Dando continuidade à importância de mudarmos algumas das nossas crenças incapacitantes, no sentido de podermos evoluir a mente, apresento a continuação do artigo mude as suas crenças: Evolua a sua mente – parte I. Relembro que as crenças são todas as ideias que você acha que são verdadeiras sobre si mesmo, os outros e o mundo. Clarificar o que você acredita, quem você é, o que você quer, e porque você quer pode funcionar como um farol numa noite escura, orientando-lhe a realização dos seus desejos. Infelizmente, a maioria de nós não está ciente das nossas crenças, muitas das quais adquirimos quando crianças. Você pode viver a sua vida inteira sem saber até que ponto as suas crenças afetam os seus sentimentos, pensamentos e ações. Isso pode impedi-lo de alcançar a felicidade.

Se já leu a primeira parte do artigo, certamente percebeu que existem estratégias que pode implementar para o ajudar a não ficar amarrado ao que não lhe serve.

Nesta segunda parte, ficará ainda mais esclarecido ao perceber que pode construir e aperfeiçoar um padrão mental para o êxito, livrando-se das formas rígidas de raciocínio e reestruturando o pensamento para um abordagem mais funcional e vantajosa para a sua vida.

DEFINA METAS PARA AUMENTAR A SUA ENERGIA E CRIATIVIDADE

Para se sentir mais capacitado é necessário implementar um processo estruturado de definição de objectivos, afirmar a mudança que queremos na nossa vida pessoal ou profissional, e monitorizar o progresso ao longo do caminho. Por outras palavras, você precisa ser intencional, deliberado e afirmativo na definição dos objectivos. Você tem que acreditar que pode conseguir o que deseja. Ter, não tem, é apenas uma forma afirmativa que usei para lhe transmitir que se queremos muito alcançar algo temos de arranjar formas de construir uma crença capacitadora, construtiva e positiva, para que estejamos o melhor preparados para obter o que desejamos.

Todos temos um impulso natural que nos conduz à realização e ao crescimento como seres humanos. Assim, a definição de objectivos é uma parte da natureza humana. Os objetivos fazem libertar a nossa criatividade e energia, e  quanto maior o objetivo, maior será o impulso, energia e criatividade.

Você pode começar a pensar grande, mas esse padrão mental para o êxito virá mais naturalmente quando você se decidir a definir e atingir metas e aumentar a sua criatividade e energia. Utilize este excedente de energia para começar a estabelecer metas maiores. Quando me refiro a metas maiores, estou a apontar para uma forma de melhoria, desenvolvimento, e de desafios que puxem por você no sentido de se sentir mais vivo e mais perto dos seus sonhos e realizações.  Pode ser  a melhoria de uma aptidão, assim como a melhoria do seu bem-estar.

Pensar grande (ser eficaz, funcional, obter êxito) pode significar transcender-se mentalmente no seu dia-a-dia. Certamente irá deparar-se com algumas pessoas que lhe dizem que não conseguirá fazer algo, ou com ideias que  entram em conflito com os seus pensamentos capacitadores, mas não deixe que isso o faça voltar à sua antiga forma de pensar.

Comece a pensar grande sobre você, o que é possível, e para onde está caminhando. Defina as suas metas de forma desafiante e depois espere conseguir alcançá-las. Quanto mais você acreditar que consegue e agir de acordo com essa crença,  mais perto estará de ser bem sucedido.

LIVRE-SE DAS CRENÇAS INCAPACITANTES E PARALISANTES

Albert Ellis (percursor da Terapia Racional-Emotiva) identificou quatro tipos de sistemas de crenças que influenciam significativamente o nosso pensamento e comportamento perante o conflito. Estas dizem respeito às crenças sobre: a ordem cósmica, a hierarquia, os outros e nós mesmos. Frequentemente algumas das nossas crenças tornam-se incapacitantes colocando- nos à mercê do mundo, da hierarquia, dos outros e de nós mesmos, ao invés de nos potenciar. Passamos a vermo-nos como vítimas ou impotentes em vez de nos sentirmos capazes, confiantes e responsáveis pelos nossos actos. Reconhecê-las e libertarmo-nos dessas crenças amplamente difundidas, mas incapacitantes, pode fortalecer-nos e aumentar muito a nossa capacidade de lidar com o conflito de uma forma mais construtiva.

A ordem cósmica.Tente perceber se tem em si algumas crenças consideradas de ordem cósmica, as quais expressamos em declarações como “As coisas são mesmo assim”, “Isto nunca irá funcionar”, “Tudo dará certo no final”.  É um conjunto de pensamentos absolutos, em vez de pensamentos probabilísticos refletido em palavras como “sempre”, “nunca”, e sugerem um fatalismo ou determinismo que nos deixa sem opções alternativas. É uma forma de pensamento que, por implicação nos obriga a respeitar o status quo, como se fosse uma ordem cósmica que está para além do nosso controlo ou influência. Estas crenças incapacitantes fazem que perante um conflito possamos pensar: “Ninguém ganha um conflito”, “Algumas pessoas são simplesmente más/arruaceiras, agressivas, etc”, “As pessoas estão sempre motivadas por interesse próprio”. Desafiando estas crenças tão deterministas e absolutistas pode ajudar-nos a sentirmo-nos mais “em controlo” e responsáveis, em vez de, à mercê dos acontecimentos e ajudar a fortalecer-nos.

A hierarquia. Muitas crenças incapacitante em relação à hierarquia podem levar-nos a pensar que as pessoas em posições superiores são superiores a nós “Quem somos nós para desafiá-los?” A tendência é internalizar numa idade muito precoce a ideia que aqueles em posições de autoridade e poder, são superiores em tudo, e que desafiá-los é inútil e impossível de serem derrotados. Muitas pessoas, especialmente aquelas no poder ou de grau superior, querem fazer-nos acreditar que são superiores em muitas coisas para além da sua posição social. Muitas pessoas fazem-nos acreditar nesse estatuto superior, dado que tais crenças como a hierarquia confere muitos benefícios e privilégios para aqueles em posições superiores. Elevar a consciência e  questionar a hierarquia poderia torná-los vulneráveis ​​à perda de benefícios, privilégios e influência.

Por vezes somos levados a internalizar  pensamentos do género: “O chefe conhece melhor, não é minha responsabilidade”, “É melhor manter a cabeça abaixo do parapeito”, “você não pode lutar contra os tubarões”, “O mais poderoso sempre vence no final, não há como desafiá-los”. Isto reflete as crenças que impedem  a alteração da mentalidade contra a hierarquia, alterações essas que muitas vezes são necessárias, mas que evitamos quando lidamos com os conflitos.

Os outros. As crenças incapacitantes relacionadas com os outros, incluem a noção de que os outros têm crenças semelhantes, valores e princípios, tal como nós temos, mas se não tiverem, eles estão errados ou há algo errado com eles. Por isso, esperamos que os outros se comportem de formas prescritas, ainda que nós só possamos tomar consciência das expetativas que temos quando alguém age de uma forma que contraria as “regras”. Durante um conflito, podemos sentir-nos decepcionados, traídos ou enganados quando alguém não joga pelas regras, mais concretamente, as nossas regras, e tendemos a culpá-los por mau comportamento. Tais crenças e regras muitas vezes são implementadas nas nossa linguagem  na forma de “deveria de…, tenho de…, não consigo”, e assim por diante, e supomos que os outros também têm essas normas e que devem orientar-se por elas para serem boas pessoas e integras. Às vezes, nós tomamos essas crenças por certas e verdadeiras que  ficamos chocados ou achamos difícil aceitar que os outros pensem de forma diferente.

O que fazer?

A descoberta de que os outros operam a partir de um conjunto diferente de crenças ou de regras precisa ser usado como um gatilho para explorar essas crenças diferentes, e não como uma oportunidade para catalogar, culpar ou castigar os outros como tantas vezes acontece na manipulação destrutiva do conflito. O primeiro passo é reconhecer que  existe uma determinada crença  que está ativada (em funcionamento), e o segundo passo é conscientizar-se do sistema de crenças e suspendê-las (não nos guiarmos por elas) para que não se tornem na força motriz do nosso sentimento e comportamento, pelo menos até que possamos verificar a sua validade, as suposições subjacentes e regras. Isso exige competência emocional, que nos pode ajudar a descobrir muitas das expetativas irreais, inadequadas ou simplesmente expetativas não expressas que criam tantos conflitos e desrespeito pelas crenças e direito de escolha dos outros.

Examine as suas crenças

Algumas crenças são contra-produtivos para o que você diz que quer fazer. Não seria bom  identificar essas crenças? Examiná-las para verificar a sua validade? Existirão por certo muitas crenças auto-destrutivas, apresento apenas algumas que identifiquei em mim mesmo e na observação dos outros. Você acredita em algumas das coisas que se seguem?

Crenças auto-sabotadoras:

  • Eu não posso mudar. Este é apenas o jeito que eu sou.
  • Os meus sentimentos são reações naturais, e não algo que posso controlar/gerir.
  • Se eu controlar/gerir os meus sentimentos, eu vou ser um robô.
  • Eu tenho que ter (amor, sexo ou dinheiro), a fim de ser feliz.
  • Se eu não me sinto culpado, eu vou continuar a fazer coisas “más”.
  • Você tem que fazer algumas coisas (mais impróprias) que você não quer fazer nesta vida.
  • Sem dor, não há ganho.
  • Se eu fosse feliz o tempo todo, eu seria um idiota cheio de energia.
  • As pessoas que estão otimistas não são realistas
  • Se a felicidade fosse a minha prioridade, eu seria imprudente para com os outros.
  • É um mundo cão lá fora.
  • Quem nasce na lama, morre na lama
  • O mais poderoso sempre vence no final

PORQUE É QUE AS SUAS CRENÇAS SÃO TÃO IMPORTANTES QUANTO OS SEUS GENES?

Entendendo a Biologia da Crença: Bruce Lipton é o autor do livro: The Biology of Belief e apresenta uma visão completamente reveladora do poder que tem acreditarmos em algo.

Temos ouvido muitas vezes a frase: “Bem, você não pode mudar os seus genes” Ou: “Eu sou deste jeito, não posso fazer nada para mudar isto.” Parece ser do conhecimento comum pensar que existem algumas doenças que são causadas por “fatores genéticos”. Como se isso sugeri-se que aqueles que adoecem são pessoas com pouca sorte. Muitas pesquisas e relatórios  (julgo que erradamente) afirmam que a grande maioria do nosso comportamento, saúde e até mesmo a nossa personalidade, é pré-determinada pelos genes que recebemos dos nossos pais. A noção que muitas pessoas têm, como sendo impotentes para mudar os nossos genes leva-os a desenvolver  ressentimento para com os seus pais (e possivelmente também com Deus). Podem perguntar: “Porquê eu?” ou dizer “A vida não é justa.”

Por vezes vai-se criando um tipo de realidade, não necessariamente algo verdadeiro, que nos desencoraja, que nos coloca numa situação de vítima, atribuindo-nos passividade e ausência de controlo nas nossas vidas. De vez em quando, porém, alguém vem e desafia esses paradigmas de longa data. Alguém que faz perguntas como: “E se tudo o que pensávamos que sabíamos estava errado?” ou “E se a nossa composição genética não é gravada na pedra?” Melhor ainda: “E se há realmente algo maior do que os nossos genes, algo que tem o poder de mudá-los?”

No início dos anos 80, um biólogo celular, Bruce Lipton estava fazendo uma pesquisa sobre as células de tecidos humanos na Universidade de Wisconsin. Ele usava células de pessoas e colocava-as em placas de cultura e estudava-as. Durante o seu trabalho, ele deparou-se com algumas realizações surpreendentes que abanou toda a realidade científica, quando ele explicou o funcionamento de uma célula e o papel do ambiente na determinação do comportamento dessa célula.

Revolucionário: Por um lado, ele descobriu que era a percepção que a célula tinha do seu ambiente (e não os genes), que controlava a célula. Assim, por exemplo, quando uma célula percepcionava perigo no seu ambiente, ela podia alterar os seus genes de uma determinada maneira para arranjar um forma de fugir desse perigo.

Descoberta: Embora os genes controlem o comportamento, a percepção que a célula tem do ambiente controla os genes.

Bruce Lipton cunhou isso de “Controlo Epigenético“, que significa “Controlo sobre os genes”. Basicamente, uma célula faz monitorização do ambiente à procura de mudanças e, com base na percepção do ambiente (suas crenças), a célula irá modificar a genética para ter a melhor chance de sobrevivência. Faz sentido. A célula recebe informações sobre o meio ambiente e, em seguida, muda os seus genes de modo a que seja capaz de prosperar nesse ambiente.

Extraordinário: Assim, verificamos que a evolução está ocorrendo a todo o momento.

Olhar o  mundo e sua influência

A velha crença científica defendia que a evolução aconteceu principalmente através do processo de reprodução (em que um organismo transmitia os seus genes aos seus descendentes) ficando esta ideia vincada em conceitos como: seleção natural e da sobrevivência do mais apto. Esta “Nova Biologia” mostra-nos que a qualquer momento no tempo, nós realmente temos a capacidade de mudar os nossos genes para atender/adequar-se melhor ao nosso ambiente. Na verdade, nós não temos somente a capacidade, já estamos fazendo isso. Todos nós já ouvimos falar sobre o processo de cancro (câncer) e como as células sofrem”mutações” tornando-se nocivas e destrutivas para o corpo. Poderá ter algo a ver com a nossa percepção acerca do ambiente (ou seja, das nossas crenças)?

Provavelmente esta é uma resposta difícil de obter-se, não existirá apenas uma razão para o aparecimento dessa doença por vezes fulminante. Mas, se as nossas células estão mudando em resposta ao mundo que vemos lá fora, então o que acontece quando passamos a ver um mundo mau, problemático e sem boas perspetivas?

O que acontece quando vemos as notícias ruins todos os dias, os terrores infligidos à humanidade, ou o crescimento da negatividade?

A reter: Lembre-se, os nossos genes não mudam em resposta ao mundo, mas sim em relação à nossa percepção do mesmo.

Se vemos um mundo que é perigoso e ameaçador, então os nossos genes vão mudar para adaptar-se a esse mundo: O nosso corpo vai concentrar todas as suas energias na sobrevivência a curto prazo, o sangue será direccionado para os músculos, as nossas glândulas supra-renais irão queimar as nossas reservas de energia, o nosso sistema imunológico vai enfraquecer, e teremos menos capacidade de pensar racionalmente e com mais respostas instintivas e reativas.

Por outro lado, se vemos um mundo que seja seguro e pacífico, então os nossos genes vão mudar para adaptar-se a esse mundo: O nosso corpo vai concentrar todas as suas energias na sobrevivência a longo prazo; o sangue será direccionado para os nossos órgãos, o nosso cérebro irá libertar endorfinas, o nosso sistema imunológico será reforçado, e teremos capacidade de pensar de forma mais racional e de maneira menos instintiva e reativa.

Eu gosto desta segunda opção. Ainda assim, as coisas não têm de ser necessariamente boas ou más, perigosas ou seguras. A vida gira em torno de coisas antagónicas, existindo inevitavelmente um pouco de ambas. No entanto, quando percebemos que a nossa percepção, efectivamente, muda-nos a um nível físico, não fará sentido que, conscientemente, façamos a escolha de para quem e para o quê ou para onde é que dirigimos a nossa atenção? Além disso, não é apenas o mundo que vemos diante de nós que devemos levar em consideração, isso inclui o mundo que vemos quando olhamos para o nosso passado. Você sabe qual o papel das emoções para nos manter vivos?

As emoções evoluíram como uma forma de nos ajudar a sobreviver. Durante uma experiência em que percebemos o perigo, as nossas emoções marcam uma memória (do acontecimento) na nossa mente. Isto significa que se estivéssemos comendo frutos junto ao rio e um leão nos atacasse, nós emocionalmente lembrar -nos-íamos de tudo que aconteceu nesse momento terrível, o que comíamos, o que nós estávamos fazendo, que hora do dia era, e assim por diante. Dessa forma, a próxima vez que nós voltássemos a estar nessa situação ou noutra situação semelhante, a nossa emoção iria alertar-nos de uma possível recorrência desse perigo.

A saber: Os acontecimentos traumáticas imprimem memórias e emoções na nossa mente, com o objetivo de ajudar-nos a sobreviver.

O problema com as emoções, é que podem ser accionadas em momentos aleatórios e empurrar o nosso sistema para o modo de sobrevivência, mesmo que não estejamos realmente em perigo. O que quer dizer que se nós temos muitos experiências emocionais traumáticas do nosso passado, então, estas memórias podem ser desencadeadas e nós reagirmos como se elas ainda estivessem acontecendo connosco. Quando isto acontece, quando nos começamos a movimentar de acordo com as nossas angústias do passado, ficamos mais vulneráveis em termos psicológicos e emocionais. Ficamos mais propensos a poder desenvolver algum tipo de transtorno psicológico que nos dificulte a vida, tais como: Ansiedade, fobia social, ataques de pânico, depressão, stress pós- traumático, ansiedade generalizada, entre outros. Ou mesmo alguns problemas mais subtis, mas igualmente perturbadores, tais como: mentalidade de vítima, timidez excessiva, baixa auto-estima, baixa auto-confiança, excesso de preocupação, entre outros.

A saber: Vemos um mundo perigoso e/ou problemático, porque temos experiências emocionais que alteram a nossa percepção.

De acordo com o que tenho vindo a apresentar, podemos retirar duas ideias que podem ser-nos muito úteis para a nossa reestruturação mental e consequente evolução da nossa mente. Primeiro, devemos tentar conscientemente e intencionalmente decidir para onde e para o quê queremos dirigir a nossa atenção. Segundo, devemos esforçar-nos para deixar de sermos controlados pelas nossas velhas crenças (inadequadas), ou pelas experiências dolorosas do passado que nos imprimiram formas “pesadas” e incapacitantes de olhar o mundo.

Como fazemos isso? Na verdade já existem algumas formas eficazes que nos podem ajudar. No fundo, tudo se resume à possibilidade e consequente capacidade que todos temos para reprogramar a nossa mente e actualizar as nossas emoções de acordo com aquilo que queremos para a nossa vida. Ao longo do tempo, aqui na Escola Psicologia tenho vindo a abordar vários assuntos relacionados com este bem muito precioso: a mente.

Apresento uma lista que compila os artigos que podem ajudá-lo nesta aventura extraordinária, que é mudar as suas crenças para que possa evoluir a sua mente:

Quando realmente entendemos que temos o poder de mudar-nos, de evoluirmos e de mudar o nosso mundo, torna-se realmente entusiasmante e capacitador. É ou não é, empolgante e esperançador ?

Assim, proponho que reflita por um momento, em si mesmo:

  • O que você gostaria de mudar na sua vida?
  • Qual a parte do seu corpo que você gostaria de curar/melhorar?
  • Em que tipo de mundo você gostaria de viver?
  • Você pode aplicar essas ideias e técnicas para literalmente criar o que quiser.
  • Então o que você está esperando? faça alguma coisa!

No meu caso, muitas vezes, aprendo melhor sobre as coisas quando tenho um conhecimento muito profundo da ciência que suporta uma nova descoberta. Tentei tanto quanto me foi possível apresentar e explicar o poder que as crenças têm na nossa vida e, o quanto isso nos deixa margem de manobra para que possamos trabalhar no sentido de ir reestruturando o nosso pensamento e aquilo em que acreditamos ou queremos vir a acreditar.  De acordo com esta abordagem, abre-se uma porta para podermos sonhar com um mundo melhor, pois permite-nos implementar formas e atitudes facilitadoras que nos coloquem em vantagem e mais facilmente alcançarmos aquilo que desejamos. Isto, caso queiramos melhorar-nos e consequentemente desejarmos um mundo melhor para todos…!

E VOCÊ, ESTÁ LUTANDO PARA MUDAR SUAS CRENÇAS?

Quais as crenças limitantes com que você está lutando? O que você fez para as mudar? O que faz que o capacite e se sinta mas confiante? O que você faz quando não consegue mudar o seu pensamento e desejava muito? Adoraria saber a sua opinião! Comente!

Abraço