Um ataque de pânico pode ser considerado como uma súbita onda de intensa ansiedade e medo arrebatador. O seu coração bate forte e você tem extrema dificuldade em respirar. Sente tonturas e eventualmente dor de barriga. Pode até sentir como se estivesse morrendo ou ficando louco. Caso não receba tratamento adequado, os ataques de pânico podem levar ao transtorno de pânico e outros problemas associados. Esta condição incapacitante, pode contribuir para que você deixe de fazer grande parte das suas atividades normais do dia-a-dia. Mas o ataque de pânico e/ou transtorno de pânico é tratável, e quanto mais cedo você procurar ajuda ou procurar alguma forma de superar o problema, melhor. Com o tratamento, ou implementação de estratégias adequadas para o efeito você pode reduzir ou eliminar os sintomas de pânico e recuperar o controlo da sua vida.

O Kit de emergência para ataques de pânico fornece informações sobre: Noções básicas acerca do que é um ataque de pânico, entender as causas dos ataques de pânico, o que fazer se tiver um ataque de pânico, como procurar ajuda e de que tipo.

O QUE É UM ATAQUE DE PÂNICO?

O ataque de pânico é um episódio de intenso medo ou receio de início súbito e de relativa curta duração, juntamente com uma assustadora onda de sensações físicas e pensamentos.

As sensações físicas podem incluir:

  • Coração batendo rapidamente
  • Tontura / desmaio
  • Falta de ar
  • Dores no peito
  • Dormência / formigueiro
  • Transpiração
  • Agitação
  • Náuseas

Os pensamentos podem incluir a sensação de que você está:

  • Fora de controlo físico e/ou emocional
  • A morrer
  • A ter um ataque cardíaco / curso
  • A desmaiar
  • Enlouquecendo

Um ataque de pânico é uma intensa reação em cadeia, física e mental. Pode começar com uma simples sensação corporal ou um pensamento sobre algo ameaçador. Em poucos segundos, uma reação em cadeia é accionada, envolvendo pensamentos de medo, reações físicas, e sentimentos de terror e desespero. Na maioria dos casos, um ataque de pânico pode começar com uma variedade de sintomas e atingindo um pico dentro de 10 a 15 minutos, sendo que depois vai gradualmente diminuindo. Os efeitos secundários, no entanto, podem durar um longo período de tempo. Às vezes, pode demorar um ou dois dias só para voltar ao seu estado físico e mental normal, após um ataque de pânico. Com o tempo, os ataques de pânico podem começar a alterar a  sua maneira de pensar, agir e sentir a sua vida diária, mesmo quando você não está tendo um ataque de pânico real.

Enquanto as sensações de pânico são uma resposta natural ao perigo, os ataques de pânico, geralmente estão fora de proporção em relação a qualquer perigo real que a pessoa pode estar enfrentando no momento. Eles parecem ter vida própria.

O QUE É O TRANSTORNO DE PÂNICO COM AGORAFOBIA?

A Agorafobia é um transtorno de ansiedade, que se caracteriza pelo medo de estar numa situação onde se pode experimentar a ansiedade ou pânico e onde escapar da situação pode ser difícil ou embaraçoso. Pessoas com agorafobia podem sentir-se ansiosas com algumas coisas, tais como a perda do controle da bexiga ou intestino ou receio de engasgarem-se com a comida na presença dos outros. Podem ainda sentir-se ansiosas quando estão sozinhas em casa, sair de casa, ou estar num lugar lotado, como em transportes públicos ou num elevador, onde possa ser difícil ou embaraçoso encontrar uma saída.

Muitas pessoas podem ter um ou dois ataques de pânico a qualquer momento das suas vidas, sem que necessariamente se torne incapacitante ou venham a desenvolver transtorno de pânico. No entanto, para algumas pessoas os ataques de pânico são recorrentes. Quando isso acontece, elas podem preocupar-se com os ataques e podem começar a mudar as suas vidas, isto acontece porque começam a desenvolver medo de poderem vir a ter outro ataque de pânico. Neste caso, podemos considerar que a pessoa desenvolveu um transtorno de pânico.

Algumas pessoas com transtorno de pânico, às vezes, começam a restringir as suas vidas por causa do incómodo dos ataques. Na grande maioria das vezes deixam de ir a locais públicos ou deixam de usar transportes públicos. Podem ainda sentir a necessidade de ter um parceiro ou amigo que os acompanhe na maior parte do tempo para se sentirem mais seguros. Este problema de ter receio de lugares públicos ou de estar em espaços abertos,  tal como referi anteriormente, é chamado de agorafobia. Quando se verifica este quadro de sintomas ou situações incapacitantes e de evitamento, a pessoa desenvolveu transtorno de pânico com agorafobia.

A saber: O transtorno de pânico caracteriza-se por ter medo de vir a ter medo.

Situações ou atividades que você tem tendência a evitar se tiver agorafobia:

  • Estar longe de casa.
  • Ir a algum lugar sem a companhia de uma pessoa “segura”.
  • O esforço físico (por causa da crença de que isso poderia desencadear um ataque de pânico).
  • Ir a lugares onde não sejapossível uma fuga fácil (por exemplo, restaurantes, teatros, lojas, transportes públicos).
  • Dirigir.
  • Locais onde seria embaraçoso ter um ataque de pânico, como um encontro social.
  • Comer ou beber qualquer coisa que pudesse provocar pânico (como cafeína, álcool ou certos alimentos ou medicamentos).

Atenção: Apesar da agorafobia poder desenvolver-se em qualquer altura, geralmente aparece no espaço de um ano após o primeiro ataque de pânico recorrente.

O QUE CAUSA OS ATAQUES DE PÂNICO E TRANSTORNO DE PÂNICO?

Nem sempre se tem uma noção clara acerca daquilo que provoca um ataque de pânico pela primeira vez. A vulnerabilidade e/ou susceptibilidade a ter ataques de pânico pode ser comum em algumas famílias ou algumas pessoas podem ter uma forma de ser e de pensar que as torna mais propensas. O primeiro ataque de pânico geralmente verifica-se em momentos de stress ou em reacção a uma experiência traumática. Após o primeiro ataque de pânico, as pessoas começam a prestar mais atenção aos seus sintomas físicos. Eles muitas vezes começam a ficar com medo das suas próprias reações físicas. Começam a ficar num estado de hipervigilância sobre os seus sintomas físicos ou algo que possam considerar como ameaça. Quando isto acontece, qualquer situação/alteração que produza uma reação física semelhante, tais como o exercício físico, emoções fortes ou mesmo uma mudança na temperatura, podem desencadear um ataque de pânico. A pessoa passa a fazer um conjunto de associações (de medo) erradas que provocam uma reação em cadeia, fazendo disparar o sistema nervoso autónomo que deixa a pessoa num estado elevado de excitação. Este estado de excitação é interpretado como perigoso, levando ao completo descontrolo.

É UM ATAQUE CARDÍACO OU UM ATAQUE DE PÂNICO?

Tal como já referi, a maioria dos sintomas de um ataque de pânico são físicos, e muitas vezes esses sintomas são tão graves que as pessoas pensam que estão tendo um ataque cardíaco. De facto, muitas pessoas que sofrem de ataques de pânico vão muitas vezes ao médico ou ao pronto-socorro (urgências) porque acreditam que a sua vida está em risco. Embora seja importante para descartar possíveis causas de sintomas médicos, como dor no peito, palpitações do coração, ou dificuldade para respirar, é  na grande maioria da vezes o pânico que é ignorado como uma causa potencial do mal-estar sentido, e não o contrário. Se este tipo de episódio ou situação já lhe aconteceu, certamente desmistificou a possibilidade de sofrer de alguma condição médica prejudicial à sua saúde. Desta forma,  pondere a possibilidade de procurar ajuda adequada ao seu problema, normalmente recorrendo a um psicólogo ou psiquiatra.

O QUE FAZER PERANTE UM ATAQUE DE PÂNICO?

Se até ao momento ainda nunca recorreu ao hospital, tal como referi anteriormente, o mais sensato será fazer um exame físico completo.  O primeiro passo a ser dado, é marcar uma consulta com o seu médico para descartar qualquer problema de saúde física. Muitos sintomas do pânico podem ser assustadores e podem ser similares a algumas condições médicas. Se junto do seu médico confirmar que não há nenhum problema físico, você precisa lembrar-se disso quando voltar a sofrer de um ataque de pânico. A confirmação de que não existe nada de errado consigo é uma premissa para reestruturar a crença de que tudo não passa de medos “irracionais” e consequentemente nada de mal lhe irá acontecer.

O QUE FAZER DURANTE UM ATAQUE DE PÂNICO?

Tente não lutar contra o que você está sentindo. É importante relembrar-se que está a sentir uma intensa ansiedade e o mais certo é ser desproporcional a qualquer perigo real que possa julgar estar presente nesse momento. Muitas vezes, lutar contra os sentimentos, evitando-os ou tentar distrair-se pode realmente aumentar o seu medo de pânico e aumentar ainda mais o desconforto sentido. É importante relembrar-se que o pânico nunca é permanente, a maioria dos ataques de pânico nunca duram mais do que alguns minutos (em média, 4 a 6 minutos). Depois de atingir um pico de desconforto a tendência é para que a intensidade dos seus sintomas diminua.

Relaxe. O relaxamento é a chave para superar os ataques de pânico. As técnicas de relaxamento, tais como, relaxamento imagético, controlo da respiração e meditação podem ser praticados para ajudar a relaxar. Um exemplo de controlo da respiração é a respiração lenta e profunda.

Exemplo: respire calmamente e em silêncio, conte para si mesmo à medida que vai inspirando: 1 … 2 … 3 … 4 … 5…, sustenha a respiração por um breve momento e expire continuando a contar para si: 1 … 2 … 3 … 4 … 5 …, repita o processo durante cerca de cinco minutos para que o equilíbrio de oxigénio e dióxido de carbono possa voltar ao normal. Este é um processo muito eficaz quando utilizado aos primeiros sinais de um ataque de pânico.

Desafie o seu medo. Tente ser consciente acerca do que você está pensando e veja se consegue desafiar esses medos.

Apresento algumas perguntas que você pode fazer a si mesmo:

  • “De acordo com o que agora sei sobre os ataques de pânico, e levando em consideração o recente check-up médico que descartou a possibilidade de qualquer explicação física para os episódios, estarei realmente tendo um ataque cardíaco, derrame ou a enlouquecer? O que eu temo está realmente a acontecer, ou o mais provável é que estes sintomas façam parte da minha resposta de ansiedade? “
  • “O que é que eu aprendi da minha experiência com ataques de pânico? Já tive esses sentimentos antes e eles nunca me provocaram dano nenhum (morte), ou não passam de um ataque de pânico, tendo a causa no meu medo infundado?”
  • “Se alguém que eu conheço estivesse sentindo estes sintomas, o que eu lhe diria para tranquilizá-lo que o que ele está sentindo são apenas sintomas de ansiedade?”

Dê um tempo a si mesmo. Tente não se apressar durante um ataque de pânico. Não tente distrair-se ou fingir que não está sentindo a ansiedade. Não deve fazer isso, porque muitas vezes é esse facto que aumenta a ansiedade. Reconheça os seus sintomas como “apenas os sintomas”, lembre-se que você pode separar aquilo que sente, daquilo que pensa ou do medo  que está a viver. Algumas pessoas acham útil pensar no pânico como se fosse idêntico a “surfar uma onda ” em que a onda vai crescendo, atingindo um pico, para em seguida diminuir suavemente na praia. Quando se sentir restabelecido, volte ao que estava fazendo.

Desenvolva e aplique o poder do pensamento positivo. Outra forma que contribui para a redução dos ataques de pânico é perceber a maneira que você fala para si mesmo, especialmente durante os períodos de maior stress e pressão.  Os ataques de pânico geralmente começam a formar-se quando você diz a si mesmo coisas assustadoras, como “Eu sinto-me tonto… Eu estou prestes a desmaiar!” ou “Eu estou preso neste engarrafamento e algo terrível vai acontecer!” ou “Se eu sair, eu vou perder o controlo e fazer má figura.” Estes pensamentos são chamados de “previsões negativas” e têm uma forte influência sobre a maneira como sente o seu corpo. Se você estiver mentalmente prevendo uma catástrofe, o seu corpo irá disparar uma resposta de alarme, uma resposta de “lutar ou fugir”.

Adote um atitude positiva, tente concentrar-se em pensamentos positivos, calmantes e capacitadores, como “Eu estou aprendendo a lidar com as sensações ansiosas de pânico e sei que algumas pessoas conseguem superar o pânico “ou “Isto vai passar rapidamente, e eu posso ajudar-me a mim mesmo, concentrando-se na minha respiração e imaginar um lugar relaxante ” ou ” Estes sentimentos são desconfortáveis, mas eles não vão durar para sempre. “

Para aprofundar este assunto, pondere ler os artigos:

Será muito útil  lembrar-se de alguns dos seguintes factos sobre os ataques de pânico:

  • Um ataque de pânico não pode causar insuficiência cardíaca ou um ataque cardíaco.
  • Um ataque de pânico não pode fazer você parar de respirar.
  • Um ataque de pânico não pode fazer você desmaiar.
  • Um ataque de pânico não o leva a “enlouquecer”.
  • Um ataque de pânico não pode fazer você perder o controlo de si mesmo (poder pode, mas apenas se você permitir).

PORQUE RAZÃO CONTINUA A TER ATAQUES DE PÂNICO?

Depois do transtorno do pânico se desenvolver, geralmente torna-se num ciclo diário de medo. O ciclo começa com a ansiedade antecipada sobre onde, quando e como é que o próximo ataque de pânico pode ocorrer. As pessoas com transtorno de pânico muitas vezes tornam-se conscientes e preocupadas com as mudanças físicas que podem acontecer no seu corpo. Esse crescendo de medo e ansiedade, muitas vezes leva ao aumento do medo da situação temida, aumentado igualmente a probabilidade de realmente ter um ataque de pânico e, para algumas pessoas, esta é a razão para evitar a situação por completo. As pessoas que têm transtorno de pânico com agorafobia, podem gastar muito do seu tempo evitando actividades e lugares que julgam poder vir a desencadear um novo ataque de pânico.

É importante, não deixar que uns poucos ataques de pânico se tornem num problema maior, a longo prazo. Alguns pontos-chave que deve levar em consideração, são:

Não evitar situações ou atividades habituais. Tente não evitar as situações ou actividades que estão relacionadas com o pânico. Por exemplo, não tente evitar o exercício, os transportes públicos, ou dirigir. Se você está começando a temer ou a evitar certas situações, precisa pouco a pouco voltar a fazer essas coisas. Esta é a melhor maneira de aprender que o pânico não precisa impedi-lo de realizar as suas atividades habituais e que você pode passar por isso sem prejuízos de maior.

Para aprofundar este assunto, pondere ler o artigo: 5 estratégias para aliviar a ansiedade

Evite auto-medicar-se. Evite a ingestão de álcool, isso não irá ajudar a diminuir as sensações de pânico e, a longo prazo irá torná-los pior. Os tranquilizantes, por vezes, têm um efeito muito curto, não sendo úteis a longo prazo, sendo que podem surtir num problema dado que é fácil tornar-se dependente. É importante que fique a saber que alguns medicamentos para a ansiedade podem ser viciantes. Deverá sempre obter aconselhamento médico acerca de qualquer medicação.

Evite o desenvolvimento de hábitos prejudiciais. Algumas pessoas com ataques de pânico começam a usar muitos comportamentos supersticiosos para se protegerem. Por exemplo, podem levar garrafas de água ou um determinado livro em caso de pânico, ou que só podem seguir determinadas rotas, pois transmite uma sensação de segurança. Se você executa algum deste tipo de hábitos insidiosos na sua vida, tente revertê-los. Embora possam parecer inofensivos, eles podem impedir a aprendizagem de que os ataques de pânico não são perigoso e que você pode conseguir lidar sozinho com a situação.

O QUE DEVO SABER MAIS, ACERCA DO TRANSTORNO DE PÂNICO?

Como em qualquer outro transtorno, as pessoas com transtorno de pânico podem ter várias complicações. Algumas pessoas pensam que são fracas ou que têm algum defeito, por terem ataques de pânico. A tensão e esforço que o transtorno de pânico coloca nas famílias, pode contribuir para o surgimento de problemas conjugais e familiares. Além disso, cerca de um terço das pessoas com transtorno do pânico também têm depressão ou problemas com drogas ou álcool. Se você tem transtorno de pânico ou agorafobia, e de acordo com o que anteriormente referi, um exame físico completo é o primeiro passo no seu processo de recuperação. Posteriormente procure aderir a um programa de recuperação e tratamento do transtorno de pânico.

OBTER AJUDA

Conversar com uma pessoa próxima (cônjuge, parente, amigo) pode ser muito útil, especialmente quando você se está sentindo muito angustiado. É importante não se tornar excessivamente dependente do apoio dos outros e deve decidir-se a lidar com  os seus ataques de pânico e começar a enfrentar situações por si mesmo.

A boa notícia é que os tratamentos para o transtorno de pânico e agorafobia são eficazes. Existem dois tipos principais de tratamento que funcionam muito bem. São eles:

Terapia Cognitiva-Comportamental. A Terapia Cognitiva-Comportamental é normalmente aplicada por um psicólogo que lhe ensina as habilidades práticas para ajudar a superar os seus ataques de pânico. A terapia cognitivo-comportamental tem sido demonstrada em diversos estudos como o tratamento escolhido para os transtornos de ansiedade. É especialmente eficaz em ajudar as pessoas a superar os ataques de pânico, com cerca de 80% a 85% das pessoas a conseguirem superar o pânico, geralmente dentro de oito sessões de tratamento.

Medicamentos. Existem alguns medicamentos específicos que mostraram ser eficazes na redução dos ataques de pânico. Estes geralmente precisam ser tomados durante um período significativo de tempo e devem ser prescritos pelo psiquiatra. É importante levar em consideração e a toma de medicação pode ter um efeito negativo com o decorrer do tempo, dado que a pessoa pode associar a sua segurança ao medicamento, tornando-se dependente do mesmo.

Abraço

Consultas Psicologia Online

Autor: Miguel Lucas

Blog do Autor | Artigos do Autor: Miguel Lucas

Licenciado em Psicologia, exerce em clínica privada. É também preparador mental de atletas e equipas desportivas, treinador de atletismo e formador na área do rendimento desportivo. É autor da Escola Psicologia.

Gostou deste artigo? Então torne-se fã do Blog no Facebook!



Comentários dos Alunos


  1. Marcelo Quirino
    4 de abril de 2011

    Gostei desse artigo, Lucas.

    Certeiro!

    Responder


    • Miguel Lucas
      11 de abril de 2011

      Olá Marcelo, obrigado pelo comentário.

      Espero que seja certeiro e consiga ajudar as pessoas que sofrem com este problema que “rouba” a qualidade de vida às pessoas afectadas.

      Abraço

      Responder


      • Valdilene Prazeres
        24 de maio de 2011

        Que coisa boa essas informações!!! Parabéns pelo texto, isso vai ajudar muitas pessoas a aprender a lhe dar com esse problema. Tem muita gente precisando de ajuda. Beijo.

        Responder


        • Miguel Lucas
          2 de junho de 2011

          Olá Valdilene, obrigado pelo comentário.

          Agradeço as suas palavras. Espero profundamente que o artigo possa ajudar as pessoas que sofrem com os ataques de Pânico.

          ABraço

          Responder


          • sol
            18 de abril de 2012

            Olá,Miguel estou neste momento a ler teu artigo,é optimo,amanha tenho consulta com um psiquiatra,primeira vez,ja 2 semanas que só durmo no sofá com tv ligada e porta trancada.minha casa é muito grande depois que entro p sala nnao consigo nem ir a casa de banho,tenho medo de que nao sei.desde ontem nao sei o que é dormir nem me alimentar tudo da me indisposiçao estomacal,tenho diarreia de tremer as pernas,quando tento dormir sinto que o coraçao ta parando outras vezes demasiado acelerado,tonturas maos dormentes e a impressao k estao a ficar roxas sei lá respiraçao nem digo pareçe k vou morrer sufocada,tenho a mania das limpezas e tenho reçeio de estar com outras pessoas toca las,medo de bacterias etc,tornei me vegetariana tenho nojo de carne e leite.tenho nojo de beijo e sexo sem prevençao.tomo diazepam 2 em SOS ultimamente nao tem resultado ja dei entrada nas urgençias 2 vezes de cadeira de rodas totalmente atrofiada nao movia um musculo do corpo fiquei 6 horas imovel e em observaçao sem medicaçao.graças a teu artigo decidi procurar um profissional.torça por mim.e obrigado pelo espaço dado aos leitores.Abraços.Portugal



  2. Sara Fonseca
    5 de abril de 2011

    Olá Miguel.
    Parabéns por mais um bom artigo.
    Comento este, em especial, porque me revejo nele.
    Tenho Transtorno de Pânico e Agorafobia há 8 anos. Durante este tempo consegui vencer muitas batalhas. Batalhas que para mim eram inalcansáveis. Mas neste último ano tive sucessivos acontecimentos que me fizeram andar para trás.
    Vou recomeçar tudo de novo e vou vencer.
    Obrigada por esta ”lufada de ar fresco”.
    Continue com o seu bom trabalho.
    Cunprimentos

    Responder


    • Mariele Rosa
      5 de abril de 2011

      Muito bom o artigo Miguel! Parabéns mais uma vez…

      Eu até comentei em outro artigo que num momento de ansiedade no trabalho… mil coisas passando pela cabeça, me ocasionou uma arritmia com formigamento das mãos e pés, realmente é uma sensação muito ruim parecia que eu estava “batendo as botas”….rsrs

      Mas no mesmo dia fiz todos os exames cardíacos e graças a Deus não tenho nenhum problema fisico.. o problema era minha cabeça.. .rsrs

      Não tive escolhe, optei pela ajuda de um psicologo que me fez enxergar de uma outra maneira as situações embaraçosas da vida…

      Bom, hoje graças a Deus estou muito melhor, o meu único problema agora é a ansiedade… mas só mesmo com o tempo e muito treino conseguimos o auto controle não é?

      Para mim, o melhor remédio foi e continua sendo os Exercícios com respiração (IOGA/PILATES).

      Recomendo sem moderaçao…rsss

      Abraços

      Responder


    • Miguel Lucas
      11 de abril de 2011

      Olá Sara, obrigado pelo comentário.

      Fico contente pelo facto doa artigo a poder ajudar e lhe dar um impulso para voltar a sentir-se melhor.

      Coragem e continue a “lutar” pelo seu bem-estar.

      Abraço

      Responder


  3. Erika
    5 de abril de 2011

    Miguel tus escritos son maravillosos y super útiles! Gracias!!!

    Responder


    • Miguel Lucas
      11 de abril de 2011

      Olá Erika, obrigado pelo comentário

      Estoy muy contento por el artículo será de utilidad.

      Muy agradecido por su amabilidad

      Abrazo

      Responder


  4. Marcos vinicius
    7 de abril de 2011

    Olá Miguel, eu sofria de Ataques de pânico a cerca de 10 mêses mais isso parou rapidamente por que eu sempre me falava que aquilo que eu estava sentindo não era verdade.

    Mas um tempo pra ca eu sofro de Zumbido que pra mim era muito encomodo para mim, mais agora já estou acostumado mais as vezes penso que eu sou uma pessoa louca,doida e não sei se isso se significa Pânico
    Você pode me ajudar a parar de pensar dessa maneira?

    Responder


    • Miguel Lucas
      11 de abril de 2011

      Olá Marcos, obrigado pelo comentário

      Certamente não se trata de loucura, não é uma pessoa louca. Fique descansado, a loucura não se manisfesta dessa forma.

      Relativamente ao zumbido, isso por vezes (raramente) é um sintoma associado aos ataques de pânico. É preciso saber em que condições isso acontece e com que frequência. Em situações de stress? Em público? Em casa? Sozinho?

      Abraço

      Responder


      • Marcos vinicius
        12 de abril de 2011

        Miguel, geralmente é quando eu penso nela. Mas em alguns casos por exemplo que o zumbido vem em lugares diferentes exe: Se estou na casa do meu pai eu escuto o zumbido no meu quarto enquanto na casa de minha mãe não escuto o zumbido.

        Enquanto ao meu pensamento na loucura vou relaxar mais e não pensar mais nisso por que pensamento está me encomodando MUITO.
        Obrigado.

        Responder


        • Miguel Lucas
          21 de abril de 2011

          Olá Marcus, obrigado pelo comentário.

          Provavelmente o facto de escutar um zumbido, está a associado a situações e sítios stressantes para você. Pode ainda estar associado a algumas preocupações que tenha. Tente perceber melhor o que pensa, em que situação se encontra, com que pessoas esta quando isso acontece. Tente perceber se existe um padrão que possa ter sido desenvolvido e esteja na causa do zumbido?

          Abraço

          Responder


  5. lilia cardoso machado
    24 de maio de 2011

    quero tira uma duvida , crises de panico pode acontecer o dia todo, todos os dias , e se as crises pode fazer as batimentos cardiacos falharem , dar uma pausa obrigado boa noite .

    Responder


    • Miguel Lucas
      2 de junho de 2011

      Olá lilia, obrigado pelo comentário.

      Não os ataques de pânico não ocorrem por períodos tão grandes. Um episódio de pânico dura em média 5 minutos, atingindo um pico intenso de desconforto, sendo que após esse pico a tendência é para que diminua.

      Normalmente não acontecem todos os dias. Se não sofre de nenhuma doença cardíaca, os ataques de pânico não originam “falhas” cardíacas. O que provocam é um aumento do rítmo cardíaco e hiperventilação.

      Abraço

      Responder


  6. flavio
    27 de junho de 2011

    Quero tira minha duvida Meu nome e flavio tenho 17 ANOS nao sou obeso mais eu era nao sou fumante nao bebo perdi 14 kilos por causa da sindrome do panico sinplesmente achando que eu tinha algum problema do coraçao acabei emagrecendo para obter um alivio alem do mais meus indices de açucar estao normais ultimamente venho fazendo tratamento mas em momentos de euforia risadas eu nao me sinto bem vem aquela falta de ar ai eu percebo que ja estou ficando ansioso a alguma maneira de eu corta essa meio ataque de panico que geralmente eu nao consigo e acabo recorrendo aos remedios!

    Responder


    • Miguel Lucas
      28 de março de 2012

      Olá Flavio, obrigado pelo comentário.

      A sua resposta está expressa no artigo, é preciso ler.

      Abraço

      Responder


  7. Rafael
    19 de julho de 2011

    Realmente foi de muita ajuda os topicos do site, muito obrigado ao Miguel L. pelos esclarecimentos, o aproveitamento foi eminente, agora mesmo acabei de ter uma crise de panico que a 2 anos nao tinha, meu principal sintoma é que meus olhos ficam parecendo uma tv fora do ar.. vejo tudo em pontinhos e vultos, ai comeca a desencadear outros sintomas, que ja foram descritos acima, quando melhorei a visao vim direto pro pc procurar por explicacoes, e me deparei com o site que esta me ajudando muito… meu ataque durou em meria 50 minutos com variacoes da visao, formigamento do braço, lingua e boca, nunta todos os sintomas juntos, quando parava de sentir um sintoma comecava o outro, quando comecei a ler estava com o pé formigando agora ja nao estou sentindo mais nada, apenas dor de cabeca e no fundo dos olhos..
    tenho crise desde os 14 anos, hj tenho 28, nunca tomei remedio e nem fiz terapia, porem vivo com medo constante de ter crises o tempo todo, porem ao longo dos anos tenho me controlado bem, em media 1 crise por ano ou 1 a cada 2 anos, esse ano ja foi espero que a proxima demore…
    queria acredecer novamente os artigos do site pois dessa vez obtive muitas respostas que procurava, desde ja muito obrigado mesmo…

    fique com Deus…Sorte!

    Responder


    • Miguel Lucas
      21 de julho de 2011

      Olá Rafael, obrigado pelo comentário.

      Fico sempre muito contente quando os artigos vão ao encontro das necessidades de quem precisa. Agradeço a descrição que fez acerca dos seus sintomas e situações problemáticas que viveu, os relatos podem ser sempre de grande utilidade para outras pessoas que sofrem dos mesmos problemas.

      Fico esperançado que com a aplicação de algumas das sugestões do artigo possam alíviar e diminuir o seu problema.

      Abraço

      Responder


  8. Rafael Alves
    3 de agosto de 2011

    Assim como o Rafael, acabei tb de ter um ataque de pânico, e vim logo pra internet e procurei entender mais pra ver se eu consigo lidar melhor. Tive crises há alguns anos, mas fiquei muito tempo sem tê-las e de repente voltaram. Mesmo estando relaxado e de férias estou tendo um ataque quase todos os dias. Gostei muito do seu artigo e vou colocar em prática o que li. Graças a pessoas como você Miguel, o mundo se torna um lugar melhor. Muito obrigado pelo artigo e sei que vai ser de grande ajuda.

    Abraço

    Rafael

    Responder


    • Miguel Lucas
      7 de agosto de 2011

      Olá Rafael, obrigado pelo comentário.

      É com enorme gosto que leio as suas palavras. Fico satisfeito que o artigo o possa ajudar e se sinta motivado para aplicar algumas das dicas da Escola Psicologia.

      Força, esperança e convicção

      Abraço

      Responder


  9. Margarida
    12 de agosto de 2011

    Olá .
    Gostei muito de ler isto , no fundo tranquilizou-me , eu á 3 meses para cá , que sinto que me vai faltar o ar , que vou morrer abafada quase . Ninguém sabe disto que sinto e nem procurei médico , só uma amiga de infancia é que sabe pq tambem passou por isto ,
    Não sei o que fazer mais para isto parar.
    Fiz análises á uns 4 meses e tava tudo bem comigo.
    Acha que deva procurar um médico ?

    Obrigada pelo post

    Responder


    • Miguel Lucas
      16 de agosto de 2011

      Olá Margarida, obrigado pelo comentário.

      Esconder o problema, principalmente de si não é a solução. Sim, acredito que necessita procurar ajuda profissional, inicialmente pode ir ao seu médico assistente, mas provavelmente pode necessitar de um acompanhamento mais prolongado através de um programa de tratamento. Tente informar-se das possibilidades, mas sempre apoiada num diagnóstico profissional.

      Sorte

      Abraço

      Responder


  10. Sueli Ramos
    28 de agosto de 2011

    Olá, tenho SP desde 1987, com alguns períodos de “calmaria”. Depois de 10 anos sem nenhum ataque, apenas tomando ansiolítico, voltei a sofrer com eles em abril deste ano e, consequentemente, a tomar antidepressivos, mas acredito que seja por problemas com um chefe ditador no serviço. Mesmo assim,tomando medicamentos bloqueadores, hoje à tarde cheguei no limiar de um ataque, com uma ansiedade absurda e todos os sintomas do ataque de pânico em si, menos o descontrole que sempre o acompanha. Meu deitei, dormi meia hora e passou.
    Peço a Deus que me livre definitivamente desse mal, incapacitante e terrível.
    Obrigada pelo site, gostei muito e continuarei visitando.

    Sueli Ramos/Brasil

    Responder


  11. quenia
    2 de setembro de 2011

    oi,tenho 24 anos,tive grande mudanças na minha vida,engravidei,meu filho tem 1 ano e 6 meses…ando muito ansiosa,estou compulsiva p/ comer,principalmente pela manha,ate a hora do almoço,fico fazendo varias refeiçoes,mais proucuro comer mais frutas,ja tive varias crises de ansiedade,fui parar no hospital,fiz exames diagnosticado pelo medico,deu tudo normal,so taquicardia,devido a ansiedade,agora estou me privando de certas coisas p; nao me senti mal,como:Ir ao centro da cidade,no horario da manha,pela agitaçao que e…ate consigo desenvolver mais pela tarde…ja fico mais calma,nao sei pq que estou que esse problema de fazer as coisas fora de casa no horario da manha!!O que sera que esta acontecendo comigo?E sp?

    Obrigada!

    Responder


    • Miguel Lucas
      7 de setembro de 2011

      Olá Quenia, obrigado pelo comentário.

      Na verdade, não consigo responder-lhe à sua principal questão: O que se passa com você? De qualquer forma, já fez o primeiro passo, foi ao hospital e confirmou que não tem nenhum problema físico, o que podemos apontar para uma questão psicológica que está a provocar esse mau estar e angústia. Certamente iria beneficiar da aprendizagem de um conjunto de estratégias para reduzir os sintomas físicos. Deve também tentar perceber os mecanismos da ansiedade e as razões porque normalmente se começam a criar dificuldades de andar sozinho e andar em espaços abertos.

      Pondere ler os artigos: http://www.escolapsicologia.com/sofre-de-ansiedade-perceba-porque/
      http://www.escolapsicologia.com/estrategias-para-aliviar-a-ansiedade/

      Abraço

      Responder


  12. Thiago
    6 de setembro de 2011

    Prezado autor, me surpreendi no último final de semana com um ataque de panico pela primeira vez. Achei que estava infartando e fui parar no hospital. Todos meus exames deram “ok” e o médico disse que é ansiedade mesmo. Estou casando, em pressão no trabalho, e acredito que me pus mt responsabilidade. O artigo me ajudou a compreender melhor oq passei. Tentarei com um tempo lidar com isso, mas se insistir procurarei um psicologo ou psiquiatra. Obrigado pelas informações.

    Responder


  13. Marcelo Luiz Pereira Bueno
    29 de setembro de 2011

    Bom dia Miguel,

    Primeiramente, parabéns pelo seu artigo!
    Tenho 42 anos e fico receioso em me encontrar em locais públicos, pois a sensação de confinamento e a impossibilidade de uma eventual ação, me causa pânico.
    Além dos artigos citados por você, tenho pesquisado à fundo estas questões pertinentes a ansiedade e acredito que, pelo que pude pesquisar, que eu tenho agorafobia.
    Gostaria de evitar o uso de medicamentos, pois li que estes podem causar dependência. Devido a isto, por gentileza, gostaria de saber se a Yoga poderia combater esta fobia ou teria outra alternativa para exterminá-la, talvez medicamentos naturais?

    Muito obrigado.

    Responder


    • Miguel Lucas
      3 de outubro de 2011

      Olá Marcelo, obrigado pelo comentário

      Os transtornos de ansiedade, quando instalados e permamentes ao longo de algum tempo, ganham vida própria, pelo que consegue descever os seus sintomas , dificuldades e angustias, mas pela lógica é extremamente dificil melhorar. Como é óbvio, não quero passar a mensagem de que não conseguirá superar o seu problema, não é isso que pretendo afirmar. O que lhe quero transmitir é que devido à natureza de alguns transtornos de ansiedade, os programas de tratamento, são complexos, regem-se por normas e estratégias sequênciais, que necessitam de rigor e precisão. De uma forma individual, mesmo com dicas e orientações, torna-se dificil a auto-ajuda, pelo menos sem alguma supervisão de alguém entendido.

      O Yoga, pode contribuir para a dimunuição dos sintomas corporais desagradáveis e eventualmente para uma melhor sensação de controlo de determinados aspectos, mas nunca pode ser considerado um tratamento. Relativamente à questão dos medicamentos, quer sejam naturais ou não, voltamos a uma velha questão. Não existe medicamento nenhum no mundo que lhe ensine alguma coisa. E muito provavelmente aquilo que mais necessita é aprender a lidar com um conjunto de dificuldades específicas do seu dia-a-dia.

      Procure esclarecer-se melhor

      Abraço

      Responder


  14. MARCIA SILVANA RODRIGUES
    30 de setembro de 2011

    MIGUEL LUCAS,

    TENHO 34 ANOS E SOFRO FAZ 4 ANOS ..TENTANDO LUTAR TODOS OS DIAS COM A CRISE DO PANICO..FICO PENSANDO PORQUE FUI A ESCOLHIDA PARA PASSAR POR ESSA PROVA, REALMENTE NÃO É FACIL.. ESTOU MUITO FELIZ DE LER O ARTIGO.. E SABER QUE NÃO SOMENTE EU COMO MILHARES DE PESSOAS PASSAM POR ISSO, E LUTAM CONSTANTE,FAZ 2 SEMANAS QUE NÃO TENHO SENTIDO MAIS NADA..ESTOU TAÕ FELIZ…PORQUE ME SINTO VIVA.. RESPIRO MELHOR…SORRIO, BRINCO…SOU EXATAMENTE QUEM EU SEMPRE FUI A 30 ANOS..NÃO SEI SE VAI VOLTAR.. SÓ SEI QUE IREI SUPERAR E NÃO TEM COISA MELHOR NA VIDA DO QUE SENTIR DE ESTAR VIVA…

    Responder


  15. BRUMEL
    3 de outubro de 2011

    Ola Miguel, tenho 23 anos, faz 3 anos q luto com a SP,eu tenho 1 duvida em relação a 1 sintoma, ( de vez em quando sinto tipo umas falhas rapidas de respiração entre os dois peitos) foi oq desincadeou a SP,
    achei tambem como todo mundo q era problema cardiaco, mas passai tres vezes pelo cardiologista fiz eletro e ecocardiograma e deu tudo normal, so uma obs: (Pequeno prolapso na valvula mitral) o q quer dizer, é normal? e a SP tem cura? pois não aguento mais, maltrata muito agente, valeu abraço!

    Responder


    • Miguel Lucas
      9 de outubro de 2011

      Olá Brumel, obrigado pelo comentário.

      Relativamente ao seu problema na valvula mitral, aconselho-o a informar-se com o seu médico. No que diz respeito aos ataques de pânico, posso afirmar que existe possibilidade de tratamento, tal como refiro no artigo. Os ataques de pânico são um problema psicológico e com a devida aprendizagem de determinadas técnicas, podem ser tratados. Se a frequência e a intensidade dos seus ataques de pânico já estão num grau insuportável é importante que procure ajuda profissional. Não sofra desnecessariamente, procure ajuda.

      Abraço

      Responder


  16. Elder Lima
    14 de outubro de 2011

    Miguel, parabéns pela iniciativa,bom ,venho aqui deixar o meu testemunho ,eu tenho 25 anos e sou depende te químico em recuperação a 5 anos, usei crack por cerca de 2 anos e a 5 anos procurei ajuda em uma clinica que me deu suporte para estar limpo sem drogas a 5 anos,porém no inicio desse ano tive uma experiência terrível ,parecia q eu ia morrer ,exatamente todos os sintomas do pânico ,põem ainda não conhecia a fundo tal doença então esqueci e segui minha vida normalmente, minha vida nos últimos anos vinha perfeita retomei a faculdade de engenharia e mesmo tendo vivido no submundo das drogas e violência por anos eu consegui dar a volta por cima tirando belas notas na faculdade e dando orgulho aos que me cercam, porém no ultimo dia 16 de setembro eu sofri um acidente de caro mas não tive nenhum ferimento grave nem minha nova, foi ai que viajando no final de semana passado eu senti aqueles sintomas novamente do começo do ano, porém consegui no sufoco me controlar ate chegar em casa e ao chegar passou tudo. Foi ai que na quinta feira (ontem) na faculdade eu comecei a sentir algo no corpo o que Me levou a um ataque de pânico e liguei para minha noiva e ela me levou ao hospital porém eu não tinha nada de errado, foi ai que o médico me falou sobre o transtorno da sindrome do pânico, me prescreveu um anciolitico e um anti-depressivo que eu comecei a tomar ontem mesmo, e desde então venho lendo muito todos os estudos e conceitos sobre a doença e os artifícios para se evitar a entrar em pânico , pode parecer muito rápido mas ontem a noite eu voltei a faculdade para uma aula q eu tenho a noite e hj fui novamente para a aula e de carro e consegui. Controlar os sintomas ou melhor consegui controlar a minha reação diante dos sintomas do meu corpo.durante a aula e durante o percurso de carro ate a faculdade eu senti muita ansiedade e quase me pegava com pensamentos negativos mas logo eu dei a volta por cima e fiz a técnica de respiração lenta e pensei positivo de que isso não vai me matAr e nem me fazer mal e logo depois a anciedade passou e os sintomas no corpo foram embora , isso aconteceu umas 5 vezes hj . Porém a cada vez que eu supero o pânico eu me fortaleço mais e mais pra continuar lutando contra esse mal ,ainda mais eu sabendo que já consegui vencer uma luta tão difícil que poucos conseguem E eu consegui superar tenho certeza que irei consegui superar mais esse!

    Responder


    • Miguel Lucas
      16 de outubro de 2011

      Olá Elder, obrigado pelo comentário.

      Felicito-o por ter conseguido ter força e coragem para ultrapassar a sua dependência.

      Relativamente ao pânico e dado que está medicado, o melhor é seguir o tratamento à risca de durante o tempo recomendado pelo seu médico. Caso verifique que passado 4/5 semanas o seu problema não melhora, pondere colocar algumas questões ou eventualmente procurar ajuda psicológica. É importante que saiba que o transtorno de pânico têm taxas de eficácia na ordem dos 85% com terapia cognitivo-comportamental.

      Sorte e perseverança.

      Abraço

      Responder


  17. Taise
    23 de outubro de 2011

    parabens isso vai mim ajudar bastante.

    faz 5 anos q sofro contra ataque de panico.
    agora sofro tb de hiperventilaçao sofro muito pelo q mim estar acontecendo.
    pq moro na italia è faz 5 anos q nao vou ao brasil pq fico com muito medo de viajar de aviao, mais tenho fè em deus q vou superar tudo isso…tenho uma filhinha de 2 aninhos è nao quero passar nada disso p ela…muito obg.

    Responder


  18. pablo henrique
    3 de novembro de 2011

    Muito bom o site mais gostaria q vc me desse uma lista de coisas que eu nao posso comer eu sofro com a sindrome do panico eu sei q coca cola café eu num posso masi eu gostaria de saber alguma coisa de comer sei la uma lista se puder me ajuda agradeço desde je
    muito obg

    Responder


    • Miguel Lucas
      12 de novembro de 2011

      Olá Pablo, obrigado pelo comentário

      Existem alguns alimentos que realmente podem promover os sintomas dos ataques de pânico, e todos estão ligados ao seu principio ativador, todos os que na sua composição contenham substâncias estimulantes fazem parte desse grupo de alimentos.

      No entanto, se sofre de ataques de pânico, é necessário fazer muito mais do que apenas deixar de ingerir determinados alimentos estimulantes.

      Abraço

      Responder


  19. Guizela Oliveira
    7 de janeiro de 2012

    Olá, meu nome é Guizela d etenho 30 anos de idade, há seis meses tenho sofrido com palpitações, suores, vista turva, perna mole e medi, susto quando o telefone toca ou as pessoas me chamam. Tenho passado por problemas financeiros e tenho recebido cobranças, no começo achei que fosse isso, porém, mesmo ao saldar parte da dívida os sintomas começaram. Não consigo, dormir e nem comer, tenho crises de falta de ar, se estou em um local fechado sinto que vou mesmo morrer sufocada. Será que sofro de sindrome do pânico, mesmo passando por uma situação de stress? Preciso de ajuda pois estou desesperada sinto que vou morrer se continuar desse jeito.

    Responder


    • Miguel Lucas
      10 de janeiro de 2012

      Olá Guizela, obrigado pelo comentário

      É provável que possa estar a sofrer de crises de pânico, associado a algum momento de elevado stress que tenha enfrentado.

      Procure ajuda profissional para um diagnóstico preciso.

      Estarei sempre disponível para esclarecimentos.

      Abraço

      Responder


  20. vinicius dantas
    13 de janeiro de 2012

    muito legal seu artigo ,tem boas dicas p/ quem sofre com isso, meus ataques sempre se dão quando passo um periodo longo de tempo afastado do trabalho ,mas lendo matérias como a sua consigo lidar melhor co essas situações , valeu e boa sorte p/ vc.

    Responder


  21. Guizela Oliveira
    26 de janeiro de 2012

    Olá Miguel,
    Já estive aqui antes e logo procurei ajuda médica, realmente tenho sofrido de transtorno do pânico (síndrome do pânico conforme disse o médico), tenho tomado medicações tais como Rivotril 2mg e 60 mg de Flouxetina, porém sinto que a medicação não esta resolvendo ainda tenho pavor de ficar em lugares fechados a sensação de sufocamento sempre aparece. Tenho sofrido muito, porque minha família acha que é frescura minha e que não devo tomar esses medicamentos controlados, minha mãe chegou a esconder meu remédio de mim para que eu não tomasse. Sinto-me um lixo, ninguém me apóia todos dizem que é frescura minha, que faço isso para aparecer, mais juro que não é verdade não faço isso para aparecer ao contrário jamais queria sentir isso na vida, sinto-me refém do meu medo, o que devo fazer, não tenho com quem desabafar a esses respeito. Me ajude, por favor.

    Responder


    • Flavia
      2 de fevereiro de 2012

      Olá…já passei pelo que está passando e graças a Deus hoje estou muito bem…caso precise de alguém para desabafar, fique a vontade, tem o meu e-mail. Que Deus te abençoe, um abraço.

      Responder


    • lucivania lourenço montenegro
      10 de abril de 2012

      não e´frescura, eu tenho depressão e panico, e se vc naõ se cuidar, pode piorar, tome o remedio e sempre que possivel venha nesse blog ler o que o psicologo posta, e´um espaço muito util!!! boa sorte pra nós, quando eu descobri que tive crise de panico, foi uma tragedia, eu achava que era um efeito do medicamento pra depressaõ, aí vivo com medo de ter outro, até um livro sobre o assunto eu comprei pela internet, e´desesperador, mas só dizem que temos que enfrentar…

      Responder


  22. vinicius dantas
    30 de janeiro de 2012

    olá miguel ,gostaria de saber se aculpuntura pode diminuir as chances de um possivel ataque de anciedade ?? att vinicius dantas

    Responder


  23. Nuno
    2 de fevereiro de 2012

    Bom dia Miguel,

    Escrevo de Portugal para o felicitar por este site. Esclareceu-me muito pois fiquei a saber com exemplos que há muitas pessoas que têm sintomas muito semelhantes aos meus. Consultei os médicos para despistar qualquer problema físico. O diagnostico foi sempre comum aos 3 médicos que me viram… Ansiedade. Nunca se referiram a ataques de pânico, fcaram-se sempre pela palara ansiedade. Não sei se é a mesma coisa…Aconselharam-me a pedir ajuda a um psicologo caso sentisse que estava a perder qualidade de vida. Medcamenos só em S.O.S. disseram eles. Penso pedir essa ajuda mesmo pois acredito que conseguirei ultrapassar isto de forma mais rápida e mais sustentável com uma orientação mais correcta.
    Obrigado pelos esclarecimentos e por permitir que as pessoas possam partilhar as suas esperiencias… penso que isto já é terapeutico.

    Abraço.
    Nuno

    Responder


    • Miguel Lucas
      28 de março de 2012

      Olá Nuno, obrigado pelo comentário.

      A ansiedade quando sentida de forma extrema, pode originar ataques de Pânico.

      Na atualidade a terapia cognitivo-comportamental apresenta elevados indices de eficácia no tratamento.

      Sem dúvida que um psicólogo experiente nesta abordagem pode ajudá-lo a superar o seu problema.

      Abraço

      Responder


  24. Geisa
    7 de março de 2012

    Olá Miguel. Sei que tenho síndrome do pânico, embora não diagnosticada, mas os sintomas indicam que sim, e gostaria que vc me ajudasse a identificar isso. Tenho esse problema já há mais ou menos uns 6 anos. Vou contar como tudo começou. Minha mãe e eu éramos muito amigas de um casal, que tinha 2 filhos, na época eles eram pequenos. Sempre saíamos com eles, íamos a casa deles e fazíamos recreações juntos. Até que um dia aconteceu uma tragedia: O marido dessa pessoa vinha do trabalho quando foi assaltado e morto, deixando a esposa e os 2 filhos pequenos. Chorei muito, e pra mim era inaceitavel e inacreditavel que tivesse acontecido isso com alguem tao gente boa como ele, ainda mais presenciando o sofrimento da esposa e dos filhos. Mas por um momento essa tragedia me fez pensar no quanto precisamos aproveitar a vida e eu comecei a me conformar e a me ver como uma pessoa forte e a dar toda força para eles. Minha mãe e eu sempre íamos durmir la com eles, depois disso. Eu procurava brincar com os filhos dele, fazer eles rirem e esqueçer do mal que lhes havia acontecido. Até que um dia aconteceu algo que fez com que minha vida mudasse ate hoje. Me recordo que eu me sentia muito bem, absolutamente normal, tomei cafe e depois fui pro quarto ler. De repente, meu coração disparou, começei a pensar varias coisas ruins ao mesmo tempo, a pensar no que havia contecido com o pai deles, a pensar que poderia ter sido comigo, e a sentir muito medo pois eu n sabia o que era aquilo, e meu estomago começou a embrulhar, e minhas mãos suavam e os pensamentos ruins só aumentavam e eu queria fugir daquilo que eu desconhecia, mas eu não conseguia, era devastador, era assustador, ate que eu vomitei todo o café e ai começei a me acalmar um pouco. Mas depois disso, fiquei com um medo imenso de sentir aquilo de novo, n sabia o q estava acontecendo comigo. Fiquei uns 2 dias ainda me sentindo estranha, meio aérea, sei la, fora de ar, sem conseguir comer direito e com um medo terrivel d sentir aquilo de novo. E como nessa época eu nao tinha muito acesso a internet, nem sabia que existia uma doença com esses sintomas. Ainda mais que eu não entendia o porque mas eu sabia que tudo aquilo era provocado por minha mente, eu passava mal porque pensava que iria passar e não porque tinha que passar, mas mesmo assim n conseguia me libertar disso. E não contei isso a ninguem porque achava que só eu sentia, e que ninguem iria me entender e nem poder me ajudar.E dai começei a associar o local( a casa dessa amiga) a ter uma nova crise. Eu achava que sempre que eu fosse pra casa dela aquilo aconteceria de novo pelo simples fato de eu estar ali, no mesmo lugar onde senti isso pela primeira vez. E entao eles me convidavam e eu fazia de tudo pra nao mais ir durmir la porque eu sabia q se eu fosse me sentiria mal. E foi assim mesmo! todas as vezes que eu ia durmir la eu me sentia mal, nao com a mesma intensidade da primeira crise, que foi mesmo devastadora. Mas todas as vezes eu me sentia mal, as vezes mais e as vezes menos. E pelo fato de que eu me senti mal depois de ter tomado cafe, eu ficava com medo n só de sentir o medo, mas ficava me sentindo ansiosa em relação a hora de tomar cafe, ao antes e ao depois. Eu n conseguia sentir vontade de tomar cafe quando estava la, era como se minha garganta travasse, nao sei. Só sei que eu demorava muito p comer, e depois que conseguia comer, as vezes ainda tinha que lutar pra não vomitar. As vezes eu começava a nausear só de ela me chamar pra tomar cafe, só pela ansiedade.E com isso eu começei a ficar com uma paranóia também de não comer em locais publicos, isso pra mim era e até hoje ainda é um desafio. Eu fico com medo de vomitar no meio de todo mundo e de pagar mico. E desde então minha vida nunca mais foi a mesma, passei por fases de piora, de melhora, mas nunca me ví livre de fato das crises. Sempre que um problema me preocupa muito, ou alguma situação com a qual eu não saiba lidar eu tenho uma crise. Já passei por muitas coisas. Há uns 4 anos atras mais ou menos, passei em um curso federal e tive que sair sem conclui-lo por conta dos meus problemas relacionados a ansiedade. Eu ja sou naturalmente magra e com isso emagreci ainda mais nesse periodo. Eu me sentia mal todos os dias pra ir ao curso. Não conseguia almoçar direito de tanta ansiedade, porque eu ficava com medo de vomitar tudo no onibus. Comia muito devagar por nao sentir fome. E as vezes quando terminava de comer colocava tudo pra fora, eu lutava, lutava pra não vomitar, o coração acelerado, a barriga dando um nó terrivel, as maos suando. Mas as vezes era inevitavel e eu n conseguia segurar. Dai pesquisei na internet e vi que existe uma doença chamada emetofobia, que é o medo de vomitar. E n sei se tenho isso tbm ou se faz parte do panico mesmo. Ja que geralmente esse medo desencadeia tbm os sintomas do panico. Dai eu sai do curso, entrei na academia e graças a Deus melhorei um pouco. Fiz um outro curso, no qual consegui me formar. As vezes me sentia mal lá, mas nao era sempre. Esses problemas passaram a me afetar ate mesmo em relação a meus relacionamentos. Só de imaginar um encontro com alguem eu passava mal. E se tivesse que sair pra comer entao, eu penso 2 vezes. Hoje estou um pouco melhor disso, mas nao curada. Algum tempo depois, conheçi um rapaz, gostei muito dele e começamos a namorar, passei por todos os enjoos causados pelas emoçoes dos encontros e etc. Mas nunca chegei a pagar mico na frente dele, nem de ninguem. A não ser da primeira vez mesmo que tive a crise de panico e vomitei na casa da minha amiga e todos viram, embora n soubessem que era panico pensavam apenas que a comida n me fez bem. E como nem eu mesma sabia o que havia acontecido comigo, preferi deixar que eles pensassem mesmo assim. Mas essa foi de fato a unica vez que cheguei a pagar mico por vomitar na frente de alguem. E com as crises de panico tbm, ate hoje ninguem imagina que tenho Sindrome do Panico. Aparentemente sou uma pessoa muito normal e passo a ideia de uma pessoa forte e bem resolvida pra todo mundo. Mas só eu sei o que passo quando tenho uma crise. Mas voltando ao rapaz que conheçi, começamos a namorar e nisso eu senti que fui melhorando das minhas crises, ele me fazia sentir segura! E esse periodo foi um dos melhores da minha vida, chegei ate a achar que estava curada das crises. Mas ai passamos por alguns problemas, e ele tbm me decepcionou muito, se mostrou uma pessoa totalmente diferente da que eu havia conhecido. E la estava eu passando mal e em panico de novo. Consegui me recuperar e melhorei. Passou-se um tempo ele voltou, isso foi agora recentemente. Eu achei que ele havia mudado, mas acabei me decepcionando novamente, mas eu ainda gostava muito dele e acho que ainda gosto um pouco. Como eu nao estava mais suportando levar toda essa carga sozinha, tomei coragem e contei tudo a uma amiga minha, ela foi mto compreensiva. E entao decidi contar pra esse ex namorado tbm, e inclusive disse o quanto ele me trazia segurança no perido que estavamos bem. Pedi que ele me ajudasse a contar isso pros meus pais e tbm a ter um animo pra enfrentar o tratamento. Mas pra minha supresa ele reagiu de uma forma que nunca imaginei. Não acreditou que eu estou doente, e ate mesmo disse que eu tava fazendo drama e brincadeirinha e que eu estava com frescura. Me tratou mto mal e decidiu me abandonar. E isso pra mim foi o fim do mundo no começo. Mas agora estou mais conformada aos poucos. E tenho tido muitas crises recentemente devido a ansiedade que esses problemas de relacionamento me trouxeram tbm. Tem horas que quando eu percebo que não tenho mais ele que, pra mim representava uma segurança emocional eu me sinto desamparada, abandonada e então me vem o medo e todos os sintomas do pânico. Primeiro vem um pensamento de que vou entrar em panico ou de que vou morrer, ou de que estou desamparada, entao meu coração dispara, e eu sinto uma quintura no corpo, as mãos suam e os pensamentos aceleram e pioram e o coração tbm, e entao a barriga começa a embrulhar e as vezes eu consigo segurar e me sentir mais calma sem vomitar. Mas na maioria das vezes eu vomito e só depois disso é que eu consigo me sentir mais aliviada. E o incrivel é que eu tenho muito medo de emagracer, e tenho medo de vomitar por iso porque acho que assim estou emagrecendo. Entao acho que isso de certa forma influencia no meu caso tbm. E tbm pelo fato de que na primeira vez que entrei em panico o sintoma que foi perceptivel as pessoas e que eu achei embaraçoso e vergonhoso foi justamente o fato de eu ter vomitado. Entao começei a associar isso a pagar mico. Acho que foi isso que desencadeou tudo, nao sei. Mas ate hoje tenho esse medo ainda, só que um pouco mais controlado graças a Deus. E outra coisa tbm que eu gostaria de falar, é que minhas crises geralmente acontecem a noite, acho que justamente por associar ao horario em que ocorreu a primeira, que tbm foi a noite. E geralmente sempre no horario que corresponde ao horario em que eu recebi a noticia da tragedia com o marido da minha amiga eu me sinto mais suscetivel a ter uma crise de panico, começo a me sentir meio ansiosa, nervosa, angustiada. Mas graças a Deus, na maioria das vezes consigo me distrair e nao entrar em panico, e entao isso passa. Mas as vezes quando to mto preocupada com alguma coisa q n esta bem resolvida pra mim, ai pronto! Eu entro em panico em casa mesmo. Não durmo na casa dos outros, nao gosto de sair a noite, justamente porque como eu disse a noite me sinto vulneravel a ter crises de panico. Tbm nao gosto de lugares com muita gente, principalmente se tiver que comer. Fico com medo de entrar em panico ou entao de vomitar na frente de todos e pagar mico. E tbm n gosto de lugares fechados, ate mesmo ficar dentro de casa com tudo fechado eu fico um pouco agoniada. A nao ser na hora de durmir, ai fico tranquila. Nao gosto de ir ao cinema porque me sinto mal tbm. Enfim, evito todos os lugares que acho que poderia ter uma crise, a n ser que n tenha jeito e eu tenha mesmo que ir. E algo que me ajuda a me aliviar quando to tendo uma crise é me molhar, molhar o rosto, o corpo. Isso me faz sentir alivio da quintura corporal que sinto durante essas crises e tbm me da a impressão de que meus batimentos cardiacos diminuem o que me faz sentir mais calma, pois como todo mundo eu tbm fico com medo de ter um ataque cardiaco. A qualquer sinal do meu coração acelerado eu ja acho que vou entrar em panico. Enfim gostaria que vc me ajudasse a diagnosticar meu problema e a saber como posso receber ajuda. Agradeço muito!!!

    Responder


    • Miguel Lucas
      28 de março de 2012

      Olá Geisa, obrigado pelo comentário.

      A sua descrição foi bem longa :)

      Neste espaço nunca poderei fazer diagnóstico algum, os diagnósticos obedecem a um conjunto de procedimentos, nunca podendo ser efetuados neste espaço.

      Sem dúvida que sofre de um conjunto de associações negativas relacionadas com os disparos de ansiedade. Apresenta algumas carateristicas do transtorno de pânico, ainda assim fez genertalizações a outras situações de vida. O diagnóstico concreto, talvez não seja prioritário para si, mas sim procurar ajuda profissional

      Vou ser um pouco perentório consigo. A grande maioria das pessoas é amplamente afetada por problemas como os que relatou. Estranhamente, pouco ou nada fazem para ultrapassá-lo, podendo fazê-lo.

      Se você tiver uma terrível dor de cabeça durante alguns dias seguidos, vai procurar ajuda profissional, certo?

      Pelo que vejo o seu problema é muito superior a uma dor de cabeça. Porque não procura ajuda?

      Aqui mesmo na escola psicologia disponibilizamos ajuda profissional:
      http://www.escolapsicologia.com/sessoes-online/

      A informação que coloco no blog, certamente permite perceber que ajudo muitas pessoas a recuperar dessas situações. Existem outros colegas profissionais que podem ajudá-la no ligar onde vive, caso não pretenda marcar uma consulta aqui no blog. Mas se pode melhorar porque razão continua a sofrer?

      Força e boas decisões

      Abraço

      Responder


    • nanda
      19 de abril de 2012

      Eu tenho esse problema de vomitar tbm é horrivel sempre quando vou a algum lugar procurar ficar perto de um banheiro ao procurei ainda um psiquiatra nao mais eu costuma me entupir de bala halls preta e nao sair sem dramim

      Responder


  25. Fernanda Pinto
    12 de abril de 2012

    Tive minha primeira crise em 2004, fiz tratamento e melhorei, depois tive umas crises sem importancia. Mas ontem eu tive uma que foi a pior de todas, nunca tinha me sentido assim, nao sou religiosa, mas num momento agrarrei a biblia e me ajoelhei e pedi a Deus para levar esse desespero embora, tenho passagem comprada para viajar daqui há tres dias para ir ao show do Paul McCartney que é um musico que eu amo de paixao, no Uruguay, e nao vou mais porque pela primeira vez sinto medo de ter outra crise como essa, me sinto péssima, me sinto fracassada, hoje liguei e marquei psicologo e amanha psiquiatra, há pouco fiz exames e nao tenho nenhum problema de saude, nao desejo isso pra ninguém.

    Gostei muito do que vc escreveu é exatamente assim como eu me sinto.

    Responder


  26. Bruna
    19 de abril de 2012

    Olá mtu bom este artigo,
    Desde crianca tenho alguns ´probleminhas mais sempre tirei de letra.
    Mais um belo dia fui em um lugar perto da miha casa a pe,e comecei a ficar tonta voltei para casa correndo e parece que quando vc esta assim a sua casa nao chega nunca,cheguei em casa miha mae mediu miha pressao estava 10/7 tudo bem depois desse dia tentei ir mais uma vez e quando eu ando fico tonta.se passaram 2 semanas e nao consigo fazer mais nd estou c taquicardia muito calor nauseas tonta cabeca pesada parece que vou dar um treco minha respiracao mtu curta,parei no ps bati um eletro e eu estava com 180 de batimento cardiaco por min,pensei que fosse morrer tomei propranolon e diazepan me senti um pouco melhor,mais todos os dias estou c taquicardia e com medo de dar outro ataque
    sem falar que marquei o psiquiatra ontem um amigo me deixou em frente a clinica e foi embora nao consegui ficar pensei que eu fosse dar um treco peguei o primeiro taxi e voltei para casa,agora marquei de novo pra segunda feira,mais estou c medo ate de sair de casa.quem tiver o msm problema e quizer conversar meu msn bruna-tmd@hotmail.com

    Responder


  27. anonimo
    28 de abril de 2012

    ainda não tenho certeza se sofro de panico,mas estava tendo uma das muitas crise enquanto lia o blog,mmas aiw li a parte que fala que o ataque de panico é com uma onda que aumenta e diminui,aiw eu melhorei.
    valeu

    Responder


  28. Cristiane
    10 de maio de 2012

    Olá,

    Fiquei muito feliz ao encontrar esse site, pois muitas vezes faltam esclarecimentos corretos sobre o assunto. Fui diagnosticada a dois meses de trantorno do pânico, após sofrer crises como as descritas aqui. Hoje estou em tratamento com medicação e terapia, meu maior desejo é que após o tratamento com medicação eu possa viver bem como antes.

    Gostaria até que me esclarecesse se isso é mesmo possível, se após desencadear uma crise e ser necessário medicação e tratamento, após o mesmo é possível ficar curada? Ou as crises voltarão e terei que conviver com esse mal?

    As vezes bate uma tristeza, em pensar que eu nunca tive sensações tão horríveis e agora tenho que conviver isso, e pensar que isso pode não acabar me deixa muito preocupada.

    Grande abraço

    Responder

RSS
Twitter
Facebook
Comentários
ASSINANTES
SEGUIDORES
FÃS
COMENTÁRIOS
6712
Dicas de Psicologia no seu Email
Dicas de Psicologia:





Assine a Escola Psicologia Assine a Newsletter da Escola Psicologia Escola Psicologia no Twitter Escola Psicologia no Facebook Escola Psicologia no Youtube Escola Psicologia no Google Buzz