Um ataque de pânico pode ser considerado como uma súbita onda de intensa ansiedade e medo arrebatador. O seu coração bate forte e você tem extrema dificuldade em respirar. Sente tonturas e eventualmente dor de barriga. Pode até sentir como se estivesse morrendo ou ficando louco. Caso não receba tratamento adequado, os ataques de pânico podem levar ao transtorno de pânico e outros problemas associados. Esta condição incapacitante, pode contribuir para que você deixe de fazer grande parte das suas atividades normais do dia-a-dia. Mas o ataque de pânico e/ou transtorno de pânico é tratável, e quanto mais cedo você procurar ajuda ou procurar alguma forma de superar o problema, melhor. Com o tratamento, ou implementação de estratégias adequadas para o efeito você pode reduzir ou eliminar os sintomas de pânico e recuperar o controlo da sua vida.
O Kit de emergência para ataques de pânico fornece informações sobre: Noções básicas acerca do que é um ataque de pânico, entender as causas dos ataques de pânico, o que fazer se tiver um ataque de pânico, como procurar ajuda e de que tipo.

O QUE É UM ATAQUE DE PÂNICO?
O ataque de pânico é um episódio de intenso medo ou receio de início súbito e de relativa curta duração, juntamente com uma assustadora onda de sensações físicas e pensamentos.
As sensações físicas podem incluir:
- Coração batendo rapidamente
- Tontura / desmaio
- Falta de ar
- Dores no peito
- Dormência / formigueiro
- Transpiração
- Agitação
- Náuseas
Os pensamentos podem incluir a sensação de que você está:
- Fora de controlo físico e/ou emocional
- A morrer
- A ter um ataque cardíaco / curso
- A desmaiar
- Enlouquecendo
Um ataque de pânico é uma intensa reação em cadeia, física e mental. Pode começar com uma simples sensação corporal ou um pensamento sobre algo ameaçador. Em poucos segundos, uma reação em cadeia é accionada, envolvendo pensamentos de medo, reações físicas, e sentimentos de terror e desespero. Na maioria dos casos, um ataque de pânico pode começar com uma variedade de sintomas e atingindo um pico dentro de 10 a 15 minutos, sendo que depois vai gradualmente diminuindo. Os efeitos secundários, no entanto, podem durar um longo período de tempo. Às vezes, pode demorar um ou dois dias só para voltar ao seu estado físico e mental normal, após um ataque de pânico. Com o tempo, os ataques de pânico podem começar a alterar a sua maneira de pensar, agir e sentir a sua vida diária, mesmo quando você não está tendo um ataque de pânico real.
Enquanto as sensações de pânico são uma resposta natural ao perigo, os ataques de pânico, geralmente estão fora de proporção em relação a qualquer perigo real que a pessoa pode estar enfrentando no momento. Eles parecem ter vida própria.
O QUE É O TRANSTORNO DE PÂNICO COM AGORAFOBIA?
A Agorafobia é um transtorno de ansiedade, que se caracteriza pelo medo de estar numa situação onde se pode experimentar a ansiedade ou pânico e onde escapar da situação pode ser difícil ou embaraçoso. Pessoas com agorafobia podem sentir-se ansiosas com algumas coisas, tais como a perda do controle da bexiga ou intestino ou receio de engasgarem-se com a comida na presença dos outros. Podem ainda sentir-se ansiosas quando estão sozinhas em casa, sair de casa, ou estar num lugar lotado, como em transportes públicos ou num elevador, onde possa ser difícil ou embaraçoso encontrar uma saída.
Muitas pessoas podem ter um ou dois ataques de pânico a qualquer momento das suas vidas, sem que necessariamente se torne incapacitante ou venham a desenvolver transtorno de pânico. No entanto, para algumas pessoas os ataques de pânico são recorrentes. Quando isso acontece, elas podem preocupar-se com os ataques e podem começar a mudar as suas vidas, isto acontece porque começam a desenvolver medo de poderem vir a ter outro ataque de pânico. Neste caso, podemos considerar que a pessoa desenvolveu um transtorno de pânico.
Algumas pessoas com transtorno de pânico, às vezes, começam a restringir as suas vidas por causa do incómodo dos ataques. Na grande maioria das vezes deixam de ir a locais públicos ou deixam de usar transportes públicos. Podem ainda sentir a necessidade de ter um parceiro ou amigo que os acompanhe na maior parte do tempo para se sentirem mais seguros. Este problema de ter receio de lugares públicos ou de estar em espaços abertos, tal como referi anteriormente, é chamado de agorafobia. Quando se verifica este quadro de sintomas ou situações incapacitantes e de evitamento, a pessoa desenvolveu transtorno de pânico com agorafobia.
A saber: O transtorno de pânico caracteriza-se por ter medo de vir a ter medo.
Situações ou atividades que você tem tendência a evitar se tiver agorafobia:
- Estar longe de casa.
- Ir a algum lugar sem a companhia de uma pessoa “segura”.
- O esforço físico (por causa da crença de que isso poderia desencadear um ataque de pânico).
- Ir a lugares onde não sejapossível uma fuga fácil (por exemplo, restaurantes, teatros, lojas, transportes públicos).
- Dirigir.
- Locais onde seria embaraçoso ter um ataque de pânico, como um encontro social.
- Comer ou beber qualquer coisa que pudesse provocar pânico (como cafeína, álcool ou certos alimentos ou medicamentos).
Atenção: Apesar da agorafobia poder desenvolver-se em qualquer altura, geralmente aparece no espaço de um ano após o primeiro ataque de pânico recorrente.
O QUE CAUSA OS ATAQUES DE PÂNICO E TRANSTORNO DE PÂNICO?
Nem sempre se tem uma noção clara acerca daquilo que provoca um ataque de pânico pela primeira vez. A vulnerabilidade e/ou susceptibilidade a ter ataques de pânico pode ser comum em algumas famílias ou algumas pessoas podem ter uma forma de ser e de pensar que as torna mais propensas. O primeiro ataque de pânico geralmente verifica-se em momentos de stress ou em reacção a uma experiência traumática. Após o primeiro ataque de pânico, as pessoas começam a prestar mais atenção aos seus sintomas físicos. Eles muitas vezes começam a ficar com medo das suas próprias reações físicas. Começam a ficar num estado de hipervigilância sobre os seus sintomas físicos ou algo que possam considerar como ameaça. Quando isto acontece, qualquer situação/alteração que produza uma reação física semelhante, tais como o exercício físico, emoções fortes ou mesmo uma mudança na temperatura, podem desencadear um ataque de pânico. A pessoa passa a fazer um conjunto de associações (de medo) erradas que provocam uma reação em cadeia, fazendo disparar o sistema nervoso autónomo que deixa a pessoa num estado elevado de excitação. Este estado de excitação é interpretado como perigoso, levando ao completo descontrolo.

É UM ATAQUE CARDÍACO OU UM ATAQUE DE PÂNICO?
Tal como já referi, a maioria dos sintomas de um ataque de pânico são físicos, e muitas vezes esses sintomas são tão graves que as pessoas pensam que estão tendo um ataque cardíaco. De facto, muitas pessoas que sofrem de ataques de pânico vão muitas vezes ao médico ou ao pronto-socorro (urgências) porque acreditam que a sua vida está em risco. Embora seja importante para descartar possíveis causas de sintomas médicos, como dor no peito, palpitações do coração, ou dificuldade para respirar, é na grande maioria da vezes o pânico que é ignorado como uma causa potencial do mal-estar sentido, e não o contrário. Se este tipo de episódio ou situação já lhe aconteceu, certamente desmistificou a possibilidade de sofrer de alguma condição médica prejudicial à sua saúde. Desta forma, pondere a possibilidade de procurar ajuda adequada ao seu problema, normalmente recorrendo a um psicólogo ou psiquiatra.
O QUE FAZER PERANTE UM ATAQUE DE PÂNICO?
Se até ao momento ainda nunca recorreu ao hospital, tal como referi anteriormente, o mais sensato será fazer um exame físico completo. O primeiro passo a ser dado, é marcar uma consulta com o seu médico para descartar qualquer problema de saúde física. Muitos sintomas do pânico podem ser assustadores e podem ser similares a algumas condições médicas. Se junto do seu médico confirmar que não há nenhum problema físico, você precisa lembrar-se disso quando voltar a sofrer de um ataque de pânico. A confirmação de que não existe nada de errado consigo é uma premissa para reestruturar a crença de que tudo não passa de medos “irracionais” e consequentemente nada de mal lhe irá acontecer.
O QUE FAZER DURANTE UM ATAQUE DE PÂNICO?
Tente não lutar contra o que você está sentindo. É importante relembrar-se que está a sentir uma intensa ansiedade e o mais certo é ser desproporcional a qualquer perigo real que possa julgar estar presente nesse momento. Muitas vezes, lutar contra os sentimentos, evitando-os ou tentar distrair-se pode realmente aumentar o seu medo de pânico e aumentar ainda mais o desconforto sentido. É importante relembrar-se que o pânico nunca é permanente, a maioria dos ataques de pânico nunca duram mais do que alguns minutos (em média, 4 a 6 minutos). Depois de atingir um pico de desconforto a tendência é para que a intensidade dos seus sintomas diminua.
Relaxe. O relaxamento é a chave para superar os ataques de pânico. As técnicas de relaxamento, tais como, relaxamento imagético, controlo da respiração e meditação podem ser praticados para ajudar a relaxar. Um exemplo de controlo da respiração é a respiração lenta e profunda.
Exemplo: respire calmamente e em silêncio, conte para si mesmo à medida que vai inspirando: 1 … 2 … 3 … 4 … 5…, sustenha a respiração por um breve momento e expire continuando a contar para si: 1 … 2 … 3 … 4 … 5 …, repita o processo durante cerca de cinco minutos para que o equilíbrio de oxigénio e dióxido de carbono possa voltar ao normal. Este é um processo muito eficaz quando utilizado aos primeiros sinais de um ataque de pânico.
Desafie o seu medo. Tente ser consciente acerca do que você está pensando e veja se consegue desafiar esses medos.
Apresento algumas perguntas que você pode fazer a si mesmo:
- “De acordo com o que agora sei sobre os ataques de pânico, e levando em consideração o recente check-up médico que descartou a possibilidade de qualquer explicação física para os episódios, estarei realmente tendo um ataque cardíaco, derrame ou a enlouquecer? O que eu temo está realmente a acontecer, ou o mais provável é que estes sintomas façam parte da minha resposta de ansiedade? “
- “O que é que eu aprendi da minha experiência com ataques de pânico? Já tive esses sentimentos antes e eles nunca me provocaram dano nenhum (morte), ou não passam de um ataque de pânico, tendo a causa no meu medo infundado?”
- “Se alguém que eu conheço estivesse sentindo estes sintomas, o que eu lhe diria para tranquilizá-lo que o que ele está sentindo são apenas sintomas de ansiedade?”
Dê um tempo a si mesmo. Tente não se apressar durante um ataque de pânico. Não tente distrair-se ou fingir que não está sentindo a ansiedade. Não deve fazer isso, porque muitas vezes é esse facto que aumenta a ansiedade. Reconheça os seus sintomas como “apenas os sintomas”, lembre-se que você pode separar aquilo que sente, daquilo que pensa ou do medo que está a viver. Algumas pessoas acham útil pensar no pânico como se fosse idêntico a “surfar uma onda ” em que a onda vai crescendo, atingindo um pico, para em seguida diminuir suavemente na praia. Quando se sentir restabelecido, volte ao que estava fazendo.
Desenvolva e aplique o poder do pensamento positivo. Outra forma que contribui para a redução dos ataques de pânico é perceber a maneira que você fala para si mesmo, especialmente durante os períodos de maior stress e pressão. Os ataques de pânico geralmente começam a formar-se quando você diz a si mesmo coisas assustadoras, como “Eu sinto-me tonto… Eu estou prestes a desmaiar!” ou “Eu estou preso neste engarrafamento e algo terrível vai acontecer!” ou “Se eu sair, eu vou perder o controlo e fazer má figura.” Estes pensamentos são chamados de “previsões negativas” e têm uma forte influência sobre a maneira como sente o seu corpo. Se você estiver mentalmente prevendo uma catástrofe, o seu corpo irá disparar uma resposta de alarme, uma resposta de “lutar ou fugir”.
Adote um atitude positiva, tente concentrar-se em pensamentos positivos, calmantes e capacitadores, como “Eu estou aprendendo a lidar com as sensações ansiosas de pânico e sei que algumas pessoas conseguem superar o pânico “ou “Isto vai passar rapidamente, e eu posso ajudar-me a mim mesmo, concentrando-se na minha respiração e imaginar um lugar relaxante ” ou ” Estes sentimentos são desconfortáveis, mas eles não vão durar para sempre. “
Para aprofundar este assunto, pondere ler os artigos:
Será muito útil lembrar-se de alguns dos seguintes factos sobre os ataques de pânico:
- Um ataque de pânico não pode causar insuficiência cardíaca ou um ataque cardíaco.
- Um ataque de pânico não pode fazer você parar de respirar.
- Um ataque de pânico não pode fazer você desmaiar.
- Um ataque de pânico não o leva a “enlouquecer”.
- Um ataque de pânico não pode fazer você perder o controlo de si mesmo (poder pode, mas apenas se você permitir).
PORQUE RAZÃO CONTINUA A TER ATAQUES DE PÂNICO?
Depois do transtorno do pânico se desenvolver, geralmente torna-se num ciclo diário de medo. O ciclo começa com a ansiedade antecipada sobre onde, quando e como é que o próximo ataque de pânico pode ocorrer. As pessoas com transtorno de pânico muitas vezes tornam-se conscientes e preocupadas com as mudanças físicas que podem acontecer no seu corpo. Esse crescendo de medo e ansiedade, muitas vezes leva ao aumento do medo da situação temida, aumentado igualmente a probabilidade de realmente ter um ataque de pânico e, para algumas pessoas, esta é a razão para evitar a situação por completo. As pessoas que têm transtorno de pânico com agorafobia, podem gastar muito do seu tempo evitando actividades e lugares que julgam poder vir a desencadear um novo ataque de pânico.
É importante, não deixar que uns poucos ataques de pânico se tornem num problema maior, a longo prazo. Alguns pontos-chave que deve levar em consideração, são:
Não evitar situações ou atividades habituais. Tente não evitar as situações ou actividades que estão relacionadas com o pânico. Por exemplo, não tente evitar o exercício, os transportes públicos, ou dirigir. Se você está começando a temer ou a evitar certas situações, precisa pouco a pouco voltar a fazer essas coisas. Esta é a melhor maneira de aprender que o pânico não precisa impedi-lo de realizar as suas atividades habituais e que você pode passar por isso sem prejuízos de maior.
Para aprofundar este assunto, pondere ler o artigo: 5 estratégias para aliviar a ansiedade
Evite auto-medicar-se. Evite a ingestão de álcool, isso não irá ajudar a diminuir as sensações de pânico e, a longo prazo irá torná-los pior. Os tranquilizantes, por vezes, têm um efeito muito curto, não sendo úteis a longo prazo, sendo que podem surtir num problema dado que é fácil tornar-se dependente. É importante que fique a saber que alguns medicamentos para a ansiedade podem ser viciantes. Deverá sempre obter aconselhamento médico acerca de qualquer medicação.
Evite o desenvolvimento de hábitos prejudiciais. Algumas pessoas com ataques de pânico começam a usar muitos comportamentos supersticiosos para se protegerem. Por exemplo, podem levar garrafas de água ou um determinado livro em caso de pânico, ou que só podem seguir determinadas rotas, pois transmite uma sensação de segurança. Se você executa algum deste tipo de hábitos insidiosos na sua vida, tente revertê-los. Embora possam parecer inofensivos, eles podem impedir a aprendizagem de que os ataques de pânico não são perigoso e que você pode conseguir lidar sozinho com a situação.
O QUE DEVO SABER MAIS, ACERCA DO TRANSTORNO DE PÂNICO?
Como em qualquer outro transtorno, as pessoas com transtorno de pânico podem ter várias complicações. Algumas pessoas pensam que são fracas ou que têm algum defeito, por terem ataques de pânico. A tensão e esforço que o transtorno de pânico coloca nas famílias, pode contribuir para o surgimento de problemas conjugais e familiares. Além disso, cerca de um terço das pessoas com transtorno do pânico também têm depressão ou problemas com drogas ou álcool. Se você tem transtorno de pânico ou agorafobia, e de acordo com o que anteriormente referi, um exame físico completo é o primeiro passo no seu processo de recuperação. Posteriormente procure aderir a um programa de recuperação e tratamento do transtorno de pânico.

OBTER AJUDA
Conversar com uma pessoa próxima (cônjuge, parente, amigo) pode ser muito útil, especialmente quando você se está sentindo muito angustiado. É importante não se tornar excessivamente dependente do apoio dos outros e deve decidir-se a lidar com os seus ataques de pânico e começar a enfrentar situações por si mesmo.
A boa notícia é que os tratamentos para o transtorno de pânico e agorafobia são eficazes. Existem dois tipos principais de tratamento que funcionam muito bem. São eles:
Terapia Cognitiva-Comportamental. A Terapia Cognitiva-Comportamental é normalmente aplicada por um psicólogo que lhe ensina as habilidades práticas para ajudar a superar os seus ataques de pânico. A terapia cognitivo-comportamental tem sido demonstrada em diversos estudos como o tratamento escolhido para os transtornos de ansiedade. É especialmente eficaz em ajudar as pessoas a superar os ataques de pânico, com cerca de 80% a 85% das pessoas a conseguirem superar o pânico, geralmente dentro de oito sessões de tratamento.
Medicamentos. Existem alguns medicamentos específicos que mostraram ser eficazes na redução dos ataques de pânico. Estes geralmente precisam ser tomados durante um período significativo de tempo e devem ser prescritos pelo psiquiatra. É importante levar em consideração e a toma de medicação pode ter um efeito negativo com o decorrer do tempo, dado que a pessoa pode associar a sua segurança ao medicamento, tornando-se dependente do mesmo.
Abraço








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Certeiro!
Espero que seja certeiro e consiga ajudar as pessoas que sofrem com este problema que "rouba" a qualidade de vida às pessoas afectadas.
Abraço
Agradeço as suas palavras. Espero profundamente que o artigo possa ajudar as pessoas que sofrem com os ataques de Pânico.
ABraço
Parabéns por mais um bom artigo.
Comento este, em especial, porque me revejo nele.
Tenho Transtorno de Pânico e Agorafobia há 8 anos. Durante este tempo consegui vencer muitas batalhas. Batalhas que para mim eram inalcansáveis. Mas neste último ano tive sucessivos acontecimentos que me fizeram andar para trás.
Vou recomeçar tudo de novo e vou vencer.
Obrigada por esta ''lufada de ar fresco''.
Continue com o seu bom trabalho.
Cunprimentos
Eu até comentei em outro artigo que num momento de ansiedade no trabalho... mil coisas passando pela cabeça, me ocasionou uma arritmia com formigamento das mãos e pés, realmente é uma sensação muito ruim parecia que eu estava "batendo as botas"....rsrs
Mas no mesmo dia fiz todos os exames cardíacos e graças a Deus não tenho nenhum problema fisico.. o problema era minha cabeça.. .rsrs
Não tive escolhe, optei pela ajuda de um psicologo que me fez enxergar de uma outra maneira as situações embaraçosas da vida...
Bom, hoje graças a Deus estou muito melhor, o meu único problema agora é a ansiedade... mas só mesmo com o tempo e muito treino conseguimos o auto controle não é?
Para mim, o melhor remédio foi e continua sendo os Exercícios com respiração (IOGA/PILATES).
Recomendo sem moderaçao...rsss
Abraços
Fico contente pelo facto doa artigo a poder ajudar e lhe dar um impulso para voltar a sentir-se melhor.
Coragem e continue a "lutar" pelo seu bem-estar.
Abraço
Estoy muy contento por el artículo será de utilidad.
Muy agradecido por su amabilidad
Abrazo
Mas um tempo pra ca eu sofro de Zumbido que pra mim era muito encomodo para mim, mais agora já estou acostumado mais as vezes penso que eu sou uma pessoa louca,doida e não sei se isso se significa Pânico
Você pode me ajudar a parar de pensar dessa maneira?
Certamente não se trata de loucura, não é uma pessoa louca. Fique descansado, a loucura não se manisfesta dessa forma.
Relativamente ao zumbido, isso por vezes (raramente) é um sintoma associado aos ataques de pânico. É preciso saber em que condições isso acontece e com que frequência. Em situações de stress? Em público? Em casa? Sozinho?
Abraço
Enquanto ao meu pensamento na loucura vou relaxar mais e não pensar mais nisso por que pensamento está me encomodando MUITO.
Obrigado.
Provavelmente o facto de escutar um zumbido, está a associado a situações e sítios stressantes para você. Pode ainda estar associado a algumas preocupações que tenha. Tente perceber melhor o que pensa, em que situação se encontra, com que pessoas esta quando isso acontece. Tente perceber se existe um padrão que possa ter sido desenvolvido e esteja na causa do zumbido?
Abraço
Não os ataques de pânico não ocorrem por períodos tão grandes. Um episódio de pânico dura em média 5 minutos, atingindo um pico intenso de desconforto, sendo que após esse pico a tendência é para que diminua.
Normalmente não acontecem todos os dias. Se não sofre de nenhuma doença cardíaca, os ataques de pânico não originam "falhas" cardíacas. O que provocam é um aumento do rítmo cardíaco e hiperventilação.
Abraço
A sua resposta está expressa no artigo, é preciso ler.
Abraço
tenho crise desde os 14 anos, hj tenho 28, nunca tomei remedio e nem fiz terapia, porem vivo com medo constante de ter crises o tempo todo, porem ao longo dos anos tenho me controlado bem, em media 1 crise por ano ou 1 a cada 2 anos, esse ano ja foi espero que a proxima demore...
queria acredecer novamente os artigos do site pois dessa vez obtive muitas respostas que procurava, desde ja muito obrigado mesmo...
fique com Deus...Sorte!
Fico sempre muito contente quando os artigos vão ao encontro das necessidades de quem precisa. Agradeço a descrição que fez acerca dos seus sintomas e situações problemáticas que viveu, os relatos podem ser sempre de grande utilidade para outras pessoas que sofrem dos mesmos problemas.
Fico esperançado que com a aplicação de algumas das sugestões do artigo possam alíviar e diminuir o seu problema.
Abraço
Abraço
Rafael
É com enorme gosto que leio as suas palavras. Fico satisfeito que o artigo o possa ajudar e se sinta motivado para aplicar algumas das dicas da Escola Psicologia.
Força, esperança e convicção
Abraço
Gostei muito de ler isto , no fundo tranquilizou-me , eu á 3 meses para cá , que sinto que me vai faltar o ar , que vou morrer abafada quase . Ninguém sabe disto que sinto e nem procurei médico , só uma amiga de infancia é que sabe pq tambem passou por isto ,
Não sei o que fazer mais para isto parar.
Fiz análises á uns 4 meses e tava tudo bem comigo.
Acha que deva procurar um médico ?
Obrigada pelo post
Esconder o problema, principalmente de si não é a solução. Sim, acredito que necessita procurar ajuda profissional, inicialmente pode ir ao seu médico assistente, mas provavelmente pode necessitar de um acompanhamento mais prolongado através de um programa de tratamento. Tente informar-se das possibilidades, mas sempre apoiada num diagnóstico profissional.
Sorte
Abraço
Peço a Deus que me livre definitivamente desse mal, incapacitante e terrível.
Obrigada pelo site, gostei muito e continuarei visitando.
Sueli Ramos/Brasil
Obrigada!
Na verdade, não consigo responder-lhe à sua principal questão: O que se passa com você? De qualquer forma, já fez o primeiro passo, foi ao hospital e confirmou que não tem nenhum problema físico, o que podemos apontar para uma questão psicológica que está a provocar esse mau estar e angústia. Certamente iria beneficiar da aprendizagem de um conjunto de estratégias para reduzir os sintomas físicos. Deve também tentar perceber os mecanismos da ansiedade e as razões porque normalmente se começam a criar dificuldades de andar sozinho e andar em espaços abertos.
Pondere ler os artigos: http://www.escolapsicologia.com/sofre-de-ansiedade-perceba-porque/
http://www.escolapsicologia.com/estrategias-para-aliviar-a-ansiedade/
Abraço
Primeiramente, parabéns pelo seu artigo!
Tenho 42 anos e fico receioso em me encontrar em locais públicos, pois a sensação de confinamento e a impossibilidade de uma eventual ação, me causa pânico.
Além dos artigos citados por você, tenho pesquisado à fundo estas questões pertinentes a ansiedade e acredito que, pelo que pude pesquisar, que eu tenho agorafobia.
Gostaria de evitar o uso de medicamentos, pois li que estes podem causar dependência. Devido a isto, por gentileza, gostaria de saber se a Yoga poderia combater esta fobia ou teria outra alternativa para exterminá-la, talvez medicamentos naturais?
Muito obrigado.
Os transtornos de ansiedade, quando instalados e permamentes ao longo de algum tempo, ganham vida própria, pelo que consegue descever os seus sintomas , dificuldades e angustias, mas pela lógica é extremamente dificil melhorar. Como é óbvio, não quero passar a mensagem de que não conseguirá superar o seu problema, não é isso que pretendo afirmar. O que lhe quero transmitir é que devido à natureza de alguns transtornos de ansiedade, os programas de tratamento, são complexos, regem-se por normas e estratégias sequênciais, que necessitam de rigor e precisão. De uma forma individual, mesmo com dicas e orientações, torna-se dificil a auto-ajuda, pelo menos sem alguma supervisão de alguém entendido.
O Yoga, pode contribuir para a dimunuição dos sintomas corporais desagradáveis e eventualmente para uma melhor sensação de controlo de determinados aspectos, mas nunca pode ser considerado um tratamento. Relativamente à questão dos medicamentos, quer sejam naturais ou não, voltamos a uma velha questão. Não existe medicamento nenhum no mundo que lhe ensine alguma coisa. E muito provavelmente aquilo que mais necessita é aprender a lidar com um conjunto de dificuldades específicas do seu dia-a-dia.
Procure esclarecer-se melhor
Abraço
TENHO 34 ANOS E SOFRO FAZ 4 ANOS ..TENTANDO LUTAR TODOS OS DIAS COM A CRISE DO PANICO..FICO PENSANDO PORQUE FUI A ESCOLHIDA PARA PASSAR POR ESSA PROVA, REALMENTE NÃO É FACIL.. ESTOU MUITO FELIZ DE LER O ARTIGO.. E SABER QUE NÃO SOMENTE EU COMO MILHARES DE PESSOAS PASSAM POR ISSO, E LUTAM CONSTANTE,FAZ 2 SEMANAS QUE NÃO TENHO SENTIDO MAIS NADA..ESTOU TAÕ FELIZ...PORQUE ME SINTO VIVA.. RESPIRO MELHOR...SORRIO, BRINCO...SOU EXATAMENTE QUEM EU SEMPRE FUI A 30 ANOS..NÃO SEI SE VAI VOLTAR.. SÓ SEI QUE IREI SUPERAR E NÃO TEM COISA MELHOR NA VIDA DO QUE SENTIR DE ESTAR VIVA...
achei tambem como todo mundo q era problema cardiaco, mas passai tres vezes pelo cardiologista fiz eletro e ecocardiograma e deu tudo normal, so uma obs: (Pequeno prolapso na valvula mitral) o q quer dizer, é normal? e a SP tem cura? pois não aguento mais, maltrata muito agente, valeu abraço!
Relativamente ao seu problema na valvula mitral, aconselho-o a informar-se com o seu médico. No que diz respeito aos ataques de pânico, posso afirmar que existe possibilidade de tratamento, tal como refiro no artigo. Os ataques de pânico são um problema psicológico e com a devida aprendizagem de determinadas técnicas, podem ser tratados. Se a frequência e a intensidade dos seus ataques de pânico já estão num grau insuportável é importante que procure ajuda profissional. Não sofra desnecessariamente, procure ajuda.
Abraço
Felicito-o por ter conseguido ter força e coragem para ultrapassar a sua dependência.
Relativamente ao pânico e dado que está medicado, o melhor é seguir o tratamento à risca de durante o tempo recomendado pelo seu médico. Caso verifique que passado 4/5 semanas o seu problema não melhora, pondere colocar algumas questões ou eventualmente procurar ajuda psicológica. É importante que saiba que o transtorno de pânico têm taxas de eficácia na ordem dos 85% com terapia cognitivo-comportamental.
Sorte e perseverança.
Abraço
faz 5 anos q sofro contra ataque de panico.
agora sofro tb de hiperventilaçao sofro muito pelo q mim estar acontecendo.
pq moro na italia è faz 5 anos q nao vou ao brasil pq fico com muito medo de viajar de aviao, mais tenho fè em deus q vou superar tudo isso...tenho uma filhinha de 2 aninhos è nao quero passar nada disso p ela...muito obg.
muito obg
Existem alguns alimentos que realmente podem promover os sintomas dos ataques de pânico, e todos estão ligados ao seu principio ativador, todos os que na sua composição contenham substâncias estimulantes fazem parte desse grupo de alimentos.
No entanto, se sofre de ataques de pânico, é necessário fazer muito mais do que apenas deixar de ingerir determinados alimentos estimulantes.
Abraço
É provável que possa estar a sofrer de crises de pânico, associado a algum momento de elevado stress que tenha enfrentado.
Procure ajuda profissional para um diagnóstico preciso.
Estarei sempre disponível para esclarecimentos.
Abraço
Já estive aqui antes e logo procurei ajuda médica, realmente tenho sofrido de transtorno do pânico (síndrome do pânico conforme disse o médico), tenho tomado medicações tais como Rivotril 2mg e 60 mg de Flouxetina, porém sinto que a medicação não esta resolvendo ainda tenho pavor de ficar em lugares fechados a sensação de sufocamento sempre aparece. Tenho sofrido muito, porque minha família acha que é frescura minha e que não devo tomar esses medicamentos controlados, minha mãe chegou a esconder meu remédio de mim para que eu não tomasse. Sinto-me um lixo, ninguém me apóia todos dizem que é frescura minha, que faço isso para aparecer, mais juro que não é verdade não faço isso para aparecer ao contrário jamais queria sentir isso na vida, sinto-me refém do meu medo, o que devo fazer, não tenho com quem desabafar a esses respeito. Me ajude, por favor.
Escrevo de Portugal para o felicitar por este site. Esclareceu-me muito pois fiquei a saber com exemplos que há muitas pessoas que têm sintomas muito semelhantes aos meus. Consultei os médicos para despistar qualquer problema físico. O diagnostico foi sempre comum aos 3 médicos que me viram... Ansiedade. Nunca se referiram a ataques de pânico, fcaram-se sempre pela palara ansiedade. Não sei se é a mesma coisa...Aconselharam-me a pedir ajuda a um psicologo caso sentisse que estava a perder qualidade de vida. Medcamenos só em S.O.S. disseram eles. Penso pedir essa ajuda mesmo pois acredito que conseguirei ultrapassar isto de forma mais rápida e mais sustentável com uma orientação mais correcta.
Obrigado pelos esclarecimentos e por permitir que as pessoas possam partilhar as suas esperiencias... penso que isto já é terapeutico.
Abraço.
Nuno
A ansiedade quando sentida de forma extrema, pode originar ataques de Pânico.
Na atualidade a terapia cognitivo-comportamental apresenta elevados indices de eficácia no tratamento.
Sem dúvida que um psicólogo experiente nesta abordagem pode ajudá-lo a superar o seu problema.
Abraço
A sua descrição foi bem longa :)
Neste espaço nunca poderei fazer diagnóstico algum, os diagnósticos obedecem a um conjunto de procedimentos, nunca podendo ser efetuados neste espaço.
Sem dúvida que sofre de um conjunto de associações negativas relacionadas com os disparos de ansiedade. Apresenta algumas carateristicas do transtorno de pânico, ainda assim fez genertalizações a outras situações de vida. O diagnóstico concreto, talvez não seja prioritário para si, mas sim procurar ajuda profissional
Vou ser um pouco perentório consigo. A grande maioria das pessoas é amplamente afetada por problemas como os que relatou. Estranhamente, pouco ou nada fazem para ultrapassá-lo, podendo fazê-lo.
Se você tiver uma terrível dor de cabeça durante alguns dias seguidos, vai procurar ajuda profissional, certo?
Pelo que vejo o seu problema é muito superior a uma dor de cabeça. Porque não procura ajuda?
Aqui mesmo na escola psicologia disponibilizamos ajuda profissional:
http://www.escolapsicologia.com/sessoes-online/
A informação que coloco no blog, certamente permite perceber que ajudo muitas pessoas a recuperar dessas situações. Existem outros colegas profissionais que podem ajudá-la no ligar onde vive, caso não pretenda marcar uma consulta aqui no blog. Mas se pode melhorar porque razão continua a sofrer?
Força e boas decisões
Abraço
Gostei muito do que vc escreveu é exatamente assim como eu me sinto.
Desde crianca tenho alguns ´probleminhas mais sempre tirei de letra.
Mais um belo dia fui em um lugar perto da miha casa a pe,e comecei a ficar tonta voltei para casa correndo e parece que quando vc esta assim a sua casa nao chega nunca,cheguei em casa miha mae mediu miha pressao estava 10/7 tudo bem depois desse dia tentei ir mais uma vez e quando eu ando fico tonta.se passaram 2 semanas e nao consigo fazer mais nd estou c taquicardia muito calor nauseas tonta cabeca pesada parece que vou dar um treco minha respiracao mtu curta,parei no ps bati um eletro e eu estava com 180 de batimento cardiaco por min,pensei que fosse morrer tomei propranolon e diazepan me senti um pouco melhor,mais todos os dias estou c taquicardia e com medo de dar outro ataque
sem falar que marquei o psiquiatra ontem um amigo me deixou em frente a clinica e foi embora nao consegui ficar pensei que eu fosse dar um treco peguei o primeiro taxi e voltei para casa,agora marquei de novo pra segunda feira,mais estou c medo ate de sair de casa.quem tiver o msm problema e quizer conversar meu msn bruna-tmd@hotmail.com
valeu
Fiquei muito feliz ao encontrar esse site, pois muitas vezes faltam esclarecimentos corretos sobre o assunto. Fui diagnosticada a dois meses de trantorno do pânico, após sofrer crises como as descritas aqui. Hoje estou em tratamento com medicação e terapia, meu maior desejo é que após o tratamento com medicação eu possa viver bem como antes.
Gostaria até que me esclarecesse se isso é mesmo possível, se após desencadear uma crise e ser necessário medicação e tratamento, após o mesmo é possível ficar curada? Ou as crises voltarão e terei que conviver com esse mal?
As vezes bate uma tristeza, em pensar que eu nunca tive sensações tão horríveis e agora tenho que conviver isso, e pensar que isso pode não acabar me deixa muito preocupada.
Grande abraço
Eu tenho 17 anos e passei por um período de depressão, não sei se foi pelo uso de drogas ou se foi por problemas de relacionamentos com amigos e familiares. Na verdade há pouco tempo venho melhorando da depressão mas os sintomas de ansiedade ainda são altíssimos. Eles geralmente acontecem quando estou com amigos ou quando estou sozinha perto de desconhecidos. O meu primeiro ataque aconteceu quando eu estava com a minha mãe num café no centro da cidade, eu me senti muito mal e quis desesperadamente sair dali. Até então aquilo não tinha me afetado muito, mas percebi que costumava ficar muito nervosa na presença das pessoas quem conheço pouco ou desconhecidos. Esse fato nunca tinha me incomodado tanto até o dia em que eu fiquei esperando meus amigos numa pub muito frequentada e com muita gente e eu estava sozinha, até então eu respirava fundo, mesmo me tremendo e com o coração acelerado eu conseguia controlar isso até que passou. Quando os meus amigos chegaram eu tomei um comprimido de Ecstasy e meia hora depois quando sentamos no mesmo lugar onde eu tive a primeira crise eu me senti à beira da loucura, não sabia diferenciar se eu estava entrando em uma bad trip ou se estava tendo um ataque de pânico. Eu corri, fui pra muito longe das pessoas com quem estava e de estranhos e pensei em suicídio. Tudo o que eu queria era que os pensamentos ruins acabassem mas se eles se tornavam impossíveis de acabar e eu me vi a beira da loucura. Depois de 20 minutos eu fiquei bem novamente.
Eu gostaria de saber se o ecstasy, lsd e cannabis podem desencadear ataques de pânico porque os meus amigos nunca parecem ter bad trips ou ataques do pânico quando eu geralmente sempre pareço ter.
Obrigada.
mas vou tentar: eu quando tenho uma viagem para fazer por exemplo marcada para daqui um mes ja comeco a ficar ansioso desde ja na noite anterior a viagem ja nem durmo direito tenho raiva de ver as malas principalmente quando sao muitas ,ja comeco a pegar um monte de medicamentos numa sacolinha no dia da viagem vou calmo ate a chegada do destino. quando vai se aproximando a noite.eu comeco a pensar e agora estou longe de onde vim me da vontade de voltar na hora,ai penso ,como ja esta escuro (noite)penso como vou voltar todos aqueles kilometros que fizemos durante o dia,se ja nao tenho forcas para voltar dirigindo pois estou cansado,e mesmo que outro tenha vindo dirigindo, como posso pedir para ele voltar se acabamos de chegar,no local num hotel ou num resort maravilhoso,ai comeca a ansiedade eo panico forte,vem pensamentos de toda aquela viagem eu queria que num passe de magica eu estivesse la na minha cidade ,casa penso no asfalto no carro voltando no escuro .sempre estou com a famila .imagina o transtorno que da todos viram uma fera comigo,dizendo que e frescura ,chiliques,se por acaso tem alguem com algo parecido contate-me obrigado
Obrigada pelo ótimo trabalho que faz nesse site, ele é realmente muito esclarecedor e está me deixando melhor quando tenho ataques de pânico.
Comecei a ter isso quando passei a tomar um anticoncepcional para melhorar a acne há uns quatro meses atrás. Só que nesses 4 meses, eu andava muito estressada, muito ansiosa, muito irritada, e me cobrava ainda mais. Até que teve uma noite que me deu um ataque de pânico, meu coração ficou muito acelerado, eu fiquei tremendo, com dores no peito, pensei que fosse morrer. Depois daquilo, fui a ginecologista e perguntei se isso seria o efeito colateral do anticoncepcional, ela disse que não e falou pra eu continuar.
Mas os ataques de pânico demoravam muito para passar, e as espinhas não sumiam, então eu resolvi parar.
Parei de tomar a um mês, os ataques não duram tanto tempo quanto antes, mas eu ainda continuo tendo...
Já fui em um cardiologista, e por lá ter tido outro ataque de pânico, agora tenho medo de ter outro quando vou em médicos.
Ele disse que eu estava assim por andar muito estressada e me deu um calmante, eu só tomei por uns dias, mas logo parei porque estava atrapalhando a minha vida que é bem agitada e preciso utilizar muito o cérebro pois estudo muito e trabalho nessa área.
Mas estou passando por um momento muito difícil... Tenho ataques de pânico todos os dias, meus pais só me deixam pior, dizem que é frescura, que é falta do que fazer, não tenho apoio de ninguém, e muitas das vezes choro por bastante tempo por ninguém me compreender..
Fiquei feliz por ter encontrado esse site, e espero que mesmo sozinha consiga passar por essa barra!
Se alguém puder me ajudar, eu também agradeço!
Melhoras para todos.
Achei esse site ótimo. O primeiro ataque de pÂnico que tive foi há 10 anos. Eu estava passando por problemas no meu casamento(hoje sou separada). Eu estava na rua e de repente me deu uma taquicardia forte, a minha respiração ficou rápida. Achei que ia morrer. Pedi para sair mais cedo do trabalho. Quando cheguei em casa me senti tranquila. Mas no dia seguinte ao trabalhar me deu novamente. Achei que estava ficando maluca. Resolvi procurar um psicólogo. Ele me ajudou bastante, mas tive que procurar um neurologista para entrar com medicação, pois só a terapia não estava ajudando. Fui ao cardiologista, fiz todos os exames e deu tudo bem. O tratamento com o psicólogo me ajudou muito, pois quando sentia que ia ter o ataque de ansiedade fazia o exercício da respiração, pensava em coisas positivas, ou seja, eu tirava o foco de mim, como o psicólogo me ensinou. E continuei a viver a minha vida. Tive alta do psicólogo e do neurologista.
Mas de um ano pra cá tive um problema muito estressante e comecei a ter ataques de novo. Voltei a procurar o psicólogo e voltei a tomar o remédio. Estou agora no meu trabalho(02/08/2012) sentindo como se a minha cabeça fosse explodir de tanta pressão(como se a minha pressão fosse subir) e não sou hipertensa. Até para fazer o exercício da respiração tenho dificuldade pois é como se não fosse funcionar. O interessante é que quando comecei a escrever aqui eu me acalmei um pouco. Acho que é porque estou tirando o foco da pressão na minha cabeça.
Além da respiração rápida, tensão muscular e pressão na cabeça também é sintoma de ataque de pânico?
Se eu diminuir o café(só gosto de café preto e adoro café expresso) pode diminuir esses ataques na parte da manhã?
Obrigada.
Cláudia.
Fico muito contente que o artigo tenha sido útil e acima de tudo que tenha percebido que com ajuda profissional pode vir a melhorar o seu problema. Não perca tempo, procura mesmo ajuda profissional. Não sofra desnecessariamente quando a melhoria é possível.
Abraço
Um GRande Abraço e mais uma vez, obrigada!!
Caroline Carossa, Minas GErais, Brasil.
o que faço?
Qual a melhor terapia?
Acabei de ter um ataque de panico,sentir dormência nas mãos, incomodo no peito,sensação de desmaio,calafrios .minha pressão arterial foi para 150 x 100.meu pulso 115,queimação estomacal,tontura e escurecimento da visão.
Esse quadro esta me acompanhando a pouco mais de 1 més.
Estive internado durante nove dias realizando uma sessão infinita de exames ,coletas de sangue a cada 3 horas , furar o dedo para verificar a diabetes ,eletrocardiogramas ,ecocardiograma , cintilografia e varias injeções na barriga
Nada fisicamente foi encontrado, onde fui orientado que procurasse um medico psiquiatra para tratar de forma direta no meu subconsciente pois se tratava de uma possível síndrome do panico.
Até essa data ,fiz duas consulta com o profissional da área e ainda não obtive nenhum resultado.
te peço uma ajuda, pois apenas autocontrole esta difícil
Tenho ataques varias vezes ao dia !
Por favor se souber de algo eficaz peço humildemente que compatilhe isso conosco.
Ao estar a ser acompanhado por um profissional de saúde, esse é o caminho. Mas, como tudo na vida, nem sempre a eficácia do tratamento é a que desejamos. Na verdade não posso dizer-lhe que exista algo de milagroso que possa melhorar a sua condição (ataques de pânico). O que existe sim é terapia. No meu caso, utilizo a abordagem cognitivo-comportamental para o tratamento dos transtornos de ansiedade, como o caso dos ataques de pânico. Caso pretenda a minha opinião profissional, pode aderir ao meu serviço de consultas online em: http://www.escolapsicologia.com/sessoes-online/
Abraço
Apenas mais uma pergunta: è normal sentir esse ataques varias vezes ao dia ?
A noite é pior ?
Abraços.
Mayara - Brasil.
Agradeço imenso o seu testemunho, e fico igualmente agradecido pelas suas palavras. O seu reconhecimento é elucidativo do alcance e do valor da informação aqueles que mais precisam. Fico contente pelo renascer da sua força e pelo desejo de recuperar a sua vida nas suas mãos.
Força, sorte e convicção
Abraço
Se já está a ter acompanhamento psicológico, é importante que faça essas questão ao profissional que a acompanha. Na grande maioria das vezes os medos são irracionais, baseados em crença inadequadas. Para ultrapassar esses medo, é necessário reestruturar algumas dessas crenças e implementar novas forma de pensar acerca dos assuntos incómodos.
Boa sorte
Abraço
Primeiro, quero agradecer por abordarem esse assunto tão importante e misterioso, pois é muito difícil obter informações claras sobre o assunto tratado aqui, ainda mais para os que sofrem deste mal. Será de grande valia todas essas informações, em destaque: como agir durante uma crise.
Tenho 25 anos e acho que sou muito novo para ter sido diagnosticado com síndrome do pânico, sinto medo de ficar sozinho quando estou ansioso, medo de morrer, medo de ter um infarto, medo de viver, medo dos obstáculos naturais da vida entre outros. Comecei um tratamento com minha psicóloga tem poucos dias, mais ainda não consegui psiquiatra. As vezes me pergunto: será que vou me curar?!
Tenho uma dúvida, na minha primeira crise eu fiquei todo duro, meus músculos travaram (todos), é normal durar mais que 30 minutos?!
Desde já agradeço a atenção..
eu por dia sinto no máximo 3 ataques .. os meus são uma terrível falta de ar e começo a dizer que vou morrer e ligo para a minha mãe a dizer que a amo e que não a quero perder e ela chora ... eu sinto me cansa já sem forças eu não consigo ir para a faculdade sozinha, não consigo andar de transportes públicos nem sequer conduzir sozinha e quando saio do meu meio da me logo um .. e o pior de tudo não consigo andar sozinha nem ir ter com os meus amigos,... basicamente eu mal vivo a minha juventude ..
Por isso, a todos vocês que sofrem deste mal que Deus vos dê muita força e acreditem em vocês que tudo irá passar : )
Estou tendo um ataque de panico neste exato momento. Fui diagnosticada com Sindrome do Panico e depressão em junho deste ano, logo apos sofrer um aborto. Me sinto muito mal e com muito medo de tudo, não temos somente pela minha vida,m as tambem preocupo-me com a segurança dos meu familiares. Ha pouco tempo o meu esposo se atrasou para chegar em casa e havia deixado o celular no carro e isso ja foi motivo p eu entrar em desespero e cair aos prantos.
Faço uso de medicações ha cerca de 6 meses e tenho as crises com pausas consideravelmente demoradas, mas quando acontece é muito forte, tenho a sensação de fraqueza, parece que vou desmaiar. Agora a pouco tentei dormir mas fui surpreendida com taquicardia, em seguida tive diarreia e aquele medo de morrer, corri e tomei 1 comprimido de Olcadil 1 mg, ja me sinto melhor, mas com medo de que volte. \ler o seu texto agora me foi grande valia, pois mais uma vez pude me certificar que isso é passageiro, agora até passar essas informações ao meu cerebro vai demorar um pouco. Mas tenho fé em Deus que sera mais uma crise passada e esquecida. Obrigada pela ajuda
Iara Silva Leandro
São Paulo - Brasil
Deve esta ''cansado'' de ouvir tantos elogios pois serei a milesima pessoa a te elogiar pelo artigo, fiquei na duvida pois vc fez um artigo certeiro, já passou por isso alguma vez?
Você soube expressar o que muitos sentiam ou sentem. PARABÉNS, vc me ajudou muito. Sinto tudo o que relatou no artigo mais os sintomas são tão parecidos como se estivesse com um ataque cardiaco quando fui ao medico o mesmo disse que esta tudo certo comigo mais o medo é tão grande e ansiedade que você acredita que o medico errou e que preciso repetir o exame pois não é normal eu sentir tudo isso antes de conhecer o tal sindrome do panico. HOJE lendo este artigo estou me sentindo muito melhor de verdade. Pois estava deixando de fazer muitas coisas e até mesmo de dançar me divertir com medo de sentir tudo de novo, deve imaginar como foi o meu ano novo, eu emagreci muito por conta disso, acordava a sustada e preciso ter alguém do meu lado que é o meu namorado que esta me ajudando e muito.
Mais...
Só venho agradecer mesmo e espero que faça mais artigos como esse.
Obrigada
Desde ja agradeço pelas informações que adquiri no site e a voçê por ajudar tantas pessoas.
Adorei os textos, está de parabéns...
abraço
Me formei passei em um concurso público, e quando o telegrama de convocação chegou trouxe com ele a dúvida o medo e a ansiedade. Mas eu não poderia desistir, devia isto a minha família, aos meus filhos, que sonhavam com uma vida mais tranquila financeiramente após a minha contratação. Mas a barra foi tão pesada ora mim, que já não dormia mais, não tinha mais sono, o meu coração vivia acelerado, passei a sentir muita sede e acordava a noite para beber água e ir ao banheiro, pensei que estivesse com diabetes. Comecei a trabalhar com toda a emoção a flor da pele, cheguei em casa feliz por ter dado conta, estava vendo TV de pijama e não mais que derrepente comecei a sentir o coração muito acelerado, uma dor no braço esquerdo, formigamento das mãos, suor em excesso, dedução "estou enfartando". Fui parar no pronto-socorro, realizado eletro (normal), pressão arterial (alterada), batimento cardiado (alterado). O médico perguntou: tá passando por sstress?
eu disse que não, porque arrumar emprego não deveria ser stress negativo. O médico disse que não era nada. Tudo bem me convenci de que não era nada. No outro dia tentando enfrentar os desafios da profissão percebi que estava pior e tentava me equilibrar, me senti mal deduzi ser fome, fui comer, não consegui engolir nada, a partir daí não comia mais, parecia que eu não tinha mais equilíbrio o meu corpo parece que ia para frente e para trás, mas eu estava parada. Piorei de tal maneira que fui levada ao pronto socorrro e após o eletro o médico disse que eu havia enfartado, imagina e que foi isto para alguém com síndrome do pânico ainda sem diagnóstico. Corremos para outro hospital e lá com o eletro na mão encontrei um cardiologista que quis me ouvir. Ele fez a seguinte pergunta: "como esta a sua vida, a calma dele me levou a contar tudo, tudo mesmo. Ele me mostrou um caminho, disse: quando você sair do teu emprego, você vai melhorar, se insistir tua família pode pagar um preço muito alto". Entendi que o meu trabalho estava me fazendo muito mal.
Mas como deixar para trás, eu era concursada é algo que muita gente quer. Então decidi abrir mão.
Saí do trabalho, mas o problema continuou. Tive uma crise de pânico dormindo, e fui novamente parar no PS. Deduzi que meu caso era mesmo emocional pois não tinha nada no coração. Marquei com uma psiquiatra. "O especialidade difícil de se conseguir consulta" e um mês e meio depois fui diagnosticada com SÍNDROME DO PÂNICO. Medicação e terapia, a medicação demorou um pouco para fazer efeito. Mesmo medicada tive crise onde tive que fracionar a tomada do calmante. Mas... aos poucos fui me equilibrando, a terapeuta não foi legal, difícil encontrar no convênio psicologos realmente bons, esta só sabia bocejar a sessão inteirinha.
Foram 2 anos de tratamento medicamentoso. nunca mais tive uma crise, as poucas vezes que ela ameaçou, consegui combate-la desafiando os pensamentos com o conhecimento que já havia adquirido: não vou morrer, ataque cardíaco é diferente disto, vai passar, dura apenas alguns minutos, respiração profunda e tranquila, isso tudo funciona mesmo.
Conclusão estou curada, já não tomo medicação há 6 meses.
Porém ontem após uma sessão de exercícios físicos, senti uma dor no braço esquerdo e em frações de segundo o meu pensamento disse: enfarto. Sabe o que aconteceu? O meu coração foi a 120BPM, eu corri para beber água, achei que estava com a pressão alta, fui tomar um banho bem quente, vi minhas mãos ficarem roxas, diminuí a temperatura da água do chuveiro. E disse para mim mesmo que aquilo já ia passar. Quanta adrenalina... fiquei com uma moleza depois, tomei calmante, fui dormir. Hoje estou melhor, mas não 100%. Parece que meu coração dói. Bom já está na hora mesmo dos exames de rotina com o cardiologista. Não será sempre assim. Vai passar, um dia ela vai e nunca mais voltará.
Um grande abraço
Há 6 messes atrás, senti algo desconfortável no peito (foi ai que tudo começou), fui ao cardiologista e fiz alguns exames, não deram em nada, não fiquei satisfeito, (porque foram poucos exames que o medico pediu) e pq eu tinha as dores, elas eram reais.
Tempos depois fiquei quase conformado de que não era nenhum problema cardíaco, comecei a fazer exercícios físicos, e essas dores começaram a se tornar raras.
Mas ai veio AS DORES de cabeça, fiquei apavorado, pensando que tinha um tumor, avc (Pois sou hipocondríaco). Foi ai que eu resolvi procurar na internet os sintomas e me identifiquei com ANSIEDADE / SÍNDROME DO PÂNICO (não conhecia esses transtornos), durante esse período tive varias crises de pânico pelas dores no peito, na cabeça fui parar no pronto socorro.
Não satisfeito, fui ao neurologista, e ele me diagnosticou com enxaqueca cronica que foi desencadeada pelos transtornos, fiquei bem mais tranquilo enquanto a isso.
Duas semanas depois de ter ido no neuro, as dores do peito voltaram com muita frequência (tinha parado de fazer exercícios físicos, e ainda estou parado). E dessa vez vieram bem mais fortes, varias crises de pânico, pensando que eu iria ter um infarto aconteceram. E como quando fui ao cardiologista fiz bem poucos exames, ainda fico assustado e com medo de ter algum problema cardíaco.
Há poucas semanas atrás comecei a ter controle sobre as crises, e estou melhor, não tive mais crises. MAS AINDA sinto as desconfortáveis dores no peito. Apesar de ser quase impossível, ainda tenho medo de ter algo cardíaco, e mais MEDO ainda de que essas dores me acompanhem pela vida inteira, essa é minha única preocupação. Pois eu nunca havia sentido isso antes. E era feliz, e agora estou muito inseguro de tudo isso.
Vou voltar a fazer exercícios físicos para ver se melhora, caso não melhore vou voltar ao cardiologista e desta vez fazer todos os exames pra me sentir mais seguro, e se não der nada, ai vou procurar ajuda psicológica.
Obrigado.
estou deprimida sim e muito,a anos atras ja tentei ate suicidio,mas hoje não sei,tento ser feliz ,tenho reaçoes de felicades mas passageiras.por pouco tempo..e preciso com certeza de ajuda.
Espero encontrar a solução para isso lendo suas orientações e espero que resolva.... Abraços.
Tenho fé que irei conseguir superar isso.
Dentro do meu processo de TAG, que me fez passar por várias crises de pânico, também foi constatato que tenho SII (síndrome do intestino irritado), que é um processo diretamente ligado as emoções também, e é tratado pelo do gastroenteriologista e também pelo psiquiatra. Verifique primeiro com o gastro para tirar todas outras dúvidas e fazer exames necessários. Muita paz!
Att, Fernanda.
e ah uns 3 dias eu tive uma dor de cabeça no lado direito e quando eu fazia algum esforço pulsava e isso me assustou e eu cismei com a cabeça e agora estou assusstado por que eu estou com uma dor na testa e com a narina esquerda entupida o que eu faço para me tranquilizar minha mãe disse que é normal as vezes e que ela ja teve essa dor mais eu num confio mt na minha mãe por que ela não é medica mais não é por que eu não quero confiar nela mais é porque eu não sinto segurança no que ela fala e agora eu não sei o que eu faço me responda por favor
estou com 18 anos sempre fui normal e tranquilo ate meus 15 anos, mas como você citou no artigo algum acontecimento poderia ter gerado os ataques... com 15 anos comecei a trabalhar com meu pai (que nunca morou comigo e quase nunca via ele desde de pequeno) onde eu era humilhado por ele sem motivo, eu estava apenas começando no trabalho nao entendia muito na area e qualquer coisa eu era humilhado gritando e me chamando de burro e outras coisas na frente de todos, simplesmente porque ele queria descontar o stress dele em alguem, e na frente de todos ele descontava em mim, e eu nunca respondi pois fui criado por minha mae e nao por ele, sinto raiva dele todos os dias, com 15 anos comecei com sintomas de ataques de panico dados em qualquer momento basta estar longe de casa que minha visao começa a ficar turva, com medo parece de olhar pra frente, basta eu estar em publico que ataques de panico e pensamentos negativos vem.. provavelmente agorafobia, mas como voce citou no artigo os ataques de panico duram geralmente 5 minutos.. no meu caso sempre que estou longe de casa e onde outros que nao realmente conheço possam estar me "olhando" que eu fico muito nervoso agindo por impulso sem ao menos pensar direito... na faculdade nao consigo prestar atenção nas aulas... no intervalo todos saem e eu fico na sala com medo de sair e sempre tenso (principalmente nas costas atras do pescoço) fora as crises de choro que tenho direito... depois de meus 15 anos sempre que qualquer um venha falar comigo eu fico ansioso tento cortar o assunto e evito muito falar ou olhar para qualquer pessoa que eu nao REALMENTE conheça... eu teria entao agorafobia, depressao e ataques de panico (o tempo todo em lugares publicos) ? estou com 18 anos já e a situação cada vez piora... passei a ser muito solitario evitando qualquer pessoa sempre querendo ficar sozinho e infelizmente vem pensamentos ate de morte na cabeça, mas penso muito em oque aconteceria com as pessoas que gostam de mim causo eu me matasse.. nunca tomei remedios e depois dos 15 anos passei a ter "acne severa" (espinhas) nao sou gordo
as pessoas que eu me sentia "seguro" era minha mae(so via em casa) e minha tia (onde hoje nao tenho relaçao nem uma) que sempre tentou ajudar entao hoje nao tenho ninguem a recorrer quando tenho ataques de panico no trabalho ou na faculdade (comecei recente mas na escola era quase a mesma coisa)
Ano passado comecei o tratamento com remedios e seções em psicologo, mais parei (por conta propria) e agora voltaram diante a uma proposta de emprego muito boa, mais que me fara ir de transporte publico para lugar distante e sozinha!!
To sofrendo com ataques de panico, muiitaa ansiedade e nem se quer fui!
Recusei a proposta por medo, mais ainda assim me deram uma chance de ir trabalhar...estou com muito medo de tentar e desmaiar dentro do transporte publico de ninguém saber me socorrer...medo por estar sozinha!!
Vou tentar seguir oq li acima, VOU TENTAR CONTROLAR e deixar de ser controloda!!
Ao ler seu artigo me identifiquei muito. Venho lutando contra esses sintomas a 5 meses. Me sinto muito mal quando estou sozinha e quando estou em casa. Às vezes estou com cia em casa, mas mesmo assim me sinto mal. Quando não estou fazendo nada, a mente está livre, começo a sentir os sintomas e tenho a sensação que estou enlouquecendo. O final de semana para mim tem sido um terror, pois são dois dias que temos para descansar e descansar é uma coisa que não consigo fazer... preciso está com a cabeça ocupada 24h para não me sentir assim.
Acho que estou fazendo tudo errado, pois não consigo ter pensamentos positivos... eu fico pensando a semana toda que preciso fazer uma programação para o final de semana se não vou pirar... e assim tenho feito
Esse fim de semana tive que viajar para fazer uma prova, pensei em desistir por várias vezes, pois estava com medo de vir sozinha, pois fiquei pensando o que eu vou fazer sozinha, como vou conseguir ocupar minha mente, vou me sentir mal de novo. E não teve errada, me senti muito mal e não consegui nem dormir. O medo de não ter sono me sufoca tb, pois fico sozinha, pois as pessoas geralmente dormem e como eu falei tenho medo de ficar sozinha e me sentir mal... e é exatamente o que acontece.
Já consultei um psiquiatra me que receitou remédio, mas não quis tomar pq eu me conheço e sei que associaria a minha melhora a medicação. Mas às vezes sinto que não vou conseguir sozinha e penso em usar a medicação!
Não é a primeira vez que passo por isso, todas as 4 outras vezes que passei por esta crise consegui sair rápido, mas dessa vez está mais difícil. Todas elas tiveram um motivo diferente para começar, mas o medo sempre é o mesmo, ficar sozinha sem nada para fazer.
É até confortante (mas não bom, pois ninguém deveria passar por isso) saber que não estou sozinho. O meu caso já evoluiu para um poderoso "mix" ansioso de transtorno do pânico com agorafobia, transtorno ansioso social (sociofobia), timidez acentuada, enfim.
Saí do meu último emprego, me afastei de meus amigos e familiares, me instalei em casa, desregulei drasticamente minhas noites de sono, diminuí drasticamente a prática de exercícios físicos, de estudar, de comer porcarias (o que foi uma coisa boa), fechei um motoboy porque estava dirigindo ansioso, estou endividado, fiz promessas a Deus e não consigo cumprir, deixei de me entreter com jogos que esforcem a mente e acho que tem mais mas não me lembro.
Todas essas mudanças que fiz é tudo por pensar que iria morrer a qualquer momento, ou por ataque cardíaco ou por AVC. E hoje me sinto impotente, fraco, insignificante, incapaz, acho que não sou bom pra ninguém ou pra qualquer emprego.
Sei das causas desses problemas que e seu pico começou em 2011, mas preferi poupar vocês que provavelmente também sofrem e querem respostas como eu. Já tive muitas delas graças as matérias deste site, os artigos e suas dicas, técnicas e exercícios que me ajudaram a amenizar esses sentimentos. Procurei bastante na internet (como não saia de casa) e acabei encontrando conforto e um gás pra tentar escapar do grande buraco que eu mesmo cavei e caí.
Hoje já voltei a fazer planos e reorganizar minha vida, já estou matriculado em uma universidade, voltei a visitar meus parentes e amigos (bem poucos depois de tudo), já tenho um emprego de servidor público a caminho, faço caminhadas diárias de 1 hora (pois ainda tenho medo de correr, malhar, jogar futebol), durmo em horário padrão e regular, voltei a tomar café da manhã (o que não ocorria por dormir muito tarde), reduziram-se bastante os efeitos do ataque de pânico, os pensamentos e sensaçoes ruins e voltei a ter mais confiança e auto-estima (não me lembro se tem hífen ou não, rsrsrs). Viram só? So de me desabafar já me sinto melhor.
E pra concluir (até que enfim não é?), tudo isso que você e eu andamos sentindo TEM CURA, TEM SOLUÇÃO! Vá ao psicólogo ou psiquiatra sem medo, nenhum dos dois são médicos de loucos, nem você nem eu somos! aceite o que você tem e o que está passando e procure ajuda, você não precisa passar por isso sozinho. Eu frequento e recomendo, pare com essa intensa guerra mental de você contra você mesmo e abrace a vida! Se eu estou conseguindo você também pode! Vai lá e sucesso!
E para o autor desses artigos vai o meu muito obrigado, MIGUEL LUCAS, muito obrigado pela motivação e esclarecimentos. Sempre que tenho uma recaída faço uma visita.
Um abraço
O medo do medo é de facto muito condicionador,
assim como o estigma social que nos rotula como
malucos. Tenho crises de pânico desde há 8/9 anos.
O que mais me custa é a sensação de morte porque
nunca se sabe quando será a nossa hora e é
Muito difícil dizer so Cerebro que nao é real quando
De facto é o que sentimos, os vómitos por vezes só
Passam com medicação endovenosa e as idas à urgência
São mais que muitas.
É muito difícil alterar a rotina, sair da cidade, conduzir
Longos percursos e ter medo de morrer e deixar um
Filho pequeno. Nao tenho mais filhos por causa do pânico.
Obrigada a todos os que partilharam os seus testemunhos
e que me fizeram sentir que nao estou só.
Gostava de saber a sua opinião acerca da coerência cardíaca
Como uma ajuda para este problema.
Bem haja a todos.
Como ja tem meu depoimento, sofro com isso tmb, porem quando estou bem, dou graças a Deus por ter isso e nao ter nada realmente grave e irreversivel, ou sem cura, ou terminal..... Louvo a Deus por isso e tenho conforto, mas mesmo assim tenho minhas crises, meus medos de ataques cardiacos ou derrame ou morte, mas no fim sempre melhoro não totalmente pois tenho quase todos os dias, mas sei que quando olho pela janela vejo que os outros tem problemas muito piores que os nossos.
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