No próximo minuto, pense na forma como você se vê a si mesmo. Que grau de auto-confiança você tem em si mesmo? Em que medida você se sente confiante relativamente ao seu trabalho? E quando você está com os seus amigos? Com o seu parceiro, caso tenha um? E em relação à sua família? Qual o grau de confiança no que diz respeito às suas finanças? E em relação a outras coisas, tais como fazer uma apresentação na escola ou trabalho, conversar com um estranho, ou até mesmo falar em público? Você sente-se confiante em si mesmo na grande maioria das situações? Você sente-se confiante, independentemente das situações em que se encontra?

Citação: “A auto-confiança é o primeiro requisito para as grandes realizações.” – Samuel Johnson

O QUE É A AUTO-CONFIANÇA

A auto-confiança refere-se à segurança no momento respeitante à sua própria dignidade, capacidade e poder, independentemente da situação em que você se encontra.  Alguém que é auto-confiante tem um forte senso de convicção e certeza em si mesmo. Ele/ela transpira serenidade, tranquilidade e é auto-consciente.

A auto-confiança é frequentemente associada à posse de certos conhecimentos, de habilidades ou capacidades, inatas ou adquiridas. Apesar de poder possuir uma determinada aptidão numa determinada área ser um importante fator de ajuda ao reforço  da sua auto-estima, não é um requisito único para a auto-confiança. Mesmo alguém que possua poucas competências e/ou aptidões em algo, ainda assim, pode ser auto-confiante. Eu posso não saber algo, mas sentir-me confiante para aprender. A auto-confiança estabelece um paralelo com a intencionalidade face a algo, e a uma perspectiva probabilística de ser capaz de arranjar uma forma de vir a ser bem sucedido.

A FALTA DE AUTO-CONFIANÇA É ANIQUILADORA

Você conhece alguém que tenha uma baixa auto-confiança? Como é que essa pessoa age junto de você? Uma pessoa que tem uma auto-confiança baixa ou diminuída, tem uma falta de auto-crença, geralmente causada por um sentimento de incerteza sobre qualquer coisa .

Apresento oito comportamentos típicos de pessoas com baixa auto-confiança:

  • Menosprezam a sua capacidade sobre o que são capazes de fazer.
  • Assumem a culpa, mesmo quando não é culpa sua.
  • São excessivamente tímidas e reservadas.
  • São Excessivamente críticas de si mesmo, por exemplo, os perfeccionistas e neuróticos.
  • Ficam presos aos resultados negativos e “falhas” do passado.
  • Excessiva preocupação com os possíveis resultados negativos e de fracasso, mesmo que eles não se tenham manifestado ainda.
  • Têm uma atitude temerosa e efeitos adversos para a maioria das coisas.
  • Fazem muitas coisas para agradar aos outros.

As pessoas com baixa auto-estima e baixa auto-confiança tendem a repelir as pessoas ao seu redor. As suas formas de raciocinar e formas de agir desadequadas e limitantes fazem com que se sintam como um “fardo” quando estão com outras pessoas. As pessoas com auto-confiança diminuída, vão reforçando um conjunto de redes neuronais (mapa da consciência), especializadas em ler sinais exteriores (estímulos situacionais) e igualmente interiores (memórias) que promovem o sentimento de culpa,  vergonha, apatia e medo. Acabam por construir um conjunto de redes neuronais especializados na leitura da desgraça, infortúnio e insucesso.

Constatação: A falta de auto-confiança é uma característica incapacitante, pois muitas vezes limita a pessoa  nas suas oportunidades e põe em risco as suas chances de sucesso, o que leva a uma auto-realização de profecias.

Vamos imaginar que você tem um projeto que está encarregado de realizar e coordenar. Digamos que lhe falta auto-confiança, e você prevê que não será capaz de corresponder às expectativas. O que é que acha que vai acontecer em seguida? Muito provavelmente, esta falta de auto-crença vai influenciar os pensamentos e ações que você terá, tanto ao nível consciente como ao nível subconsciente. Quando você está constantemente pensando num resultado negativo, isto leva a que direccione o seu foco atencional para fora da zona do processo necessário para alcançar um resultado desejável. Isso acaba levando a uma auto-realização de profecias. Ou seja, quando um resultado indesejável acontece, porque você julgava não conseguir alcançá-lo, ele acontece exatamente porque você agiu de acordo com aquilo que antecipou vir a acontecer (não ser capaz de realizar algo com sucesso). Desta forma a sua crença negativa em si mesmo é  reforçada e você continuará a ter uma baixa auto-confiança.

Por outro lado, se você é uma pessoa auto-confiante (se não for imagine ser), tente colocar-se exatamente no mesmo cenário? O que você acha que vai acontecer? As possibilidades serão certamente muito mais positivas e favoráveis. Quando você tem uma elevada certeza de um sucesso iminente, fará tudo o que é necessário para que isso aconteça. Se você não tem as habilidades, você vai arranjar forma de as adquirir. Se você não tem o conhecimento, você vai aprender. Se algo completamente sem precedentes acontece, colocando-o à prova, de alguma forma a sua confiança accionará as partes do seu cérebro que lhe permitirão encontrar uma solução. Irá accionar um conjunto de redes neuronais especializadas em encontrar soluções para os problemas, é como que uma inclinação mental (tendência) para o sucesso, que, posteriormente reforça a sua auto-estima e auto-confiança, levando-o à obtenção de mais sucessos. Mesmo que você tenha começado a partir do mesmo ponto que os outros, se tiver uma auto-confiança bem desenvolvida, irá permitir que possa chegar muito mais além do que alguém que não tem.

Assim, tendo uma auto-confiança elevada e bem solidificada é claramente um trunfo para todos nós na vida. Não só irá promover um estado físico e psicológico melhor e mais positivo, como também prepará-lo para conseguir o que pretende. Ter auto-confiança permite que você destemidamente e conscienciosamente perseguia os seus sonhos. Uma elevada auto-confiança irá capacitá-lo para a conquista dos seus desafios, não importa o quanto possam parecer insuperáveis ​​para  si. Munido de uma elevada auto-confiança aquilo que se propõe irá parecer-lhe mais razoável de alcançar, promovendo a crença numa vida melhor e mais satisfatória.

No entanto, muitas pessoas têm uma baixa auto-confiança devido a acontecimentos passados. Sobretudo porque enraizaram o hábito de se colocarem num estado de espírito de incapacidade, lamuria e auto-pena. Esta falta de auto-confiança, coloca-as num ciclo infinito de pensamento da desgraça (inclinação mental auto-depreciativa) que conduz a uma incapacidade de gerar cursos de ação promotores de caminhos para a solução. Estes acontecimentos negativos reforçam-se a si mesmo, fazendo crescer uma espiral negativa de auto-crença incapacitante. Como podemos então quebrar este ciclo auto-depreciativo e negativo?


COMO AUMENTAR A AUTO-CONFIANÇA?

Há uma série de maneiras diferentes que você pode usar para aumentar a sua auto-confiança:

CONDICIONAMENTO

A primeira é através do condicionamento, em que o objetivo é implementar o sentido de auto-crença positiva. É uma abordagem virada para um conjunto de estratégias com o objetivo de implementar confiança em si mesmo através de auto-sugestões e ações. O ser humano expressa-se de várias formas de acordo com as capacidades do nosso organismo. A forma de comunicação que usamos no relacionamento com os outros e connosco mesmo, tem um grande peso na construção da nossa auto-confiança.

Exemplos do uso do condicionamento para aumentar a sua auto-confiança:

  • Forma de vestir: Vista-se de forma adequada para as situações, imagem apresentável, clara e que se encaixe na forma como se espressa e movimenta.
  • Linguagem corporal: Caminhar com confiança, colocar o tom de voz firme e com ritmos adequados, ser calmo e composto, cabeça erguida, ter uma boa postura, sorrir.
  • Técnicas mentais: Pensamento positivo, visualização de resultados/cenários positivos, focando os seus pontos fortes e não os fracos.
  • Auto-verbalizações: Ser cuidado na forma como fala consigo mesmo, usar afirmações e frases capacitadoras, orientadoras e encaminhadas para a solução do problema/situação. Dizer palavras motivadoras e de incentivo a si mesmo.
  • Técnicas complementares: Ouvir música animada, ler, ver e ouvir matérias de inspiração.

Estas ações são eficazes, porque dão-lhe o impulso necessário para pouco a pouco ir implementando hábitos (expressões, verbalizações, tom de voz, raciocínio, postura) que irão construir numa base sólida a sua auto-confiança. No entanto, os efeitos não são imediatos, você precisa lembrar-se repetidamente e praticar de forma consciente até que se torne numa atitude e forma de estar solidificada/condicionada.

AQUISIÇÃO DE INFORMAÇÃO SIGNIFICATIVA

A segunda, é trabalhar em si mesmo para colmatar as lacunas que estão fazendo com que sinta uma baixa auto-confiança. Como mencionado no início deste artigo, a auto-confiança é muitas vezes relacionada com a posse de certos conhecimentos, habilidades ou capacidades. Muitas pessoas não têm confiança em si mesmo, porque eles sentem que lhes falta uma certa competência. Se for o seu caso, não desespere, é possível melhorar desde que perceba que tem capacidade e vontade para aprender e adquirir conhecimento que lhe permitirá aumentar a confiança em si mesmo. Pessoas que têm um alto nível de competência numa determinada área, muitas vezes desenvolvem uma elevada auto-confiança nessa área, como resultado.

Citação: “A confiança não é uma garantia de sucesso, mas um padrão de pensamento que irá melhorar a sua probabilidade de sucesso, a busca tenaz de maneiras de fazer as coisas funcionarem”. – John Eliot

A competência em qualquer coisa ou área pode ser desenvolvida através da prática, preparação e experiência. A chave para o desenvolvimento de competências, é envolver-se na aquisição de conhecimento, e aplicá-lo várias vezes até que se torne eficaz. Por exemplo, se é um assunto académico, leia, tanto quanto é possível através de diferentes fontes. Se pratica um esporte ou pretende melhorar uma técnica, continue treinando todos os dias. Se pretender fazer uma apresentação ou falar em público, pratique falando para si mesmo, para amigos e/ou familiares para ir desenvolvendo confiança necessária para uma boa expressão dos conteúdos que irá apresentar. Se for algo social, como falar com um desconhecido, comece com pequenas metas e pequenas abordagens de ir falando com um estranho (pode ser no pedido de uma orientação para um lugar, perguntar quem é a última pessoa da fila, a que horas abre o estabelecimento, entre outras). Faça as coisas de forma progressiva, não pretenda ou tenha a intenção de resolver e/ou melhorar o seu problema de um dia para o outro, isso levaria ao insucesso. Ao suportar-se na sua experiência treinada e trabalhada, irá paulatinamente sentir-se mais preparado, o que o conduzirá a sentir-se naturalmente mais auto-confiante.

Além da competência, existem os símbolos de valor, dos quais os mais comuns são:

  • Atributos tais como o nível de atratividade e popularidade.
  • As posses materiais, tais como a quantidade de riqueza que você possui, carro, imóvel, marcas de luxo, e assim por diante.
  • Símbolos de status, como as qualificações académicas, as suas conquistas, o título do trabalho.
  • Exemplos de sucesso como vencer um jogo, situações em que você sai vitorioso.

Dependendo do símbolo de valor que acha relevante para você, pode adquiri-lo para aumentar a sua auto-confiança. Por exemplo, você vê pessoas diferentes que buscam coisas diferentes, a fim de reforçar o sentimento de auto-estima. Algumas pessoas esforçam-se para se tornarem mais atraentes e populares. Algumas pessoas tentam adquirir bens materiais, como ganhar mais dinheiro e ter artigos de valor. Algumas pessoas procuram obter símbolos de status e títulos. Algumas pessoas lutam por sucesso em tudo aquilo que fazem.

O problema com a aquisição de símbolos de valor para aumentar a auto-confiança, é que o aumento na auto-confiança só dura enquanto os símbolos durarem ou lhes atribuir valor. Se eles forem removidos de você ou perdem a sua relevância como um símbolo de dignidade e valor, muito provavelmente a sua auto-confiança irá diminuir.

Certamente que ter, adquirir ou trabalhar para alguns símbolos de valor, é positivo e promove o aumento da auto-estima. No entanto, o que importa abordar relativamente a este assunto, é a forma e a razão pela qual queremos conquistar esses símbolos. Se esses símbolos forem fruto e resultado do seu esforço, dedicação, motivação, trabalho, empenho, alegria e auto-realização, ou seja, se chegou aí, não porque apenas quer ter determinado símbolo de valor, mas sim porque foi uma consequência da sua forma de estar na vida, isto será muito enriquecedor de si mesmo. Porque ao valorizar outras pequenas coisas, por desenvolver aptidões, conhecimento, experiência, habilidades, valores, virtudes, atitudes saudáveis, tudo o resto se seguiu.

Imagine um jogador de ténis que mede o seu valor com base apenas nas suas vitórias nos seus jogos de ténis. Ele continua treinando para aumentar suas chances de vitórias. Sempre que ele ganha, a sua auto-confiança ganha mais um impulso, no entanto, sempre que ele perde, a sua auto-confiança diminui. Esta pessoa entra num ciclo de sobe e desce da sua auto-confiança, pois está dependente dos resultados dos jogos. Muito provavelmente seria mais benéfico para este jogador, associar também a sua auto-confiança ao nível da sua técnica de servir, de apanhar bolas altas, de velocidade de reação, ou seja, coisas que durante o jogo estão dependentes dele e não apenas do resultado.

Ou, imagine alguém que tem uma baixa auto-confiança e que trabalha como executivo. Ele vê a sua posição na sua carreira (status) como indicador do seu valor pessoal. Ele trabalha muito duro na sua empresa e é promovido sendo promovido a gerente. A sua confiança, o seu senso de valor vai-se  ligando única e exclusivamente à sua posição. Se a empresa sofrer perdas de capital e ele for destituído do cargo ou mesmo despedido, irá fazer baixar a sua auto-estima novamente. Este é um cenário muito comum, em que na grande maioria das vezes pode levar a pessoa à depressão e ansiedade após o despedimento. Aparte das questões financeiras, muitas  pessoas ligam o seu senso de valor pessoal aos seus bens materiais e a símbolos de status, o que pode confirmar-se como uma condição vulnerável para a sua auto-confiança.

Assim, para trabalhar na sua auto-confiança através de uma solução permanente e de longo prazo, temos um terceiro método:

confiança

TRABALHE NA SUA CRENÇA DE VALOR

A terceira forma de trabalhar na sua auto-confiança, é investindo naquilo que valoriza e não apenas nos sinais e/ou simbolos de valor. As duas formas anteriormente referidas podem considerar-se como técnicas auxiliares e facilitadoras para o aumento da sua auto-confiança. São estratégias de âmbito técnico. Na verdade, é como se as duas primeiras formas tratassem dos sintomas do problemas de uma baixa auto-estima (o que é importante e necessário para a pessoa se sentir bem), mas não indo à raíz do problema. Assim sendo, e para solidificar de forma permanente a sua auto-confiança, temos de trabalhar igualmente no cerne da questão. Temos de trabalhar naquilo que valorizamos e/ou nos valoriza.

A questão prende-se então com o seguinte: coisas, como não ter um nível de competência suficiente, não ser bem sucedido o suficiente, não ter a atitude correta, ser indeciso ou não se expressar de forma assertiva, são tudo sintomas do problema. A raiz do principal do problema é a sua crença negativa, ou seja, você acredita que necessita primeiro de ter as coisas e/ou conquistar algo para poder sentir-se confiante e ter uma elevada auto-estima. Não podia estar mais errado, porque a auto-confiança e a auto-estima não derivam da obtenção das coisas, mas sim da forma como as conseguiu obter. Se foi devido ao seu investimento pessoal, ou se as conseguiu alcançar sem esforço e dedicação?

Quando obtemos sucesso na vida devido às nossas habilidades, aptidões e que dependem do nosso esforço, estamos a contribuir para o nosso capital psicológico, estamos a acrescentar valor a nós mesmos. Este valor que acrescentamos a nós mesmo, pode ser utilizado em qualquer altura, pertence-nos, o que automaticamente promove a melhoria do nosso senso de auto-confiança.

Por exemplo, você acha que precisa de ser bom em alguma coisa previamente para se ​​sentir confiante? Você precisa ter alguns sucessos para que possa sentir alguma auto-estima? Você pode pensar que ter uma elevada auto-confiança, é ter uma boa postura, vestir-se de maneira inteligente e falar devagar. E assim por diante. No entanto, ao contrário da crença popular, alguém com absolutamente zero habilidades, sem sucesso no passado e com fracos conhecimentos, pode desenvolver auto-confiança. O que você precisa entender é o seguinte:

A reter: O único pré-requisito para a auto-confiança é um sentimento de auto-crença (acreditar em si mesmo).

Pense num símbolo de valor para você. É competência? É a quantidade de dinheiro que você ganha? É sentir-se atraente? Identifique-os primeiro. Então, pergunte a si mesmo: Porque é que isto é um símbolo de valor para mim? Porque é que eu primeiro tenho de ter estes símbolos para me sentir digno e confiante? Onde é que está escrito, ou que lei existe, que diga que estes símbolos de valor são pré-requisitos necessários para poder vir a sentir auto-estima e auto-confiança?

Estes pressupostos acerca do que representa um determinado valor (para si) são em grande parte devido à percepção social. Todas as crenças que temos de ter que ter certas habilidades, certos comportamentos, etc, para ter certeza de tudo e sermos confiantes e com uma boa auto-estima, foram implementadas e disseminadas pela sociedade.

O problema que precisa ser abordado é o apego a estes símbolos com se fosse um cheque de auto-confiança. Todas as suas crenças sobre o que representa um determinado valor só podem ser verdadeiras se você permitir que elas sejam verdadeiras. A chave é quebrar a ligação entre todos os acontecimentos externos (como o próprio passado, o nível actual das competências/habilidades, os resultados dos eventos, as opiniões dos outros, etc) como uma avaliação do próprio valor. Se você não vê a competência como uma representação do seu valor, então ela não será. Se você não vê o dinheiro como uma avaliação do seu valor, então ele não será. Relembre-se que todas essas representações de valor ou símbolos de valor, são apenas os objetos/situações  externas, e não você mesmo. Se você não deixar que uma coisa represente ou tenha valor para si, ou que contribua para o seu valor pessoal, ela não terá.

Citação: A confiança é um estado de espírito pelo qual você acredita que nada é impossível. ” – John Eliot

TORNE-SE NUMA PESSOA AUTO-CONFIANTE

Sempre que vir qualquer circunstância em que você não se sente auto-confiante, pergunte-se: Porque não me estou a sentir auto-confiante? De onde é que essa incerteza vem? Ao que é que estou a associar (anexar) a minha auto-estima?

Quando se torna consciente do que você associa ao seu valor pessoal, começará a diminuir e a destruir a terrível crença limitante, de que você só pode sentir-se digno ou confiante face a determinados pré-requisitos. Quando você fizer isso, você vai encontrar-se preenchido por um senso de auto-estima que estará sempre presente, independentemente do que aconteça. Você irá perceber que este tipo de auto-estima vai ser o que o levará aos seus resultados desejados, e permitir-lhe ser aquilo que deseja vir a ser.

Abraço