Diversos estudos clínicos demonstram a eficácia da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) no tratamento da Perturbação de Pânico. A TCC consiste em ensinar ao paciente procedimentos terapêuticos que visam a redução dos sintomas físicos da ansiedade (relaxamento e treino de respiração), da esquiva fóbica (terapia de exposição aos estímulos desencadeantes dos ataques de pânico) e a modificação dos pensamentos disfuncionais (reestruturação cognitiva). O tempo de duração é curto e a auto-aplicação, entre as consultas, das técnicas aprendidas é essencial para o sucesso do tratamento e para a manutenção da melhora clínica a longo prazo.
Descrevo as principais etapas da TCC da Perturbação de Pânico e alguns factores que podem dificultar e facilitar a resposta terapêutica. O modelo Cognitivo-Comportamental da Perturbação de Pânico procura integrar as abordagens biológicas e sociopsicológica nos procedimentos terapêuticos (Barlow, 1988). O ataque de pânico, elemento central deste transtorno, é considerado uma reacção de alerta do organismo, que pode ocorrer em situações externas, percebidas pelo indivíduo como ameaçadoras, ou sem causa aparente, por influência de factores biológicos. Possuir história pessoal ou familiar de algum transtorno ansioso e submeter-se a um período de stresse são factores que contribuem para o aumento da ansiedade geral e que facilitam o desencadeamento do primeiro ataque.

Com a repetição, esses ataques ficam condicionados a desencadeantes externos (locais ou situações) ou internos (pensamentos ou sensações corporais), que avaliados negativamente pelo indivíduo representam sinal de perigo iminente, de morte, de estar a enlouquecer ou a perder o controlo. Essas sensações levam a um aumento da ansiedade subjectiva, dos sintomas físicos e das antecipações catastróficas, e a pessoa torna-se apreensiva, em vigia constante, antecipando os sinais de que um novo ataque irá acontecer. Pode apresentar comportamentos de esquiva e fobias de situações em que acha que um ataque ocorrerá; de lugares de onde fugir ou escapar seja difícil; de condições em que não possa receber ajuda imediata em caso de necessidade; de sair ou ficar sozinho.
A Terapia Cognitivo-Comportamental da Perturbação de Pânico é composta por um conjunto de procedimentos que são utilizados de forma integrada e podem, para fins didácticos, ser subdivididos naqueles que auxiliam o paciente a lidar com os sintomas físicos da ansiedade, como o relaxamento e as técnicas cognitivas, os que visam à redução da esquiva fóbica, como a terapia de exposição aos estímulos desencadeantes dos ataques de pânico, e a modificação dos pensamentos disfuncionais, como a reestruturação cognitiva.
ABORDAGEM AO TRATAMENTO
O tratamento é breve quando focaliza a redução da ansiedade geral, dos ataques de pânico e da esquiva fóbica. Terapeuta e paciente trabalham em colaboração, planeando estratégias para lidar com as dificuldades expressas pela pessoa. A auto-aplicação, entre as consultas, das técnicas aprendidas é essencial para o sucesso do tratamento e para a manutenção da melhora clínica a longo prazo. As sessões são planeadas através de uma agenda que contém os alvos e as metas a serem alcançados na semana, os procedimentos apresentados, a revisão de diários com as respectivas tarefas de casa, os acontecimentos importantes relacionados ao tratamento e o planeamento dos próximos passos. Tarefas de casa são fundamentais para que o paciente possa praticar os procedimentos aprendidos em consulta e verificar o grau de seu aprendizado na gestão da ansiedade e dos desencadeantes dos ataques de pânico.
A utilização de diários permite identificar problemas e dificuldades na realização dos exercícios, adaptar as estratégias usadas e avaliar o progresso alcançado. A primeira etapa da terapia é a de avaliação de todos os componentes da Perturbação de Pânico, como duração, frequência e intensidade, e principalmente os desencadeantes do quadro, como factores de stress, dificuldades interpessoais, pensamentos ansiogénicos, sensações corporais, ansiedade antecipatória, esquiva fóbica e ataques de pânico limitados, os situacionais e espontâneos. Factores como presença de depressão ou outras patologias associadas deverão ser levadas em consideração. Problemas decorrentes de complicações da desordem, como os de origem familiar e conjugal, devem ser identificados na fase inicial da terapia. Dificuldades de ordem diversa podem ser abordadas rapidamente, mas se requererem maior tempo e atenção deverão ser, no momento apropriado, encaminhadas para uma terapia mais abrangente.
APRENDA A LIDAR COM UM ATAQUE DE PÂNICO
Sendo mais fácil controlar a ansiedade nas suas primeiras fases, é muito importante reconhecer o início do processo ansioso. Contudo, é possível que não repare nos primeiros sinais de ansiedade e que subitamente se descubra ansioso.. Nesses momentos é difícil pensar de forma clara e agir sensatamente. Torna-se pois fundamental aprender o que fazer quando tiver um ataque de pânico. Se estiver bem preparado, será capaz de controlar de forma adequada as suas emoções.
- Lembre-se de que as suas emoções são normais e não lhe podem fazer mal.
- Afaste pensamentos assustadores: procure pensar na situação duma forma mais positiva.
- Aceite o que lhe está a acontecer. Se aguardar algum tempo, o medo passará. Se “fugir”, será mais difícil lidar com essa situação no futuro.
- Tente gerir a sua ansiedade relaxando, distraindo-se e pensando de forma mais racional.
- Faça um plano para se acalmar na situação. Por exemplo, descansar até se sentir mais calmo \ menos ansioso, ou pedir ajuda a um amigo. Seja o que for que decidir, faça-o da forma mais relaxada que puder.
A RESPIRAÇÃO DURANTE UM ATAQUE DE PÂNICO
Normalmente, quando entram em Pânico, as pessoas respiram depressa e/ou curto. A isto chama-se hiper-respiração ou hiperventilação, e é uma reacção assustadora em si, a hiperventilação é um problema. Entra demasiado oxigénio no corpo, o que irá resultar em sensações muito desagradáveis. Estas sensações incluem formigueiros, dores, tremores, tonturas, dificuldades de respirar, etc., e são tão semelhantes às sensações de ansiedade que muitas vezes se confundem. A tensão e a ansiedade que estas sensações desagradáveis causam, têm tendência para causar mais hiperventilação, e assim se forma um ciclo. Ansiedade – Sensações – Desagradáveis – Hiperventilação, este ciclo pode ser rompido se mudar o padrão de respiração – mesmo durante um ataque de pânico. Há duas maneiras de o fazer:
- RESPIRAR PARA UM SACO DE PAPEL: Ponha o saco, bem seguro, sobre o nariz e a boca e expire dentro do saco por uns segundos. O saco enche-se assim de dióxido de carbono. Re-inspirar este ar restaura bastante depressa o balanço de oxigénio/dióxido de carbono, e as sensações desagradáveis desaparecem.
- MUDAR A SUA RESPIRAÇÃO: Desacelere a sua respiração. Tente inspirar devagar e suavemente e expire igualmente devagar. Respire com o seu diafragma – o músculo imediato abaixo do tórax:
(a) Primeiro esvazie os pulmões, depois inspire suavemente através do nariz contando devagar até 4, deixando a barriga expandir-se.
(b) Depois, expire, também suavemente contando devagar até 6. Tente respirar entre 8 e 12 inalações por minuto estabelecendo um ritmo confortável. No início pode sentir que não tem ar suficiente, mas é importante resistir à vontade de inspirar ar rapidamente. Tente também não respirar com a parte superior do peito. Assim é possível restaurar o equilíbrio de oxigénio/dióxido de carbono no seu corpo, e as sensações desagradáveis desaparecerão.
É preciso treinar estes exercícios de respiração em ambiente calmo e tranquilo, para ser capaz de utilizar estas técnicas prontamente quando estiver ansioso. Para se recordar de praticar este exercício de respiração coloque um sinal num sítio que possa ver muitas vezes. Por exemplo uma mancha de tinta de unhas no vidro do relógio relembrá-lo-á que deve controlar a sua respiração sempre que quiser ver as horas.
Para aprofundar este assunto, pondere ler o artigo: Kit de emergência para ataques de pânico
Se necessita de ajuda mais especializada e orientada para o seu caso específico, veja as nossas opções em: Consultas de Psicologia Online
Abraço.





















Bruno Armindo
Muito Bom
Adorei!
Miguel Lucas
Olá Bruno, Obrigado pelo comentário e bem-vindo à Escola Psicologia.
Vai aparecendo, aqui e em Leiria
Abraço
Maria
Olá Miguel,
Adorei o artigo e gostei muito da escola!
Penso que requer contudo muito treino para se tornar eficaz.
Eu tive uma situação, que não posso dizer que tenha resultado em ataque de panico puro, mas a ansiedade e hiperventilação foi praticamente incontrolável, hoje passado algum tempo, sempre que me encontro numa situação que me faça lembrar aquela tenho a mesmo sintomatologia.. estes exercícios também serão aplicáveis nesta situação?
Desde já, obrigada
Beijinhos
Miguel Lucas
Olá Maria, obrigado pelo comentário e bem-vinda à Escola Psicologia.
Sem dúvida que para sermos felizes requer muito trabalho, mas como tudo na vida é uma questão de hábito, uma vez o hábito instalado tudo se torna mais fácil. E claro vale a pena o esforço:)
Sim, os exercícios são adequados para sempre que sente a sintomatologia ansiosa.
Estou sempre disponível para qualquer questão que queira colocar.
Abraço
Clara
ótimo post ! muito bem explicado,e bastante interessante.
Miguel Lucas
Olá Clara obrigado pelo comentário e bem-vinda à escola Psicologia.
Fico contente por a matéria estar explicita e ser útil para você.
Abraço
Sindrome do Panico
Gostei muito do artigo, foi uma explicação bastante avançada e cientifica. Apesar de muita gente sofrer de ataques de panico poucas pessoas procuram tratar o problema por pensarem que tem um problema psicologico que as envergonha. A sindrome do panico é um problema que tem solução com ajuda profissional e acho muito bem falar deste problema pois há pouco material de qualidade sobre o assunto na internet.
Miguel Lucas
Olá Sindromedopanico, obrigado pelo comentário.
É sempre muito importante o esclarecimento de um problema que afecta muitas pessoas, as quais por vezes carecem de esclarecimento e enquadramento. Sem dúvida que a desordem de pânico e os ataques de pânico com tratamento adequado, tem elevadas taxas de sucesso. Por vezes as pessoas sofrem desnecessariamente, podendo procurar ajuda e tratamento profissional.
Abraço.
Marcos vinicius
Olá miguel, eu tive a Sidrome do Pânico por algum tempo e eu so tenho 15 anos. Eu tomava caumantes naturais e tentava me acaumar mais so vivia em pânico, mas poucos dias antes de eu ir ao Psiquiatra eu conseguir ter um auto-controle e sei que pessoas tambem podem ter o auto-controle de si mesmo, e graças a Deus não tenho mais esses Ataques!!!!.
Muito obrigado!
Fica com Deus.
Miguel Lucas
Olá Marcos, obrigado pelo comentário e bem-vindo à Escola Psicologia.
Fico contente por ter conseguido resolver os seus ataques de pânico. Sem dúvida que o auto-controlo é uma das formas de poder resolver os ataques de pânico. Com apenas 15 anos ter conseguido ter o discernimento de arranjar estratégias de controlar os sintomas é de louvar.
Já agora como é que fez? que estratégia utilizou?
Abraço.
Marcos vinicius
Olá Miguel, para mim foi uma temporada bem difícil , eu consegui para de ter aqueles ataques de Pânico com muitas estratégias como, distrair com qualquer coisa, não pensa no pior por que ela não vira fui sincero com as pessoas por que si nos queremos tirar o Pânico é bom compartilha com as pessoas ao seu lado para você entende como que é passa muito tempo está doença!.
Agradeço de coração mesmo pelo seu Blog que você criou por que ele me ajuda MUITO
Marcos vinicius
Miguel, outra estratégia que eu conseguir para parar de ter os ataques de Pânico foi saber o que eu tinha e desde hoje sei quando si por exemplo de um ataque eu não irei ficar desesperador por que sei que é uma reação falsa.
Alex
Ola!!! Desde ha um mes eu ando sob um stress imenso.. Estudo Medicina no 3º ano e ando com exames, trabalhos e ainda um estágio na área de cirurgia no hospital… Desde o inicio desta semana ja tive dois ataques de panico..Com a sensação de loucura, de medo, de incapacidade… Hiperventilação, choro compulsivo e tonturas.. Passo a vida com medo que me aconteça de novo…Também ando irritada com tudo e tenho tido problemas com o meu namorado e amigos por causa disso.. Isto vai passar?
Jone
Olá Alex, não sendo eu um especialista posso apenas falar por experiência própria e por várias pessoas que conheço que padecem de problemas semelhantes. A primeira reposta que te posso dar é, sim vai passar, não tenhas dúvidas. Aquilo que agora te possa parecer, e sentir, desesperante e um terror, tornar-se-á com o tempo, com a experiência e o conhecimento do que tens, muito natural e controlável e até benéfico, no sentido em que podes transformar a tua sensibilidade em inteligência emocional, permitindo-te ter uma profunda sensibilidade e percepção do mundo e daquilo que te rodeia. Quando eu tive as primeiras sensações à uns anos, precisamente 23 anos, pensei que não iria conseguir ultrapassar e que estava a ficar louco. Após algumas conversas com pessoas sensibilizadas ao tema, comecei a perceber o que verdadeiramente tinha e sentia e que até hoje, 6 anos depois, continuo sempre a procurar compreender melhor através de um trabalho interno de racionalização e meditação. Apesar do que alguns dizem, eu não acredito que existe uma cura definitiva e absoluta como existirá para uma doença fisiológica, existem sim mecanismos, técnicas (principalmente a aprendizagem e compreensão do que esta condição é) que permite lidar com esta situação de forma saudável e harmoniosa. Não quero dizer com isto que não devas procurar ajuda profissional, eu assim o fiz e considero que foi muito importante. Despeço-me desejando-te tudo de bom e acredita que tudo irá correr muito bem.
Miguel Lucas
Olá Alex, obrigado pelo comentário.
O contexto que descreve é sem dúvida suficiente para despoletar ataques de pânico, pois o aumento de responsabilidades e afazeres muito significativos, podem aumentar as sensações de ansiedade para níveis incapacitantes. De qualquer forma, esclareço que ter tido dois ataques de pânico não tem necessariamente de sofrer de transtorno de pânico. Atenção que os ataques de pânico são disparados por gatilhos que representam o medo (passa assim a ter de medo de vir a ter medo). Passa a ter medo que possa sentir essas sensações em locais públicos ou em situações importantes, como por exemplo num exame da faculdade.
Se vai passar ou não, isso não lhe consigo responder de forma taxativa. Cada caso é um caso diferente. De qualquer forma os ataques e os transtornos de pânico têm resolução, com tratamento adequado.
Caso os sintomas não diminuem, e deixe de fazer coisas das quais fazia com a maior das naturalidades, deve ponderar procurar ajuda de um profissional. Atenção os ataques de pânico são de acção decrescente, aumentam até um pico e depois a tendência é para diminuir o desconforto.
Não hesite em colocar qualquer questão para melhor esclarecimento.
Abaço
Filomena Alves
Boa tarde. Sofro de ataques de panico há mts anos. actualemnet tomo medicação. è horrivel ter ataques de panico pois condiciona-me a forma de viver, sempre com medo que tenha ataque.
é raro viajar pois tenho medo de ter um ataque longe de casa (Leiria).Adorei sobre o que escreveu, pois infelizmente temos pouco acesso a informações que nos possam ajudar.Bem Haja pois pela ESCOLA DE PSICOLOGIA.Filó
Miguel Lucas
Olá Filomena, obrigado pelo comentário.
Sem dúvida os ataques de pânico são manifestações fisiológicas incapacitantes despoletadas por sensações de medo, sensações de que algo de ruim lhe possa vir a acontecer.
Toma medicação! Saiba que é possível reduzir muito os sintomas e até eliminar na totalidade com abordagem psicológica através da Terapia Cognitivo-comportamental (sem medicação). Se continuar a não conseguir levar a sua vida para a frente, pondere procurar este tipo de ajuda.
Informação complementar: eu vivo em Leiria
Abraço
Matheus vales
Olá, miguel a um tempo sofro de Sindrome do pânico mais os ataques horriveis pararam mais um tempo pra ca ouso ruidos exe: Quando um ônibos da re e aquele barulinho que ele faz acontece comigo mais ele não existe ai eu fico desesperado eu me sinto péssimo quando acontece isso isso tem a ver com Ataque de Pânico?
Miguel Lucas
Olá Matheus, obrigado pelo comentário.
O transtorno de pânico usualmente aumenta a hipervigilância a alguns estímulos que nos geram medo. Mas não acho que aquilo que está ouvindo tenha necessariamente uma relação com o pânico. Descreveu poucos detalhes, pelo que fica difícil poder avançar com qualquer possibilidade.
Abraço
Zofia
Olá Miguel,
Parabéns pela explicação tão detalhada e sábia sobre a síndrome do pânico. Estou em tratamento medicamentoso, com grande melhora e felizmente não fiquei com agorafobia. As crises foram grandes mas tenho vencido a maior parte delas, porém o que mais afeta é a ansiedade antecipatória. Minha vida é completamente normal durante o dia e de vez em quando tenho crises noturnas, mas aprendi a controlá-las quase totalmente através de reescrever as emoções e reeducar o auto-controle. Além disso tenho muita fé em Deus.
Você é uma boa pessoa por ajudar pessoas através da internet.
Aprendi que depois de passar por crises de pânico, nos tornamos mais felizes, fortes e ganhamos a vida de volta. Todo sofrimento é pedagógico e passamos a dar valor às pequenas coisas da vida.
Abraços!
Miguel Lucas
Olá Zofia, obrogado pelo comentário.
A ansiedade antecipatória é um sintoma decorrente do problema do transtorno de pânico. É essa mesma ansiedade antecipatória que agrava os sintomas físicos sentidos nos ataques de pânico. Mas, fico agradado por conseguir diminuir as sensações de mal-estar através da regulação dos seus estados internos (sensações corporais e pensamentos ansiogénicos).
Sim, quando se consegue ultrapassar as dificuldades, e conseguimos retirar uma experiência que nos sirva no futuro ajuda-nos a conseguirmos aumentar a confiança e esperança em nós e na nossa vida. Fico contente por estar no bom caminho. As desordens de ansiedade quando devidamente tratadas permitem que a pessoa restabeleça os níveis de funcionalidade e voltar a ter a sua vida de volta.
Boa sorte.
Abraço
Catarina Pereira
Ola….ja ha 2 anos e meio q eu nao tinha ataques de panico.
Ao ponto de agora me terem acontecido coisas menos positivas e voltou tudo ao mesmo…(uma recaida)…tendo eu consciençia que os ataques de panico nao me matam….eu fico sempre a pensar que vou morrer…que tenho uma doença grave..que algo de muito mau me vai acontecer..preciso de Ajuda!
Miguel Lucas
Olá Catarina, obrigado pelo comentário.
O que fez na altura em que tinha, para conseguir resolver o seu problema?
Aquilo que descreve, são por si, são sintomas que provocam ataques de pânico. Provavelmente necessita de um programa de tratamento estruturado. Necessita desconfirmar um conjunto de condicionalismo relacionados com os seus medos.
Abraço
vitor
MUITOS PARABENS PELA EXPLICAÇAO.
JA FOI A MUITOS HOSPITAIS,JA FIZ MONTES DE EXAMES PARA DESCOBRIR O QUE TINHA TENHO UMAS CRISES DE DORES MUITO FORTES NA ZONA DO ESTOMAGO NAO CONSIGO CONTROLAR A RESPIRAÇAO TENHO A SENSAÇAO QUE VOU MORRER TENHO ALGUMAS CRISES DE MEDO E QUE ME VOLTA A DAR A QUALQUER MOMENTO GOSTARIA QUE ME PUDESE ORIENTAR NALGUM TRATAMENTO O QUE DEVO FAZER
Catarina Pereira
Antes de mais os meus sinceros agradecimentos por ter respondido ao meu post.
O que eu fiz antes foi procurar um medico de clinica Geral ..e fazer um tratamento durante 2 anos.
Ja andava bem..quando de um dia para o outro uma amiga minha Morre num acidente de viaçao…foi o caos total…Os meus panicos Voltaram..deixei novamente de consguir pegar no carro…no que estou muito bem..começo a pensar(estou.me a sentir mal) e sinto.me mesmo…por muitos ataques de panico que eu tenha..sempre que vem um axo sempre que vou morrer…a pessoas dizem que os ataques de panico nao matam…sera que nao matam mesmo?eu chego a ter todos os sintomas e mais alguns..como dores no corpo..ma disposiçao…acelaramento do batimento cardiaco..tonturas..falta de ar…
tudo o que me possa levar a pensar que vou morrer.
Tenho panico da Morte.
Dia 12 de abril ja tenho consulta marcada num psiquiatra.Mas nao sei como vou aguentar ate la com todos estes sintomas fisicos…
paulo
ola eu tambem tenho os mesmos sintomas a 12 anos
a semanas boas outras uma miseria temos que nao
pensar nesses ataques e viver o presente e sentir
que nao morremos desses ataques e falar mais destes sintomas que nos faz bem .as melhoras para ti
marta
Ola Miguel, desde ja os meus parabens pela sua disponibilidade em tentar ajudar os outros com os seus “problemas”. É muito dificil encontrar pessoas assim, pois reparo que nao so a mim mas tambem a outras pessoas tem ajudado bastante em relaçao aos artigos que tem colocado no seu blog e no face ao qual tenho vindo a seguir.
O meu muito obrigado!
Comprimentos
Miguel Lucas
Olá Marta, obrigado pelo comentário.
É sempre enriquecedor perceber que o nosso principal objectivo está a ser cumprido e que é reconhecido pelos leitores.
Fico motivado para continuar a contribuir para o esclarecimento e ajuda de quem mais precisa. Hoje em dia, felizmente já existem muitas forma eficazes de alíviar o sofrimento emocional, mas igualmente melhorar-nos a nós mesmo e irmos trabalhando no nosso desenvolvimento para uma vida melhor e mais completa. Por este motivo, tento sempre abordar questões nesse âmbito.
Muito agradecido pelas suas palavras.
Abraço
Ana Filipa Ruivo
Olá!
Graças a Deus que eu encontrei esta página na internet!
Tenho andado a sofrer imenso com transtorno de panico associado tambem a desrealizaçao e depersonalizao, é horrivel! Sinto muito medo de enlouquecer, tenho pânico da morte, o coraçao acelera muito mesmo, enfim todos esses sintomas.
Neste momento estou a ser medicada com sertralina, alprazolam e dormonoct, ha cerca de uma semana e meia, os sintomas parecem estar a melhorar, tenho fases em que me sinto muito tranquila e desde qe tomo o alprazola pazolam de libertaçao modificada nunca mais senti ataque de panico, mas hoje eu tive uma recaida, embora nao fosse ataque de panico, senti.me em baixo novamente e tive medo que voltasse a acontecer, e entao tive a ideia de pesquisar na net, e agradeço muito terem disponibizado este site, pois ao saber qe existe varias pessoas com estes sintomas ( o de loucura e o qe mais me assusta ) fiquei a saber que com o tempo a sertralina vai acabar por estabelecer a serotonina ( penso que seja esta a hormona ) no cerebro, o meu medo e o facto de ainda nao sentir grandes melhoras, embora esteja melhor, nao estou a 100% mas fiquei a saber qe demora um pouco para a medicaçao fazer efeito, e tambem me ajudou saber qe a sensaçao de loucura e uma sensaçao irreal, e que nao vai acontecer.
Estou a fazer psicoterapia ha um mes, e tbm me tem ajudado imenso.
Gostaria de me manter em contacto com este site e com todos voces que sofrem do mesmo, pois so quem passa por isto sabe dar o devido valor!
Muito obrigada por toda a ajuda que me deram, e as melhoras para todos voces!
Miguel Lucas
Olá Ana Filipa, obrigado pelo comentário.
Vejo que está a passar um momento difícil da sua vida. Felizmente está a ter suporte profissional, o que lhe permite pouco a pouco poder resolver o seu problema. Caso os seus sintomas se mantenham durante muito tempo, pondere uma segunda opinião.
Sinta-se livre para poder comentar sempre que desejar ou para colocar qualquer dúvida ou pedido de esclarecimento.
Desejo de rápidas melhoras, força e coragem.
Abraço
Ana Filipa
obrigada pela resposta!
ja sinto algumas melhoras, mas como so tomo a medicaçao ha duas semanas, penso que seja normal nao me sentir ainda a 100%, a unica coisa que nao melhorou foi a desrealizaçao, e isso assusta.me bastante porque tenho medo de que nunca venha a passar.. e desde que tomo a medicaçao noto que afectou um pouco o meu raciocinio e concentraçao.. e normal?
obrigada pelo apoio!
Miguel Lucas
Olá Ana Filipa, pondere ler o artigo:
http://www.escolapsicologia.com/tenho-um-problema-devo-tomar-medicacao-ou-fazer-algo-para-resolve-lo/
Abraço
Ana Filipa Ruivo
esqueci.me de informar, tenho 19 anos, e uma coisa qe me preocupa e ja estar a tomar medicaçao com esta idade, e o facto de poder ficar dependente dela..
Hanna
O primeiro ataque de pânico, uma experiência traumatizante e q até a data n consegui esquecer. O coração disparou,as mãos suavam,as pernas tremiam,um frio insuportavel e logo a seguir um calor sem explicação………..o meu organismo completamente descontrolado.Tentei acalmar-me por mais de 1h30m,vesti-me,despi-me,tomei banho,liguei a tdos os meus contactos de confiança,tomei um ansiolitico de sos e nda,aquilo n parava.No meio disto tudo o meu maior medo era morrer ali soz,sem ninguém ao meu lado.O ataque de pânico levou-me ao hospital,mais uma vez soz.Enquanto esperava os sintomas continuaram,foi uma noite daquelas,nada nem ninguém conseguiu acalmar-me.Depois da espera fui atendida e medicada porém informações sobre o q se estava a passar comigo não as recebi.Essa noite passou porém a memória permanece e até hoje não consegui ainda ter uma vida perfeitamente normal.Claro está que as crises se repetiram e que tive de procurar ajuda médica ms essa ajuda não está a ser suficiente e o medo de ter medo continua presente,ainda não recuperei a minha vida e isso deixa-me em ansias para a recuperar,voltar a ser eu,tenho saudades de nada temer e tudo fazer….sei lá,saudades de ser livre como um passarinho!!!!!!!!!
Miguel Lucas
Olá Hanna, obrigado pelo comentário
Por lapso só agora respondo.
Descreveu muitos dos sintomas associados aos ataques de pânico. E certamente beneficiaria de um programa de tratamento psicológico, no sentido de perceber os mecanismos que levam as ataques e como pode diminuir o mal estar provocado pelos mesmo.
A melhoria é possível e legítimo querer isso para si. A terapia cognitivo-comportamental apresenta taxas elevados de sucesso quando devidamente aplicada e seguida pela pessoa que sofre.
Pondere procurar ajuda psicológica.
Abraço
Sofia
adorei o artigo e fenomenal. Eu tenho 18 anos e sofro de ataces de panico acerca de 5 anos cada vez estao piores antigamente saia a rua sozinha sem qualquer problema estava sozinha sem qualquer problema agora sempre que estou sozinha tenho ataces de panico e sempre que vou na rua so penso: ” vou morrer aqui e ninguem esta aqui para me ajudar” e triste ser assim principalmente quando eu sempre tive uma personalidade forte e sempre fui muito divertida agora tenho medo de tudo e o “melhor” tenho por norma entre 2 a 3 ataces por semana! por isso a todos os que tem ataces de panico digo para procurarem tratamento e para nao fazerem como eu deixar passar que e muito mais dificil de cuidar e que ponham sempre na cabeça que nao vamos morrer para ja : )
Muitos parabens por este artigo !
Miguel Lucas
Olá Sofia, obrigado pelo comentário.
Agradeço a sua descrição e chamada de atenção. É no entanto importante perceber que o desenvolvimento dos ataques de pânico em nada estão relacionados com o facto de a pesssoa se considerar ou não forte. Os ataques de pânico acontecem porque todos nós temos um sistema fisiológico que em determinadas circunstâncias pode pregar-nos uma partida. Desta forma não deve personalizar o seu problema. Mas sim, tentar percebê-lo de forma funcional, olhá-lo de frente e entender que pode resolvê-lo com um conjunto de estratégias adequadas.
Sorte e dedicação
Abraço
Ariana Lopes
ola chamo-me Ariana tenho 23 anos. Adorei o artigo e fenomenal
Eu desde dos meus 13 anos que sofro de ataques de paico e ansiedade, isto derivados as fobias e medos que tenho. este problema muda completamente a nossa vida radicalmente, digo isto porque eu era uma miuda que adorava estar sozinha tinhas imensos planos de vida quando fosse maior e todos os meus sonhos e atitudes mudaram desde do meu 1 ataque. tudo o que gostaria de fazer em miuda e ate hoje deixei de fazer e deixo derivado a este problema. por mais que queira fazer algo que goste nao consigo porque o panico fala mais alto. tudo o que sou hoje nao queria ser deixei muitos objectivos de lado aminha independencia derivado aos ataques de panico. Hoje sou adulta tento lidar com isto por mais que nao queira aceitar que o tenha e tento recoperar o tempo perdido que tive lutando todos os medos e viver um dia de cada vez e com todas as forças e tambem ser começar a lutar para ser independente.
Miguel Lucas
Olá Ariana, obrigado pelo comentário
Pondere procurar ajuda. Na atualidade estes problemas podem ser resolvidos com grande eficácia. Não deve sofrer desnecessariamente quando existe a possibilidade de melhoria.
Pondere ler o artigo: http://www.escolapsicologia.com/kit-de-emergencia-ataques-de-panico/
Espero que possa ser útil, pelo menos para perceber que existem algumas estratégias que a podem ajudar a aliviar o sofrimento.
Abraço
Luisa Costa
Adorei …Já tive ataques de pânico ao ponto de ir parar às urgências!!! Presentemente já não os tenho, Quando sinto que está algum perto faço a tal respiração… Fui medicada para tal, li muito na altura e ainda leio sobre o assunto. Parabéns pelo site e pelo artigo.
Miguel Lucas
Olá Luisa, obrigado pelo comentário
É importante ter a noção de que consegue inibir e controlar a possibilidade de ter um ataque de pânico. Espero que o seu problema possa estar resolvido. Se tiver alguma recaída não desespere a melhoria é sempre possível com determinação e vontade.
Abraço
Adriana
Olá , gostaria que vc me ajudasse a descobrir o que realmente tenho. Para começar é a primeira vez que peço ajuda de um profissional, não quero ir ao psiquiatra, pois tenho a impressão que eles só quero dar calmantes, sei que não é preciso tanto no meu caso. Só quero um conselho ou até uma terapia mas preciso saber primeiro o que tenho. Se é baixa auto estima, se é síndrome do pânico, se é anciedade e etc. Bom os meus sintomas são o seguinte: sempre acho que todos são melhores que eu, seja profissionalmente,seja em qualquer coisa, tenho 28 anos e até hoje não descobri uma profissão que gosto, confesso que tenho sim um complexo inferior, as vezes tenho crises qdo entro em onibus, metro ou vou numa entrevista de emprego por exemplo, essas crises são horríveis, não tenho impressão que vou morrer, mas me dá um frio na barriga, que rapidamente mexe com meu intestino a ponto de me dar dor de barriga, parece engraçado, mas qdo passo por isso me sinto a pior pessoa do mundo, pois várias vezes tive que descer de uma condução e procurar um banheiro. Dá última vez pedi pelo amor de Deus à uma funcionária do metro para usar o banheiro dos funcionários , pois na estação que desci não tinha e foi por pouco. Tenho uma filha de 1 ano e um marido maravilhoso que precisam de mim. Meu marido fala que é coisa da minha cabeça. Mas não tão fácil de controlar como ele pensa. Tenho que confessar que tenho um problema e esse problema eu tenho que tratar, mas sem remédios. POR FAVOR ME AJUDE, não tenho condições financeiras de arcar com tratamentos particulares. Estou desempregada, tenho força de vontade para fazer as coisas, sei que depressão não estou, vivo uma vida “normal” até certo ponto, vc pode me ajudar, não falei nada ao meu marido, pois tenho certeza que ele vai falar que não há necessidade, mas sei que preciso. Muito obrigado por esse espaço e acrdito que vc vai me ajudar!!. Desde de já eu agradeço.
elisa Maria
Olá, a todos, encontrei este site porque estava a procura de informação sobre o tema, além de estar bem explicado, de haver pessoas a dar testemunhos dos seus ataques, de cada caso ser um caso, fico contente de encontrar e ler estes textos. Eu tive ataques de pânico pela primeira vez aos 19 ou 20 anos, sei que na altura foi muito difícil, não sabia o que se estava a passar, acordei no meio da noite a tremer mas não tinha frio, só sei que não me sentia bem, nada bem, pensava que ia desmaiar ou morrer. Acordei a família e só dizia que não estava a tremer de frio, e que queria ir ao hospital. Fui ao hospital e levei com soro e bebi um calmante, sei que dormi muito bem. Mas não tinha percebido o que tinha sido aquilo. Fui ter umas consultas para saber o que se passava e descobri que devido a ter vivido 3 mortes no mesmo mês tinha-me alterado o meu humor. Tinha medo de tudo o que não era normal no dia a dia, o telefone tocar fora de hora, visitas sem avisar, tinha medo de ver as pessoas triste de novo, mas eu é que estava a ficar cada vez mais triste e isolada de ter tanto medo. Aprendi a controlar as minhas crises, a respirar e a pensar que era normal. Lembro-me de ir até a porta do hospital em crise e só de chegar lá já ficava bem e não tinha de entrar, voltava para casa e dormia. Fiz 3 tratamento, em anos diferentes, mas nunca passou por completo. Mesmo sabendo o que é, sempre que estou mais cansada volta tudo. Tenho 35 anos, sou ativa e feliz, no geral, mas dentro de mim ainda existe dias em que tenho ataques de pânico, e ultimamente mais do que o normal. Volta sempre. Tento fazer meditação e outro exercícios que aprendi no yoga, mas ultimamente está a ser mais difícil e ao analisar-me por dentro sinto que nunca consegui resolver tudo. Sou muito forte, mas muito sensível e quando ando mais sensível até sinto as dores dos outros. Sou uma pessoa muito intuitiva o que nem sempre é fácil. Aceito a morte, e sei que todos vamos morrer, e que pode acontecer a qualquer hora e até certo ponto não tenho medo de morrer, mas gostava de não ser já. Fui atropelada aos 12 anos de idade sofri muito e penso que recalquei algo dentro de mim que as vezes não me deixa viver em paz, sem medos. Vivo o momento desde esse dia e não consigo fazer planos para o futuro, estou sempre a pensar que este é o ultimo ano, mas desde então já passaram tantos anos… farta viver assim. Já fiz consultar, tratamentos, mas volta sempre tudo. Aprendo a viver assim, só não sei se devia ser assim ou de outra forma. Mas pelo menos hoje em dia consigo falar sobre o assunto. Acredito também que seja o que for, tudo é uma aprendizagem. Um beijinho Elisa Maria
*Comprazer*
olá a todos, eu tenho 17 anos sou do Porto e ando com esses tais ataques de pânico a um mês.
tudo começou numa manha em que fumei um purex e tive uma bad trip que nunca antes me tinha acontecido.
tontura, transpiraçao , sensaçao de desmaio e batimento cardiaco estava muito acelarado, eu pensei que ia morrer.
agora sempre que tiro uns bafos de um chamon sinto-me muito mal,já nao curto como dantes, ja nao fumo a 3 semanas mas os ataques de panico acontecem a toda a hora.
todos os dias penso na morte e sinto-me muito triste por nao conseguir tirar esse pensamento de mim.
Só espero recuperar. E será que um dia poderei fumar uma ervita devez em quando ?
david
eheheh, comprazer, fizeste-me lembrar de quando era jovem, e um dos problemas q eu tinha, talvez como tu, era q ñ usava um charro de vez em quando para me divertir, mas ao invez abusava, chegava a fumar entre 7 a 8 charros com o “pessoal”. e houve um dia q me aconteceu exatamente o mesmo, o meu 1º ataque de pânico, informei-me e desde aí deixei de comprar ñ foi facil deixar de fumar como a malta estava habituada a ver-me fumar sempre q aparecia alguem me esticava a mão para dar uns “bafos” e fui dando uns bafitos, até q decidi ñ fumar e comecei a recusar, ñ digo q num mundial ou num europeu de futebol com umas quantas jolas em cima ñ desse uns bafitos, mas já ñ era a mesma coisa, reduzi tanto q até hoje nunca mais dei uns bafitos, em suma quero te dizer q o charro sem sombras de duvidas despoleta uma crise de pânico, portanto a tua unica solução vai ser enevitalvelmente deixares de fumar, pois irás te sentir sempre mal q fumares, penso até, ou melhor tenho a certeza absoluta q ñ irás querer mais fumar um charrito pois ñ irás querer despoletar mais uma crise horrivel daquelas e vais ser tu sozinho q vais chegar a essa conclusão. Quanto aos atques de pânico em si eles nunca iram desaparecer, o mal é eles aparecerem, tens q encarar isso com naturalidade, uma doença q te apareceu, ou seja o teu cerebro transmite informações erradas de q algo está mal quando de facto ñ está. a medicina neste aspecto no q relaciona o cerebro está muito pouco desenvolvida,penso q a medicina oriental é capaz de ser a mais avançada neste particular, tecnicas como o ioga, acunpultura, ou a capacidade de controlar o chakra tem muito a haver com o q nós sofremos e até penso q se houver uma cura real será por aí.
Andreia
olá Miguel, senão me engano conheço-o há uns anos!
Eu sou da Marinha Grande! contudo estou a escrever pk estou para ter bébé e realmente os belos sintomas de pânico estão a voltar, isto acontece em situações de stress e cansaço extremo, tudo surgiu qd a minha 1ª filha nasceu e isto há 11 anos. Andei a estudar Psicologia mas infelizmente não pude acabar pk o desemprego bateu à porta fiquei me pelo 2º ano. Andei no psicólogo no HSA-leiria mas claro nada de jeito, sinto k preciso de motivação a qual não tenho, tudo o k me rodeia são simples pessoas k não imaginam o k significa a ansiedade ou um ataque de pânico, dps tenho as minhas colegas de curso mas tb têm o seu trabalho, o seu estágio e claro vamos adiando as conversas! Aquilo k peço para além das soluções rápidas k conheço, procuro algo onde achar a motivação necessária para ir em frente sem medos!! talvez um livro….aceito sugestões.
Obrigado
Andreia