez, e seconsegiu, quer dizer que pode conseguir nos outros aspetos, desde que faça algo para isso. Tem de olhar para si como alguém que quer melhorar e que vai conseguir.
Pense se não será melhor conversar com os seus pais, eles podem dar-lhe uma força!
Abraço
Obrigado por este artigo. Deu-me a possibilidade de reconhecer muitas atitudes inconscientes que se manifestam sempre que me encontro em qualquer situação social.
tenho 18 anos, e começei-me primeiro a aperceber-me de que havia qualquer coisa que nao estava bem no final do meu 9 ano. Tinha comportamentos totalmente diferentes dos que tinha no meu colégio (onde era gozado e humilhado por alguns) em certos espaços onde me sentia mais confiante. Nas aulas de Inglês por exemplo, sentia-me vivo e comunicativo e menos "palhaço"
Sempre fui palhaço. Um mecanismo de defesa creio. Por nao ter a coragem (e nao me aperceber que nao tinha coragem) para falar sem receios, reparei que agradava de uma certa maneira os outros através do riso, e palhaçadas.
Isso desenvolveu uma estirpe muito infantilizada de mim, que entrava em acção em quase qualquer evento social, e que nao desapareceu quando me começei a aperceber do quao ridiculo elas eram, apos ter ganho mais maturidade. Até coisas simples, como falar com um melhor amigo ou um familiar, ou o meu primo que eu considero irmão de sangue mas que me vê como um tótó, devido à certas partes gagas vindas de mim...
Infantil do genero de dizer coisas sem sentido, ou copiar a personalidade de outros e tentar imita los (literalmente)
Fui bastante ingénuo, quando me apercebi de que sofria de ansiedade, ao pensar que conseguia combater isto sozinho, sem ajuda.
Se bem que, quando fui fazer testes psicotécnicos no meu 12ºano, fui avaliado como socialmente imaturo e infantil pela psicologa.
O que piorou bastante as minhas crises de ansiedade...
No fundo eu sempre soube que nao era assim, e que no fundo, grande parte da minha verdadeira personalidade até é sociável e comunicativo. nao sou egoísta, sou compreensivo, solidario e engraçado.
No entanto os outros só vêm uma personagem. Um bobo.
Nao existe tortura pior que querer ter uma relação, ou testemunhar uma boa amizade a desmonorar-se graças a acções inconscientes que nao me pertencem.
Ando neste momento a tomar anti depressivos (Cipralex) e beta bloqueadores (Inderal) receitadas pela psiquiatra. sinto me muito melhor, mas a ansiedade ainda persiste, e bastante. Sinto medo que volte a ser palhaço para o ano, quando entrar na universidade.
As vezes fico com pensamentos suicidas, de acabar com o sofrimento de uma vez por todas.
existe muito pouca coisa que me ajuda a continuar neste momento...
obrigado pelo anuncio
Pelos seus relatos o historial de situações é vasto e sem dúvida que tem toda a legitimidade para sentir um conjunto de incómodos e mal-estar em determinadas situações de vida.
O medo, o receio e a incerteza emergem das situações que relatou. É no entanto importante perceber que deve tentar orientar-se por aquilo que pretende ser, como pretende agir na sua vida e o que quer melhorar, e não agarrar-se às suas incertezas. Trace um plano daquilo que julga querer mudar no seu comportamento, oriente-se por aquilo que pretende atingir e não por aquilo que lhe dizem que é.
A ansiedade que sente não é necessariamente algo de ruim, o que sente está a transmitir-lhe que algo na sua vida necessita da sua atenção, que precisa de mudança e aprender a lidar com um conjunto de situações. Todos nós na nossa vida temos medos, mas conseguimos ultrapassá-lo com uma boa dose de coragem e não necessariamente eliminar o medo. O medo é uma sensação arrebatadora (mas protetora) tal como a ansiedade.
Sorte e convicção
Abraço
Espero que as dicas sugeridas no artigo possam ser úteis e que as consida aplicar no seu dia-a-dia.
Abraço
Bom, não sei se o que tenho é Fobia Social, mas, se eu não tratar dessas crises de ansiedade que sinto, acredito que futuramente possa vir a ser.
Hoje sou uma adolescente de 15 anos, mas tudo começou a mais ou menos 2 anos atrás. Estou com autoestima baixa devido a todas as situações constrangedoras por quais já passei(e olha que foram muitas!).
Sair de casa para mim é um grande sacrifício; Minha rotina é casa-colégio-casa-colégio...isso porque receio me deparar mais vezes com pessoas que possam me expor ao ridículo(já me basta as que encontro todos os dias no mesmo percurso).Quando se aproxima a hora de ir ao colégio, tenho sensações estranhas(náusea, palpitações, respiração ofegante)só de pensar no que posso encontrar no caminho.
Meu rendimento escolar vem caindo aos poucos, isso tudo porque já passei a desacreditar em minhas forças e não me acho mais digna de respeito ,amor e felicidade. Ultimamente esses episódios tem se agravado e a única solução que encontro é não ir ao colégio; dando sempre a todos , a desculpa de que estava com ” mal-estar “ - se bem que tem um pouco de verdade nisso.
Sou perfeccionista, pessimista, não respeito minhas limitações e ainda por cima ,não tenho motivação para alcançar meus sonhos. Acho que fujo da guerra, por me sentir derrotada, antes mesmo da batalha.
Sempre fui uma aluna responsável, mas, de uns tempos pra cá, tenho toda a atenção voltada as minhas aflições. No meu caso as notas altas compensavam o fato de eu não ser admirada pela aparência -o que nem isso (as boas notas)estou mais tendo.
Possuo meia dúzia de "amigos”, que na verdade, são apenas colegas. Não consigo desabafar com ninguém por temer a críticas, más interpretações e também por vergonha .Costumo dizer que minha válvula de escape são minhas lágrimas e meu diário(é nele que está meus sentimentos mais íntimos)
As vezes tenho vontade de largar tudo de mão: Abandonar os estudos, a família, a casa ,os colegas - tudo isso por questões de segundos -e ir pra algum lugar bem distante. Queria muito esquecer quem sou, o que vivi, o que ouvi, o que fizeram... Sabe aqueles momentos que bate um vazio existencial? Já tentei conversar com minha mãe, contar a ela tudo o que sinto , o que penso, o que me deixa abatida... mas foi tempo perdido.
Tenho todos os sintomas psicológicos e físicos que você citou neste artigo - que por sinal foi bastante esclarecedor.
O que devo fazer,Miguel?
Antes de mais, devo informar que aquilo que descreveu acontece a muitas pessoas por todo o mundo, com as devidas diferenças e particularidades. Infelizmente não está sozinha no sofrimento que descreveu. Quero no entanto transmitir-lhe uma palavra de esperança, com o conhecimento que existe na actualidade sobre os transtornos de ansiedade, o sofrimento prolongado é desnecessário, dado que a aplicação da terapia cognitivo-comportamental é bastante eficaz.
Acredito que o primeiro passo a dar deverá ser conversar com os seus pais, e informá-los do que se passa, do quanto está a sofrer e que necessita de ajuda. Procurar ajuda não é vergonha, é um acto de inteligência. Todos nós em alguns momentos das nossas vida passamos por dificuldades, e não somos piores pessoas por esse motivo. Converse com os seus familiares e em conjunto procurem uma solução. A solução é possível.
Sorte e esperança.
Abraço
Vou começar pelo fim das suas declarações. Não, não faz parte da personalidade de ninguém ser-se ansioso. Podem existir alguns traços, mas normalmente têm a ver com aprendizagens que se fizeram, e provaram não ser adaptativas.
No seu caso, a ansiedade em algumas situações de vida fez-se sentir com grande intensidade o que levo a afastar-se consecutivamente das coisas significativas. Desde já informo-o que é possível melhorar os seus problemas através de terapia psicológica (de preferência com terapia cognitivo-comportamental).
Também é comum alguns familiares não entenderem o problema. O seu problema é complexo e tem de ser abordado com seriedade e por quem esteja habilitado para o efeito.
Relembro que na Escola Psicologia estão disponíveis consultas online.
Estarei sempre disponível para mais esclarecimentos.
Abraço
fiquei impedido de concluir um curso técnico por conta desse problema!!!
Quando se chega ao ponto em que os sintomas que descreve afectam a sua vida, prejudicando os seus objetivos é porque as estratégias que utiliza não estão a surtir efeito. Nesta situação deve procurar ajuda profissional, dado que necessita implementar um programa de recuperação orientado e estruturado no tempo e particular para o seu caso especifico.
Abraço
me afastei das minhas amigas pois ate perto delas nao me sentia bem minha impressao era q quando olhasse nos olhos delas e converçasse elas iam perceber os sintomas fobicos no meu rosto.
e terrrivel ter que se afastar dos amigos por nao conseguir mais conversar e olhar nos olhos sem medo.
atraves do uso medicamentos consegi ter uma melhora significativa, porem ainda me sinto bastante anciaosa ao ter que conviver com as pessoas
Sem dúvida que qualquer problema relacionado com a redução de qualquer atividade é muito angustiante.
Sem dúvida que beneficiaria com a aprendizagem de algumas estratégias para poder reduzir e gerir a ansiedade quando fala em público.
Esteja atenta ao blog, em breve irei postar um artigo acerca do problema de falar em público, espero que lhe possa trazer mais esclarecimento.
Abraço
Temos que ser fortes! Obrigada Miguel Lucas por ter este espaço tão esclarecedor e que permite lermos também sobre outras vivências.
Sim, claro existem infelizmente muitas pessoas que sofrem deste problema. Mas também é hoje possível diminuir esse sofrimento através de terapias adequadas e eficazes.
Força para você e esperança que consiga debelar o seu problema.
Abraço
Cumprimentos
Patrícia
Cumprimentos
Patrícia
O seu problema não tem nada de ridículo. É um problema como outro qualquer, na medida que lhe condiciona a vida. Acredito que terá de procurar ajuda profissional, tem de aprender um conjunto de estratégias de controlo fisiológico e mental. Provavelmente beneficiaria de algo aproximado à dessensibilização sistemática.
Não tem propriamente a ver com fobia social, mas também não posso avançar com uma possível diagnóstico, dado que a informação é reduzida. E isso também não é o mais importante. O que é importante é procurar ajuda no sentido de implementar um plano de tratamento para redução da ansiedade antecipatória e consequente redução do medo de não se conseguir controlar fisiologicamente.
Sorte.
Abraço
Obrigada por esclarecer algumas dúvidas! Bjs!
caso precisa ou queira dar conselhos estou disponível nesse msn: weverton.tommsn@hotmail.com
Bjs, fuie!!!
Vejo que está decidida e muito motivada para a resolução do seu problema, isso é meio caminho para ser bem sucedida. Concentre-se em si e nos seus objetivos, é natural que a grande maioria das pessoas não percebam a sua situação. Tente não levar isso em consideração. Siga o seu rumo e as estratégias que tem em mente, execute-as, coloque-as em prática, nem todas funcionaram, provavelmente poderá em alguns momentos sentir alguns recuos, mas mantenha-se firme, seja persistente e acredite que pode conseguir ultrapassar o incómodo da ansiedade.
Força.
Abraço
Desde já obrigado ao artigo e ao autor Miguel Lucas.
Espero que consiga aplicar algumas das estratégias explicadas no artigo.
Se os sintomas não diminuírem, ou começar a afastar-se dos seus objetivos, pondere procurar ajuda profissional. Este é um problema como tantos outros, evite personalizar e atribuir isso a supostos defeitos seus. Por certo nada terá a ver com isso, mas sim com um conjunto de comportamentos de resposta que estão fora do seu controlo e entendimento.
Abraço
Fico contente pela sua vontade em superar o seu problema. Acredito que se for persistente e seguir algumas das dicas de forma sistematizada que poderá melhorar o seu estado.
Força e convicção
Abraço
Este seu artigo é excelente! Parabéns!
No entanto, o meu caso é diferente de todos os casos expostos nos comentários.
A minha familia colocou um processo em tribunal, contra mim, para ser obrigado a fazer tratamento para a fobia social.
O tratamento consiste no seguinte:
- tomo Risperdal injectável 50 mg, de 15 em 15 dias
- vá para onde vá, tenho policias à paisana, que me provocam situações que me irritam.
Não tenho qualquer apoio psicológico.
Porque é que ao irritarem-me, me faz bem à fobia social?
A minha fobia social é especifica e há uma situação um tanto estranha.
Como qualquer pessoa que sofra de fobia social, eu não me sinto bem ao ser observado e avaliado - embora, neste momento, já esteja muito melhor! - e, no entanto, sinto-me muito bem a dar aulas ( onde sou o centro das atenções e estou a ser constantemente avaliado ). Como é que se explica isto?
Desde já, o meu Muito Obrigado!
Cumprimentos.
O seu caso é realmente muito distinto. Pelo que não consigo com a informação disponibilizada formular uma possível explicação para a sua dúvida.
Sinta-se livre para ir dando informação!
Abraço
Não aguento mais ser assim: sou muito tímida...
Tenho 16 anos,não tenho amigos, quando vou falar com os outros sempre acho que eles estão rindo de mim, q me acham um tremenda idiota, fico nervosa quando o assunto é esta no meio dos outros, na maioria das vezes nunca consigo me expressar bem gaguejo, fico muito nervosa ate quando o cel toca.. meu namorado virtual pediu meu num. mas to nervosa ate desliguei o cel.. tenho medo de parece uma idiota pra ele, queria superar tudo isso, mas o pior q ninguém pode me ajudar!
Existem na verdade muitas formas que a podem ajudar, por exemplo indo lendo alguns dos nossos artigos, aprender com eles e aplicar algumas das estratégias propostas.
Pode também falar com os seus pais e explicar que tem um problema e gostava de ter a ajuda deles. Pode também pedir aos seus pais para consultar um psicólogo que a possa ajudar.
Abraço
Ao ler muitos dos comentários aqui consigo identificar-me com muita gente que também está na mesma situação que eu..
Infelizmente, e não quero de maneira alguma diminuar a vossa dor porque sei que todos aqui sofrem, mas ainda não li nada que se compare com a minha vida.
Eu aparentemente reuni as condições mais horríveis de problemas que podem afectar uma pessoa..
Uma ansiedade social tão forte, que sempre que estou na presença de alguém (às vezes até me afecta quando estou sozinho, ou quando estou com o meu primo que considero irmão de sangue), transformo-me numa pessoa diferente.
Para alem de ficar nervoso sinto-me um vegetal, estupidificado e infantil.
Transforma a minha personalidade em de alguém completamente diferente, com ideais, pensamentos e comportamentos diferentes. (quase opostos).
O simples facto de saber que vou estar a falar com alguém, pode subir a minha pulsação a um nivel ... como se tivesse acabo de correr uma maratona.
Começo a falar num tom apático, como se alguém tivesse a apontar uma arma a cabeça.
Nem consigo pensar!!!!
Nesses momentos eu nao consigo literalmente usar a cabeça para pensar em nada.
Estou numa situação de "fight or flight". E honestamente so me apetece fugir.. (flight)
Mas isso leva a um isolamento, e ter de recorrer a ilusões e fantasias para matar um pouco a dor (no meu caso, um forte vício em videojogos) que por sua vez leva a mais depressão e mais ansiedade.
Eu ja fui responsavel por ter arruinado umas 6 boas amizades por ter atitudes e comportamentos estranhos. Mas eu nao censuro os outros.. Eu tambem nao queria ser amigo de mim proprio.
Sei que nao sou ma pessoa, alias nem sei que raio e que sou.
Ja vivo neste ambiente deste que nasci..
Ando neste momento a tomar 3 comprimidos por dia. Um anti-depressivo, um beta-bloqueador e um anti-psicotico.
O antidepressivo deu me vontade de suicidar, o beta bloqueador impede me de fazer desporto pois baixa me demasiado a pressao sanguinea e o anti psicotico fez me sentir como um vegetal morto cerebral sem emoções.
Nao sei se vou conseguir aguentar a universidade para o ano (tenho 18 anos), só sei que nao consigo mais viver com isto.
O seu problema está já atingiu uma fase muito aguda, tal como expliquei no artigo, quando as estratégias pessoais não surtem efeito é necessário procurar ajuda profissional. Pondere falar com os seus pais acerca do assunto.
Tal como pode verificar pelos imensos comentários este é um problema que condiciona a vida das pessoas, conduzindo a um imenso sofrimento.
Não valerá a pena investir num programa de tratamento? Por certo que sim.
Não valerá a pena aprender e implementar um conjunto de estratégias que o ajudarão a lidar com toda a sua insegurança, mal-estar e frustração? Claro que sim.
Pondere sobre o assunto. Pode verificar que aqui no Blog disponibilizamos essa oportunidade!
Boa sorte e boa decisão
Abraço
me sinto muito mal quando estou na rua, sempre acho ou percebo que estão olhando pra mim de maneira estranha, tenho problema na postura quanto a isto, pois qndo estou muito nervosa não consigo manter a postura. Nao consigo olhar nos olhos das pessoas, percebo que elas irão repapar em como meu rosto é gordo e feio, e que sempre todos são melhores ou podem ser melhores do que eu. Eu me mudei de uma cidade por causa desse meu problema, e na cidade em que estou agora.. está pior, porque nem amigos eu tenho, só estou trabalhando e no trabalho é horrível pois tenho que atender as pessoas sorrindo ou olhando pra elas, mais na maioria das vezes não olho. Fiz tratamento com fluoxetina, ate que deu uma melhorada, mais parei com o tratamento. Sai de casa no inicio de ano e de lá pra ca engordei 10 kg por conta da ansiedade, e com isso tenho mais vergonha de mim.
Por aquilo que descreve, posso dizer-lhe que provavelmente a grande parte dos seus pensamentos depreciativos acerca de si própria ou que julga que outras pessoas possam pensar, é uma construção sua. Essa construção depreciativa, é originada por um conjunto de distorções cognitivas e medos, que podem ser sintomáticos do problema psicológico que hipoteticamente está a sofrer.
Com isto em mente, pode ajudar-se a si mesmo. Aqui no Blog da Escola Psicologia, existem muitos artigos que orientam a pessoa para indentificar as distorções de pensamentos e como fazer a reestruturação de novos pensamentos que irão ajudar a dimunir os medos e partir para ação, melhorando assim a sua condição de vida.
A melhoria é possível, faça por isso, seja o seu maior aliado na resolução do seu problema. Tente não personalizar as suas dificuldades, olhe-as de frente e faça coisas para as melhorar.
Boa melhoria, força e convicção
Abraço
Não sei o que faço para melhorar, minha auto-estima sempre está muito baixa, Tenho vontade de sumir.. não tenho animo para alcançar meus objetivos, o pessimismo é muito grande, tenho sempre a certeza que eu não vou conseguir nada. Gostaria de fazer um curso de design gráfico, mais logo penso, não sei desenhar muito bem e há muitas pessoas melhores do que eu. Eu sei que está errado pensar assim,enfim
desabafei um pouco.
Não deixe que o seu problema crecer ainda mais, a melhoria é possível. Procure ajuda ou informe-se o melhor que conseguir acerca das suas dificuldades e como as pode ultrapassar.
Olhe por si!
Abraço
Se possível eu gostaria de postar outro comentário com os sucessos que obtive praticando o que aqui foi exposto. Abraços e até mais.
A partilha de experiências é uma mais-valia para ao próprio artigo. O que alguns leitores escrevem pode ser muito útil a outros que enfrentam os mesmo problemas. Por isso, sempre que possível comentem, descrevam as saus dificuldades.
Sim, claro que pode escrever mais comentários. A comunidade agradece a partilha de experiências.
Juntos, mais facilmente conseguiremos enfrentar os problemas que são comuns a todos nós, direta ou indiretamente.
Volte sempre!
Abraço
Tentei me relacionar com uma garota há pouco tempo e o fracasso foi grande devido a essa imagem negativa.
Mas a pior situação ocorreu comigo ano passado. Fizeram-me uma festa surpresa e eu fiquei sem reação. Cantaram, segurando bolo e eu continuei trabalhando, como se nada estivesse acontecendo. Sinto-me mal até hoje.
Depois disso eu marquei sessão com um psicólogo, fui até o local, mas não consegui entrar.
Não sei se conseguirei me tratar. Eu nunca falei sobre a minha vida com ninguém.
É importante perceber que as suas reacções ou inatividade não acontece por acaso. No fundo é você que de forma mais ou menos conscientes faz ou não faz as coisas. Aquilo que pode ser útil para você é tentar perceber o que quer da vida, que ações, atitudes e comportamentos pretende ter, e responsabilizar-se por isso. Perceber que pode estar no controlo das suas decisões e escolhas que faz.
Certamente quando foi tentar ir ao psicólogo, conseguia entrar. Claro que conseguia pois tem capacidade funcional para executar essa acção. Aquilo que aconteceu é que decidiu em consciência não ir.
Parta saber se consegue ou não melhorar os aspectos que pretende, tem de fazer coisas, tem de fazer por isso e só depois avaliar se aquilo que fez surtiu efeito ou não. Se não sortir efeito, volte a tentar com uma nova estratégia.
Sorte e ações.
Abraço
Agradeço imensamente desde já e espero alguma linha de raciocínio que eu possa seguir para minimizar esse desconforto.
Meu muito obrigado, Fernando Freire.
Parabéns pelo excelente artigo! Me surpreendeu saber da quantidade de pessoas, que assim como eu, sofrem de fobia social! É um pouco consolador saber que mais gente também tem que lidar com isso, pois na maioria das vezes sinto que todos ao meu redor são bem resolvidos e eu sou um E.T!
Parabéns pelo trabalho!
Gostaria de saber se o tratamento de fobia social com medicamentos é temporário ou a pessoa tem que passar o resto da vida tomando, com o risco de parar e voltar tudo ao que era antes?
Exitem várias formas de terapia ou ratamento que funcionam e são eficazes. O tratamento com medicação é uma das possibilidades, no entanto é importante estar ciente das suas limitações e efeitos secundários adeversos que possa surgir durante o respectivo tratamento. Tal como a grande maioria dos medicamentos, alguma da medicação para os transtornos de ansiedade provoca dependência, o que para fazer os desmane é necessário algumas precauções e um bom programa de retirada da medicação.
Como pode ter lido, eu sou apologista do tratamento psicológico com abordagem cognitivo-comportamental que tem provado ser muito eficaz.
Abraço
Antes de qualquer outra coisa, parabéns pelo artigo abrangente, rico e tão esclarecedor. Parabéns também pela atenção e delicadeza dispensadas a cada pessoa que vem deixar aqui um pouco de sua dor e um pedido de ajuda. Reconheço em todas essas pessoas muito de mim mesma, e desejo sinceramente, com muito carinho, que todas elas encontrem toda a ajuda e toda a força de que precisam para vencerem esta doença.
Meu caso é bem complicado, mas acredito que existe uma solução. Meus sintomas de fobia social começaram a aparecer quando eu era criança. Sempre muito introvertida e vítima de piadas dos colegas, não conseguia me aproximar de ninguém e tinha sérios problemas quando precisava apresentar trabalhos na frente da classe. Eu não ficava simplesmente nervosa: eu ficava completamente aterrorizada, quase entrava em pânico. E quando digo pânico, sei muito bem do que estou falando. Já naquela época, tão pequena, eu sabia que aquilo não podia ser normal, que tinha alguma coisa muito errada comigo. Então eu fui crescendo, ficando cada vez mais ansiosa, e as coisas foram piorando. Aos onze anos de idade apareceu a tricotilomania, primeiro sinal de que eu deveria tratar seriamente minha ansiedade. Pouco depois meus pais decidiram que eu deveria ver uma psicóloga, mas não adiantou muito: eu não me abria com ela, por muitas vezes ficava toda a sessão em silêncio. Os problemas na escola continuavam. Aos quinze anos tive algum alívio: me envolvi com o teatro e a dança e fiquei um pouco mais sociável. Mas foi a partir dos dezenove anos que tudo começou a piorar, e muito. A tricotilomania continuava, na verdade nunca acabou. Mas então, sem qualquer aviso, enquanto me preparava para dormir, foi como um estalo na minha cabeça: tudo em volta pareceu doentiamente silencioso, absurdo, apavorante, e eu sabia que ia morrer naquele exato minuto. Pânico. Eu não conseguia pensar em mais nada, não conseguia me controlar, e tinha a absoluta certeza de que morreria por causa de um ataque cardíaco ou de um aneurisma. Não sei quanto tempo durou meu primeiro ataque de pânico, mas a mim pareceu uma vida. Outros ataques de pânico e crises fortes de ansiedade aconteceram, mas nenhum foi tão forte quanto o primeiro. Nas crises de ansiedade, que foram muitas, sentia um aperto forte no peito, as mãos tremiam e suavam frio, sentia falta de ar, tontura, o coração acelerava como se eu tivesse corrido quilômetros, e lembro-me de ficar controlando o tempo inteiro a minha respiração e as batidas do coração, como se fosse morrer se deixasse de monitorar a mim mesma. O peito chegava a doer pelo esforço de controlar a respiração. E se estava em um lugar com mais pessoas, tudo piorava, o nervosismo era quase insuportável. De noite, quase não dormia porque ficava involuntariamente monitorando a respiração e as batidas do coração. Ficava me balançando na cama pra ver se me acalmava, mas nada. Foi com dezenove anos também que os piores sintomas da fobia social começaram a aparecer: comecei a ficar muito nervosa em lugares cheios, lojas, shoppings, ônibus, ruas cheias de pessoas e até em locais abertos. Comecei a ter mais dificuldade para lidar com as pessoas: ia fazer compras, pedia água e as mãos tremiam na hora de beber. Minutos antes de assinar o cheque eu já começava a sofrer porque sabia que as mãos iriam tremer. Comecei a ter problema também para olhar as pessoas nos olhos, o que me deixava muito desconfortável, quase como se eu sentisse dor. Quando almoçava fora, com outras pessoas ou mesmo sozinha, as mãos tremiam na hora de levar a comida à boca, e por muitas vezes deixei o prato quase intocado, dizendo que estava indisposta. A sensação de que estavam todos me observando era aterrorizante. Na verdade quem me analisava e julgava minuciosamente era eu mesma, e é terrível essa vigilância constante e involuntária de mim mesma, essa percepção fora do normal de cada movimento e de cada função do corpo, desde respirar até mexer no cabelo, é desesperador. Utilizar um banheiro fora da minha casa era horrível também: por mais apertada que eu estivesse, não conseguia urinar e precisava forçar, mas só quando tinha certeza de que o banheiro público estava vazio. Pelo menos esse problema eu consegui superar. Durante um longo período eu fiquei refém das crises de pânico, de ansiedade e da fobia social, termo que eu nem sabia que existia na época. Me fechei em casa e só o que me confortava um pouco eram os jogos de computador: até certo ponto, porque sempre chegava uma hora em que os próprios jogos me deixavam ansiosa demais e me levavam a uma outra crise. Comecei também a ter horríveis crises de depressão. Durante um tempo eu me tratei com um psiquiatra e tomei fluoxetina e bromazepam. Senti uma pequena melhora, mas infelizmente não levei o tratamento a sério. Tive períodos em que eu me sentia melhor e outros em que eu mergulhava outra vez na ansiedade, na fobia e na depressão. O curioso é que sou professora de dança desde os dezessete anos, e nem sempre a fobia me atrapalhou. Tive períodos de ficar muito ansiosa nas aulas e apresentações, a ponto de não querer ir para a frente da turma ao fim de um show, aterrorizada pela possibilidade de ter que falar algo e de ter muita gente me olhando e avaliando. Mas também tive períodos de sentir prazer com o meu trabalho, de me sentir mais criativa, de dar entrevistas para a televisão local e de discursar no palco ao final de um show. O que explica isso? Eu nunca entendi até o ano passado, quando procurei novamente a ajuda de uma psicóloga e de um psiquiatra para tratar outra forte crise de ansiedade e acabei descobrindo que sou bipolar. Agora entendo os períodos de bem estar e de ausência da depressão e da fobia, que aliás foram muito poucos. Mas a ansiedade não: esta sempre me acompanhou. Vivo hoje o que chamo de “o pior momento da minha vida”, porque passei pela mais forte crise de mania no ano passado, consequentemente seguida da minha pior crise de depressão. Considerei seriamente várias maneiras de me matar, mas fui forte o suficiente para escolher a vida e me agarrar a uma possibilidade de melhora, a menor que seja. Acredito numa vida promissora, significativa e saudável. Ainda não saí completamente da depressão e a fobia voltou outra vez. Até com minha própria família a fobia aparece, mas forço-me a ficar calma e concentrada e entender que ali ninguém vai me fazer mal. Tem sido muito difícil dar aulas. Fico ansiosa horas antes de receber as alunas, sinto dificuldade em me concentrar e as mãos tremem nos movimentos. Olhar nos olhos tem sido difícil outra vez, mas tenho me forçado a enfrentar todos esses sintomas, afinal não vou poder fugir dessas situações a vida toda. O pior é que estão me convidando o tempo inteiro para fazer apresentações, mas tenho fugido dos convites. Sinto-me incapaz de segurar um microfone, apresentar a mim mesma e à turma, ficar à frente durante a apresentação inteira. Já falei sobre tudo isso com minha psicóloga e meu psiquiatra, mas eles não deram grande importância. Só quem passa por isso sabe o quanto é horrível, o quanto dói, o quanto é incapacitante e castrante, o quanto a fobia limita sua vida e o obriga a fazer escolhas que você não quer fazer. É como se você vivesse pela metade, e acorrentado.
Perdão pelo imenso texto, mas senti necessidade de desabafar. Vou insistir no assunto com meus médicos e, enquanto a cura não vem, vou procurar me acalmar, ler e aplicar as técnicas de relaxamento, dar um passo de cada vez.
Abraço
Tenho que agradecer-lhe o seu testemunho, muito completo e bem elaborado. É sempre muito enriquecedor ter o feedback dos leitores, e é igualmente importante para outros leitores dos artigos poderem ler experiências parecidas com as deles, e eventualmente aprenderem algo que possa estar expresso nos comentários.
Pela descrição percebi que estava ou já tinha sido acompanhada por profissionais. Informo que para a grande maioria, quer dos sintomas descritos, das situações incómodas e até mesmo para alguns transtornos que eventualmente possa estar a sofrer, já existe tratamento eficaz. Referiu: "enquanto a cura não vem" ... não podemos falar em cura, mas sim em tratamento ou aprendizagem em viver com alguns problemas que possam ser debelados e aumentar a sua qualidade de vida.
Se até à data as melhorias, pelo que li, ainda não foram satisfatórias, é porque algo não está funcionando no acompanhamento que tem tido, ou eventualmente estará a fazer algum tipo de sabotagem ao programa de de recuperação que possa estar a seguir.
A mensagem que lhe quero deixar, é que existem estratégias que devidamente implementadas e treinadas, podem reduzir muito os sintomas da ansiedade, medos e incapacidades. Na atualidade sofrer dessa forma, é desnecessário. Procure, inista até conseguir encontrar alguém com o conhecimento adequado, para que possa usufruir devidamente de um protocolo de tratamento sério e eficaz.
Deixo-lhe a sugestão para mais alguns artigos:
http://www.escolapsicologia.com/medo-de-falar-em-publico-saiba-como-melhorar/
http://www.escolapsicologia.com/como-superar-a-timidez/
http://www.escolapsicologia.com/sera-depressao-uma-doenca-talvez-nao-saiba-porque/
Força e esclarecimento
Abraço
foi também importante para mim ler os comentários acima e identificar-me com muitos deles.
Sim, fui acompanhada antes por um profissional para tratar crises de pânico, ansiedade e depressão, mas parei um ano depois. Achei que poderia me medicar sozinha. O resultado foi um enorme descontrole e um forte vício em bromazepam. Dez anos depois, procurei uma psicóloga e, através dela, um psiquiatra para tratar o que eu achava ser a minha pior crise de ansiedade. Mas só no ano seguinte descobri a bipolaridade, e só poucos dias atrás eu percebi que muitos dos meus sintomas se encaixam em um quadro de fobia social. Estou ainda conversando com meus médicos para decidir qual será o tratamento mais adequado. Espero muito que o tratamento escolhido seja eficaz, já não suporto mais todos os problemas que tenho tido em relação a esses transtornos. Hoje, por exemplo, tive outra crise de pânico provocada por uma situação social banal. Cheguei em casa e caí em uma crise de choro convulsivo. Precisei ligar para as alunas e cancelar as aulas de dança. Quero muito acreditar que uma melhora significativa é possível. Enquanto isso, vou ler com carinho e dedicação as matérias que você me indicou.
Muito obrigada por tudo.
Um abraço
Parece que minha vida tá no altomatico, só passando conforme as horas, sem ter controle sobre ela só vivendo e fazendo o que tem que fazer e não o que quero fazer.
Ultimamente venho buscando maneiras de resolver esse problema na internet mas parece que só saber não é suficiente e por em pratica é mais dificil do que parece.Até penso em pedir ajuda na minha familia, mas até isso é dificil.
Bom gostei muito do artigo, me ajudou a entender melhor que eu tenho e pelos comentários vi que não sou o único com Fobia Social.
As tais "brancas" no momento de mexer os lábios aconteceu-me durante anos e anos.. e até mesmo hoje tenho paragens dessas.
Tens de acreditar numa coisa: Não estás sozinho. Por muito ridículo que aches que a tua pessoa é para os outros tens sempre pessoas que te amam e se preocupam contigo.
E por muito que acredites que és o único que sofre desta horrível maneira, não és, porque eu e muitos outros passamos por isso também.
E disto se segue o meu conselho: Não penses que vais ser assim para sempre, porque não é verdade.
Mas não te deixes levar pelo tempo pensando que eventualmente tudo irá passar e ficarás bom, porque não é o que acontece.
Porque se fizeres isso só irás ficar com a ilusão de que estás melhor, mas na realidade não modificaste nenhum comportamento, poderás até estár pior!!
Aconselho-te a fazeres o que eu devia ter feito há 3 anos atrás, quando primeiro me apercebi disto: Procura ajuda. fala com alguém que tu confies sobre isto e começa a ter sessões de psiquiatria (a psicologia não te irá ajudar, porque é demasiado superficial).
Comprimidos para a ansiedade ajudam, mas não se compara nem de longe aos benefícios da psicoterapia.
Digo-te, quando eu sai da minha primeira consulta, senti alterações imediatas - como se me tivesse liberdado de um peso enorme sobre os meus ombros..
Desejo-te a melhor sorte do mundo ;)
Cumprimentos
Miguel
Primeiro gostaria de agradecer pelo artigo que esta realmente bom.
Concerteza sofro de fobia social , quando tinha 15 anos começei a sentir que realmente tinha problemas era incrivel a minha capacidade de ficar doente nos dias em que precisava fazer alguma apresentação na escola, na chamada eu nunca falava so levantava a mão e sentava na primeira cadeira pra ter certeza que ninguem iria conversa cmg ^.^
Hoje aos 19 anos, eu não tenho pessoas que posso chamar de amigos jáq a minha vida social sempre foi muito limitada.Não saio de casa e não consego arrumar emprego sempre que chego em algum lugar fico com vergonha e não entro , meus pais não percebem que tenho problemas ,logo não me apoaim .Já não sei oque fazer não aguento tanto sofrimento , eu até tento mais como ja disse minha vida social é muito limitada , não tenho como pagar tratamento e tenho certeza que meus pais não irão pagar ... Estou tentando me curar sozinha mais cada dia que passa fica pior. Minha vida é atormentada por mais fobias:Agorafobia ,nictofobia então esta ficando bem dificil porque por mais que eu tento me ajudar é praticamente impossivel !
Quando os problemas crescem até ao ponto que fogem à nossa capacidade de os gerenciar, precisamos de ajuda. Inevitavelmente, caso não faça algo para melhorar a sua condição, tornar-se-á dificil o seu dia a dia. Hoje em dia a terapia é eficaz para grande parte dos problemas que descreve. Pondere conversar de forma clama e séria com os seus pais, ele podem ser a primeira linha de ajuda para os seus problemas.
Coragem e convicção
Abraço
Sofri Bullying quando criança e na adolescência, sempre fui criticado pela minha maneira de agir e por isso resolvi me calar agora. Mais percebo de uns tempos para cá que isso não é normal. Estou em tratamento atualmente com uma psicóloga e ela ainda não me falou sobre isso, descobri pesquisando, através de minhas próprias desconfianças.
Espero que os que leu possa mesmo ajudá-lo a superar o seu problema, é na verdade necessário acreditar que pode melhorar e acima de tudo que pratique algumas das sugestões e ir aferindo o que funciona.
Coragem e persistência.
Abraço
Fico esperançado que com a aplicação de algumas estratégias sugeridas no artigo, possam melhorar o seu problema.
Força convicção e persistência
Abraço
Eu aconselho um psicólogo que pratique a abordagem cognitiva-comportamental.
Abraço
Encontrei esse site recentemente e nunca li um artigo tão completo como esse sobre fobia social. Tudo encaixa exatamente com o que sinto e esse artigo me ajudou muito!
Tenho fobia social desde a minha infância. Fugia das salas de aula na escola por toda a minha vida, sentia medo das pessoas ao meu redor e não entendia o por que dessa sensação de mal estar.
Há um ano descobri o que tenho pesquisando na internet.
Hoje com 35 anos faço terapia para minimizar os sintomas, e conversando com um Psiquiatra descobri que adquiri esses sintomas de Fobia Social porque eu apanhei muito na minha infância.Eu era muito pequena e não entendia o por que de tanto apanhar. Ele me disse que eu me bloqueei e fiquei com medo dos adultos por sempre ser maltratada. Mas hoje não culpo meus pais pelo ocorrido.
Muito obrigada por compartilhar seus conhecimentos com os que precisam.;)
É sempre recompensador receber feedback positivo sobre a utilidade dos artigos da Escola Psicologia. Fico contente com o fato de estar a ter acompanhamento, espero que consiga ultrapassar o seu problema e seguir a sua vida com o minimo de condicionamento possível.
Força e convicção
Abraço
e ja agora o exercicio de respiracao ajuda a afastar esses pensamentos ?
Ter receios e medo, só por si não é um problema. O problema está nas coisas que evita por pensar que algo de errado está acontecendo consigo. Proponha-se a enfrentar alguns dos seus medos, comece por falar com algumas pessoas que conhece, interaja mais.
Experimente, mesmo que nas primeiras vezes ainda sinta um pouco de vergonha, isso é normal. À medida que for fazendo algumas coisa irá perceber que afinal até consegue.
Abraço
dou aula de reforço para meninos de 11,12 anos e fico nervosa com medo da criança achar q se eu olhar nos olhos estou dando bola.
isso acontece com qualquer um do sexo oposto.pode ser novo,velho,solteiro ou casado.
não consigo me relacionar com o sexo oposto.
estou pensando em deixar de dar aula.Se alguem me fala o nome de algum menino é como se tivesse me testando para ver minha reação.
preciso muito de ajuda!!!!!!!!!
O seu problema pode inserir-se nos erros de raciocínio, associada a uma crença disfuncional em que acredita que ao pensar em algo, aumenta a probabilidade de isso acontecer. A outra crença disfuncional é a de pensar em algo e acreditar que é moralmente condenável tal como se na realidade tivesse acontecido. Estes pensamentos aproximam-de pensamentos obsessivos. É importante consultar um psicólogo para que a possa ensinar a reestruturar o seu pensamento e o significado do seu conteúdo.
Abraço
Me identifiquei muito com o seu artigo, porém ainda não consigo ter certeza se tenho fobia social. Meu comportamento é um pouco estranho, porque apesar de ser relativamente extrovertida, tenho muita dificuldade de me relacionar com as pessoas nas questoes do dia-a-dia, como por exemplo: almoçar diariamente com minha equipe de trabalho, sempre tento arrumar alguma desculpa... mostrar que estou muito ocupada na hora do almoço para não precisar ir junto com as pessoas; Quando tenho que ir a uma festa... fico pensando dias que nao vou ter assunto para conversar com as pessoas, que nao vou conseguir me arrumar bem... até que acabo inventando uma outra desculpa e nao vou; E o que me deixa mais triste é que nao consigo arrumar nenhum namorado...se arrumo dura pouquissimo tempo (1 a 3 meses) porque sempre que vou me encontrar tenho pensamentos muito negativos, penso que nao estou bonita, porque que ele gosta de mim se nao tenho nada a oferecer, penso o que vou conversar com ele durante o encontro, ja que nao tenho muito o que conversar.... etc.
Estes meus comportamentos caracterizam como fobia social? Se sim gostaria de saber se existe alem do tratamento com a terapia cognitiva comportamente, alguns alimentos que possam ajudar na fobia social e tambem gostaria de saber se a fobia social é uma predisposição genetica ou eu adquiri por ter passado por algum momento turbulento da minha vida, que possa ter desencadeado.
Um grande abraço e muito obrigada pelo artigo!!!
O problema que apresenta pode não ser necessariamente fobia social. De certo tem a ver com uma auto imagem negativa acerca de si mesmo e uma baixa auto confiança. Invista na reestruturação dos seus pensamentos, tentando pensar mais positivo acerca de si mesmo e do que os outros possam pensar de si. Se os outros não lhe apresentam razões, porque irá a Tania fazer isso a si mesmo. Deixe de depreciar-se e aposte naquilo que deseja fazer e como gostaria de comportar-se, depois faça coisas de acordo com isso.
No que respeita à predisposição genética, nem tudo se explica dessa forma. E o que mais importa é aprender estratégias que lhe permitam ajudar a fazer aquilo que deseja, e isso é possível.
Abraço
O que senti peço a Deus para ninguém sentir coisa parecida, parecia que ia morrer e desde então tenho evitado muita coisa por medo de sentir aquilo novamente na frente das pessoas pelo constrangimento que passei dentro do ônibus, já pensei em parar o tratamento por achar que não está me adiantando muita coisa, pois dentro de um tratamento senti o que senti, já pensei em me fechar dentro de casa e esperar o fim, mas o que me fortalece a não fazer isso é os sonhos que tenho para meu futuro. Já perdi grande parte da minha juventude estou com 24 anos e tenho muito medo de não conseguir realizar meus ideais por conta desse mal. Olha que já perdi várias oportunidades de emprego, abandonei meus estudos e outras coisas mais. Será que algum dia estarei liberto desse mal???
Mas mesmo com meus problemas amei seu post, muito obrigado por tentar ajudar as pessoas que sofrem desse mal...
Relativamente ao fato de andar a ser acompanhado com tratamento psicológico, e o profissional lhe ter dado indicação para enfrentar o seu receio, e caso lhe tenha sido diagnosticado fobia social e pânico, tenho a dizer-lhe que a técnica de exposição não se faz dessa forma, que deve ser hierarquizada por grau de medo e nunca iniciar pelo medo máximo (ou seja o problema em questão, andar de ónibus).
A terapia psicológica é eficaz, quando bem aplicada, monitorizada e continuada.
não fique desacreditado, o tratamento é possível
Abraço
Preciso de ajuda , toda vez que estou com meus colegas ou até mesmo com meu chefe , eu começo a tremer , principalmente a boca , esse alguma maneira de eu combater isso ??
Pelo que descreve os seus sintomas muito provavelmente relacionam-se com a ansiedade e esta pode estar relacionada com as circunstâncias que enfrenta no seu local de trabalho. Infelizmente a informação de disponibilizou não me permite avançar com nenhuma opinião específica.
Mas certamente existem muitas coisas que podem ser aprendidas para lidar melhor com a situação
Abraço
Estive fazendo uma pesquisa na internet e achei seu blog,tenho 32 anos de idade,sou casada e tudo que vc descreve no artigo tem haver comigo,meu marido não entende e muitas vezes briga comigo,mais eu tenho dificuldade de me relacionar,tenho uma vergonha imensa não sei como lhe dar com isso,sofro muito sinto uma depressão muito grande dentro de mim,tenho vontade de superar mais as vezes é mais forte que eu.Hás 10 anos não me relaciono com minhas amigas e vivo para a casa,pois meu esposo não quer que eu tenha amigos.Acredito que isso esteja me prejudicando,pois não converso,só quando vou na minha casa ou pela internet com minhas irmãs,me sinto muito triste,eu não quero ser desse jeito.Me sinto burra e incapaz,pois tenho medo da reação dos outros ou seja me sinto em uma prisão.
Miguel como devo lhe dar com essa situação?
Desde já agradeço.
Relatou o seu problema e nas suas palavras, estão presentes algumas das possíveis melhorias. Falar com o seu marido que não é saudável restringir a sua vida social, que isso não é benéfico e deve ponderar voltar a relacionar-se com os seus amigos ou fazer novas amizades. Relativamente à possível de pressão e ansiedade, para resolver esse problema é importante tentar perceber até que ponto se sente afetada na sua vida, e procurar ajuda profissional. Na atualidade as terapias são muito eficazes, não sofra desnecessariamente.
Saia mais, faça programas de entretenimento, convide alguém para jantar em sua casa, vá ao cinema, leia um livro, faça uma caminhada, invista em si. Faça algo por is, o seu sentimento e situação em nada tem a ver com burrice.
Convicção
Abraço
Provavelmente todo o seu receio de sair à rua, relacionar-se com os outros e alguma falta de confiança em si relaciona-se com experiências desagradáveis que terá experimentado, tal como descreveu.
Ainda que possa não ser concretamente fobia social, está relacionado com a ansiedade gerada relativamente aos receios que tem e ausência de estratégias que lhe permitam sentir-se mais seguro e o que fazer para manter o controlo da situação.
Invista na sua auto-estima:
http://www.escolapsicologia.com/como-melhorar-a-auto-estima/
No seu medo de falar em público:
http://www.escolapsicologia.com/medo-de-falar-em-publico-saiba-como-melhorar/
E aprenda algumas estratégias para lidar com a ansiedade:
http://www.escolapsicologia.com/estrategias-para-aliviar-a-ansiedade/
A melhoria é possível com dedicação da sua parte
Abraço
Foi otimo encontrar esse artigo e descobrir que possuo todos os sintomas de fobia social, tenho dificuldade em falar com as pessoas e sempre acho que elas estao me vendo de forma negativa, sempre me calo enão sei estar em ambientes com amigos. As advesidades são sempre um grande desafio para mim e bem dolorido.
Att
Fico esperançado que o artigo possa trazer-lhe algum esclarecimento e ajuda no seu problema.
Votos para uma rápida melhoria.
Abraço
Prazer meu nome é Janderson Corrêa, e a anos eu procuro algo q informe com clareza e competência a respeito da fobia Social, e em fim eu encontrei, agradeço muitoo.
A anos q venho sofrendo desde transtorno, na minha infancia dos 7 anos até os 14, estava quase q normal pq eu conseguia conviver com meus amigos tanto aqui do meu bairro quanto da escolaa... mas depois dos 15 anos tudo mudou.. passei a ser mas reservado e muito caseiro. com medo de Sair para ver meus amigoss, pq eu sempre coloco na minha cabeça q o diálogo com eles naum será muito bom, e quando eu saio de casa as pessoas me olham com outros olhoss.. como se tivessem me achando convecido e muito orgulhoso.. e eu sei q naum sou nada disso " Sou uma pessoa do Bem.. q gosta de ver as pessoas bem.. e sou bastante humilde.." e essas pessoas saum meus próprios amigos nos quais na minha infancia, eu naum saía de perto deles, sempre queria estar do lado deles.. entaum é ruim conviver com esse tipo de transtorno.. RUIM MSM. Jah procurei uma psicóloga, mas abandonei o tratamento. e continuei me sufocando com meus pensamentos frustativoss. Mas foi nesse ano de 2011 q eu Prometir a mim msm q iria Mudar, e ia fazer de tudoo para me sentir bem comigo msm, e poder resgatar meus amigos nos quais os deixei sem dar satisfação, e Graças a Deus eu achei esse seu tópico no qual é muito Bom.. e todos os dias rezuu pedindo a Deus e meu senhor jesus Cristo para q me apoiem na minha jornada.. pois sei q irei conseguir, entaum muito obrigado MSM. Aguardo sua resposta para incentivo... Um GRANDE ABRAÇO. (y)
Vejo que apesar de todas as dificuldades sentidas, você está muito motivado para melhorar e sentir-se bem na sua vida, isso é o primeiro passo a ser dado.
Aprenda algumas estratégias de lidar com a ansiedade:
http://www.escolapsicologia.com/estrategias-para-aliviar-a-ansiedade/
e melhore a forma como fala com os seus amigos para ganhar mais confiança:
http://www.escolapsicologia.com/medo-de-falar-em-publico-saiba-como-melhorar/
melhore a sua auto confiança:
http://www.escolapsicologia.com/estrategias-extraordinarias-para-melhorar-a-auto-confianca/
Abraço
tenho lido seus artigos frequentemente e simplesmente estou adorando, me vejo em muito deles e procuro corrigir alguns " erros". Quanto a fobia social, não sei se é bem isso o que tenho, acontece que fujo de algumas situações onde vou estar com muitas pessoas, isso vai desde um churrasco até festas de casamento, não consigo interagir com as pessoas, me sinto isolada. Antes eu acreditava que as pessoas me isolavam, hj sei que sou eu que me isolo. Quando tenho um evento começo bem antes da data a procurar desculpas para não comparecer. Quanto estou com poucas pessoas ( até umas 5) eu me sinto bem, converso numa boa, porém qdo há mais pessoas não consigo. Se puder me ajudar de alguma maneira eu lhe agradeço.Abraços.
Mais importante do que saber exatamente o que tem, é ter a noção que quer melhorar as suas dificuldades. Por vezes ter dificuldades não é o maior problema, o problema faz-se sentir quando isso nos inibe a nossa vida e restringe o nosso campo de ação. Desta forma, tem de tentar ter em mete que apesar de algum mal-estar que possa sentir é importante enfrentar, e para enfrentar com sucesso é necessário aprender algumas estratégias que permitam conseguir estar nos locais e com as pessoas que deseja.
Aqui no blog exitem alguns artigos que podem ajuda:
http://www.escolapsicologia.com/como-superar-a-timidez/
http://www.escolapsicologia.com/razoes-para-expandir-a-sua-zona-de-conforto/
Força e convicção
Abraço
Se esse problema afeta-lhe a vida de forma incapacitante pondere procurar um psicólogo que pratique a terapia cognitivo-comportamental.Informo-o que aqui na Escola Psicologia disponibilizamos serviços de consulta de psicologia online:
http://www.escolapsicologia.com/sessoes-online/
Abraço
Pergunto-lhe se já foi ao seu médico pessoal para fazer os devidos exames médicos que possam despistar outra possibilidade que não a ansiedade extrema.
Caso não tenha nenhuma condição médica associado, podemos partir do principio que pode estar relacionado com algum problema relacionado com a ansiedade. Dessa forma a ajuda profissional através da psicologia é uma opção viável.
Percebo que a experiência que teve não lhe resolveu o problema. Pondere procurar outro profissional.
Informo-a que aqui na Escola Psicologia disponibilizamos serviços de consulta de psicologia online:
http://www.escolapsicologia.com/sessoes-online/
Abraço
Não tenho palavras para expressar a gratidão que sinto pelo autor destes artigos.
Obrigada!!
O seu testemunho deixa a Escola psicologia, imensamente contente. Através dos artigos levarmos a possibilidade da pessoa que sofre perceber que pode encontrar uma forma mais significativa de olhar para si mesma e para a vida é o nosso objetivo principal.
Fico esperançado que possamos continuar a contribuir :)
Abraço
Gostaria de dizer que eu gostei muito desse site e principalmente deste post.
Tenho 15 anos e até algum certo tempo atrás eu sofria bullying na escola. Por que? Porque eu não era (não sou) como os garotos da minha escola. Eles gostam de futebol, eu não. Eles ouvem funk, eu não. Eles tem fama de pegadores, eu não. Enfim, por causa disso eu chamado de "bicha", "viado", essas coisas. Eu raramente tinha amigos meninos, a maioria era menina e isso era mais um motivo para eu ser chamado daquilo tudo. Quando você sofre bullying, você pode até demonstrar que não está ligando ou algo assim (eu sempre fazia isso) mas por dentro você se sente a pior pessoa do mundo. Eu ainda me sinto o ridículo, o estranho, o feio, o gordo, o "viadinho". As pessoas me críticam pelo simples fato de eu odiar festas e odiar tudo que tenha pessoas que eu não conheça. Sabe, sozinho eu me sinto (muito) melhor. Eu adoro rir, adoro fazer as pessoas (meus amigos, sim tenho amigos... não muito, mas tenho). Sou palhaço, brincalhão, etc e quem me ver não pensa que eu tenho isso e que eu sou muito depressivo. É horrível pra mim ter que passar em frente a outras adolescentes, passar perto daquele tal grupinho da escola. Eu consigo ficar 1 ano (ou até mais) sem ir em festa alguma (exceto essas de família na qual me obrigam a ir, rs). Eu olho para as pessoas e vejo elas rindo de mim, cochicando com alguém no ouvido e apontando pra mim. Me sinto uma aberração, ou algo do tipo. Eu quero ser publicitário e publicitário trabalha com a comunicação social e eu tenho muito medo de não ser um bom publicitário pelo simples fato que a palavra "social" não combina NADA comigo. Eu sei que eu tenho que tratar isso logo, eu já até comentei com a minha mãe e logo logo eu vou num psicólogo. Muitas vezes já pensei em me matar por não aguentar mais essa vida, mas eu sempre pensava nas pessoas que eu amo, na minha família e que nem tudo é tão ruim assim. Sei que o que eu tenho pode ser tratado e se Deus quiser um dia eu vou conseguir ir numa festa sem ter a sensação que todos estão olhando pra mim, rs.
Desculpa por esse texto um pouco grande, rs.
Obrigado.
Por certo tem razões justificáveis para sentir-se dessa forma ou ter construído essa imagem de si mesmo. No entanto, o que mais importa agora é perceber o que pode fazer e o que está disposto a fazer para melhorar alguns dos aspetos que descreveu no comentário.
Por vezes na sua idade os amigos são cruéis. É preciso perceber que tudo na vida muda, e você pode mudar também. Pode tornar-se mais confiante, mais animado, mais social, se quiser. Mesmo com algumas dificuldade invista naquilo que quer e na forma como se quer ver a si mesmo. Se necessário peça ajuda aos seus familiares.
Abraço
O que relata são apensa sintomas físicos, sendo que pode aprender a diminuí-los através de algumas técnicas de relaxamento e controlo do pensamento.
Não confunda os seus sintomas consigo mesma. Você não é os seus sintomas, nem pelo fato de sentir isso faz necessariamente de si alguém insegura. Claro que pode expressar-se com insegurança, mas assim que perceba que pode fazer alguma coisa para reverter a situação, tudo muda.
Leia: http://www.escolapsicologia.com/medo-de-falar-em-publico-saiba-como-melhorar/
Abraço
Infelizmente, sofro de FS, há algum tempo, as vezes com maior, outras em menor inntensidade de sintomas. No momento, estou passando por essa "crise", que é tão terrível, limitante, sufocante... Tenho 26 anos, sou enfermeira, tenho q lidar com o público (PACIENTES, EQUIPE, FAMILIARES...)todo o tempo e isso pra mim é muito complicado. Ao contrario do que muitos relataram, sim tinha muita timidez para apresentação oral de trabalho na faculdade, porém de repente aprendi a apresentar maravilhosamente bem, sempre fazia questão de estar a frente dos trabalhos, falando e sempre fui muito elogiada pela eloquência, pela esplanação. Depois de formada, passei em um concurso e comecei a trabalhar em um hospital, os primeiros meses eram ótimos, me sentia super competente, confiante, amando o que fazia. Mas, me mudaram de setor, me remanejaram para uma UTI ( acredito até por verem a qualidade do meu trabalho, o meu desempenho, enfim...)desde então, tudo mudou, por ser setor fechado, o convívio com os médicos, e a equipe em geral é muito intenso, a observação diante de tudo o que se faz é muito grande. E então, fico muito nervosa, trêmula, ansiosa,não consigo delegar as funções a minha equipe, e acabo me humilhando ao médico de forma ridícula, como se só ele fosse o conhecedor dos cuidados e eu estou alí apenas para obedecê-lo.O que é triste, pois tanto que a minha classe lutou pra que tivessemos autonomia, e eu não consigo desempenhar a minha função fazendo uso desse direito. Minha auto-estima está baixa, fico muito deprimida, com pensamentos negativos sobre mim, e penso que todos não gostam de mim nem do meu trabalho, tenho me sentido INCOMPETENTE. Talvez, tb tenha se agravado pelo fato de eu estar morando só,longe da minha família, nunca tive um namorado, não saio com amigos. Tenho o apoio da minha família, que me ouve me ajuda na medida do possível, mas mesmo assim ainda me sinto só..., já pensei em largar o emprego, em pedi demissão, mas não posso, tenho contas a pagar, preciso do empreggo!E é sempre assim, sempre essa tentativa de fuga, na esperança de que o próximo vai ser melhor, q não vou ter os sintomas... enfim, precisava desabafar, pois isso estava me prejudicando...
Agradeço o espaço e gostaria de contar com sua ajuda...
Sofro de fobia social há 3 anos, desde que me mudei de escola. Ano que vem irei para o terceiro ano do ensino médio, logo terei que começar a estudar muito para passar no vestibular. Eu quero ser alguém na vida, mas sinto que essa fobia social, se não for tratada logo, vai me dar problemas no mercado de trabalho. Eu fico praticamente o dia inteiro enterrada dentro de casa, com medo de sair na rua, imaginando o que as pessoas iriam pensar sobre minha aparência. As vezes também fico pensando o que as pessoas da minha idade estariam fazendo nesse momento (indo a praia com os amigos, saindo com os namorados, indo a festas, etc),que é uma realidade distante da minha, apesar de eu ansiar poder realizá-las. Muito obrigada pelas dicas, vou tentar colocá-las em prática, e lutar contra esta barreira que me priva de tantas coisas.
Fico muito agradecido pelas suas palavras.
Não posso deixar de discordar de si, na medida em que a fobia social pode ser resolvida por completo. Com terapia adequada é possível a pessoa resolver na totalidade o seu problema. Acredito igualmente que terá razões pessoais para pensar que o tratamento total não é possível, mas isso será certamente baseado na sua experiência pessoal.
Continue a esforçar-se por resolver o seu problema. Espero ter contribuido para algum esclarecimento que possa ajudar.
Abraço
ESTOU SOFRENDO HORRORES COM MINHAS LIMITAÇÕES,NÃO CONSIGO ME EXPRESSAR,NEM MESMO RACIOCINAR, TENHO CRISES DIÁRIAS DE CHORO E JÁ PENSEI QUE SE EU MORRESSE IRIA SER O MELHOR.
VOU PROCURAR AJUDA OU NÃO SEI SE SUPORTAREI.
Saiba que o transtorno de fobia social tem tratamento eficaz quando se segue um programa estruturado. Procure ajuda profissional, o seu sofrimento pode ser drasticamente aliviado.
A melhoria é possível com ajuda.
Abraço
Quase tudo o que deve ser feito para combater a fobia social eu faço. Mesmo antes de ler qualquer coisa sobre o assunto.Só que eu não consigo obter muitos avanços. Sei o que devo fazer e pensar, mas, parece que ela é maior do que eu... Me sinto frustrada por não conseguir fazer amizades e principalmente me sentir uma estranha na minha própia família. Falto muito a escola porque as vezes me sinto muito mal antes de ir, fico nervosa, o coração acelera enfim... Sofri um pouco de Buylling na escola mas não sei se ele foi o culpado. E o pior é que eu já tenho casos na família. Minha própia mãe já teve depressão profunda e um pouco dessa fobia, a irmã dela também... E sabe... Não quero ficar como elas vivendo a base de remédios controlados... Tenho muitos sonhos e não quero vê-los sendo jogados fora. Na minha escola já pediram para que eu procurasse tratamento médico, mas, eu quero mesmo é me livrar disso por mim mesma... Enfim, seu post é muito bom concerteza me ajudou e como a muitos outros também,ótimo trabalho!:)
É uma falsa sensação de orgulho. Eu andei 2 anos a tentar enfrentar os meus problemas quando senti melhorias consideráveis após uma única consulta de psiquiatria.
É quanto aos medicamentos... não precisas de viver sobre dependência permanente deles.
Habitualmente pessoas que dependem de medicamentos, são pessoas que ainda não resolveram por completo os seus problemas.
Mas eles são uma grande ajuda... se te falta a paz física de poder conseguir falar sem gaguejo então comprimidos para a ansiedade darão efeito. Anti-depressivos também são uma ajuda mas, tal como disse, medicamentos não são a principal solução.
A principal solução é procurares ajuda. Falares com uma psiquiatra e saberes o porquê de te sentires assim.
Esta última parte é crucial de modo a que possas ultrapassar de vez os teus medos e problemas, porque o teu cérebro ao se aperceber da razão, da origem, a causa dos teus problemas, parece que inconscientemente resolve-los através de racionalizações.
Eu quando me apercebi que sofria de despersonalização por ter passado 2/3 da minha vida a jogar computador e sofrer de ansiedade social por a minha mãe também ter sofrido e por ter sido vítima de abusos verbais e emocionais na infância. Este desenterro da raiz é importantíssimo, e é algo que só tu poderás desvendar.
Mas não esperes pelo tempo, porque precisas de fazer os dois ao mesmo tempo, receber ajuda e reflectires, auto-analisares o teu passado, o teu presente, e onde irás estar no futuro se seguires este mesmo caminho.
És humana. Sofres. Não és nenhum robõ super avançado que resolve uma anomalia por si próprio... e ainda bem que não és.
Agradeço a sua opinião e descrição da sua experiência.
Acrescento apenas que a ajuda profissional não se resume simplesmente à toma de medicamentos, pois apesar de estes poderem reduzir alguns dos sintomas físicos incómodos que a pessoa sente, por certo, não ensinam a lidar com situações angustiantes. A pessoa que sofre de fobia social (ainda que a Raquel possa não sofrer) necessita de aprender um conjunto de técnicas e estratégias de lidar com crenças, sentimentos e pensamentos que vive no dia a dia.
Concordo que se a Raquel nas suas tentativas pessoais de melhoria não conseguir dentro de um tempo razoável, deverá procurar ajuda profissional para obter um diagnóstico credível e consequente tratamento.
Obrigado pela sua participação!
Abraço
Faço uma chamada de atenção: Apesar de eu ter escrito este artigo, para se traçar um diagnóstico de ansiedade social é necessário a avaliação de um profissional (psicólogo ou psiquiatra). Desta forma ainda que possa apresentar alguns sintomas de fobia social, usualmente os transtornos de ansiedade podem estabelecer relações de comorbidade (sintomas idênticos a outros transtornos) ou até mesmo ter outros problemas associados que necessitem igualmente da sua atenção.
Claro que por si só pode conseguir resolver o problema, no entanto se passado 2 ou 3 meses de esforços e nada tiver melhorado, por certo necessita de ajuda profissional.
Raquel, não posso deixar de lhe fornecer alguma informação adicional relativamente ao comentário do Leitor Miguel Malato. Leve em consideração que cada pessoa é uma pessoa, e age e reage de forma diferente a situações semelhantes. E só a si mesma lhe cabe a decisão do melhor caminho a tomar. Claro que concordo que a ajuda de medicamentos, desde que programado antecipadamente o respetivo desmame, podem ser utilizados (ainda assim existe terapia psicológica sem medicamentos que tem taxas de eficácia na ordem dos 85%)... pondere.
Abraço
Abraço
Muito bom seu artigo, sofro de fobia social, mas nunca peocurei ajuda. Sempre fico toda vermelha quando apresento trabalho na escola, ou simplismente quando fico nervosa. Fico com manchas vermelhas no pescoço, no colo e nas costas, o que me deixa muito constrangida. Não sei o que falar para as pessoas, por isso muitas vezes me privo de fazer certas coisas e usar certas roupas. Procuro usar blusas mais fechadas, que não me expõem muito, mas isso me deixa extremamente triste, deprimida, porque as vezes queo usar certas blusas e com medo de ficar toda vermelha, eu não uso.
o que devo fazer? Já não aguento mais ficar escondendo e me privando de tudo e das minhas próprias blusas.
Obrigada.
As manchas vermelhas que têm no corpo numa situação de exposição social, é uma reação fisiológica do organismo. Tem a ver com o fluxo de sangue para algumas partes do seu corpo, não tem problema nenhum a não ser o incómodo do aparecimento da cor.
Essa é a forma como a sua ansiedade se manifesta, noutras pessoa pode ser dor de barriga, gaguez, sudação, entre outras. Para resolver o seu problema é necessário trabalhar a sua confiança, e igualmente a descontração. É importante aprender a relaxar e a respirar de forma adequada antes e durante a apresentação de trabalhos. Isso acontece provavelmente devido a ser timida ou a ter receio de fazer má figura ou esquecer-se do que tem de dizer.
Não existe uma causa concreta, por isso era necessário uma avaliação pormenorizada para poder dar indicações mais concretas.
Trabalhar a auto confiança e superar a timidez pode ser importante na ajuda do seu problema.
Leia os artigos:
http://www.escolapsicologia.com/como-superar-a-timidez/
http://www.escolapsicologia.com/medo-de-falar-em-publico-saiba-como-melhorar/
http://www.escolapsicologia.com/3-passos-e-10-formas-para-construir-a-sua-auto-confianca/
Abraço
Preciso sim trabalhar minha auto confiança e superar a timidez.
Obrigada!!
Gostaria de saber se isso seja é um principio de fobia social especifica e como eu poderia me livrar disso.
Obrigada
Aquilo que descreve não tem necessariamente que ser fobia social, nem fobia específica. Seria necessário mais informação para ter uma noção mais concreta acerca do contexto em que o problema se manifesta.
Pode por exemplo estar relacionado com alguma situação anterior em que possa ter acontecido algo em ambiente parecido que a tenha incomodado e a partir daí tenha despoletado tal reação, quem sabe!
O que é importante focar-se é na questão que nada de mal lhe pode acontecer, e que não tem problema nenhum concreto consigo, apenas em tal situação sente determinados sintomas no seu corpo.Encare isso com naturalidade, tente descontrair-se e focar-se naquilo que está a acontecer no momento. Se for sentido algum desconforto físico, mantenha-se firme, provavelmente se não ficar alarmada, a intensidade do desconforto começará a diminuir, podendo acabar por desaparecer.
experimente!
Abraço
Gostaria de saber se isso seja é um principio de fobia social especifica e como eu poderia me livrar disso.
Obrigada
Lendo este artigo descobri que sofro por fobia social,
estou em um momento bem delicado da minha vida, acabei de passar no vestibular de Direito, e estou a proucura de emprego, no entanto, não consigo ter a coragem de me apresentar, de ter uma entrevista de emprego, logo penso, que sou ruim, que não sirvo para nada, volto para casa desanimada, bebo, bebo, bebo, só fico deitada, pensando no pior, me sinto muito mal com isso, tenho vontade de me matar, só não tenho coragem :/
Muito obrigada pelos esclarecimentos!
Por vezes aquilo que sentimos, não passam de informação subtil acerca de que algo na nossa vida precisa da nossa atenção e não está indo como queremos. Mas, se você conseguir desapegar-se desses sentimentos negativos e tentar ajudar-se a si mesma, tentando perceber o que necessiat ser feito para se fortalecer, aprender a lidar com algumas coisas e a fazer tantas outras que possam fazer com que consiga aquilo que quer, o seu problema começa a encolher.
Força e coragem para encaminhar a sua vida. Querer melhorar é o primeiro passo para a melhoria.
Abraço
Eu pensava que era timidez mas realmente essa minha timidez estava muito acentuada pra ser apenas uma timidez comum !! Noossa na verdade ter fobia social é horrivel !!!!
Eu tenho todos os sintomas , tenho tremores na hora de falr em publico (pior de todos), tenho voz tremula quando faalo pra mais de 4 pessoas e sinto que todas pararam pra ouvir o que vou dizer (teeenso) tem vez que eu vejo que minha voz esta começando atremular ai eu paro de falar e finjo que esqueci só pra nao encarar aquilo, ah e meus trabalhos de escolaa, que desastre meu Deus. Sempre decorava toda minha parte do trabalho que tinha que apresentar em classe, sempre estive com as palavras na pnta da lingua super bem decoradas passadas e repassadas milhoes de vezes pra sair perfeito e na hora 'H' quem disse que sai mais do que a primeira frase antes da tremedeira, do olho encher de lagrima e de vocÇe ficar totalmente perdido ai os amigos ajudam e a professora da um desconto porque viu que vc estava nervosa =,( trauma de infancia e adolescencia afffs
e quando v6 esta com as amigas tranquila ai vem um carinha te conhecer ate ai tudo bem ai elas dão de sair pra deixar o cara conversar comigoo, socorro meu deus dai em diante eu nao falo mais nadaa uma vez um menino ate falow 'nossa vc nao esta gostando de cv comigo pq com suas amigas vc estava rindo e cv numa boa'
tipo assim é mega ruim....eu queria aprender a me controlar para nao passar mais por esses micos terríveis!!!!
Obrigada denovo
bjooos
Pelo que descreve tem um conjunto de inseguranças que estão relacionas com alguns receios seus e ansiedade (sintomas fisiológicos)... sem ajuda profissional pode ser extremamente difícil de superar.
Aqui na escola psicologia existem alguns artigos que podem ajudá-la. Na barra lateral existe um motor de busca do google, escreva a palavra ansiedade e irão aparecer todos os artigos relacionados. Tente perceber se beneficia com a leitura de alguns.
Abraço
Olha, as vezes acho que NINGUEM tem tanta fobial social como eu.
E minha situação é bastante dificil
Escolhi o curso de Educação Física (sim, eu sei que talvez seja a pior carreira possivel pra seguir para quem tem esse meu problema), pq é o que eu sempre quis fazer. Mas há 3 anos quando entrei, a minha fobia social era bem menos intensa, e achava que era coisa da idade, fim da adolescencia, etc. Por isso segui em frente com a esperança de no final do curso eu ja estivesse bem melhor etc. Mas com o passar do tempo foi piorando. E enquanto eu continuar com esse nível de Fobia, vai ser impossivel eu entrar no mercado de trabalho nessa área.
Um exemplo, é que hoje estou tendo uma oportunidade de conseguir um estagio em um clube aqui da minha cidade. Mas só do coordenador lá de esportes desse clube dizer que eu posso começar ja daqui a 2 dias, me faz ficar muito nervoso. Pois minha função seria falar com as pessoas, supervisionar, coordenar atividas com grupos de alunos, etc, etc.
Eu simplesmente tenho pavor disso. Falar em publico, com um grupo de pessoas me olhando, ainda mais mais com a obrigação de fazer certo, se não: rua...nossa, to evitando até pensar nisso pra não ficar mais nervoso.
Minha fobia social é tão grande que nem pro meus pais eu tenho coragem de falar que tenho esse problema. Até pq eles me cobram mto em relação ao emprego e acho que pra eles isso seria uma desculpa esfarrapada pra eu não trabalhar.
Se não, ja teria ido ao um psicologo, ou psiquiatra
Enfim, são inumeras situações, que acontecem sempre. Eu só tenho facilidade em falar com amigos mais proximos, e com pais e irmãos. Pq de resto, eu posso gaguejar, travar, ficar nervoso, se atrapalhar, em qualquer momento
Dr. Miguel, você me recomenda ir ao um psicologo ou psiquiatra? ou os dois?
Não tem jeito, sozinho vai ficar impossivel eu melhorar
Eu aconselho a procurar ajuda de um psicólogo. De qualquer forma existem sempre algumas técnicas que podem ajudá-lo a reduzir a ansiedade.
http://www.escolapsicologia.com/10-tecnicas-poderosas-de-relaxamento/
http://www.escolapsicologia.com/medo-de-falar-em-publico-saiba-como-melhorar/
Abraço
Comecei a consultar um psiquiatra recentemente e ele diz que meu diagnóstico ainda não é definitivo, mas no início ele suspeitou de Distimia e recentemente alterou para Transtorno Bipolar tipo 2.
Não posso tomar certos antidepressivos, pois para ajudar tenho Tremor Essencial, e os medicamentos aumentam ainda mais o tremor.
Hoje tomo um medicamento chamada Kitapen, mas não tenho visto melhora...
Tenho 30 anos e estou cansada de viver assim !
Sou pós graduada com muito sacrifício, pois não foi fácil passar pelas trabalhos em equipe, apresentações, dinâmicas... Isso para mim é a maior tortura...
Estou concorrendo a uma vaga de Supervisora em uma multinacional (um das melhores empresas em que se tem para trabalhar, um sonho !!!)... Já passei por duas etapas da seleção, e na última segunda-feira tive a terceira e última etapa ... Estou chorando até agora, pois apesar de saber que tenho capacidade para a função, o fato de me expor na frente de uma sala com mas 11 candidatos e 6 entrevistadores, me fez sentir a pior pessoa desse mundo; fui simplesmente péssima na minha apresentação, tremi toda e mal consegui falar ... Passei a tarde toda nessa pressão e quando sai minha vontade foi de sumir do mundo.... Perdia oportunidade da minha carreira profissional...
Eu ainda não recebi o retorno da empresa, mas sinto que será negativo. Mesmo que seja positivo, penso em desistir da vaga, pois para essa função é necessário uma competência relacional, e acredito que se eu aceitar, chegará uma hora que não aguentarei mais e pedirei a conta.
Falo isso porque já vi esse filme antes. Trabalhei numa excelente empresa durante 6 anos, onde durante todo esse tempo fui promovida 5 vezes... Minha última função foi de Supervisora Comercial, mas fracassei , fiquei mais doente, não dormia a noite, chorava quase todos os dias, até que ... Pedi pra sair ... e joguei fora uma enorme conquista, pois a batalha foi grande pra chegar onde cheguei.
Percebe ? Sou muito esforçada, dedicada e determinada...Mas chega agora e penso ..."pq tanto esforço para uma coisa que não consigo fazer"...
E ai me pergunto, ... "o que eu deveria ser então?" se para tudo na vida profissional o relacionamento é o muito importante, tanto quanto o conhecimento técnico.
Há anos tento uma solução, mas sinto que minhas forças estão acabando. Não sinto mais vontade da vida !!!!
Obrigada por poder compartilhar algo que está aqui fechado em mim...
Abraços !
Roberta
Pq é tao dificil ser menos timida parece q n tem solução
Não julgo que o seu problema tenha a ver com um problema de nascença, e provavelmente também não estará relacionado com nenhum trauma. Mas ainda que estivesse o mais importante a saber, é que é possível resolver o seu problema.
Deixo um link para um artigo que lhe pode ser útil: http://www.escolapsicologia.com/medo-de-falar-em-publico-saiba-como-melhorar/
Abraço
gostaria que respondesse o meu comentário!!
è de grande importância para mim!
Obrigada
Ps: Adorei suas matérias!!!
Obrigada!!!
o meu problema é medo de rejeição,ás vzs me falta rapidez na compreensão lógica de certos assuntos,medo de responder algo q irá talvez me expor e classificar como burra,tonta ou doente mental...Quando digo algo sem noção e percebo depois q falei,fico me setindo tão pra baixo,é como se eu dissesse a mim mesma:meu Deus até agora tava indo tudo bem,mas,por causa dessa resposta ele/ela descobriu quem eu sou de verdade...não gosto de ser pêga de surpresa por esse motivo;odeio perguntas sobre coisas praticas da vida;exemplo:qual o nome da rua q vc passou?coisas bem simples,mas q eu fico com vergonha de não saber e a pessoa dizer,mas vc não sabe isso,passa sempre por la e nao sabe?é porq eu aprendo o caminho,mas não dou muita atenção a nomes...se alguém me encara de maneira grosseira ou fecha a cara pra mim,isso não é problema pra mim,nessa situação é aí q consigo ser imensamente segura,confiante e dependendo do reconhecimento de erro da pessoa eu sou incrivelmente simpatica e abro largo sorriso...agora,se alguém brinca comigo,ri de maneira feliz relativament à minha pessoa,eu fico tão sem graça q meu rosto fica ate vermelho,fico com medo de não retribuir de maneira satisfatória ao sentimento de simpatia q tal pessoa demonstra sentir por mim e acaba q a pessoa tbm fica sem graça e aí piora tudo...estou querendo ate fazer um exame eletromagnético pra saber se eu tenho algum problema q possa ser resolvido à base de remédios...me dê uma ajuda em relação a isso querido psicologo,em como tentar vencer essa situação..
Tenho dezoito anos, muitos amigos e acabei de me formar no ensino médio. Não tenho sérios problemas para falar em público e também não acho que eu tenha Fobia Social. Porém, encontro MUITA dificuldade na área de relacionamentos amorosos, nunca beijei(não sou do tipo baladeira) e nunca tive um namorado. Das poucas vezes que me surgiu a oportunidade de ficar com alguém, eu "surtava" e pulava fora, e sempre tento demonstrar que não estou interessada (por mais que esteja).
Parece que eu me protejo de situações constrangedoras, tenho medo de fazer algo errado ou parecer uma sem noção. Arrependimento com certeza é o meu maior inimigo. Não acho que eu tenha medo de sofrer ou algo assim, nem mesmo medo sbre o que os outros vão pensar. O problema está no que EU vou pensar, entende?
Tenho um "encontro" marcado e pretendo usar suas tecnicas para me acalmar.
Pelo que descreveu, e descreveu muito bem. Aquilo que disse, é a natureza do seu problema e tem mais a ver com decisões suas, deliberadas e conscientes do que propriamente um problema. Deixo a dica, que o medo, e esse medo que descreve de fazer algo errado, é do seu controle? provavelmente não. se quer ter um relacionamento tem de fazer algo para que isso aconteça, depois como ele se desenrola, ou se vai dar certo, isso de forma antecipada nem você nem ninguém pode saber. Decida em consciência o que pretende fazer e encontre estratégias que possam facilitar a obtenção do que pretende.
Boa sorte
Abraço
Estava pesquisando na internet sobre timidez, e pesquisando achei seu blog, muito interessante, pois me encaixo em várias situações, meu pior problema é a tremedeira qndo vou há algum lugar, como festas, e qndo tenho que escrever em público, só um exemplo: uma vez fui em um prédio comercial e na portaria tive que me cadastrar, só para colocar o dedo no leitor magnético eu não consegui, tremia e suava tanto que o leitor não funcionava, aquilo para mim foi o fim. Não consigo controlar, até para ir num barzinho, na hora de fazer um brinde, não consigo mesmo, a única pessoa que sabe de verdade desse meu problema e acaba sofrendo comigo é meu marido, ele fica muito triste com essa situação, pois está acabando com agente. Já fui em uma entrevista com a uma Psicóloga, e qndo estava na sala falando sobre meus problemas, simplismente a Dra olhou para meu marido e disse:'' Nossa, como vc aguenta essa mala'', depois ela falou que estava brincando, mas o que é isso, não gostei, se estou lá para me tratar, sair dessa situação, não é brincadeira que se faça. Agora não sei o que faço, se tento enfrentar as situações com os exercícios ou já procuro direto um especialista?
Muito Obrigada e Parabéns pelo Blog.
Eu estou no ensino médio, tenho 15 anos e sofro de fobia social. Não consigo apresentar seminários pois começo a ter ondas de calor, náuseas, ficar com o coração acelerado, ficar muito corada, trêmula e com as mãos transpirando. Esses sintomas se repetem frequentemente em situações diárias e muitas delas simples.
Estou me isolando de tudo, estou começando a ficar com depressão e perdendo a vontade de viver. Já não vou à escola faz mais de 1 semana pois quando vou tudo fica pior e a depressão aumenta. Minha mãe sugeriu que eu mudasse de colégio para ver se melhora meu desempenho, eu concordei e vou mudar.
Já procurei um profissional (psicopedagoga) e ela me receitou Floral de Bach. Estou tomando conforme receitado mas por enquanto não houve resultados, semana que vem começo a terapia.
Gostaria de saber se somente com o remédio e com a terapia, irei melhorar.
Muito obrigada!
Abraço, parabéns pelo blog!!!
Agora no primeiro ano do ensino médio, escola nova, gente nova, estou deprimido, no recreio eu fico nas escadas onde não tem ninguém para me ver, fico pensando o que eles tanto conversam, uns seguindo os outros e eu não consigo conversar com ninguém, quando alguém olha para mim eu começo a rir e desvio o olhar e fico paralisado e tremendo, depois me julgo que fiz a coisa errada e é sempre assim, sempre mesmo. Esses dias o professor me perguntou que aula tivemos antes da dele fiquei paralisado olhando para ele tentando lembrar mas ao mesmo tempo minha mente quebrando, ele me olhando esperando e eu disse depois de uns 10 segundos eu acho, não me lembro bem de coisas que me traumatizam, falar com os coordenadores, professores é muito traumatizante. Também não consigo cumprimentar as pessoas, até mesmo esse amigos que tinha a oito anos quando elas e eles falam um bom dia fico olhando e rindo e sem sair nada da minha boca, não gosto a ir no cabeleireiro sozinho, minha mãe já brigou comigo dizendo que não iria mais comigo e tento não ir mais, ele fala para cortar baixo eu balanço a cabeça, concordo com tudo para sair logo daquela situação, não saio de casa, por isso minha família reclama de mim de não ir comprar nada. Também nesses dias estava no ônibus indo embora e ele curvou bruscamente, uma menina estava do meu lado em pé e caiu no meu colo, as amigas dela ficaram rindo ela pedindo desculpa e eu olhando para fora e quase rindo mas ao mesmo tempo com vergonha, não conseguia falar não foi nada,ela dizendo:
-coitado, deixei ele constrangido, vermelho, desculpa.
Foi realmente terrível, odeio andar de ônibus, as pessoas me olhando e penso que estão me negativando. Penso que vou ficar sozinho para sempre e quero até cometer suicido se eu não passar no vestibular, não sei, não sei como que as pessoas vivem. Posso escrever mais mil coisas aqui mas acho que ninguém pode ta lendo ou vocês podem ta percebendo e me achando um louco de tanto escrever, então até mais(só consigo na internet mesmo falar isso).
Quando vou no banheiro publico posso ficar em pé o tempo todo que não consigo fazer xixi, já em casa fecha a porta com a chave ai consigo normalmente.
me ajuda por favor.
Adorei a matéria, bem esclarecedora. Identifico-me profundamente com o problema. Larguei minha Licenciatura em História e meu Bacharelado em Letras por não vencer essa barreira, hoje, intransponível na minha vida. Estou acadêmico de Direito e na iminência de concluir minha licenciatura, EAD, em Pedagogia com respectiva defesa de TCC. Não quero mais preterir meus desejos por não superar esse problema. Gostaria que o professor me respondesse a seguinte pergunta: em média, quanto tempo leva para os tratamentos resultarem úteis?
Grande abraço.
Daniel Mello.
Sinto uma extrema e exagerada vergonha de mim, do meu corpo, de tudo. Tenho 17 anos e só de pensar em festas sinto um frio na barriga. Desisti de muitas oportunidades e planos devido a essa fobial social. Pensava em cursar jornalismo e desisti por causa desse medo de gente, agora, penso em cursar psicologia, para ajudar as pessoas e poder me ajudar também. Não sei ao certo quando essa fobia começou, mas acredito que tenha sido no ensino fundamental, pois, desde aquela época já fui muito humilhado por meio de comentários maldosos, piadinhas, risos e já fui até o "protagonista" de uma aposta que me machucou muito. Não tenho boas condições financeiras e não posso contar com apoio da família, eles não me entendem, e não os culpo. São de uma época diferente. Até já tive recorrentes pensamentos suicidas.
Encontei o blog por acaso e foi muito bom. Me deu uma gota de esperança.
Achei muito interessante o seu artigo. Sofro de Fobia Social e antes até de ler todos os comentários, gostaria de saber sua opinião, se ler casos, estudar o assunto, pode piorar os sintomas ou não. A minha sensação ao ler o seu artigo e um anteriormente é que sim. Fiquei tenso só de ler. o que acha?
Antes de tudo gostaria de te parabenizar pelo seu site, muito informativo e bem esclarecedor. Ao ler os comentários, fiquei perplexa ao saber que tem tanta gente com esse problema da fobia social. No meu caso sempre achei que eu tinha timidez, mas fui percebendo que meu problema é outro mesmo. Tenho pavor, medo, sinto suor, meu coração bate acelerado semanas antes de eu apresentar um trabalho na faculdade, na hora da apresentação tenho vontade de fugir, ir ao banheiro, vomitar, gaguejo, entre outras coisas. Também tenho medo de falar com gerentes, diretores, entrar em lojas sozinha isso pra mim é um tormento, principalmente porque as pessoas não entendem, porque para eles apresentar trabalho, entrar em loja sozinho é muito simples. Se você puder me responder, eu gostaria de saber se eu devo procurar ajuda de um psicólogo ou psiquiatra.
Muito interessante sua matéria, me abriu os olhos para algumas coisas que ainda não havia percebido. Já a algum tempo, estou sofrendo com sintomas que até então, eram controláveis. Quando há reuniões, paletras, ou mesmo em sala de aula, fico muito preocupado em ser chamado para responder algo, e isso me deixa muito tenso pois ficarei "exposto", chegando a suar frio. Meu maior receio é de passar mal em público (vomitar). Trabalho há 14 anos na mesma área, e ainda assim, vezes ou outra, me sinto incapaz ou inferior à alguém. Sei de todo meu potencial, mas essa idéia persiste em se manter.
Luto diariamente com essa idéia de passar mal, de ser inferior, de achar que todos estão me olhando esperando algo ruim acontecer comigo. Já não consigo fazer refeições fora de casa, e por hironia do destino, atualmente estou trabalhando num local movimentado atendendo público.
Só me sinto bem quando chego em casa ou quando ficam poucas pessoas ao meu lado. Sempre penso num lugar para poder "escapar" e caso passe mal, ninguém me verá. Nunca fui assim, sempre tive muitos amigos e sempre me relacionei muito bem, agora estou longe de tudo isso.
Faz um tempo que pesquiso sobre esses meus sintomas, mas hoje tive a impressão de ser algo mais simples (do que síndrome do pânico, por exemplo).
Ficarei muito grato caso tenha mais alguma opinião à respeito.
Abraços.
Obrigada!
Na verdade, eu criei a fobia social de tanto ouvir "NOSSA, COMO VOCÊ ESTA VERMELHA" "NOSSA, VOCÊ ESTÁ ROXA"
Isso me fez ter uma vida diferente e muito ruim perto da que deveria e poderia ter tido.Sou formada e de tantas humilhações que passei eu hoje trabalho numa empresa pequeniníssima, ganhando muito pouco.
Quando vejo umas 3 ou 4 pessoas juntas ja começa me dar os sintomas e a vontade é de MORRER na hora.
Pórém resolvi que isso vai acabar.Existe uma cirurgia para o rubor facial em excesso.Ela é cara, porém, no meu caso e no caso de muitas outras pessoas, ela é a salvação de nossas vidas.Ja fiz meu planejamento, eu posso passar fome, mas vou juntar todos os centavos e daqui um ano mais ou menos fazer essa cirurgia.Hoje e, 2012, ela esta custando cerca de R$ 7.000,00 .
Para as pessoas que sofrem desse mal tb,pesquisem essa cirurgia, sei de um Cirurgiao que fica no Parana, chamado Dr. Malucelli , sei de uma pessoa que fez com ele e ficou muito satisfeito.
É isso aí pessoal, vamos parar de sofrer
obrigado.
A sua situação tem de ser avaliada por um profissional. Fale com os seus pais, consulte o seu médico e aconselhe-se com ele.
Enfrentar o medo, e resolver o seu problema é possível, mas tem de ter acompanhamento de quem sabe. Tem de ter apoio de um profissional.
Força e coragem
Abraço
mas um dia desse na rua eu fui olhar, q foi um olhar demorado pra uma pessoa distante e depois dai parece que percebeu q eu tinha olhado pra ela. Nisso comocecei a ficar insiguro extremante aponto de ter uma tontera, dor de cabeça e com isso fiquei me tremendo ja tem uns 4 dias. fiquei com um aperto no peito muito grande, ou seja, o medo aumentou sobre maneira do nada.
Tambem sofro bastante com isso, abandonei meus estudos, parei de sair com amigos e fico isolado com meus proprios pensamentos, eu sinto um forte desanimo de exercer outras atividades do dia a dia, me sinto timido, entre outras coisas que descreveu no seu post, Espero que eu saia dessa merda, as veses penso em me contentar com tudo isso, porque o pior de tudo, é que as veses consigo enfrentar as situações sem fazer muito esforço, mas quando tudo acaba, não quero enfrenta-la denovo, é muito tosco isso.
Valeu pelo post, abraços!
Bjos.
Fico contente por estar a ultrapassar as suas dificuldades.
Força e coragem
Abraço
Tenho 25 anos, mas sempre fui uma miúda super feliz e muito divertida mesmo tendo passado por algumas dificuldades como várias mudanças de casa e escolas ao longo da minha infância e adolescencia, era relativamente feliz. Há uns anos para cá comecei a ter dificuldade em me relacionar, dificuldade em manter relaçoes de amizade e mesmo não ser capaz de estabelecer qualquer tipo de relação satisfatória com quem quer que seja, fosse ela de amizade ou outra qualquer, acabando por ver as pessoas a minha volta virando-me as costas. A partir daí vi-me numa relação amorosa muito prejudicial mas quando me apercebi da gravidade da situaçao já era tarde demais. Estava no momento na faculdade e desisti por não conseguir tempo, uma vez que exigia muito tempo com os trabalhos, ele consumia-me o meu tempo todo, ia la esperar-me a faculdade a toda a hora. Mesmo assim estava determinada a resolver tudo sozinha sem envolver ninguém, e erradamente eu sei, não contei nada a ninguém apesar das imensas tentativas falhadas de por um ponto final nesse pesadelo. Estive 5 anos numa relação infernal em que a pessoa com quem eu estava me maltratava fisica e psicologicamente, e me fazia refem das suas jogadas cruéis, ameaças e humilhações. Nunca pensei me ver numa situação dessas, até porque desprezo gente assim cruel. Quando me libertei, finalmente tive que pedir ajuda de familiares de que nada sabiam do que se estava a passar e ficaram chocados - uma das razoes porque nunca falei do assunto era pq sabia do sofrimento que ia causar a minha familia e também da humilhação que sentia. - senti-me óptima nos primeiros tempos reatei umas amizades durante meio ano estive minimamente bem. Até que voltei a sentir-me no mesmo enredo das manipulações por parte de uma suposta amiga que que gostava de rebaixar, tratar mal e dizer mal nas costas. Estava no ultimo ano do curso e abandonei de novo a faculdade, comecei por faltar as aulas a não me sentir bem ate que me fui completamente abaixo e nem forças tinha para sair da cama. Consultei psicólogo e tive algumas consultas, comecei com medicaçao para me ajudar a dormir porque nao conseguia descansar de todo e também um antidepressivo. fiquei melhor viajei, quando voltei, voltei a ir-me abaixo, sempre que notava melhoras e me entusiasmava e tinha novas ideias para projectos passado um tempo me ia abaixo. Entretanto relacionei-me com outras pessoas mas foi um fracasso completo.
Fiz formações e tentei me animar e ocupar a mente, pratiquei exercício físico, mas acabei por me voltar a sentir desmotivada até para isso.
Comecei a ficar cada vez mais em casa, e cada vez menos a sair. Sempre que saía não me sentia a vontade na rua e começava a suar muito e a caminhar cada vez mais rápido para ir para casa. Sempre que tinha de ir ao centro comercial desesperava para acabar as compras e ir embora, o próprio ar respirado me dava nauseas. Não conseguia ir ao centro da cidade, o mesmo que antes passava lá a vida quando estudava e ia aos cafes, e mesmo bares, etc., as pessoas olhavam para mim. Ficava ansiosa com o facto de ir ao café e ter que falar para os empregados para pedir o café. Quando me convidavam a sair eu queria muito ir porque sempre gostei muito de conviver, mas só de imaginar que ia estar no meio das pessoas começava o meu coração a bater muito rapido e a suar e acabava por rejeitar. Quando pensava nos simples facto de ter de ir a rua so de saber que ia sair de casa dava-me tonturas e desistia logo da ideia. Há uns meses aconteceu-me algo muito diferente e muito pior do que ja me tinha acontecido. Fui ao centro da cidade, tentei forçar e ignorar o panico entrei em lojas vi livros etc,quando voltava para casa de transportes publicos comecei primeiro por sentir muito calor comecei por tirar algumas peças de roupa casacos, umas x que estava frio, e cada vez sentia mais calor e muitas tonturas fiz exercicios de respiraçao fechei os olhos e imaginei-me noutro lugar, nada adiantou. Senti um aperto no estomago e no coraçao e umas tonturas tão grandes que pensei que ia desta para melhor! Tive sorte que a viagem é curta, se passasse ali mais um minuto acho que caia ao chão. Quase corri para casa, entrei e atirei-me para a cama literlmente! A minha mae ligou a luz do meu quarto so o simples facto de ter os olhos abertos me dava agonia, tentei expulsar o vomito que me sufocava mas o meu estomago nao libertava nada em vez disso estava a sufocar, não entrava ar nos meus pulmões.. e depois de alguns espasmos acalmou consegui deitar-me e adormeci. Nunca me senti tão mal em toda a minha vida, desde esse episódio que evito transportes públicos e locais muito fechados e com muita gente. Tento feito progressos ja voltei a sair indo a pé dar umas caminhadas sempre ao ar livre, mas sem me aventurar muito.
Queria saber a sua opinião acerca deste assunto e queria dar a volta por cima. Desculpe o testamento, bolas.
Mt obrigado
Parabéns pelo tópico.
Não sei se meu problema é exatamente fobia social, mas possuo parte dos sintomas expostos. Sou sempre muito ansiosa, mas não tenho tanto medo de falar em público (muitas pessoas já me elogiaram por seminários que realisei), basta eu ter dominio do assunto. Gosto de encenar (ja fiz muitas peças teatrais), mas quando não se trata de um personagem, não gosto de ser o centro das atenções. Gosto de ir à festas, mas não gosto de festas pra mim. Tenho pavor de surpresas de aniversário.
Mas eu conseguia controlar minha super ansiedade até alguns meses atráz, quando comecei a ficar constantemente ruborizada. Isso ocorre sempre que um garoto que conheço (mas não tenho intimidade) fala comigo. Com o tempo, comecei a sentir medo de ficar corada ("O cara vai pensar?") o que acabou fazendo com que eu ruborizace ainda mais.
E a sensação virou uma "bola de neve". Agora fico vermelha só do garoto olhar pra mim. ("Ele deve pensar que pareço uma adolescente de 12 com vergonha de um garoto que ta afim") E como ele faz parte do meu convívio diário, passei a ter um transtorno de ansiedade. ("Todo mundo ta vendo que eu to vermelha.")
Terminei com meu namorado faz algum tempo e penso que ainda o amo.
Minha opinião é que isso tudo está relacionado à insegurança.
Já pensei até em deixar minha faculdade. Mas não vou desistir dos meus sonhos.
Preciso de ajuda... Tudo que eu quero é ficar em casa e viajar para outras cidades, qualquer lugar, menos a faculdade.
Parabens pelo artigo,me ajudou muito a entender o meu ploblema.
Percebi que tenho todos os sintomas da fobia socia.
Falto quando,tenho que apresentar,algum trabalho na escola,e
tenho medo e fico super ansiosa quando tem uma chamada horal.
Preciso conseguir um emprego,mais é, dificil porque não sou
comunicativa,tenho dificuldade de me relacionar,e tenho medo
de tremer na entrevista de emprego.
Vou seguir as suas dicas, e tentar enfrentar este ploblema.
Tudo começou à uns dois anos e sinceramente nem sei bem como este problema teve início. Olhando para trás, provavelmente foi quando fiz um tratamento à acne e o médico me avisou que a pele podia ficar vermelha devido à irritação. Desde essa altura que comecei a preocupar-me imenso com a forma como os outros me viam. Todas as vezes que falo com alguém penso sempre o mesmo "vou corar, vou corar, vou ficar bastante vermelha", posto este pensamento, o meu coração acelera imenso, começo a ficar cheia de calor e a sentir o rosto muito quente. Por vezes até digo coisas sem sentido, atrapalho-me e misturo as palavras todas. Outras vezes, começo a tremer. Mas sem dúvida que o que mais me afeta é o rubor facial, pois é uma coisa que se nota facilmente.
À uns tempos para cá, senti que tinha de investigar o que se passava e descobri a fobia social. Falei com a minha mãe, pedindo para que me levasse a um psicólogo, pois este nervosismo andava a dar cabo de mim, impedindo-me de fazer as coisas que sempre fazia. Ela simplesmente ignorou, disse que eu não tinha problema nenhum e não precisava de ajuda.
Fiz um estágio e as pessoas que lá trabalhavam, riam-se de mim por me verem a corar, até se metiam a falar comigo só mesmo para verem como eu ficava no rosto. Eu fazia um riso forçado, mas a minha vontade era desabar em lágrimas. Também alguns familiares meus se riem de mim quando me vêem corar. Sinto-me tão mal, porque eles não entendem como isso me incomoda!
Prefiro sair com os meus amigos à noite do que de dia, pois como está escuro é mais difícil repararem no meu rubor facial. Ou seja, já cheguei ao ponto de alterar os comportamentos habituais como forma de me "proteger". E se quiserem entrar num café onde há luz, eu faço questão de arranjar uma desculpa para ficar cá fora ao escuro, nem que tenha de ficar sozinha.
Quando as pessoas falam comigo, eu simplesmente não tomo atenção ao que dizem e foco-me em mim e no facto das pessoas repararem que vou corar.
Decidi frequentar um psicólogo, embora não tenha o apoio da minha mãe. Mas sinto que será o melhor para mim. Eu preciso de ajuda!
o assunto.tah-semlimites@hotmail.com
Tenho 26 anos e sofro de fobia social há cerca de 10. Tudo começou quando, na escola, descobriram
Tenho 26 anos e sofro de fobia social há cerca de 10. Tudo começou quando, na escola, descobriram que eu nunca tnha ficado com nennhuma garota. Então, com 13 anos, fizeram acreditar que eu era uma aberração. Aquilo mudaria prá sempre minha percepção das coisas. Passei a ter medo de falar com as meninas. Repeti de ano, troquei de escola, mas o medo de ser descoberto como BV me apavorava. Até que em 2002 larguei os estudos, só voltando quatro anos depois. Foi no meu primeiro emprego que descobri ser portador de fobia social. Havia um colega que pegava no meu pé, me constrangendo. Por causa dele, larguei o serviço. Daí, comecei a buscar ajuda, lendo sobre a doença e tomando medicações. Depois de passar por vários profissionais, hoje tenho um controle relativo do problema. Estou na faculdade, falo nas aulas, mas não duro nos estágios por falta de iniciativa. Com relação ao sexo oposto, atpe hoje foi só beijo em duas garotas e ponto final. Achei que a faculdade ia facilitar as coisas nesse campo, mas me enganei... Converso com as colegas, mas não consigo achar um jeito de ficar com elas. É aí que mais reside meu problema de fobia social: a conquista das mulheres. Houve uma época, quando as coisas estavam ainda piores, que passava as tardes buscando no Orkut mulheres que PODERIAM, e alguma forma, se interessar por mim e, QUEM SABE, rolar alguma coisa. Em vão. Ano passado escrevi um artigo na faculdade que relaciona a timidez com a prática do Jornalismo, que é o que estudo. Bom, espero, assim como eu em 2003 diante de uma revista, que quem acessar o site se sinta apto a buscar ajuda e não pense que é a única pessoa que tem isso. Abraços a todos!
Gostei muito desta publicação, é bastante esclarecedora. ;)
Sofro de fobia social generalizada, com nível de ansiedade variando entre o suportável e o extremo de acordo com o tipo de evento social. Não gosto de ser melodramático, mas a fobia social além de afetar minha autoestima e minha vida em sociedade, simplesmente está destruindo minha personalidade. Não consigo ser o que realmente sou, pois só o medo de me sentir ansioso me leva a adotar uma espécie de nova personalidade, muito tímida e insegura.
Não levo a astrologia tão a sério a ponto de usá-la para definir minha personalidade, entretanto, posso afirmar sem equívoco algum que, em momentos de baixa ou nenhuma ansiedade (raríssimos, diga-se de passagem), a minha verdadeira personalidade é exatamente a de um leonino extremo: muito extrovertido e autoconfiante, um pouco inseguro quanto às opiniões aheias, mas de modo saudável, interessado em influenciar as pessoas e tê-las próximo de si, que gosta de ser elogiado, que adora estar em evidência e ser o centro das atenções, que apaixonadamente delicia-se com a arte de discursar, que é dependente do reconhecimento alheio, que é vaidoso, que aprecia relacionamentos afetivos intensos, que adora liderar e que aprecia conhecer novas pessoas, sair da rotina e estar em eventos sociais. Eu NÃO me fantasio assim, eu SOU assim. Apesar disso, graças à fobia social, sou obrigado a reprimir quase toda a minha personalidade a todo momento em troca de uma personalidade que me traga alguma sensação de segurança e que é totalmente contrária ao que de fato sou: sinto-me como se eu estivesse sendo destruído por dentro (personalidade) e por fora (vida social).
Saí da escola sem nem a concluir e só fui obter o diploma do Ensino Médio através de um supletivo pago, cursado à distância.
Tenho 21 anos e tenho um trabalho, aliás, tinha, pois acabei de pedir demissão por não mais suportar a quantidade de "erros" que cometi por não ser eu mesmo. Para piorar a situação, sou homossexual e temo também não ser aceito pelas pessoas se revelar minha sexualidade. Até mesmo por outros homens homossexuais, temo tanto a rejeição que até hoje só experimentei o beijo de um único homem após ingerir muito álcool, e nada além disso.
Almejo ardentemente cursar uma faculdade e me tornar um reconhecido professor universitário numa das áreas - vejam só - Humanas, mas consigo realizar esse sonho apenas nas minhas fantasias. Tudo o que tenho é um blog onde crio e expresso minha arte, desejando que ela seja reconhecida e valorizada, mas por ser um hobby bastante peculiar, meu medo de ser visto como ridículo ou cair em descrédito me impede de divulgá-lo, e isso me desmotiva a continuar com meu projeto. Tudo em minha vida para ser levado adiante depende justamente do reconhecimento e da apreciação alheia, que não tenho justamente por temer a exposição, ainda que eu a deseje do fundo do meu ser!
Enfim, desde meus 15 anos, sinto que sempre estou num beco sem saída. Várias vezes já cogitei o suicídio, mas o próprio medo de ser visto como potencial suicida em uma situação realmente favorável a esse ato me impede de concluí-lo. Minhas características pessoais mais íntimas, a extroversão, a autoconfiança e a grande motivação para superar obstáculos estão quase atrofiadas devido ao desuso.
Tenho medo também de ser reconhecido como psicopata: há situações sociais de baixa ansiedade onde até consigo expressar um pouco da minha personalidade real, mas tenho notado que aos olhos alheios isso parece um transtorno bipolar quando minha ansiedade aumenta e minha personalidade forçada toma conta de mim. Temo que meus sorrisos ocasionais possam ser confundidos com loucura quando comparados com meu olhar perdido, tremores e rubor rotineiros.
Não sei realmente o que fazer. Peço desculpas por fazer deste comentário uma espécie de desabafo, mas, de todo modo, eu sinto que precisava de alguém para contar tudo isso.
Obrigado e parabéns pelo espaço!
Sempre tive muita dificuldade em salas de aula, publico e com pessoas desconhecidas e isso sempre me deixou muito triste!!!
Mas creio que agora que sei deste problema posso analisar e saber lutar contra ele atraves de ajuda, Bjs!!!
Descobri quem tenho Fobia Social,e como se não bastasse,a psicóloga me deu também o diagnostico de depressão(leve).
Bom,acredito que a minha fobia é resultado de todas as situações desagradáveis que vivenciei.
A exatamente 6 anos,sou tida como o alvo preferido para divertimento de muitos.
Sempre fui muito apegada a minha mãe(dizem até que sou mimada...mas não ligo.).
Dos 3 filhos que minha mãe teve,eu(a caçula)fui a que mais recebi a atenção e os cuidados.Isso porque logo quando nasci,ela ficou desempregada, passando a se dedicar a casa,a familia e aos estudos.Nisso ela pode acompanhar,bem de perto,todas as fases do meu crescimento;Desde o maternal até a 3ªsérie.
Aos dez anos de idade passei a ir ao colégio sozinha.E justo no meu primeiro dia,fazendo o percurso de volta pra casa,fui surpreendida por 2 rapazes.Eles me olharam de cima a baixo e soltaram um:"anh anh!menininha mais feinha..."riram alto(bem alto),chamando atenção de todos na rua.Puxa!Eu tinha 10 anos...
Morri de vergonha.Tinha vonntade de enterrar a cabeça no primeiro buraco que viesse pela frente.
Fiquei paralizada por alguns segundos,só queria a minha mãe por perto.Senti meu rosto queimar de tanta vergonha.
Cheguei em casa e chorei.Nunca contei nada a ela...sei lá,porque!
No outro dia,tentei fazer de tudo pra não voltar sozinha da escola.Mas o tempo dela ja não era o mesmo (arrumou um novo emprego).
Apartir deste dia começaram a surgir os meus complexos;me olhava no espelho de 5 em 5 min...me sentia péssima!
Além disso,no local(escola particular) onde eu estudava,percebia as diferenças evidentes,entre eu e o resto da turma:era a única negra.Sempre a excluída das brincadeiras;Havia um grupinho de garotas que não iam muito com a minha cara,e ainda tentavam me tirar a unica amizade que mantinha na classe.
Já não me sentia bem em meio aquela gente.
Depois do episódio dos 2 rapazes vieram muuitos outros!!!
Entre meus próprios colegas e até desconhecidos.
Hoje tenho 16anos.Praticamente não saio de casa.
Ganhei diversos apelidos extremamente maldosos.Nunca tive coragem de revidar,nem mesmo coragem de olhar nos olhos dessas pessoas.
Quem vê de fora deve me achar bastante fria e indiferente aos comentários,mas por dentro estou desabando(prendendo a vontade de chorar).
Quando preciso sair de casa tenho ataques de pânico (sensação de desmaio,perda de memória,tontura,enjoo,taquicardiaca...)
Meus vizinhos me acham a maior metida(sem ao menos saber,que tenho é vergonha de encará-los de frete.)e porisso implicam comigo.
Ando nas ruas assustada;A sensação é a de que todos estão olhando pra mim,falando de mim,rindo de mim...
Devo parecer uma estranha,uma verdadeira "aberração"(um dos piores que ja me puseram).
Nunca derramei uma lágrima na frente deles(chorar nessas circunstâncias seria um sinal de FRAQUEZA).
Também nunca falei nada disso a ninguém.Escrevo tudo em um diário.
Em todas as consultas com a psicóloga eu choro.É tudo muito difícil pra mim!!
Vivo angustiada,inquieta,mau humorada...sem animo pra nada.
Desisto facil de mim.
Coragem a melhoria é possível. Ao estar a ser acompanhada por um profissional, deu o primeiro passo para a resolução do seu problema.
Desejo-lhe sorte e convicção que é possível melhorar a sua vida.
Abraço
Como a maioria das vezes evito essas situações, fico em casa, sozinho, sem ninguém. Chego a fazer coisas que não devo por causa disso. Estou ficando desesperado em relação a essas coisas que sinto quando estou em público. Tenho medo de conversar com as pessoas, vergonha excessiva de dançar numa festa, e acabo ficando sozinho num canto, imaginando o que as pessoas devem estar pensando de mim sozinho sem fazer nada.
Já não sei mais o que fazer... Graças ao artigo, eu descobri que sofro dessa fobia. Vou tentar fazer o que posso para combater essa fobia social.
OBRIGADO A TODOS.
sempre fui muito tímida.E nunca me senti bem em apresentar trabalhos para o publico.Sempre fugia,faltava a aulas tudo para não apresentar.
Só que em uma dessas situações não tive escolha,tive de apresentar.Tinha um pânico semanas antes do trabalho,tava bem por dentro do assunto que iria ser abordado,mas no dia eu não conseguia me alimentar por conta do nervosismo.Na hora eu tava quase dando um infarto,comecei a suar frio,enxergava tudo embaraçado,e comecei a ter ataques achando que o povo tava olhando pra minha cara.Não sei o que é isso.
Sofro com isso a bastante tempo, tenho 25 anos e sempre quando quero esquecer esse meu problema, procuro usar algo eletrônico, como computador ou video-game, isso poderá ajudar minha fobia social?
Abraço!
No máximo irá agrava-la.
aconselho a procurar um curso de retórica, teatro, oratória. Ou tbm quando ver algum rapaz na rua, sorria p/ ele e aguarde a consequencia, pois tal consequência vai te colocar em uma situação que te force a comunicar-se. Isso é muito excitante e radical. e é a cura absoluta.
Agradeço imenso o seu testemunho. Na verdade descreveu alguns dos sintomas que dificultam a sua recuperação. Em momento algum no artigo digo que enfrentar o medo por si só resolve a fobia social, digo sim que esse é o meio que permite implementar um conjunto de estratégias que levam à possível recuperação. É importante levar em consideração que por vezes os transtornos psicológicos cruzam-se com outros problemas ou com mais do que um transtorno o que dificulta a aplicação da terapia.
No seu caso e na eventualidade de também sofrer de depressão, a abordagem de tratamento não segue à risca a terapia vocacionada para a Fobia Social. E sim, não é apenas enfrentar o problema. Usualmente se o sofrimento é significativo é necessário a ajuda profissional.
Abraço
já tem um tempo que eu venho me afastando das pessoas. não que eu seja isolado mas hoje eu não chego a conviver com um décimo da quantidade de pessoas que convivia na adolescência. com as pessoas que convivo, ainda procuro mante-las afastadas, sem muita intimidade.
eu deixo de ir ou de participar de festas e eventos que os outros me convidam e quase sempre uso a desculta de ter esquecido da festa. os feriados (que não curto nem um pouco) e meus momentos de folga eu passo em casa, sem manter contato com ninguém que não seja a minha família, dormindo ou no computador. fora estes períodos a coisa é um pouco melhor: até tenho bons colegas, gente para bater um papo de vez em quando mas ainda assim procuro os deixa-los a uma certa distancia.
nunca namorei. não acho que alguma garota vai querer ficar comigo ou se ficar, não acho que vão gostar. já desperdicei varias chances por não confiar em mim. frequento casas de massagens e saio com garotas de programa e me relaciono muito bem com algumas delas. algumas até me veem como um pegador e coisa e tal porque todas as habilidades sociais que me fazem falta no dia a dia eu esbanjo com elas.
acho que um dos meus maiores problemas é o perfeccionismo. sempre fui um bom estudante e mesmo assim sempre achei que deveria ser melhor. a um tempo atrás voltei a praticar esportes, eu tava sedentário e queria mudar este quadro. hoje eu sou um dos melhores nos esportes que pratico (nos grupos que frequento) e ainda assim tenho compulsão por melhores resultados.
a internet é outro problema. a maioria dos tímidos se liberta nela. não é o meu caso. não consigo ter um perfil em redes sociais e msn é sempre vazio. tento conhecer mulheres em salas de bate papo. a maioria das vezes fico na sala sem conseguir tc por mais de 5min com alguém. as poucas que acabo trocando msn e que a conversa flui me causam muita ansiedade. principalmente as que moram perto de mim. esta ansiedade já me fez ficar longos períodos de tempo sem acessar o msn para ver se a garota que eu tinha conhecido me esquecia e me bloqueava (também já mudei de msn por este motivo).
grato...
Desde que meu existo sofro com a fobia social. Tudo o que vocês possam imaginar eu passei! Tinha pânico de absolutamente todas as situações que me colocavam em qualquer tipo de exposição. Sofri tanto com isso, que só de lembrar tenho vontade de chorar, porque passei por muitos momentos difíceis quando era apenas uma menina, e nao tinha ideia do que eu tinha. Entendo todos vocês, entendo o sentimento de ser a pior pessoa do mundo, a mais burra, a que não consegue nada, a que não consegue fazer as mínimas coisas que atraem o olhar alheio. Hoje vejo que depende de nós procurar ajuda, porque sozinho nao é possível melhorar. Quando eu comecei a minha faculdade, no primeiro dia na hora das apresentações, achei que ia infartar. Alias entrei pra faculdade com 28 anos, porque simplesmente não suportava a ideia de apresentar trabalhos, etc. Nesse primeiro dia, cheguei no auge da tristeza de nao conseguir fazer minhas coisas. Foi entao que marquei uma consulta com um psiquiatra e eu mesma dei meu diagnostico pra ele, porque já sabia exatamente o que eu tinha. Ele me receitou um remédio ( paxtrat) e tem dois anos e meio que tomo. Com a minha vontade de mudar, mais os efeitos do remédio, hoje sou completamente diferente do que eu era. Agradeço tanto a Deus de ter me dado coragem de procurar ajuda,!!!!! Sou tão mais feliz! Já vivi situações que nem eu acredito que fui capaz de enfrentar! Quero encorajar vocês que sofrem com isso! Deus quer o melhor pra você! Ele te conhece, sabe do seu problema, e pode acreditar em mim! Tem solução! Procure ajuda! Nao se acostume a ser infeliz! Você pode muito mais do que pensa! Eu sofro de ler esses depoimentos porque só quem tem o problema é que sabe o quanto doi! Mas vá em frente, pois eu melhorei e tenho certeza absoluta que você também pode melhorar! Fernanda.
Acredito que todos nós que sofremos este problema devemos procurar ajuda, pois Deus quer o bem de cada pessoa.
HL
Bem não sou mais feliz, acho que to com depressão só choro não tenho vontade de fazer nada, cara eu só queria morrer e nascer denovo sem essas doenças, o foda é tu acordar olha as pessoas indo pro trabalho e fica pensando po eles conseguem trabalhar pq eu não consigo ? acredito em Deus demais, mais as vezes acho que ele me esqueceu .....
1 ano atrás como eu era feliz só de lembrar da vontade de chorar, o foda era minha mãe dizendo junior junior tu acha que a vida é facil né .. eu sempre falava claro que é a vida é moleza sé faz fica dificil quem quer ... ta ae a vida me mostro meu lugar . fobia social depressão um zé ninguém . abraços, pessoas boas também sofrem'.'
mais vamos desistir não fiel estamos ai junto nisso
Desde a infância, no colegial, tive problemas de relacionamento. Na sala eu não conversava com ninguém, muito menos no intervalo. Não por não querer, e sim por não conseguir, eu sempre fui muito reservado.
Tinha dificuldades para apresentar trabalhos e para falar com mulheres e com o público.
Isso nunca terminou, hoje maior de idade, ainda tenho problemas similares. Nos últimos anos venho enfrentando eles, pois quero virar professor/pesquisador. No entanto tenho uma péssima oratória, proporcionada por essa fobia social.
Me identifiquei com vários problemas citados acima, praticamente todos, tirando o de comer em público.
Enfim, quero agradecer o texto, e penso seriamente em buscar uma ajuda.
ola sofro de fobia social ja faz mais de dez anos e tenho vontade de morrer todos os dias pois nao tenho coragem de procurar um psicologo,minha familia me dispresa todos as pessoas me acham metida,me chamam de mau humorada, e pior de tudo e ouvir dos seus proprios irmaos o quanto vc e chata insurportavel que eu me acho e vou morrer sozinha...nao sei ate aonde eu vou conseguir ir pois nao tenho forças para seguir em frente e uma das piores doenças que um ser humano pode ter ter voz e nao poder falar, nao sei mais o que dizer quando uma pessoa chega para conversar nao sei o que as pessoas normais conversam e o pior e vc sendo julgado o tempo todo as pessoas te acham metidas e isso doi machuca tenho vergonha de ate cumprimentar uma pessoa na rua tenho vrgonha de sorrir,tenho 23 anos vivo na solidao ela e unica amiga que eu tenho vivo esperando uma cura talvez uma cura divina espero sinceramente que Deus me cure,mas nao pretendo esperar por mais tempo pois nao aguento mais sofrer nao aguento mais chorar escondida no meu quarto preciso ser feliz perciso novamente saber o que isso pois a muito tempo nao sei o que e ser feliz....
Eu procurei Psiquiatra e tomo Sertralia, ajuda.
Realmente pelo que você descreve tem vindo a sofrer bastante, e julgo que o pior é ter vindo a afastar-se das coisas que gosta na vida. Saiba que na atualidade existem terapias altamente eficazes para melhorar o seu problema. Não sofra desnecessariamente. Procure um psicólogo, certamente irá beneficiar imenso com isso. Caso pretenda os meus serviços através das consultas de psicologia online que disponibilizo aqui no Blog, sinta-se à vontade para ponderar essa possibilidade, visitando o link: http://www.escolapsicologia.com/sessoes-online/
Abraço
Bom são tantas coisas, que eu não sei nem como começar!
sempre tive fobia social, só que eu não sabia que tinha.Todos esses sintomas citados acima eu tenho.Psicológicamente falando, não aguento mais isso.Estou em tempo de querer morrer por causa disso, não paro em trabalhos , não consigo concluir a escola .. É ASSUSTADOR! Não aguento mais esse medo de pessoas, porque o medo que a gente sente, não é necessériamente de nós mesmos , mas sim das outras pessoas , do que elas vão pensar de nós .. e o mais terrível ainda é que essas pessoas não entendem o nosso lado, muitas vezes riem da gente , e nós nos sentimos como? adivinha? HUMILHADOS, DESPREZADOS, UM ZÉ NINGUÉM, UM ESTÚPIDO,UM BURRO, IDIOTAAAA!.Enfim,a auto-estima não extiste mais pra mim. Atualmente, trabalho num restaurante no shopping, acho que vou sair de lá por causa que eles querem que eu fique no caixa atendendo os clientes, imagina eu, no caixa..vai ser um desastre só!! Me ajudem, não suporto mais essa doença em mim.O que vocês acham que eu faço? enfrento essa situação , ou no meu caso é melhor desistir ? e como são medidas essa fobia ( grau de intensidade)? ME AJUUUUUDEM , POR FAVOR QUERIDOS! DEUS ABENÇOE VOCÊS, ABRAÇO.
Á que dar um passo de cada vez, começa a sair, a dar caminhadas sozinha, com amigos ou com familiares, tenta sentir-te confortavel, e quando tiveres na caixa levanta a cabeça e os ombros e tenta nao pensar nisso, com o stress do trabalho vais estar tao focada na tua funçao que até te vais abstrair de pensar nessa fobia
Desistir nunca é soluçao, pensa ou pensem por exemplo nos jogos Paralimpicos que ocorreram este ano e comparem a dificuldade deles com a vossa
Libertem a mente
Eu tb sempre sofri com isso e sei muito bem o que vc está sentindo. Procure um medico porque realmente é uma doença que requer tratamento. Não perca mais tempo e procure um médico! Você ainda é muito nova e tem muita coisa pra viver! Eu procurei um psiquiatra e ele me medicou e tive a sorte de dar muito certo com o remédio. Fui melhorando gradativamente e hoje sou outra pessoa. O remédio ajuda a bloquear aquele desespero todo que a gente sente ( ficar vermelha, suando, tremendo etc etc etc). Não desista porque tem solução!!! Abraços
Sei que muitas vezes me acontece ficar vermelha por coisas que aparentemente não tem mal nenhum. Agora que ando na universidade tenho 19 anos e isto tem vindo a tornar-se horrível, não sei o que fazer, sei que isto limita a minha vida. Tento pensar não fiques corada isto não é motivo para isso, mas não resulta, quando chego a casa penso nos porquês de ficar assim e chego sempre à conclusão que não eram motivos para isso acontecer.
Se me poderem ajudar de alguma forma, ficaria eternamente grata.
O meu caso é grave, só de ser o centro das atenções por alguns segundos sinto muito medo e tenho verdadeiros ataques, tais como suor excessivo, meu coração dispara, começo a tremer muito, parece que a minha voz não vai sair. É horrível, tenho muita dificuldade, nunca falo sobre isso pra ninguém, também sou muito calado, todas as pessoas que convivem comigo sempre ficam comentando que sou muito calado, que eu não falo nada, isso me incomoda muito. Por estes motivos e sintomas sinto que a minha vida tá parada, tenho muito medo de ingressar em uma faculdade por achar que nunca vou conseguir apresentar um trabalho oral. Na época de escola foram poucos os trabalhos que apresentei e achei que foram os piores momentos da minha vida, só apresentava quando era em grupo e que tinha que falar pouca coisa, quando era individual eu sempre fazia de tudo para evitar, sempre encontrava uma forma de não apresentar.
Hoje tenho 22 anos e não tenho ideia de como começar um tratamento. Uma vez fui ao psiquiatra e ele disse que isso era tudo normal, que muita gente era assim, ainda disse que não existia nem um tratamento ou remédio que pudesse aliviar estes sintomas, falou que eu até poderia procurar um Psicólogo pra tentar amenizar isso que eu sinto. Ao comentar sobre Fobia Social com ele, ele me disse que só estes sintomas que eu sinto não justificavam o diagnostico de Fobia Social. Parece que ele qualificou como apenas uma timidez. Pelo que vi também pareceu que ele não tinha muitos conhecimentos sobre Fobia Social.
Devo procurar outro Psiquiatra ou Psicólogo? As palavras dele me desanimaram muito a procurar um tratamento.
Ficarei muito agradecido se puder me dar alguma sugestão de como proceder.
Eu sofro de fobia social a mais de 17 anos quando tinha 25 anos e perdi meu emprego. Dede este dia não consigo assinar nenhum documento por mais insignificante que seja sem tremer. Hoje por exemplo fui votar e quase não consegui assinar de tanto que tremia.
Por esse motivo já evitei muitas situações inclusive abrir conta em banco pois tenho a impressão que as pessoas vão achar que sou bandida ou que estou fazendo algo errado.
Há quase dois anos tomo Sertralina 50mg e fiz quase um ano de tratamento com psicóloga, mas mesmo assim continuo com este transtorno.
Existe algum outro tratamento que eu possa fazer para melhorar, afinal para mim é tão difícil conviver com esta fobia já que nunca mais consegui trabalhar em outra empresa. Nestes 17 anos eu comecei a fazer artesanato para ter uma renda já que sou apaixonada por trabalhos manuais
Um grande abraço
Sonia
QUEM PASSA PELO MESMO PROBLEMA E QUIZER CONVERSA ME ADD NO FACE
amanda_dsm10@hotmail.com passo pelo mesmo problema e sei o quanto e dificil.
Se a sua vida está assim tão afetada, procure ajuda profissional, o seu problema tem resolução com acompanhamento adequado.
Abraço
Hoje eu tive um péssimo comportamento no meu local de trabalho. Eu tenho esse problema pra falar com pessoas com autoridade maior que a minha. Sou novo, tenho 22 anos de idade e trabalho na área de tecnologia da informação.
Vou escrever detalhadamente o que aconteceu comigo hoje.
Recebi uma proposta para ser promovido e mudar para a área que eu quero e sempre desejei trabalhar.
Fiz 3 entrevistas para conseguir esta vaga e, consegui. Agora estou esperando por um processo de liberação do RH pra eu conseguir começar a exercer essa nova tarefa dentro da empresa. Durante esse processo de entrevistas eu tive uma fobia social bem leve. Hoje quando fui sair da empresa, eu passo por um corredor onde as pessoas vão e vêm. De longe eu avistei o meu futuro gerente vindo com o seu assistente e tinha um colega do meu setor sentado comendo num banco. Pensei em para-lo para perguntar sobre o processo. Nesse momento que eu pensei em para-lo eu imaginei uma porção de coisas: será se ele vai achar ruim que estou cobrando ele? será se estou atrapalhando a conversa com o assistente? será se estou incomodando? será se o meu colega de trabalho vai ficar comentando a minha conversa com os outros? será se o assistente vai ficar me analisando enquanto converso com o gestor?
Entre esse tempo de conversa eu comecei a ficar com os olhos cheios de lagrimas, mas não chorei. Parecia que estava com rubor facial. Colocava a mão o tempo inteiro com o polegar e o indicador em cada olho para disfarçar e não conseguia prestar atenção em nada do que ele falava. Em um momento que ele disse pra eu ficar tranquilo que o processo vai ser resolvido, foi que eu fui me acalmando aos poucos. Mas me senti muito desconfortável e tenho medo que isso ocorra mais vezes. Fiquei com medo de ser reprovado.
Agora eu fico imaginando o que eles estão pensando de mim. Se comentaram alguma coisa, o que vai acontecer no próximo encontro. Enfim, me sinto inteiramente culpado pelo meu comportamento, por essa minha doença.
Espero que eu tenha sido claro.
Grato!
Se o seu problema causa-lhe enorme transtorno na sua vida, é importante procurar ajuda profissional. Este tipo de problemas é complexo e necessita de um acompanhamento especializado e adequado à pessoa. Claro que pode sempre melhorar alguma coisas através da aplicação de algumas dicas, mas se isso não for suficiente ponderes procurar ajuda. Não sofra desnecessariamente, existe tratamento.
Abraço
Isso ainda nao acabou mas estou bem melhor q antes, e a cada dia tento dar um passo pra vencer a timidez.
espero muito um dia nao precisar mais sentir tanto medo das coisas do cotidiano.
Muito obrigado!
Desde já muito obrigado. Seu blog é fantástico!
Talvez os seguintes artigos possam ajudar:
http://www.escolapsicologia.com/como-superar-a-timidez/
http://www.escolapsicologia.com/3-passos-e-10-formas-para-construir-a-sua-auto-confianca/
Abraço
Só uma pequena "teoria". Como a fobia social impede as pessoas de ir a lugares considerados mainstream, estes tendem a ficar mais em casa fazendo atividades que exercitam a mente. Ler, ver documentários, imaginar!!! Isso potencia o desenvolvimento de certas qualidades.. Li algures que pessoas com fobia social são mais inteligentes que a média.
muito obrigado pelo ajuda. Sei que seu objetivo era ajudar. Você conseguiu.
Eu não entendia como sendo extrovertido não conseguia me expor, me apresentar ou falar dos meus conhecimentos. Entendo agora o que ocorre comigo e vou treinar as técnicas citadas.
Não cheguei a sofrer tanto como alguns relataram. Tenho uma história boa de vida, uma excelente família e um bom trabalho. Porém, bloquei meu desenvolvimento com as barreiras de proteção que usava para que os efeitos temidos não aparecessem e me jogassem para baixo.
Consegui passar por seis anos e meio de faculdade de engenharia fazendo apenas duas apresentações, sendo uma delas a do TCC. Também fiz pós e consegui me esconder contribuindo como coadjuvante durante a apresentação do TCC.
Passei e ainda passo pelo que relatou a menina do Mc Donald, Julia, ficando ao mesmo tempo feliz e triste quando via um amigo ou colega mais novo ser promovido e eu não (entendam, não e inveja). Passei pela aceitação da incapacidade que S. Rui descreveu. Senti medo de véspera, tremi e suei frio em entrevistas ou dinâmicas de grupo (só passei em uma), lacrimejei ao falar com uma garota que achava bonita, gaguejei para falar de assuntos onde eu era muito bom, fiquei sem fala em apresentações que havia treinado, fiquei aliviado ao término de cada momento como esse.
Sabia que existia alguma forma de enfrentar o problema. Obrigado.
Descrobri o problema em um site e procurei mais sobre o assunto. Li vários textos e encontrei no seu um conteúdo mais completo que nos outros.
Talvez um dia eu possa também ser capaz devolver os conhecimentos que adquiro através de internet e de pessoas como você.
Só que espero fazer isso em apresentações públicas.
Emerson.
Mudei muito após le-los, porém tenho um imenso sonho
e ainda tenho medo, ou seja, fobia social e este sonho
envolve exposicao toal em público.
Percebo que nao consigo realiza-lo por um conjunto de sensacoes negativas, e tudo que eu mais quero é fazer isto mais nao consigo.
Me ajuda! O devo fazer? Meu mair sonho é cantar, cantar e cantar!
Mais essas sensacoes indescritível nao me permite realizar este sonho, devo continuar com essa batalha ou desisto, até mesmo porque já tenho uma idade talvez acima do normal para isso? Me ajuda meu querido! um grande abraco Gildete.
Tenho 19 anos e sofro com fobia social há 5 anos,porém fui diagnosticado faz dois anos. Encontro grande dificuldade em me relacionar com pessoas desconhecidas sou tido como estranho por não conseguir vencer essa barreira chamada "timidez", mas desde que eu comecei a fazer o tratamento tenho me sentido uma pessoa melhor a minha relação com meus familiares e amigos evoluiu. Apoio a sua iniciativa de escrever assuntos delicados como este, assim como desejo uma boa recuperação a todos que passam por problemas semelhantes.
Comecei a trabalhar há 5 anos. . .e a minha fobia social começou aí. . .lembro.me da primeira reacção física da fobia como se fosse hoje. . . até hoje só piorei. Sempre fui extremamente sociável e divertida, a alma da festa. . .e este problema acabou comigo. . . o que mais me transtorna de todos os sintomas que tenho é o corar instantâneo. O sangue sobe à cabeça em segundos, seja em que situação for. Basta encontrar alguém conhecido num autocarro, basta alguém chamar por mim em voz alta, basta alguém se dirigir a mim para pedir uma informação, basta alguém conhecido ou não dizer-me um olá. Tenho medo do olhar das pessoas. As vezes desejava ser invisível. . .ás vezes desejava que todos fossem cegos quando me quisessem olhar. Já fiz um tratamento á base de medicação, melhorei. O tratamento acabou, voltou tudo. Este problemas afecta toda a minha vida desde pessoal a profissional. Vou agora procurar ajuda psicológica. Preciso de respirar. Sinto-me sufocada.
SE TIVER TENTA ENTRAR EM CONTATO TEMOS O MESMO PROBLEMA MAIS EU TENHO CONFIANÇA QUE VOU SAIR DISSO PROCURA NO FACE OU TROCA E-MAIL
ABRAÇOS ATÉ BREVE
tenho 37 anos, casado, 2 filhos, gerente de uma equipe com 24 pessoas, engenheiro, emprego excelente, cristão e tenho fobia social a uns 20 anos. Nunca fiz nada para combater, pois sempre achei que com a idade isso iria passar.
Aliás, que porcaria é sentir isso. SInto-me um idiota, acho esse sentimento ridículo, mas o pior: é incontrolável e isso me deixa muito triste. Passo por isso todos os dias
Não consigo olhar nos olhos das pessoas por mais de 3 segundos sem desviar o olhar; meus olhos doem e parecem que vão se fechar; meus labios ficam travados; um sentimento de insegurança; parece que todos estão me avaliando; sinto-me inferior a outras pessoas por ser muito magro.
quando é necesário fazer uma palestra ( e faço isso todo mes com minha equipe) é uma coisa de louco: meus lábios travam e meus olhos doem muito, meus sentimentos me dizem que todos estão percebendo isso em mim; minha voz muda e fica mais aguda, é terrível.
Ja levei minha esposa numa palestra que fiz para crianças, para que ela me avaliasse (ela sabe de tudo) e ela disse que não percebeu nada. talvez isso aconteça porque tento ser dinâminco ao falar, confiante, faço brincadeiras, etc, tudo para que não percebam minha tremenda insegurança.
Estou doente. Eu seria capaz de comprar um remedio a qualquer preço se ele me fizesse sarar. Não acredito que psicologos resolveriam meu problema, não acredito na resolução só através de bate-papo.
não aguento mais, isso é loucura. Não sei quando tudo começou mas gostaria que tivesse um fim.
Não conheço mais ninguém que tenha isso (só pela internet vejo que outras pessoas passam por isso)
Pessoalmente eu saberia, porque conseguiria ver nos olhos caídos e labios travados se a pessoa tem fobia social
bom, só queria ser feliz completamente sem essa porcaria de doença
Espero que todos aqueles que também passam por isso, consigam encontrar uma solução
E VOCE DISSE UMA COISA SOBRE SER MAGRO, COMIGO É TOTALMENTE DIFERENTE, EU MALHAVA TENHO UM CORPO LEGAL E COM ISSO FICO ACHANDO QUE AS PESSOAS ME ACHAM METIDO POR EU SER MAIS ''FORTINHO'' E ISSO ME ENLOUQUECE MAIS AINDA.
HOJE EU PASSANDO NA RUA E UM GRUPO DE CRIANÇAS MAIS OU MENOS 10 12 ANOS COMENTARAM UMA COM A OUTRA , ESSE MENINO SE ACHA O FORTÃO . ISSO ME DEU UM ÓDIO QUE A VONTADE ERA DE MATAR E ME SUICIDAR . NEM TE CONHEÇO E TO TE CONTANDO TODAS ESSAS COISAS RS MAIS BELEZA ESTAMOS AI QQ COISA
Eu sempre sofri com isso demais! Entendo absolutamente tudo o que vc disse! Vc falou que nao conhece ninguém que tenha esse mesmo problema, mas tenho certeza que conhece sabe por que? Porque quem sofre com isso, faz de tudo p demonstrar o contrario, e isso passa uma ideia p as pessoas que vc é uma outra pessoa: segura, capaz, etc, etc. Mas nos sabemos que isso tudo não passa de uma grande mentira! Esse tipo de reação tb faz parte da doença, eu acho....é uma inversão das coisas...mas olha, hoje tenho 30 anos e tudo mudou na minha vida depois que procurei ajuda. Eu tb sempre achei que um psicólogo com simples conversas nao resolveriam meu problema, entao fui direto num psiquiatra e pedi um remédio que me tirassem os sintomas do nervosismo pelo menos. O tal remédio deu certo e hoje sou totalmente diferente ! Foi quase um milagre mesmo... Os sintomas foram desaparecendo com o tempo , e posso falar que melhorei 99%!!!! Procure ajuda e nao sei se vc acredita, mas confie em Deus! Ele nao quer que vc fique assim pra sempre nao!!!!! Abraços
VAMOS REAGIR PESSOAL SEI QUE VOU SAIR DISSO VOCES TAMBÉM TEM DE CONFIAR
ABÇS
tenho medo nao quero sair de casa. me sinto que todos olham pra mim.e façao jugamento o tempo todo,por onde passo .nao gosto de lugares movimentados pavor de filas de bancos.saio forçado pela minha namorada quando chego algum lugar fico preocupaldos que as pessoas olham.nao sei o que tenho mas ta me prejudicano muito .estou me esolando. que orientaçao esta sendo um sofrimento pra min , desejo fazer faculdade e curso
Meu nome é Fernanda e tenho pesquisado muito sobre fobia social, não para mim mas para ajudar uma pessoa especial.
Gostaria de maiores informações de como fazer isso, pois essa pessoa evita todos os tipos de exposição. e relações interpessoais... mas é uma pessoa espetacular, de carater impar e merece vencer.
Obrigada
Pelo que me descreve a sua vida está muito afetada negativamente. Deverá procurar ajuda profissional. Na atualidade existem terapias eficazes na resolução do seu problema. Não se justifica que sofre desnecessariamente. Aqui mesmo no Blog da Escola Psicologia pode ter consultas comigo caso pretenda. http://www.escolapsicologia.com/sessoes-online/
Abraço
eu também sou mais uma vítima dessa praga... sim por que isso é uma
praga na vida de alguém...
decidi que vou procurar ajuda pois não aguento mais não conseguir viver...
desculpe pelos erros de português, pois isso foi devido a minha fobia passei 2 anos sem estudar...
queria muito uma ajuda :/!
Espero me livrar disso o mais breve possivel.
Fiquei contente por me identificar com a maioria dos sintomas de FS descritos no artigo.
Eu não tinha este problema, mas acredito que foi adquirido em um provável ataque de Panico, o qual desencadeou um medo de lugares fechados como elevador, avião etc, alem da própria ansiedade de falar em publico que causa desordem na fala e aumento da frequencia cardiaca.
Meu trabalho exige a condução de reunioes e compartilhamento de idéias, eu tão tudo que tenho a fazer é sofrer os sintomas e aguardar até que eles fiquem controlados, mas o sofrimento é certo.
O fato é que, desculpe, mas os conselhos e orientações psicológicas, não excluem a realidade de que o extremo desconforto vai acontecer, pois é involuntário.
Creio que o unico tratamento é por itermedio de medicamentos, sendo que até lá me concentro em enfrentar todos os desafios para não ter uma vida limtada, por mim, pela minha profissão e pela minha família.
Se tiver algo à acrescentar ficaria grato e muito obrigado.
Bem, ao longo da minha vida eu sempre tive muitas alterações emocionais. Até ao 5º ano sempre fui divertida e descontraida e tinha muitos amigos embora um pouco timida com aqueles que não conhecia. A partir daí houve mudança de escola e passei a ficar bastante no 'meu cantinho', quando tentava participar na aula pensava bem no que ia dizer e até fazia uma contagem para ganhar coragem para por o dedo no ar e participar, sentia uma ansiedade enorme! E era um pouco rejeitada por alguns que utilizavam conceitos verbais menos adequados a meu respeito. Uns anos depois mudei de turma e fiquei completamente diferente, voltei a ser divertida falava com qualquer pessoa e tinha bastante gente que me dava valor e gostavam de mim e não faziam planos sem mim. Foi a melhor altura, sentia-me confiante, feliz e que precisavam de mim para se divertirem e fazerem recordações. Mas 4 anos depois, sem razão aparente, voltei ao mesmo. Continuava a ter gente que gostava de mim mas fui afastando-me deles e só queria estar sozinha novamente no 'meu canto' e sentia-me deprimida e sem vontade para 'aturar' ninguém até mesmo as pessoas com quem sempre gostei e já lidava há anos! Antes brincava com os prof's e punha turma toda a rir mas agora penso muito antes de dizer uma piada e quando a digo não sinto confiança e gaguejo, já não consigo falar com qualquer pessoa e quando tento voltar ao que era antes nunca corre bem mesmo tendo pensamentos positivos e ao tentar encorajar-me.
Há dias, raros, em que me sinto bem comigo mesma e falo e riu com qualquer pessoa e estou sempre bem e a rir mas a maior parte dos dias não são assim (infelizmente). Já tentei descobrir o que faço de diferente para me sentir bem nesses raros dias mas ainda não cheguei lá. Todos os dias praticamente, sinto-me inferior aos outros e quando tento 'subir' e chegar ao mesmo nivel que eles tenho barreiras, como nós na garganta e medo de falhar ou de me humilhar e sentir-me pior do que já me sinto por não conseguir falar facilmente.
Devo também dizer que odeio ser o centro das atenções. Sempre que estou a passar na rua e reparo que alguém está a olhar para mim eu deixo de conseguir andar direito e não sei para onde olhar! Isto é horrivel!! por que raio não reajo naturalmente?! Não percebo.
Adorava voltar a ser aquela pessoa divertida, confiante, positiva, descontraída, simpatica e sempre sorridente como antes e as vezes muito raramente acontece. Só quero sentir-me que sou igual a todos os outros e que ninguém é superior a ninguém, são todos iguais a mim. Eu nem tenho razões para me sentir inferior, tenho amigos que falam bem comigo mas tenho sempre aquele receio de dizer algo que não devia ou de parecer 'tonta' e não há ninguém que me faça rebaixar nem nada do género. Não há razão para aquilo que sinto.
Preciso que alguém tente compreender, leve isto a serio e que me explique o que se passa e o que fazer para todos os dias serem bons.
Obrigada
Frente a isso me sinto insatisfeito comigo mesmo, porque isso?Não consigo ser relaxado nem descontraído nos afazeres diários.
Penso em marcar uma consulta online com você, creio que será muito bom pra mim.
foi abusada aos 9 anos de idade, hoje ela tem 22 anos, casada e tem duas filhinhas, sempre achei ela muito timida ela dificilmente sai de casa, ela tem tanta vergonha que nem coloca o lixo pra fora de casa, nem vai ao mercado que fica na esquina da casa dela, ela manda a irmã de 6 anos, não sai pra passear e percebo que sua situação agravou depois do nascimento da sua filhinha a três messe.
Gostaria de saber se o que ela tem é fobia social? já dei vários conselhos para procurar um especialista, mais ta difícil de tirar ela de dentro de casa. o que posso fazer para ajudar?
eu sofri bulling na infância, o que me tornou uma pessoa extremamente tímida. embora eu tenha melhorado bastante e superado muitos medos, o que ainda me atormenta é que eu começo a suar descontroladamente quando estou em um meio social no qual esteja me sentindo desconfortavel. e quanto mais eu me preocupo com minha aparencia mais suo, e quanto mais suo mais me sinto mal... o que eu faço .... não aguento mais :(
Isso arruina minha vida de todas as formas possíveis e eu já tentei mudar meus hábitos e tentar fazer amizades mas isso só piora tudo e eu acabo me isolando mais ainda.
Eu nunca beijei ninguém e todo garoto que se aproxima de mim, é constrangedor. Eu não consigo ter uma conversa normal e acabo agindo como se estivesse com "medo". Obviamente não tenho muitos amigos e os que possuo não moram na mesma cidade que eu, então, acabo ficando sozinha na maior parte do tempo.
Uma da spiores partes da fobia, pra mim, é ter que enfrentar o colégio, e todas aquelas pessoas que parecem me observar o tempo todo e me julgar por ser a mais ridícula dali. Ter que passar o intervalo sozinha sem conseguir me aproximar de ninguém, e ter que ir almoçar em casa por vergonha das pessoas me verem comer/beber em público e perceberem o quão ridicula eu sou.
Eu só fui em 2 festas na minha vida e com certeza foram as piores coisas que ja fiz. Me senti um lixo porque nao consigo dançar em publico, me sentia desarrumada como se todos estivessem me julgando e pensando "o que essa garota nojenta ta fazendo aqui?".
Eu só queria que isso tudo melhorasse. Não tenho coragem de procurar um psicólogo até porque meus pais acham que esse meu problema de me isolar de tudo e todos é uma "palhaçada minha" e nunca me apoiam em nada. Eles não sabem da metade do que passo ou de como me sinto, e eu só queria que eles prestassem atenção.
Eu só queria ter amigos, e ir a festas, e me sentir bem, e conseguir fazer tudo que uma garota normal de 15 anos faz. Enfim, parabéns pelo blog realmente me ajudou a perceber do que eu sofro.
por essa situação.Mas eu estou com um pouco de esperança,porque já tem um remédio
sendo testado nos (EUA).Esse remédio chama-se( canadibiol),inclusive já foi apresentado
numa reportagem no jornal nacional em 2012.Esse medicamento deve ser caro.mas eu acho que nós que temos fobia social e somos muito, temos o direito de ter esse medicamento subsidiado pelo governo.MILHARES DE PESSOAS DEVEM SOFRER COM ESSE PROBLEMA , E O PIOR, ELE É MASCARADO.
já fiquei em centro espirita, psiquiatra, igreja e continua a mesma coisa já tentei me matar, tomei 17 comprimidos e não morri que merda é essa que não deixa eu viver nem me matar !?
não tenho força pra corta os pulsos nem enfiar uma faca no peito . é humilhante esse problema gente isso nunca vai ter fim, estamos condenados a esse fardo pro resto da vida
voces precisam ir em uma casa espirita e explicar o pai de santo isso, ele vai fazer um ''bori'' pra sua cabeça e gradativamente voce vai melhor . Façam isso custa nada pessoal seja lá sua religião deixe seu orgulho de lado e vá
você me descreveu no seu comentário, sinto que as pessoas ficam intimidadas na minha presença ..
manda o face e agente se fala melhor abç
Eu sempre enfrentei problemas para me relacionar com as pessoas, mas ultimamente tem sido mais complicado. Eu tenho 19 e estou fazendo faculdade em outra cidade. Eu tenho medo de sair de casa, de andar de ônibus, tenho medo de passar mal, ficar com dor de barriga ou desmaiar.
Quando saio com amigos sempre imagino como falar aos outros que vou embora e fico procurando a saída. Na maior parte do tempo fico em silêncio me concentrando em não passar mal e às vezes percebo na cara das pessoas que elas me acham estranha. Eu tenho um namorado, o namoro começou por telefone, mas eu sempre fico pensando no que as pessoas estão pensando da gente e de mim. Tenho muito medo de passar mal na frente das pessoas e elas me acharem ridícula, aí quando possível prefiro ficar só.
Eu também tenho medo de falar em público, de não ter o que falar com as pessoas ou dizer algo tolo, de lugares com muita gente e fechados de onde eu não possa ir embora, de lugares barulhentos, das pessoas me acharem estranha.
Pesquisando pela internet comecei a achar que era fobia social, mas não tenho certeza. Será que é? Será que melhora sem eu procurar um médico?
Tambem tenho este problema a muitos anos, e a causa foi uma infancia desorientada e agressiva. Com o tempo aprendí a conviver com isso, superei muitas coisas, e optei por melhorar a cada dia, eliminando aos poucos as coisas nocivas e buscando as que me fortalecem, desde pensamentos obscuros, palavras negativas e palavrões, e principalmente mudando meu modo de agir com persistencia e auto-controle, participando, me envolvendo com coisas novas, princip. esportes.
Hoje tenho 56 anos, a vida não é fácil pois ainda sofro com os efeitos psicossomáticos, tambem tomo medicamento acompanhado pela PSQ, mas é a minha vida que preciso melhorar e não vou desistir nem reclamar, em vez disso, procuro me controlar e escolher o que for melhor pra mim.
Desejo que todos tenham fé em Deus e confiança em sí próprios, assim como os deficientes físicos se superam e se torman atletas, nós tambem temos que praticar, treinar, e conquistar.
Ontem tive nova consulta com a Dra Cleide, minha psq. Eu disse que me sinto melhor me incluindo em novas atividades como reuniões, cursos, palestras, participando de ongs, como um ativista em defesa da natureza, dos mais fracos, etc. porque aprendo com os outros e tambem me sinto mais útil.
À noite, liguei pra minha única irmã, e pra variar ela discutiu comigo, me xingou e bateu o telefone.
Confesso que morrí de raiva, gritei e xinguei sozinho, aquela idiota não aprende... mas a raiva passou.
Hoje de manhã liguei pra ela, e pedí desculpas por te-la aborrecido. Ela ficou até sem vóz, e me deu uma tremedeira, mas eu conseguí inverter a situação, e mostrar que é perdoando que se é perdoado. Depois que a tremedeira passou, sentí um gosto de Vitória. Coitada, ela tambem é problemática e Já ficamos alguns anos sem conversar, e isso não ajudou ninguem, pelo contrário, só piorou. Conclusão, depois da raiva, volte a ser melhor que antes.
* Durma sem cueca
* Pratique natação
* Comece da urinar no banheiro da sua casa de porta aberta, quando não tiver ninguém por perto.
* Vá em um banheiro público que esteja totalmente vazio e urine no vazo de porta fechada
* Vá em um banheiro público que esteja totalmente vazio e urine no vazo de porta semi-fechada
* Vá em um banheiro público que esteja totalmente vazio e urine no vazo de porta aberta
* Vá em um banheiro público que esteja totalmente vazio e urine naqueles negócios para homens de urinar.
* Vá em um banheiro público e urine no vazo de porta fechada, porém que contenha pessoas do lado de fora.
* Vá em um banheiro público e urine no vazo de porta aberta ou semi-aberta, porém que contenha pessoas do lado de fora.
Pra mim para por ai... aqueles "mijadores" tem mto ga.y olhando seu pênis kkk.
Boa sorte.
Todos acham que fiquei metido, mais não ! é essa merda dessa doença maluca, nunca vi nada parecido acho que é pior que usar crack ou morrer queimado , me sinto um lixão um nada .
as pessoas tentam me ajudar com conversa mais não ajuda merda nenhuma, Não entendo da onde vem isso sempre fui o que puxava a bagunça da galera na escola , na rua , no curso e no trabalho .
minha vida acabou !
se alguem quiser trocar uma ideia http://www.facebook.com/Guilherme.Sh22
o que eu tenho?
de uma semana pra cá ,quando recebo telefonemas ,vejo fotos ou encontro meu namorado fico passando mal,e vem uma vontade horrivel de vomitar ,não posso nem pensar nele,nem ouvir o nome ,ler mensagens nem nada .é normal? preciso de um psicologo?
obrigada gente
Isso me persegue até hoje na faculdade, mas parece que agora piorou.. parece que não agrado ninguém, que ninguém gosta de mim, e estou morando meio que só e isso me traz uma tristeza intensa, sensação de solidão, o que acaba me prejudicando muito na minha faculdade, as vezes tenho a sensação de que nunca irei ser feliz, pois o que vivo é uma grande tristeza desde me entendo por gente que me gente..
O que eu poderia fazer? procurar uma ajuda psicológia?
Não sei o que eu faço..
Todas as pessoas querendo ou não tem um "receio" de pessoas novas em suas vidas, isso é normal, mas tem um limite.
* Você disse que faz faculdade, tente se relacionar com alguém, puxar um assunto, nem que seja sobre a matéria aí irá se enturmando e perdendo seu trauma, porém não é com qualquer um que você deve tentar se comunicar para curar o seu trauma; procure pessoas que são mais parecidas com você, digo, em sentidos psicológicos, modo de ser, jeito de ser. Assim será mais fácil se relacionar. É realmente chato ter que puxar um assunto com quem você não gosta ou não tem nada a ver com seu estilo.
* Procure fazer terapia com um psicólogo se você tiver condições, pois mesmo que não resolva, ele será + uma pessoa que você estará se relacionando.
* Para você ter assunto nas conversas faça coisas diferentes, tipo, uma aula de dança, instrumento musical, um curso... aí poderá ter assunto na hora da conversa.
Desde meus 5 anos de idade, hoje tenho 18, não consigo comer ARROZ E FEIJÃO na frente de ninguém que não seja meu pai e mãe.
Sei que parece um mimo de criança, mas hoje faço faculdade em outro estado, meus pais não estão aqui, e eu tive o azar não conseguir morar sozinho para fazer minha própria comida, moro em uma pensão em que uma mulher cozinha. Já tentei almoçar na frente de todos aqui, mas quase vomitei. Então eu guardo minha comida e janto sozinho depois que chego da faculdade.
O mais estranho é que tomo café da manhã e lanche da tarde (inclusive com cachorro quente) na frente dos outros sem sentir nada. Porém arroz com feijão eu vomito se forçar, já fiquei 2 dias sem comer NADA para ver se conseguia mas não deu certo, quase vomitei de novo.
Sofro muito em biffês, festas de natal e coisas afim. Imagina se eu for convidado por uma futura namorada para almoçar em sua casa com seus pais?!?
O que fazer?
Cresci sem amigos. Mesmo doente, fiz faculdade, concurso público, ingressei no trabalho, fiz e faço cursos de atualização, mas continuo “isolada”. Preocupo-me muito com “o q falo” e “com quem falo”. Não me preocupava com a minha aparência, apenas com o “ser”.
Depois de muito tempo, aos 35 anos eu fiz uma cirurgia e hoje estou libertas das tristes crises convulsivas que me seguiram por tanto tempo. No entanto, algo marcante ficou em mim e não consegui ainda me livrar: o medo do mundo e do desconhecido.
O tempo passou e hoje, aos 40 anos eu me encontro sozinha, sem coragem de me abrir um pouquinho sequer. Sou amiga, mas não tenho amigas e amigos.
Fui muito amada por algumas pessoas, mas com medo, eu neguei.
Enfim o medo estah presente em minha vida, ele estah dirigindo a minha vida. A minha família ainda hoje, tem muito cuidado de mim, e isso chega ao ponto de eu não tomar nenhuma decisão sozinha. Para tudo eu os consulto, ou se não faço precisamente isso, eu busco fazer aquilo q sei q é a vontade deles.
Recentemente um rapaz que estive “namorando” me disse: “sua cabeça é difícil de compreender.” Me disse isso por causa da minha vontade de estar de acordo com as idéias da família e ao mesmo tempo querendo ter a minha própria vontade. Disse-me ainda que estamos velhos demais para sermos tratados desse jeito (com muito cuidado).
Enfim, eu preciso de ajuda.
Hoje sou casada, tenho uma filha, mas continuo com esse problema. Todas as faculdades que tentei não consegui concluir, desisto de todos os trabalhos que arrumo. Estudei 6 meses pra passar num concurso, passei e depois de duas semanas de trabalho desisti. Não tenho vontade de sair de casa, tenho vergonha. Comecei a fazer academia pra ajuar, mas só vou nos horários vazios e mesmo assim não me sinto bem.
Meu marido me auda muito, entendendo meu problema.
Agora tenho 26 anos, faço psicologia(falto muitas aulas), vou a academia estou tentando viver.
A impressão que tenho é de estar disperdiçando a minha vida sem fazer nada. Queria muito ser diferente, doi muito, mas espero ter progresso.
Se quiserem se comunicar comigo pode ser pelo email
Rudimar
O que é mais recomendado,medicamentos ou acompanhamento com psicologo?
sofro muito com isso,quero muito fazer uma faculdade,só não faço porque tenho medo,até de assinar meu nome e alguem tiver olhando....kkkkk
sem mais....
Robson
Falo da cidade de São Gabriel/RS Brasil. Achei sensacional o seu site, provavelmente o melhor qua já vi a respeito do tema. Tenho fobia social a muitos tempo, puxando pela memória acho que tive a vida inteira, entretanto na infância a gente releva, mas quando chega a idade adulta a coisa fica complicada. Faço 40 anos este ano, tenho pouco amigos, moro nesta cidade a quase dois anos e nunca saí na noite, a cidade apesar de pequena tem alguns lugares bons de se ir, entretanto não conheço estes lugares. a minha rotina é trabalho casa- casa trabalho. Não tenho namorada e nunca fui casado, tive dois namoros sérios na minha vida e nada mais. Quando estava namorando sentia crises de ansiedade terriveis, sentia uma tristeza profunda um medo exagerado de magoar a namorada de fazer ela sofrer, com todas foi assim, era como se eu fosse o único responsável pela felicidade da namorada e jamais pudesse magoá-la, caso magoasse ela seria algo trágico e eu seria o maior canalha do mundo. O turblhão de pensamentos me levava ao desespero, só eu se o horror que foi, em virtude disso me isolei. Comecei a me tratar no ano 2000, já passei por vários medicamentos até perdi a conta, além da conta também estou começando a perder a fé.
Gostaria de saber de ti Miguel sobre algo que ví uma vez neste site, não sei se foi sitação tua ou foi de algum participante. É a respeto de grupos de terapia, algo do tipo "alcoolicos anonimos" onde pessoas se reunem para compartilhar seus problemas, contar suas histórias e se ajudar. Estou pensando em de repente falar com meu psiquiatra e tentar montar um grupo "fóbicos sociais anônimos" usando a mesma idéia de grupos de ajuda, onde todos aos poucos vão compartlhando seus prolbemas. O que tú achas da idéia ?? Sabes me dizer se há experiências no teu país ou em outros lugares do mundo sobre grupos formados de fóbicos sociais ?? Era isso, agradeço a tua atenção, e aguardo ansioso tua resposta. um abraço a todos os participantes. Não percamos a fé !!
meu facebook para quem quiser adicionar.. afinal, pela internet é que conseguimos expor melhor nossas angústias..
https://www.facebook.com/gabeebrandao?ref=tn_tnmn
http://www.facebook.com/bruno.j.santos.9?ref=tn_tnmn
Como ouço diariamente, FORÇA, FOCO E FÉ! Boa noite
Eu evito conversar quando tem mais de uma pessoa e fico ansiozo mesmo sendo conhecida.
No colégio e nos cursos que fu por longos periodos.Não fiz nenhuma amizade e nem conversei com ninguém. penço que as pessoas me acham antipático e tenho com de mau e nem chegam perto.
se escuto alguém falar baixo pensso que estão falando de mim.
me convidaram uma vez pra pegar uma sesta de natal em um lugar que teria um monte de funcionários do lugar que faço a vigilancia e eu nao fui e eu inventei uma desculpa para nao ir. tenho muita dificuldades em fazer amizades nao tenho papo. principalmente com mulheres.
elas me olham me dão mole fazem de tudo pra que eu perseba que elas estão afim de mim mas acabam desistindo pençando que eu nao estou afim delas. pois nunca tomo iniciativa. fico mais nervozo ainda quando sao mais de uma mulher me olhando ao mesmo tempo, meu coraçao acelera. nao sei oque fazer. da um branco.
me sinto incapaz, um lixo.
vou tentar seguir as dicas foi muito valiosas pra mim. obrigado.
Muito obrigado e Parabéns!
Sobro de fobia social e posso dizer que seja grave , tenho 21 anos e o máximo que ja consegui ficar em um emprego fixo foi 6 meses pois tinha muita dificuldade para me comunicar e recebia constantes criticas do meu gerente , um dia sobre muito pressão descontei minha "raiva" nele e fui demitida , sofri muito pois eu achei que estava conseguindo superar,mas no fim acabei voltando pra minha realidade antiga , passo 24/7 em casa e muito tempo no meu quarto , não consigo sair e nem conversa com a minha família e especialmente parentes distantes muito queridos por mim quando era mais jovem . Sempre fui muito timida e reservada , meu hobby favorito sempre foi a leitura e mesmo assim tinha bons amigos que ate hoje se preocupam comigo e tentam me ajudar , me animar porem meu caso de timidez agravou quando fiz 17 anos e perdi uma pessoa muito querida na minha vida , não soube lidar com a perda então abri mão de fazer uma faculdade e arrumar um emprego para ficar em casa , hoje em dia a situação esta incontrolável pois não consigo me relacionar bem nem com meus pais e irmão . Já fui a uma psiquiatra e agradeço muito a essas pessoas que dedicam seu tempo e coração pra ajudar pessoas como eu ! Infelizmente nem isso me ajudou e a cada dia fica pior , sofro muito e não gostaria que as outras pessoas passassem por isso , então sempre que puderem não esperem ,procure ajude o quanto antes , fazer isso vai evitar que sofre sobrado e ainda mais sozinha!
eu sofro com isso a muito tempo morro de medo de falar em publico ..
deixei de tirar CNH por causa disso .. situações onde eu possa ser o centro das atenções me apavoram .. atualmente estou cursando um curso técnico e no curso tem aprensentações ja teve uns 4 seminarios e eu fico sem nota por faltar no dia ja vai ter o 5 segunda agora estou com medo a semanas antes sempre q lembro ja me da um frio na barriga e começo a tremer estou pensando em enfrentar o problema mas n sei se vou conseguir com essas dicas melhorou muito espero q consiga fazer a apresentação.. muito bom o artigo ta de parabens
Meus parabéns pela publicação, vou fazer o máximo para seguir à risca todas as dicas.
http://www.facebook.com/groups/GrupoFOBIASOCIAL/
Meu último emprego foi há 3 anos, fiquei dois dias e simplesmente saí correndo, chorando, não dei satisfação alguma à minha chefe. Depois disso, vivo na pobreza e solidão, não consigo fazer uma prova de vestibular porque sei que não vou passar e, se por um milagre ocorrer de ser aprovada, não vou ter dinheiro para pagar. Enfim, isso delineia claramente um ciclo, de não poder fazer uma coisa por ocasião de outra, etc.
Saí da adolescência, entrei na maturidade e hoje vejo claramente que os anos têm passado em vão para mim.
Na escola raramente saio para lanchar , não consigo organizar meus estudos , tiro notas baixas e ja pensei em desistir da escola, mas não vou tenho fé que um dia Deus irá por um fim nisso em minha vida , realmente é muito difícil tenho muitos medos e o que mais me atormenta é a possibilidade de perder de ano gosto muito de estudar, mas em minha escola há muitos seminários e fico praticamente o dia inteiro na escola( período da manhã e tarde), não costumo sair e quando peço para minha mãe tentar me levar a algum lugar ela resiste e fala que não sou mais criança e que devo largar a saia dela.. O único local que frequento muito são os cultos que me fortalecem muito por mais complicada que esteja minha situação..
Tenho planos para fazer faculdade de medicina mas quando penso neste problema me sinto incapaz de conseguir fazer qualquer vestibular . Sempre quando pego um livro para estudar penso várias coisas e as vezes não consigo. Obrigada
Não consigo falar em público,não consigo falar com pessoas do sexo oposto,de pessoas com cargo mais alto ,de encontrar conhecidos na rua,de fazer novas amizades,de participar de reuniões de família.A minha pior preocupação é ficar vermelha na frente dos outros,é horrível,tremo,suo,tenho palpitações,e o pior é que as pessoas reparam mesmo,pois fico súper vermelha sem mais nem menos.Perdi vários empregos por este motivo,subir de cargo nem pensar.Não sei mais o que fazer.O pior é quando pego metrô e sento na frente de alguém e essa pessoa fica me olhando,pronto,fico na hora vermelha e tenho que sair do metrô .É muito constrangedor.
Eu fui procurar ajuda, fui a uma hipnoterapeuta, e acreditem, estou muiiiiitttooooo melhor, numa sessão passou me o medo de lidar com as situações novas, já consigo rir e interagir com os outros, tenho mais confiança em mim, a depressão desapareceu, estou super satisfeita pois e um tratamento que nao trata as consequências mas sim cortando o mal pela raiz.
Por favor, gostava de ajudar a todos com mais informações acerca disso, caso queiram, contatem -me pelo e-mail smg.spencer@hotmail.com.
Um grande abraço para todos
Com a auto-conscientização eu consigo me curar desse problema ou eu tenho que buscar ajuda especializada? (o meu primeiro passo pra buscar a melhora, foi marcar de sair com um amigo pra ir no rodeio, eu espero que assim com uma atitude simples eu consiga melhorar).
mas as pessoas não ajudam, acham que devemos ser como elas e ficam criticando..
teve uma vez que eu tinha 9 ou 10 anos e a professora obrigou os alunos a lerem um texto, fiquei morrendo de medo, na minha vez eu fiquei toda preocupada la e comecei a ler, mas baixinho, e a prefessora ficou brigando comigo, dizendo q eu devia parar com essa bobeira, que todo mundo e igual, mas ela tava brigando msm, ai eu não aguentei e comecei a chorar, resultad: todo mundo deve ter rido da minha cara, so uma pessoa veio me ajudar sei la,ficou fazendo um carinho na minha kbeça kk minha única amiga de la me disse que era o menino que eu gostava, fikei super alegre ner, mas eu nunk consegui olha na cara dele sem ficar corada, e com borboletas no estomago, e o pior eu ainda gosto dele, e isso desde os seis anos de idade, cara eu nem sei como pois eu nunk nem conversei com ele em toda minha vida :p hj tenho 16 anos..
mas depois desse dia do texto, eu demorava a copiar os textos ate que acabasse a aula, ou que a professora enjoasse de mim so pra não ter que ler eles...
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