A principal característica do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) é a preocupação excessiva. Todos nos preocupamos de alguma forma em algum ponto sobre algo das nossas vidas. No entanto, a preocupação sentida pelas pessoas que sofrem de TAG, está claramente fora de proporção em relação à probabilidade real ou impacto do evento temido. Os assunto sobre os quais a preocupação da pessoa se foca podem incluir a sua saúde, finanças, responsabilidades do trabalho, segurança dos filhos ou até mesmo estar atrasado para os compromissos. A preocupação é difícil de controlar e interfere com as tarefas em mãos. Independentemente do foco da preocupação, esse sentimento temeroso é sempre acompanhado por sintomas físicos, como dor devido à tensão muscular, dores de cabeça, micção frequente, dificuldade em engolir, “nó na garganta” ou resposta de sobressalto exagerada.
Você preocupa-se excessivamente com coisas que são improváveis de acontecer, ou sente-se tenso e ansioso durante todo o dia sem motivo real? Todos nós ficamos ansiosos, às vezes, mas se as suas preocupações e os seus medos são tão constantes que interferem com a sua capacidade de levar a sua vida para a frente, não conseguindo relaxar, você pode estar a ser afetado pelo transtorno de ansiedade generalizada (TAG).
O Transtorno de ansiedade generalizada (TAG) é mentalmente e fisicamente desgastante. Drena a sua energia mental, eventualmente impede-o de dormir e relaxar, colocando o seu corpo em estado de alerta. Mas você não tem de sofrer desesperadamente por causa disso. Você pode libertar-se da sua preocupação crónica e aprender a acalmar a sua mente ansiosa, assim como implementar um conjunto de estratégias que lhe permitem clarificar o seu pensamento e fazer avaliações mais assertivas relativamente às situações que requerem a sua atenção.

O QUE É O TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA?
Transtorno de ansiedade generalizada, é um transtorno de ansiedade comum que envolve nervosismo crónico, preocupação e tensão excessiva. Ao contrário de uma fobia, que o medo sentido está ligado a uma coisa ou situação específica, a ansiedade associada ao transtorno de ansiedade generalizada é difusa. Emerge um sentimento geral de medo ou inquietação que afeta a funcionalidade da vida. Essa ansiedade é menos intensa do que num ataque de pânico, mas muito mais duradoura, tornando a vida da pessoa muito difícil, dado que a pessoa fica num estado de hipervigilância.
Quando a pessoa sofre de transtorno de ansiedade generalizada, pode preocupar-se com as mesmas coisas que as outras. Questões de saúde, dinheiro, problemas familiares ou dificuldades no trabalho. Mas eleva essas preocupações para um nível estratosférico.
Exemplo: Um comentário descuidado de um colega de trabalho sobre a economia torna-se numa visão catastrófica eminente; um telefonema para um amigo que não é imediatamente atendido, gera-lhe a ansiedade extrema, transmitindo-lhe a ideia de que a relação está em apuros. Às vezes, apenas o pensamento de ter que esperar que o dia passe, produz ansiedade. Eventualmente encara as suas atividades com preocupação exagerada e tensão, mesmo quando há pouco ou nada que provoque essa preocupação.
Se você perceber que sua ansiedade é mais intensa do que a situação exige ou acredita que sua preocupação o protege de alguma maneira, o resultado final é o mesmo. Você não consegue desligar os seus pensamentos ansiosos. Eles continuam correndo na sua cabeça, numa repetição sem fim. A preocupação acompanha-o para todo lado, afetando o seu trabalho e relacionamento com os outros.
As seguintes afirmações são familiares?
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“Eu não consigo fazer parar a minha mente … ela está-me deixando louco!”
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“Está ficando tarde, ele já deveria estar aqui há 20 minutos! Oh meu Deus, ele deve ter tido um acidente! “
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“Eu não consigo dormir, só sinto medo … e não sei porquê!”
DIFERENÇA ENTRE PREOCUPAÇÃO “NORMAL” E (TAG)
As preocupações, dúvidas e medos são uma parte normal da vida. É natural ficarmos ansiosos sobre nosso próximo teste ou preocupar-nos com as finanças após termos recebido contas inesperadas para pagar. A diferença entre procupação ”normal” e transtorno de ansiedade generalizada, é que a preocupação envolvida no TAG é:
- Excessiva
- Intrusiva
- Persistente
- Debilitante
Por exemplo, depois de assistir a uma reportagem sobre um atentado terrorista no Médio Oriente, a pessoa comum pode sentir uma sensação temporária de desconforto e preocupação. Mas, se você tem transtorno de ansiedade generalizada, provavelmente, você pode acordar durante a noite, e em seguida, continuar preocupado durante vários dias sobre um cenário idêntico que possa ocorrer no local onde vive.
PREOCUPAÇÃO “NORMAL VS TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA

SINAIS E SINTOMAS DO TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA
Os sintomas do transtorno de ansiedade generalizada (TAG) flutuar. Nem todas as pessoas que têm transtorno de ansiedade generalizada possuem os mesmos sintomas. Mas a maioria das pessoas pode experimentar uma combinação de um número de sintomas, emocionais, comportamentais e físicos.
Sintomas emocionais de transtorno de ansiedade generalizada:
- Preocupações constantes correndo na sua cabeça
- Sente-se como se a sua ansiedade fosse incontrolável, não há nada que você possa fazer para parar de preocupar-se
- Pensamentos intrusivos sobre coisas que fazem você sentir-se ansioso; tenta evitar pensar sobre eles, mas não consegue deixar de pensar.
- Uma incapacidade de tolerar a incerteza; você tem uma necessidade enorme de saber o que vai acontecer no futuro
- Um sentimento generalizado de apreensão ou temor
Sintomas comportamentais de transtorno de ansiedade generalizada:
- Incapacidade de relaxar, desfrutar de momentos de quietude, ou ser você mesmo
- Dificuldade de concentração ou com foco nas coisas
- Dificuldade em expressar-se, porque sente-se oprimido
- Evita situações que fazem sentir-se ansioso
Sintomas físicos do transtorno de ansiedade generalizada:
- Sensações de tensão, rigidez muscular ou dores no corpo
- Tem problemas para adormecer ou manter o sono porque a sua mente fica muito ativa
- Sentimento de inquietação
- Problemas de estômago, náuseas, diarreia,
Dicas para superação do Transtorno de Ansiedade Generalizada:
DICA 1: MUDE A INTERPRETAÇÃO DAS SUAS PREOCUPAÇÕES
O sintoma principal do transtorno de ansiedade generalizada é a preocupação crónica. É importante entender o que alimenta a sua preocupação, desde as suas crenças, medos, receios, sentimentos e pensamentos negativos. Você pode sentir como se as suas preocupações viessem de fora, de outras pessoas, dos eventos, ou situações difíceis que você está enfrentando. Mas, de fato, a preocupação é auto-gerada. Certamente o gatilho vem de fora, mas depois a forma como pensa acerca do assunto e o diálogo interno (usualmente negativo) que mantém consigo é o responsável pelo disparo da sua própria ansiedade para níveis intoleráveis.
Para aprofundar este assunto, leia: Abandone a negatividade, acabe com o diálogo auto-crítico
Quando você está excessivamente preocupado, começa a falar para si mesmo sobre coisas das quais tem medo, ou situações negativas que podem vir a acontecer. A sua mente é invadida por variadíssimos cenários sobre a situação temida, e de todas as formas que você acha que podia lidar com isso. Na verdade, você está tentando resolver os problemas que ainda não aconteceram, ou pior, simplesmente fica obcecado pelos piores cenários possíveis (criados por si mesmo).
Toda essa preocupação pode dar-lhe a impressão de que você está a proteger-se, preparando-se para o pior cenário, ou evitar situações ruins. Pura ilusão. Na grande maioria das vezes a preocupação é improdutiva, esgota a sua energia mental e emocional, sem surtir em qualquer resolução de problemas concretos, estratégias ou ações.
Para aprofundar este assunto, leia: Abandone a preocupação, passe à ação
Como distinguir entre a preocupação produtiva e improdutiva? Se você está altamente focado nos cenários “e se isto acontecer…?” a sua preocupação é improdutiva. Assim que você deixar de acreditar que a sua preocupação de alguma forma pode ajudá-lo, você deu o primeiro passo para começar a lidar com as suas preocupações e ansiedade de forma mais produtiva. Isto tem necessariamente de envolver a estratégia de desafiar os seus pensamentos irracionais e preocupantes, aprendendo a adiar a preocupação, e a aceitar a incerteza na sua vida.
Você tem muitos medos e pensamentos do género: “e se isto acontecer…?” e estes assumiram o comando da sua vida? A sua preocupação está fora de controle? A boa notícia é que os problemas associados à preocupação crónica e excessiva são um hábito mental que você pode aprender a quebrar. Você pode ensinar-se a si mesmo a manter a calma e olhar para os seus medos de uma perspectiva mais equilibrada.
Para aprofundar este assunto, leia: Como quebrar o terrível hábito da preocupação
DICA 2: PRATICAR TÉCNICAS DE RELAXAMENTO
A ansiedade é mais do que apenas um sentimento. É uma resposta do nosso organismo que se expressa num comportamento de “lutar ou fugir”, por outras palavras, é uma reação a uma ameaça percebida (na grande maioria das vezes imaginada, não correspondendo à realidade). O seu coração bate rápido, você respira de forma apressada, os seus músculos ficam tensos, e pode até sentir-se com perda de equilíbrio e confuso.
Mas, existe um antídoto para a diminuição rápida destes sintomas angustiantes, que é a prática do relaxamento. O relaxamento e a ansiedade são sensações físicas opostas, não podendo acontecer ao mesmo tempo. Seguem a regra da incompatibilidade entre estes dois estados. Você ou está ansioso ou relaxado. Num estado de relaxamento a sua frequência cardíaca diminui, a respiração torna-se mais lenta e mais profunda, os músculos relaxam, e a pressão arterial estabiliza. O relaxamento é uma prática de grande eficácia para aliviar a ansiedade.
A saber: Se você sofre de transtorno de ansiedade generalizada, as técnicas de relaxamento, como relaxamento muscular progressivo, respiração profunda e meditação podem ajudá-lo a relaxar.
A chave é a prática regular. Tente reservar pelo menos 30 minutos por dia. Assim que você aprender bem e reforçar a sua capacidade de relaxar, o seu sistema nervoso vai tornar-se menos reativo e estará menos vulnerável à ansiedade e stress. Com o tempo e aperfeiçoamento, a resposta de relaxamento será mais facilmente atingida, até que passa a ser algo natural e aplicado por si mesmo a qualquer momento e em qualquer situação, sempre que deseje.
Relaxamento muscular progressivo. Quando a ansiedade e a preocupação extrema toma conta de você, o relaxamento muscular progressivo pode ajudá-lo a liberar a tensão muscular e ter um “time out” das suas preocupações. A técnica envolve sistematicamente enrijecer (contrair os músculos) e, em seguida, soltar (descontrair) diferentes grupos musculares no seu corpo. Quando o seu corpo relaxa, a sua mente acalma. Existem muitas técnicas de relaxamento que podem ajudar a diminuir a preocupação e a ansiedade
Exemplo breve: Este exercício é uma versão abreviada do relaxamento muscular progressivo de Jacobson que, normalmente, ensino aos meus clientes. Deve fazê-lo sentado, mas sempre com o cuidado de ter a cabeça bem apoiada, ficando numa posição confortável. Execute os movimentos com suavidade, sem força excessiva e desnecessária. Á medida que vai executando os movimentos é importante centrar a sua atenção na zona do corpo que está a trabalhar, limitando-se a observar as sensações físicas nessa zona:
- Feche as mãos com força. Mantenha a pressão durante cerca de 10 segundos, dirigindo a sua atenção para essa zona. Em seguida relaxe e mantenha cerca de 15 a 20 segundos, dirigindo a sua atenção para essa zona.
- Faça força em ambos os dois braços, contraindo os bícipes. Mantenha a pressão durante 10 segundos, dirigindo a sua atenção para essa zona. Relaxe e mantenha 15 a 20 segundos, dirigindo a sua atenção para essa zona.
- Contraia os músculos da testa, levantando o sobrolho o máximo que conseguir. Mantenha 10 segundos, dirigindo a sua atenção para essa zona. Relaxe e mantenha 15 a 20 segundos, dirigindo a sua atenção para essa zona.
- Contraia os músculos à volta dos olhos, fechando-os com muita força. Mantenha 10 segundos, dirigindo a sua atenção para essa zona. Relaxe e mantenha 15 a 20 segundos, dirigindo a sua atenção para essa zona.
- Contraia os músculos do pescoço, inclinando, suavemente, a cabeça para trás, como se quisesse tocar nas costas com a cabeça. Mantenha 10 segundos, dirigindo a sua atenção para essa zona. Relaxe e mantenha 15 a 20 segundos, dirigindo a sua atenção para essa zona. Repita, se necessário.
- Contraia os músculos dos ombros, levantando-os como se quisesse que tocassem nas orelhas. Mantenha 10 segundos, dirigindo a sua atenção para essa zona. Relaxe e mantenha 15 a 20 segundos, dirigindo a sua atenção para essa zona.
- Contraia os músculos à volta das omoplatas, puxando os ombros para trás, como se quisesse que as omoplatas se tocassem. Mantenha 10 segundos, dirigindo a sua atenção para essa zona. Relaxe e mantenha 15 a 20 segundos, dirigindo a sua atenção para essa zona.
Para aprofundar o assunto, leia: 10 técnicas poderosas de relaxamento
Respiração profunda. Quando você está ansioso, você respira mais rápido. Esta hiperventilação causa sintomas como falta de ar, tonturas, vertigens, formigueiro nas mãos e pés. Estes sintomas físicos são assustadoras, aumentando ainda mais a ansiedade e pânico. Mas com a prática da respiração profunda a partir do diafragma, você pode reverter esses sintomas e acalmar-se.
Exemplo breve:
- Encha os pulmões devagar, usando os músculos do peito. Conserve o ar nos pulmões durante 6-8 segundos.
- Agora faça sair o ar lentamente, usando também os músculos do tórax… sustenha a respiração durante 6-8 segundos.
- Note a sensação agradável do ar a ser expelido.
- Agora encha devagar o peito, usando os músculos do estômago para empurrar o ar para cima. Esvazie lentamente o ar dos pulmões, contraindo o abdómen, para levar o diafragma para baixo. Esteja atento às sensações provocadas pelo movimentos alternados. Note como essa cadência pode ser relaxante.
- Respire cada vez mais fundo, e pausadamente. Leve o tempo que for necessário para respirar profundamente. Note as sensações de calma e tranquilidade, quando respira fundo, enchendo bem o peito de ar…, e quando expira, fazendo sair o ar continuamente.
Meditação. Muitos tipos de meditação são utilizados para reduzir a ansiedade. A meditação mindfulness, em particular, tem-se mostrado promissora para o alívio da ansiedade. A pesquisa mostra que a meditação mindfulness pode realmente mudar a estrutura funcional do cérebro. Com a prática regular, a meditação aumenta a atividade do lado esquerdo do córtex pré-frontal, área do cérebro responsável pela sensação de serenidade, alegria e clareza de pensamento.
DICA 3: APRENDER A ACALMAR-SE RAPIDAMENTE
Muitas pessoas com transtorno de ansiedade generalizada, nos momentos críticos não sabem como acalmar-se e tranquilizarem-se. Mas é uma técnica simples, fácil de aprender, e isso pode fazer uma diferença drástica na redução e controle dos seus sintomas incómodos da ansiedade.
Tal como já referi nas técnicas de relaxamento, e no caso de praticá-las até chegar ao ponto que consegue utilizá-las de forma eficaz sempre que julgue serem úteis, pode ainda associar outras técnicas ou métodos complementares. Esses métodos contêm em si a utilização dos sentidos: visão, audição, olfato, paladar e tato. Em determinadas circunstâncias e depois de utilizar o relaxamento e estar física e mentalmente mais calmo, faça uso de auto-sugestões quando começa a sentir os gatilhos que fazem disparar a sua preocupação desmedida. Como por exemplo:
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Visão. Olhe para algo aprazível. Vá a um museu de arte. Caminhe por uma zona tranquila e bonita. Veja as suas fotos preferidas ou consulte um livro com imagens interessantes.
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Audição. Ouça uma música suave e relaxante. Aprecie os sons da natureza: pássaros cantando, ondas do mar quebrando na praia, sussurro do vento através das árvores.
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Cheiro. Acenda velas perfumadas. Cheire as flores num jardim. Respire o ar puro e fresco. Cheire o seu pergume favorito.
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Paladar. Cozinhe uma refeição deliciosa. Lentamente, coma um doce preferido, saboreando cada mordida. Desfrute de uma chávena de chá.
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Tato. Acaricie o seu cão ou gato. Tome um banho quente de espuma . Envolva-se num cobertor macio. Sente-se na rua sentido a brisa fresca. Faça uma massagem.
Não deixe de fazer algumas destas sugestões, por achar que não lhe resolvem o seu problema. Na verdade, a intenção destas técnicas ou métodos não é resolver o seu problema na causa. É sim, permitir que pouco a pouco fique ciente que possui em si a capacidade para diminuir os seus sintomas físicos desagradáveis gerados pelo excesso de pensamentos de preocupação.
PARA LIDAR MELHOR COM A ANSIEDADE LEMBRE-SE DE ALGUNS PONTOS:
A – Aceitar a ansiedade. Não lute contra ela. A chave para a mudança de um estado de ansiedade é aceitá-la plenamente. Foque-se no presente e aceite a sua ansiedade, com a aplicação de algumas das estratégias anteriores certamente irá diminuir. Substitua a sua rejeição, raiva e ódio pela aceitação. Ao resistir, você irá prolongar o desconforto sentido. Em vez disso, sinta-a sem fazer disso um problema. Não julgue que você pensa, sente e age devido à sua ansiedade, nada podia estar mais errado. A sua ansiedade é uma consequência dos seus pensamentos, forma de agir e crenças.
B - Observe a sua ansiedade. Observe-a sem julgamento. Olhe para a sua ansiedade como algo que nem é bom, nem é ruim. Avalie numa escala de (0 a 10) e observe se sobe ou desce quando você acciona algumas das estratégias anteriormente explicadas. Lembre-se, você não é a sua ansiedade. Quanto mais você se separar da sua experiência sentida, mais você consegue colocar-se numa posição de observador, sem ficar amedrontado pelas suas sensações físicas. Neste estado de observador, fica mais capacitado para aplicar as estratégias funcionais e redutoras da ansiedade e preocupação.
C – Aja mesmo sentido a ansiedade. Aja como se você não estivesse ansioso. Faça o que tem a fazer, mesmo sentido-se ansioso. Enfrente a situação, mesmo que esta lhe cause alguma ansiedade. Respire lentamente e normalmente e execute. Se você não fizer aquilo que deveria fazer, e afastar-se, irá sentir-se menos ansioso, mas o seu medo irá aumentar. Se você enfrentar o que lhe provoca receio, tanto a sua ansiedade como o seu medo irão diminuir.
D – Repita os passos. Continue a aceitar a sua ansiedade, observe-a, e faça as coisas que tem a fazer mesmo que se sinta ansioso. Isto permite, que a sua ansiedade desça para um nível confortável. Vá repetindo estas três etapas: aceitação, observação, e ação sentido a ansiedade.
E – Espere o melhor. O que você mais teme, provavelmente pode constatar que raramente acontece. Reconheça que para qualquer pessoa sentir uma certa quantidade de ansiedade é normal. Se aceitar que no futuro é natural e normal vir a sentir uma determinada intensidade de ansiedade, ficará melhor preparado para lidar com as sensações desagradáveis.

DICA 4: CONECTE-SE COM OS OUTROS
O transtorno de ansiedade generalizada pode piorar quando você se sente impotente e sozinho. A ligação aos outros é importante no sentido de sentir-se mais apoiado e seguro, diminuindo o sentimento de vulnerabilidade. Por exemplo, a ansiedade e a constante preocupação com os seus relacionamentos próximos podem deixá-lo sentir-se carente e inseguro. Talvez você tenha tendência para prestar demasiada atenção para o que as pessoas dizem ou assumir o pior, quando um amigo ou parceiro não responde da maneira que você esperava. Como resultado, você pode precisar que os outros lhe transmitam muita confiança tranquilidade, e se não der isso como garantido pode ter tendência para tornar-se paranóico e desconfiado. Essas coisas podem colocar uma pressão enorme nos seus relacionamentos.
Para que seja mais fácil reforçar os laços com os outros e certificar-se que o faz de forma saudável, leve em consideração o seguinte:
- Identificar padrões de relacionamento tóxico. Pense sobre as maneiras que você tende a agir quando está sentindo-se ansioso acerca de um relacionamento. Você testa o seu parceiro? Retira-se antecipadamente? Faz acusações desmedidas? Tornar-se pegajoso? Uma vez que você fique ciente de quaisquer padrões de ansiedade que dirigem o relacionamento, pode procurar por melhores formas de lidar com todos os seus medos e inseguranças que está sentindo.
- Construa um sistema de apoio forte. Todos nós somos seres sociais. Nós não fomos feitos para viver em isolamento. Conectar-se com os outros é vital para a sua saúde emocional. Um forte sistema de apoio não significa, necessariamente, uma vasta rede de amigos. Não subestime o benefício de algumas pessoas que você pode confiar e contar para estar lá para você quando necessário.
- Quando as suas preocupações começam a disparar, procure o suporte de alguém próximo. Se você começar a sentir-se oprimido e angustiado com a ansiedade, procure um membro da família ou amigo de confiança. Fale e desabafe com as pessoas da sua confiança. A família ou o parceiro são a sua primeira linha de apoio, procure aproximar-se deles e comunicar eficazmente as suas preocupações. É útil trocar opiniões com alguém acerca das suas preocupações, isso pode dar-lhe uma perspectiva equilibrada e objetiva.
- Saiba quem deve evitar quando você estiver a sentir-se ansioso. Lembre-se que há uma boa chance de que sua tendência ansiosos acerca do modo como olha a vida seja algo que pode ter aprendido na sua infância e adolescência. Por exemplo, Se sua mãe se preocupava de forma excessiva, ela não é a melhor pessoa para você pedir ajuda quando estiver a sentir-se ansioso. Quando quiser recorrer a alguém, leve em consideração se você tende a sentir-se melhor ou pior depois de falar sobre o problema com essa pessoa .
Um estilo de vida saudável e equilibrada, desempenha um grande papel na redução dos sintomas de transtorno de ansiedade generalizada. Em seguida apresento um conjunto de hábitos de vida que promovem a capacidade de lidar com a ansiedade e preocupação crónica:
ADOTE HÁBITOS ALIMENTARES SAUDÁVEIS
Comece bem o seu dia tomando o pequeno almoço, e continue com pequenas refeições ao longo do dia. Se ficar muito tempo sem comer corre o risco dos níveis de açúcar no sangue baixarem, o que pode fazer você sentir-se ansioso e irritável. Coma em abundância hidratos de carbono, como cereais integrais, frutas e legumes. Os hidratos de carbono ajudam a estabilizar os níveis de açúcar no sangue, e também aumentam a serotonina, um neurotransmissor com efeitos calmantes. Reduza a ingestão de cafeína e açúcar. A cafeína pode aumentar a ansiedade, interferir com o sono, e até mesmo provocar ataques de pânico. Reduza a quantidade de açúcar refinado.
EXERCITE-SE REGULARMENTE
O exercício físico é um redutor natural e eficaz para aliviar a ansiedade. Para obter o máximo de resultados na melhoria do transtorno de ansiedade generalizada, é importante praticar pelo menos 30 minutos de atividade aeróbica na maioria dos dias. O exercício aeróbico alivia a tensão e stress, aumenta a energia física e mental, e melhora o bem-estar através da libertação de endorfinas (químicos que nos fazem sentir bem).
Para aprofundar o assunto, leia:
EVITE O ÁLCOOL E NICOTINA
O álcool pode temporariamente reduzir a ansiedade e a preocupação, no entanto pode exacerbar ainda mais os sintomas de ansiedade, quando o seu efeito desaparece. Usar o álcool para aliviar os sintomas do transtorno de ansiedade generalizada pode levar ao abuso de álcool e dependência. Fumar quando você está a sentir-se ansioso também é uma má ideia. Embora possa parecer que os cigarros são calmantes, a nicotina é realmente um poderoso estimulante. Fumar aumenta os níveis de exictação, aumentando a ansiedade.
DURMA O SUFICIENTE
A ansiedade e a preocupação excessiva podem causar insónia. Qualquer pessoa que tenha a sua mente ativa num assunto preocupante, certamente terá dificuldade em adormecer. Mas a falta de sono pode também contribuir para a ansiedade. Quando você está privado de sono, a sua capacidade de lidar com o stress fica comprometida. Quando você tem um sono restaurador, é muito mais fácil manter o seu equilíbrio emocional, um fator chave para lidar com a ansiedade e parar de se preocupar.
Para aprofundar o assunto, leia: 6 Dicas para melhorar os seus problemas de insónia
QUANDO DEVE PROCURAR AJUDA PROFISSIONAL?
A aprendizagem e implementação de estratégias de auto-ajuda são suficientes para muitas pessoas com transtorno de ansiedade generalizada melhorarem. No entanto, exitem muitas outras pessoas (dependendo do estado avançado do problema) que necessitam de terapia psicológica adicional e suporte para resolverem o problema.
Se você não consegue diminuir as suas preocupações e medos, apesar de tentar as dicas de auto-ajuda, pode ser hora de procurar ajuda profissional. Mas lembre-se que o tratamento profissional não substitui a auto-ajuda e a persistência. A ajuda profissional e a sua dedicação, aumentam a probabilidade na resolução do seu problema.
É REALMENTE UM TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA?
Para obter um diagnóstico preciso e tratamento adequado, é melhor consultar um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra. O transtorno de ansiedade generalizada é muitas vezes acompanhado por outros problemas, como a depressão, abuso de substâncias, ataques de pânico, fobia social e outros transtornos de ansiedade. Para o tratamento ter sucesso, é importante obter ajuda para todos os problemas que você está enfrentando.
Abraço









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Fico esperançado que o artigo possa ser útil.
Abraço
Muitas pessoas envelhecem e e ficam doentes por estarem sempre tão preocupadas com tantas coisas.
Por vezes até com coisas tão simples como o Tempo!
Adorei os concelhos que deu para ajudar essas pessoas.
Sem dúvida que hoje em dia as preocupações são muitas, e todos nós corremos risco de preencher demasiado a nossa mente, com coisas que não têm sentido. Mas, por vezes uma vez caindo nessa rede de preocupação excessiva, ela passa a comandar a atenção da pessoa de um forma automática. A partir daqui é necessário uma abordagem especializada para que a pessoa aprenda como libertar-se saudavelmente das preocupações desmedidas.
Abraço
Miguel, há um assunto que penso, ainda não abordou neste blogue, Déficit de Atenção em adultos e crianças. Eu falo por mim, os seus artigos podem fazer autênticos milagres em pessoas sem DDA, mas no meu caso, enquanto o "Diabo esfrega um olho", eu estou noutra. Ou seja, como posso concentrar-me em ter sucesso se estou quase constantemente a distrair-me? Como deve calcular, tenho que apontar as minhas tarefas no telemóvel, com lembranças, senão... Não é por falta de memória, mas sim de dispersão. Por exemplo, quando leio um livro, tenho que ler a mesma página duas vezes, mas quando a leitura me agrada bastante, eu até consigo ficar super-focado. A coisa agrava-se porque o meu filho também é como eu, mas ele tem a vantagem de eu entendê-lo e ensino-lhe truques para concretizar as suas tarefas.
Em tempos tive uma depressão acentuada, fui a um psiquiatra e ele quase me matou, agora fujo de médicos como o "Diabo foge da cruz".
Sim, ainda não abordei o tema do défice de atenção. Provavelmente em breve escreverei um artigo sobre o assunto. Tenho uma opinião muito particular relativamente a esta temática, dado que acredito que grande parte dos diagnósticos não correspondem aos critérios para défice de atenção.
Existem estratégias e técnicas para disciplinar a atenção e a sua permanência no assunto pretendido.
Em breve abordarei o assunto. Obrigado pela sua dica.
Abraço
Me identifiquei com o texto, e com as dicas, e a proposta apresentadas.
Até então fui medicado com Cloridrato de Fluoxetina 20 durante esses anos.
Acredito Miguel, que o estado de ansiedade, ou a falsa impressão que os médicos tinham de eu estar depressivo, é que não houve o diagnóstico correto, confesso que as dicas apresentadas nesse post, poucas, ou quase nada estava seguindo,os hábitos alimentares, sobre exercitar-se regularmente, a importância de dormir bem.
Mas sim, sofro de ansiedade, e gostaria de saber, além dos exercícios e a técnica de relaxamento, há medicamentos específicos para (TAG). Na fase inicial o medicamento seria necessário?
Agradeço
Fico esperançado que algumas das dicas apresentadas no artigo lhe possam ser úteis.
Sim, existem medicamentos para o "suposto" tratamento da TAG. No entanto, a TAG não é algo isolado dos acontecimentos de vida, e mesmo com medicação o tratamento será sempre mais eficaz quando paralelamente se aplica terapia psicológica. A terapia psicológica com base na terapia cognitivo-comportamental pode ensinar-lhe a lidar com as suas dificuldades do dia a dia.
A toma de medicação é sempre uma opção, dependendo do diagnóstico e da gravidade ou estado do problema.
Abraço
a proposito a alguma doença fisica que se assemelhe a TAG???
Essa doença começa devagar e depois vai piorando??
Abraço obg pelo post
Por aquilo que descreve, o Rodrigo necessita de ter um diagnóstico do seu problema. Deve procurar um psicólogo ou psiquiatra no sentido de perceber o que acha ser melhor para si.
O TAG, já possui tratamento eficaz com elevadas taxas de sucesso através da terapia cognitivo-comportamental (aquela que aplico na minha prática profissional e aqui mesmo nas consultas online: http://www.escolapsicologia.com/sessoes-online/
Relativamente à Yoga, todos os exercícios que possam contribuir para acalmar o corpo e a mente são úteis, no entanto não podem nem devem ser considerados terapia ou tratamento. São um complemento.
Sim, existe esperança desde que faça a terapia adequada.
Existem muitos sintomas que existem na TAG que também são comuns a outros transtornos. No entanto a preocupação excessiva e generalizada a grande parte das situações de vida é característica única do TAG.
Abraço
Muito bom seu artigo, ajudou-me muito a identificar o meu problema atual.
Desde que mudei de função onde trabalho para uma função maior de coordenação que tenho me preocupado demasiadamente em ser competente e em não perder meu posto atual, por isso tenho me sobrecarregado bastante de atividades e problemas que considero que devem ser resolvidos por mim uma vez que sou a coordenadora.
Ocorre que essa preocupação excessiva com eficiência tem me desgastado muito fisicamente, emocionalmente e mentalmente, tenho tido problemas de insônia, dores de cabeça, formigamento nos pés, enjoos, lapsos de memória, indisposição, dificuldade de respirar, cansaço, batimento cardiaco acelerado, crises de choro, instabilidade do humor e fiquei resfriada também. Não consigo desligar e desconectar-me dos problemas e logo minha mente é invadida por preocupações e previsões do que pode acontecer e fico ensaiando o que vou dizer ou fazer caso tal coisa aconteça.
Uma situação que tem agravado meu problema é perceber que há uma pessoa que tenta a todo momento interferir no meu trabalho, o que tem me causado estresse maior ainda, pois fico tentando a todo momento cortar essas interferências e nisso minhas preocupações aumentam ainda mais. Como sei que estar perto dessa pessoa me deixa pior, tenho evitado a sua presença me afastando do seu convívio e tentado analisar a situação de modo mais racional possível. Mesmo assim ainda temo que ela possa fazer algo que me prejudique e noto que minha preocupação se desviou mas não cessou.
Desde que comecei a ter essa função também parei com as atividades físicas por falta de tempo e noto já que isso prejudicou-me muito e colaborou para agravar o problema.
Antes de ler teu artigo tenho feito exatamente o que aconselhaste aqui: procurado apoio de amigos e familia, pedindo opinião sobre meu comportamento, mas invés de enfrentar as situações tenho tentado evitar as situações que desencadeiam maior ansiedade pois não me sinto ainda com controle emocional suficiente para lidar com elas e sempre fico nervosa demais e falando coisas agressivas e inconsistentes.
Mas vou me empenhar mais agora para resolver o problema e estabelecer a minha saúde mental.
Quero lhe agradecer pelo artigo que foi extremamente útil para nortear os caminhos que tenho que seguir para solucionar este problema.
Infelizmente é muito dificil encontrar uma terapia boa pois na ultima vez que fui ao psicologo não senti nenhuma melhora visto que o psicologo só fazia ouvir e nada me dizia que me ajudasse a identificar o problema e resolver, uma amiga me disse que tal postura profissional depende muito da linha de trabalho do psicologo, o que você acha do assunto? Qual o tipo de profissional e perfil que pode ajudar mais quem tem TGA?
Um abraço.
De acordo com aquilo que descreveu, pode não sofrer de TAG. Ainda que tenha muitas preocupações e alguns dos sintomas físicos. Por certo que está a passar por um período exigente e stressante da sua vida. No entanto. Problemas como burnout, dificuldade de adaptação às situações de vida e ausência de estratégias de lidar com as situações podem levar ao sentimento de preocupação, mal-estar, ansiedade, angústia, entre outros.
No que diz respeito à questão do psicólogo, e da eficácia ou não do seu trabalho, aplica-se o mesmo conceito a qualquer profissão, existem bons e menos bons. Existem terapias mais e menos eficazes. A que aconselho e pratico em consulta, e igualmente aqui nas Escola Psicologia, nas consultas online (http://www.escolapsicologia.com/sessoes-online/) é a terapia cognitivo-comportamental que tem elevados níveis de eficácia.
Boa recuperação e boa aplicação de estratégias.
Abraço
Uma vida comportamental agitada por ambientes de convivência tensos e estressantes (profissional, familiar) levaram a um estado de ansiedade maior, onde a "vida estressada" gerou um déficit bioquímico cerebral de Neurotransmissores que culminou na ansiedade?
Do mesmo modo que uma vida tensa gerou ansiedade e desequilíbrio bioquímico cerebral, um novo comportamento de vida muito mais tranqüilo, com tratamentos coadjuvantes (como exercícios físicos e terapia Cognitiva), aliados - se necessário por indicação médica ao auxílio de Benzodiazepínicos - pode reequilibrar tais Neurotransmissores bioquímicos e voltar o organismo do indivíduo a normalidade?
Alimentação saudável e exercícios físicos são fundamentais.
Você enfrentará muitas dificuldades, recaídas, mas não desanime, pode ter certeza de que você conseguirá, com calma, paciência e perseverança, você verá o sol brilhando novamente.
Os remédios ajudam na crise, mas acredito que o ideal é conseguir ir retirando-os (com consentimento do médico, é claro !).
Primeiro de tudo: Deus ! Mesmo que você não acredite nisso, busque diariamente as palavras de Jesus, ele tem a cura; em muitos momentos você achará que não está servindo de nada, mas se tiver paciência e perseverança, não desanimar, verá os resultados.
Melhore a alimentação o máximo que puder (recomendo muita água e muita aveia), cogite inclusive tomar suplementos multivitamínicos, sem exagero, pois a carência de determinados itens pode comprometer o funcionamento de nosso corpe e mente.
Faça caminhadas longas (em torno de 1 h) com a maior frequência que puder (preferencialmente todo dia). Nessas caminhadas, procure, am alguns dias se concentrar mais no exercício e em outros caminhar mais olhando a paisagem e as pessoas. Em ambos os casos, procure sempre elevar seus pensamentos a Deus, PEÇA A ELE, e DIGA PARA SÍ MESMO QUE VOCÊ CONFIARÁ NELE. Ao final das caminhadas, faça alongamento, com calma, tome água, e um banho morno relaxante. FAÇA UMA ORAÇÃO NOTURNA ANTES DE DORMIR.
Bem, está muito resumido, mas 1 ano depois, posso dizer que foi feito um milagre em mim.
Tudo de bom !
Meu medo é que seja algo no coração, mas como li, é normal sentir esse medo, quando se tem Ansiedade Generalizada. Tentarei as digas de relaxamento, se não funcionar, procurarei ajuda profissional.
Fi diagnosticado com TAG e DISTIMIA, apesar de todos os exames darem normal. Me encontro com preocupações sem fundamentação e que estão me atrapalhando física e psicologicamente, pois estou me sentindo com baixa estima, cansaço, insônia, desânimo, irritadiço, entre outros. procurei um psicólogo para iniciar a psicoterapia e espero conseguir resultados breves, pois estouimapciente com essa situiação. Gostaria muito que pudesse me ajudar, com técnicas apropriadas, a diminuir/acabar com essa tal de TAG e DISTIMIA que estão me afetando, pois, sempre fui otimista, acredito cegamente em DEUS e na resolução dos situações difíceis, mais, assumo que atualmente encontro-me confuso e sem iniciativa, precisando de um incentivo "sacudida" interior para voltar a ser feliz, otimista e animado, com sempre fui. AJUDE-ME, por favor!!!!
Sofro de ansiedade generalizada, faço psicoterapia a 3 anos, e tomava fluoxetina, porem parei a cerca de 1 ano.
Sofro demais com isso, sou muito magra, passo mal, e não consigo comer, porque se forçar, eu vomito tudo. Meu estomago fica muito sensível.
Porem de uns meses pra cá, tenho observado que até no meu relacionamento tem atrapalhado, tenho um namorado maravilhoso, mas tenho a consciência que estou sufocando ele. A minha psicóloga me disse também que sofro do complexo de Édipo, pois minha mãe separou do meu pai aos meus 10 meses, então pra mim conseguir manter um relacionamento, era algo de outro mundo.
Agora, como nas outras tentativas de relacionamento, sinto uma vontade imensa de vê-lo, porem ao mesmo tempo sinto “medo”, principalmente quando ele fala para casarmos, parece que pra mim, é o fim do mundo isto, fazendo até com que eu o evite de ver.
Será que isto também está associado à ansiedade ou algum outro problema junto?
Desculpem pelo desabafo, mas é que tem horas que parece que não mais suportar estes sintomas.
Gostei muito das dicas e vou praticá-las, pois estou enfrentando uma situação dificil.
A uns dois anos meus pais se separaram e eu não tenho contato com meu pai até hoje por nunca ter tido uma boa relação com ele, logo após esta situação veio o meu casamento em Janeiro/12 no qual ainda é algo novo para mim, também tive mudança de emprego e no ultimo antes do atual eu me aborrecia muito e minha rotina era sobrecarregada demais, sempre pulei de um emprego para outro melhor que aparecia e com isto estou a quase 4 anos sem férias.
Enfim... a uns 5 meses comecei a sentir uns desconfortos momentâneos que me assustavam demais, meu coração acelerava, eu ficava trêmula, com placas vermelhas no corpo e uma sensação horrível de desmaio, ondas de frio e calor, inquietação, formigamento nas mãos e pés etc.
Fui ao neurologista e ele me receitou o Clonazepam de 0,5mg no quel tomo metade de um comprimido toda noite além de estar fazendo tratamento semanalmente com psicóloga, melhorei um pouco mas ainda me sinto bastante tonta, ansiosa meadiante várias situações, ultimamente aparecem alguns nódulos vermelhos que coçam e ao apertar doem bastante, porém aparecem em vários lugares do corpo e no dia seguinte somem e param de doer e aparece em outra parte de corpo, pricipalmente nas mãos, tornezelo, joelho e ombro. Estou marcando várias consultas e exames porque chego a pensar que estou com alguma doença grave.
Tenho algumas dúvidas:
- A ansiedade generalizada é a mesma coisa da Síndrome do Pânico?
- Este problema de ansiedade tem cura? e é a longo prazo mesmo? é normal eu ainda estar sentindo essas coisas mesmo com a medicação?
- Tenho muito medo de me viciar neste medicamento, corro este risco?
- Este problema leva a morte?
- Existe alguma possibilidade de eu estar assim devido as situações de vida citadas e ser somente uma fase?
- Todos os sintomas que eu citei tem haver com a ansiedade, inclusive os nódulos vermelhos que duram por um dia e somem? posso estar com alguma outra doença grave?
Muito grata e desculpe o desabafo e a gigante mensagem.
Não ansiedade generalizada não é a mesma coisas que transtorno de pânico, ainda que a ansiedade generalizada possa despoletar alguns ataques de pânico.
A ansiedade não é considerada uma doença, pelo que não podemos falar em cura. Nos transtornos de ansiedade fala-se em tratamento, e sim, existe tratamento.
"Tenho muito medo de me viciar neste medicamento, corro este risco?"
Sim os medicamentos quando tomados durante um período prolongado provocam dependência, e podem ter efeitos adversos (sintomas desagradáveis)
"Este problema leva a morte?"
Não se conhecem casos em que os transtornos possam ser a causa da morte.
"Existe alguma possibilidade de eu estar assim devido as situações de vida citadas e ser somente uma fase?"
Sim, a ansiedade estabelece uma relação com os acontecimentos da vida
Abraço
Eu tenho 20 anos, e tenho boa saúde, e em raras exceções aconteceu-me algo como ficar com as pernas a tremer imenso.
A primeira vez, ainda tinha 16/17 anos, que tive uma discussão mais acesa com um professor, e eu estava de pé e tremia as pernas por todo os lados, algo que nunca tinha acontecido.
Depois á uns tempos, não tinha namorada, mas tinha um relacionamento fogaz com uma rapariga, e ao inicio com ela, não acontecia nada, mas pro fim, se pela internet falávamos ou abordávamos temas mais “intensos” e nascia aquela vontade, eu tremia também de novo, e não só as pernas.
Também já aconteceu uma vez que eu estive perante uma pessoa com quem tenho umas contas por ajustar, damo-nos mal e ocorreu várias coisas para isso acontecer, eu não tenho medo nenhum dele, mas mais uma vez, quando ele se tentou meter com o grupo onde eu estava, as minhas pernas começaram a tremer, se bem que menos intensamente, se dirige-se a palavra acredito que ficassem a tremer mais.
São as únicas situações onde aconteceu isso, faço apresentações de trabalhos sem problemas nenhuns, tenho namorada e nunca aconteceu nada, dou-me com pessoas de todos os tipos e consigo sem problema.
Não consigo perceber o porque disso acontecer, e gostava mesmo de conseguir controlar isso
Obrigado desde já
tenho Transtorno de Ansiedade Generalizada e gostaria de tirar algumas dúvidas.
Convivo com uma ansiedade acentuada e constante(e depressão) há anos. Na verdade sempre fui uma pessoa ansiosa, mas depois de minha primeira crise depressiva (há cinco anos) ela piorou. E veio piorando mais e mais com o tempo. Esse ano, estava tomando 6 mg de rivotril/dia, e chegou um ponto em que nem isso resolvia. Não me focava nas aulas, não ouvia uma palavra do que o professor dizia e minhas pernas ficavam numa agitação constante, condizente com a agitação que eu sentia por dentro. Tomei lyrica e não serviu de nada. Então passei a tomar risperidona e resolveu bem por um tempo, mas parei porque me provocou depressão.
Quando saí dessa crise depressiva (uns cinco meses atrás) os sintomas de ansiedade voltaram. Mas voltaram com uma força devastadora. Não importava quanto rivotril (de 2 mg) eu tomasse, era incontrolável. Sentia um pânico constante. Pensamentos tenebrosos de morte rondavam minha mente obssessivamente. Sentia uma agonia tão imensa em ficar parada, que era impossível sentar-me por cinco minutos que fossem. Andava, andava e andava apressadamente para lá a para cá, porque não conseguia ficar parada. Isso em casa, na parada de ônibus. Quando tinha que parar por um instante sequer sentia uma agonia tão imensa que pensava que não iria suportar. Era sufocante, aquela tensão e aquele sentimento de urgência. Parecia que o tempo se arrastava dolorosamente. Era insuportável só a perspectiva de esperar o dia passar. Sentia meu coração batendo louca e incontrolavelmente. Não havia a mínima possibilidade de me focar no que quer que fosse, nem pelo mais breve dos instantes. Era torturante. A coisa mais louca é que isso acontecia sem razão nenhuma. Eu não tinha motivos de preocupação e estava tudo bem na minha vida.
O mais estranho é: comecei tomando 100 mg de seroquel xro, e fiquei muito bem (muito bem mesmo, sem nenhuma ansiedade). Depois aumentei para 200 mg, mas, passado um tempo, as 200 mg não estavam resolvendo. Não sei porque, mas fiquei com todos os sintomas de ansiedade generalizada, mesmo tomando essa medicação. Preocupações fortíssimas, constantes, ilógicas e incontroláveis, que acabavam comigo e me deixavam deprimida, um cansaço indescritível, a sensação do coração batendo forte. Mas, ainda assim, estava muito melhor do que antes (por incrível que pareça), do que quando não tomava a medicação. Mas parece que o nível de ansiedade aumentou, mesmo sem motivo nenhum (estava bem e relaxada), para as 200 mg não fazerem mais o efeito que as 100 mg antes davam conta.
Atualmente tomo 300 mg de seroquel xro (liberação lenta) e estou muito melhor do que antes (com 200 mg), mas ainda convivo com um forte (e constante) nervosismo e agitação. Não importa o que eu faça, não passa. Porém, considerando que faço tratamento com um antipsicótico (ansiolítico fortíssimo - lembro que da primeira vez que tomei seroquel, anos atrás, já era muito agitada e fiquei apática), isso só pode significar que a minha ansiedade é de um nível inédito.
Queria entender o que está acontecendo. Sei que isso parece ansiedade generalizada, mas os medicamentos para ansiedade generalizada não devem me servir de nada, já que um antipsicótico mal controla. Sei que as pessoas vivem com ansiedade generalizada sem tomar remédios. Mas, no meu caso, mesmo quando a ansiedade era mais fraca (quando comecei com as 100 mg de seroquel), os poucos dias que passei sentindo aquilo foram a maior provação da minha vida, não poderia ficar sem os remédios.
Queria saber porque tenho este nível de ansiedade absurdo, porque em mim ela se manifesta dessa forma, porque aumentou tanto, mesmo quando eu estava medicada, se isso é permanente, ou se esses sintomas podem, ao menos, esmorecer com o decorrer dos anos. E se existem outras alternativas igualmente boas de tratamento (como o seroquel) de medicamentos fortes com o mecanismo de liberação lenta, pois todas as três vezes que experimentei tomar o seroquel que não era de liberação lenta os efeitos se extinguiram por completo em quatro horas e os terrores começara a voltar.
Estou com um problema horrível, namoro a três anos, com um cara maravilhoso, a um tempo venho sentindo a distancia dele, sempre procurei dialogar com ele, mas sempre foi em vão, e nisso, o relacionamento foi ficando desgastado, e ele começou a ter ataque de ansiedade, muito serio, nisso eu tbm já estava com ansiedade acentuada, devido a insegurança que ele me causava, qd ele teve o primeiro ataque, fiquei do lado dele, depois disso começamos a conversar mais sobre isso... Foi quando alguns dias e eu ele, não tivemos uma discussão e ele terminou, fiquei arrasada, chorei o dia todo, e ele tbm ficou mal, mas logo a noite, ele decidiu voltar atrás, estava muito feliz com a decisão, confesso q eu estava mais feliz q ele, ocorre no outro dia ele ja estava falando em ficar sozinho, ele está totalmente desnorteado, e ele tbm disse que esta projetando toda a ansiedade em mim, na minha pessoa, qd estou por perto fica ansioso, eu não sei o q fazer, tive a ideia de nos afastarmos um pouco, mas eu fico ansiosa quando estamos longe, eu não sei o que fazer, preciso de ajuda, ele tbm, como devo proceder? o fato de estar longe me deixa mal, mas tbm o fato de estar causando isso a ele, me deixa com auto estima baixa, e me sinto mal... preciso do conselho de vcs... me ajudem!
desde ja.
muito obrigado
Eu tava tão empolgada para estudar para um concurso, mas comecei a pensar que não valeria a pena estudar. São poucas vagas e há pessoas mais qualificadas do que eu ,pessoas que estão se preparando a mais tempo. Não vale a pena tentar. Eu teria que viajar para fazer o concurso. Mas, e se algo me acontecer na viagem? Vou deixar meus irmãos,meu pai e meu namorado sem mim.
Penso que quando mais estamos felizes é que as tragédias ocorrem. Meu conceito de felicidade é esse : é ser ativa, conquistar as coisas, fazer o que puder com a força das minhas mãos. Daí, parece melhor não ser feliz para garantir que nada saia do controle. Hoje eu não quero mais sair da cama, quero ficar aqui e chorar o dia todo. Ainda não fiz isso pq meu pai vai pirar em cima de mim. Mas, antes, era o que eu fazia.
Sempre fui meio deprimida, mas eu tava me levantando. Fazendo faculdade, tinha até emagrecido, arrumado um namorado. Agora , olha como estou : recuperei os 10 kg, não quero mais estudar - ainda que eu goste de fazer isso, mas não era o que eu queria cursar - e mesmo amando meu namorado , tem horas que quero me isolar de todo mundo. Até mesmo dele. Coloquei na cabeça que não vamos dar certo, até por estarmos discutindo nos últimos dias. Mas, sei que ele me ama e que eu quero ficar com ele. Mas, no momento não quero ficar nem comigo mesma. Eu to morrendo por dentro. Não sei mais o que fazer.
Obrigada, Thaís.
Eu tive ataque de pânico e fui medicado para tal, fiquei muito melhor mas neste momento abuso do Bialzepam 3mg sem motivo aparente, antecipo-me antes de acontecer algo, e tenho muitos vómitos incontroláveis. Neste momento tenho medo de ter medo, de voltar a viver o que passei, julgo que terei de fazer psicoterapia porque a minha qualidade de vida está péssima e apresento um quadro clínico parecido ao TAG.
É com muita frequência que tenho medo de morrer, de ter um AVC e se tiver de dormir e não conseguir a ansiedade aumenta.
Faço abusos de álcool a nível social, pois não bebo sozinho mas quando bebo é como se a bebida fosse acabar, pela OMS sou um dependente emocional e é uma doença controlável mas sem cura., ou seja, deveria deixar de beber para sempre.
O que é certo é que estou confuso e não sei o que fazer:
Se vou para a psicoterapia
Se vou ser tratado para o álcool, que apesar de admitirem de eu não ser alcoólico dizem que tenho um problema emocional com a bebida.
Julgo que se realmente o que faço é uma doença, então o mundo está cheio de doentes.
Estou aberto a opiniões e mais uma vez parabéns e obrigado pelo post, ajudou-me a passar uma crise.
Sou muito extrssada,nervosa,anssiosa,fui ate para o cardiologista,neurologista e compania bella.
Ja tomei calmante,antedeprecivo....pois essas preoculpacoes sen sentido nao saiam da minha cabeca
Tava ate me olhando no espelho e me sentindo horrivel.....falo 5 idiomas e sempre me coloco pra baixo
Dissendo meu portugues e pessimo rsrsrs viu.....tenho uma filha linda e tava ja strssada ate com as tripulias e brincadeira que é normal de crianca...em fim me inrrito facil....e pego todos e quais quer problemas ,os mesmos nao me deixa dormir,assim fico mais nervosa,estudo e quando nao aprendo cobro a mim mesma ,como num campo de consentracao militar....``tem que fazer''minha vida tava indo por rio...que elegal ter lido esse articolo....parabens mesmo..
Obrigada pelo tempo que dedica em compartilhar de seu trabalho.
És um ser muito sencivel. Que Deus o proteja e o inspire cada vez mais.
Nosso mundo agradece por existir pessoas como você.
Abraços.
Cle.
Cascavel-pr- Brasil
Abraços
Que jesus nos abençoe ate breve
Tenho pensamentos em que vou ficar pobre, minha indenização vai acabar e isso me leva ao pânico.
Isso pode ser diagnosticado com0 TAG?
Obrigado pela atenção e parabéns.
Tive um disturbio na tireóide há 3 anos atrás- Hipertiroidismo, na qual foi tratado com TAPAZOL onde em 20 dias tive uma reação alérgica em forma de urticárias pelo corpo-placas vermelhas, sem pinicação, nem coceira, fui ao hopsital e me deram FERNEGAM INJETÁVEL onde sumiram. Após 3 meses recomeçei o tratamento com PROPILTIOURACIL, tomava 6 comprimidos por dia, onde comecei a diminuir a quantidade, sob orientação da endócrino, quando estava tomando há 3 meses e meio de PROPILTIOURACIL, começou esta pinicação- EM JULHO DE 2006- permanecendo até hoje. O Hipertiroidismo ainda não estava normalizado, embora não estivesse com as taxas-TSH e T4 normais. Na época a endócrino me encaminhou á uma alergista onde fiz 3 testes de alergia em 3 clínicas diferentes; uma deu à tintas de cores azuis, esmalte, alguns tipos de emborrachados- esse foi o teste de contato; na outra deu à fungo, ácaros e poeira num grau médio-baixo-essa teste cutâneo; e na outra não deu à nada -teste cutâneo também. A taxa do IGe parece que indica alergia? não deu e não dá alterada. Tomei anti-histamínicos durante 2 á 3 meses direto e quando estou com pinicação mto forte tomo também e só da uma aliviada no 1º dia depois volta a ficar forte de novo. Tomei o Hidroxizine que é o de costume, mas tomei outros anti-alérgicos também- loratadina-alegra e não ajuda não. Fiz varios exame no sangue e não foi encontrado nenhuma alteração. A glicose de jejum é que está em 106 mas n sei se tem a ver com a pinicação. Fui em quase todos especialistas da gre Fpolis e nda encontrado.Começei a tomar anti-alergico -Prednisona com corticóide mas tomei 2 dias sómente n seu se foi coincidencia mas no dia q tomei estava bem forte e não dei continuidade ao tratamento.
Tomei anti-depressivo - DOXEPINA, COM RANITIDINA E HIDROXIZINE por 2 meses e não passou, no começo aliviou um pouco mas depois sentia direto.
Tomei a OXCARBAZEPINA- um anti-eplético pois o médico suspeitou q fosse uma Neuropatia tomei por 21 dias e nda; inclusive me deu bem forte a pinicação por uns 3 dias. Fiz até biópsia de pele não deu nenhuma alteração.
Quanto ao Hipertiroidismo, fiz Iodo radioativo em abril de 2007 e a tiroide se transformou em HIPOTIROIDISMO, onde hoje faço uso continuo de PURAN T4- no começo era 125MG ao dia e atualmente 100 mg ao dia- estando compensadas as taxas, na época pensava-se que poderia ser do Hipertiroidismo, mas agora coma as taxas reguladas os endocrinos descartam a tireoide como causa.
não sei se o tratamento que fiz com o anti-depressivo - 2 meses-DOXEPINA e com os anti-histaminicos-tomo regularmente foram o suficiente para cessar essa PINICAÇão.Mas os anti-alergicos tomo e melhoro mto pouco. Fiz algunsexames como: ultrasons da tireoide, RX das colunas, ressonancia magnética do abdômen superior e acusou um cisto no lóbulo esquerdo mas a radiolaogista disse q era normal pela aparencia.
Tinha tambem úns QUENTURÕES antes do hipertiroidsmo, e o interessante é quando sinto os quenturões quase não sinto as PINICAÇÕES E QUEIMAÇÕES.
Fiz Homeopatia durante uns 7 mesescom um cartão magnético que ficava em contato com a pele e continuei com outro homeopata por mais 1 mes com gotas mas nada de melhora.Fiz acupuntura tbme por uns 5 meses - 1 vez por semana e pouca melhora.
Tomei DOXEPINA COM CIMETIDINA E FLUOXETINA DE 20 MG, MAIS O HORMONIO PURAN T4 DE 100 ou 112 MG.
Desculpe a longa narração, mas é que realmente ja não sei mais o que fazer.
Agora estou tomando desalex, e AAS infantil, vamos ver !!
Tomei citoneuran injetavel remédio chamado colchicina para gota e nada resolveu a pinicação.
Em fevereiro de 2013 tomo sertralina e risperidona -1mg . gestnol 28, clonazepan 2mg e hixizine –óleo de sucupira. Emma 400mg e Quelatus. ALGUEM ME Ê UMA RESPOSTA POR FAVOR! DEUS ILUMINE À TODOS!
ALESSANDRA
Excelente esta sua abordagem sobre o assunto. Tenho este problema e neste seu blog pude ver algumas alternativas explicadas mais detalhadamente e de forma bem mais "simples" para entendimento de muitos.
Meu transtorno de ansiedade comecou a alguns anos (2 ou 3 anos +/-) e nao passa de forma alguma. E tenho a sensação de que não vai passar mais. Faço uso de medicamentos para controle de ansiedade e ja não aguento mais todos os dias - sem hora marcada - ter estes sintomas acima descritos tais como: tremor, pensamentos negativos, tonturas, sensação de estar fora de mim e de não ser eu mesmo, entre outros... É como se existissem duas pessoas dentro de mim. Uma sensação de "peso" enorme dentro de mim que não aguento mais. Somente a medicação que alivia isso. Vou certamente fazer uso deste "passo a passo" que vocë indica aqui em seu blog e tentar ver se essa ansiedade minha excessiva diminui bastante ou se ate mesmo "vai embora de vez" porque realmente, chega um ponto em que a pessoa se extressa de tanto passar por isso com eu estou passando.
Grato pelo artigo e vou indicar a outras pessoas seu blog.
Cristiano
Fiz vários exames e deu tudo normal . Minha gastro e cardiologista disseram que poderia ser ansiedade e desde então venho lutando para acabar com ela. Não tomo medicamento para não viciar-me. Faço atividade física e me alimento bem. A algumas semanas atrás senti os sintomas de novo com a preocupação pós faculdade e o que vou fazer do futuro, se vou construir a minha família, vejo que o tempo passa tão rápido e nada acontece.
Vejo que para acabar com isso depende de nós lutarmos contra o nosso interior, o nosso Eu, e ver que o momento é o agora e o amanhã a Deus pertence. Me apego a Deus pois só ele para me dar forças para superar esta etapa da minha vida.
Espero que Deus dê forças a cada um vocês, sem Ele não somos nada.
Elaine
Eu tenho 16 anos e estou sempre ancioso na sala de aula,e acabo ficando com enjoos e tendo que sair da sala de aula. O que eu faço?
Tomo Hipericim e Kawa Kawa ..alem de exercicios fisicios moderados,alimentação balanceada e acima de tudo..Deus..sinto minha vida mudar a cada dia que passa pra melhor
Encontrar Deus me ajudou a dar respostas a todos os medos que eu tinha..sempre que um vinha a minha mente,Deus em sua sabedoria me ajudou a controlar todos eles,hoje vivo uma vida normal,Vou ao cinema,shop,dou risada..
Tenho vivido os ultimos três anos,com ansiedade o tempo todo.Tarefas simples de resolver do dia a dia tornaram-se estressantes,perdi o desempenho no trabalho e sinto o corpo cansado com dores nos musculos.Sinto que não vou conseguir ter uma vida normal mais,pois não consigo controlar meus pensamentos,fico pensando uma coisa simples da minha vida o dia inteiro.Tenho muitos pensamentos negativos,entretanto no fim da tudo certo.Acontece também muitos gestos repetitivos em quase todas ações que realizo no dia a dia,o fato é que estou sempre preocupado e as vezes por nada ate sentir dores na cabeça e com problemas na respiração.Já me sinto com a mente totalmente desgastada,o que devo fazer para ter uma vida normal?
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